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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Preta Gil é coroada Musa do “Bloco do Copa” 2020

Pelo quarto ano consecutivo, a varanda do Belmond Copacabana Palace sediou o badalado evento “Bloco do Copa”, que aconteceu no último (2).  Após o sucesso das três primeiras edições, o bloco deste ano foi ainda melhor. Para não deixar ninguém parado, o evento contou com as apresentações animadas do Bloco Último Gole, da Bateria Balanço Zona Sul e Samba de Santa Clara.

Este ano, a musa do Bloco do Copa – a convite da diretora geral do hotel, Andréa Natal – foi a cantora Preta Gil, que fez bonito no melhor esquenta para o Carnaval carioca e para o Baile do Copa, que este ano acontece no dia 22 de fevereiro e terá como tema “Abra Suas Asas”.

Andrea Natal

Outra homenageada foi Ana Cristina Souza Pereira, de 44 anos, funcionária do hotel que há um ano trabalha como camareira, no setor de governança. A relação da madrinha do Bloco do Copa com o Carnaval já vem de muitos anos. Quando morava em Santa Cruz, desfilou pela escola, em 1995, e também pela Mangueira do Amanhã, sua escola do coração.

 

Luiz Igreja e Ana Cristina Souza

Ana conta que tem paixão pelo Carnaval e que ficou muito feliz em ter sido escolhida a madrinha do Bloco do Copa: “Assumir esse posto tão importante é algo realmente especial! Para mim, Carnaval é vida, liberdade, é estar viva e sentir o coração pulsar”. “É sempre um sonho estar no Copa, mas ser escolhida para esse posto não é para qualquer pessoa; é uma responsabilidade grande e eu me sinto muito privilegiada”, completa.

Fotos by Miguel Sá

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Destaque Saúde

Dor de reviver e otimismo para vencer o câncer

Recentemente famosas como a apresentadora Ana Maria Braga e a jornalista Susana Naspolini comentaram que enfrentam novamente o câncer e que se submeterão ao tratamento. Apesar de ser um momento difícil, é  extremamente importante, que elas e quem recebe esse diagnóstico a primeira vez ou em reincidência, que se mantenham positivos para que fique tudo bem e o tratamento funcione da melhor maneira possível.

O diagnóstico do  câncer traz uma pressão muito grande, tanto para o paciente quanto para a família, pois sabemos que o tratamento geralmente é muito agressivo e ataca o sistema imunológico, além de muita gente já associar diretamente com a possibilidade de morte. Então, é muito comum que o paciente desenvolva quadros depressivos ou de crises de ansiedade. Alguns ainda passam pela fase da negação da doença.

Nesse momento, a família precisa se unir, para que possa prestar o suporte emocional e suporte presencial, levando o paciente aos tratamentos e acompanhando em consultas médicas.

Em relação à parte psicológica, tanto o paciente como a família precisam ter acompanhamento, levando em consideração a gravidade da doença. Quanto mais grave for, mais agressivo o câncer é, como também o tratamento. Tudo isso reflete na família. O tratamento mexe com o humor, com toda a dinâmica familiar e com o emocional de todos. Geralmente, os grandes centros que tratam câncer têm psicólogos de plantão que prestam suporte tanto para o paciente, quanto para o familiar.

Há alguns estudos que afirmam que muitos pacientes começam a definhar ao receber o diagnóstico do câncer. E isso não é pelo câncer em si, e, sim, pelo diagnóstico e o pessimismo. As pessoas o associam à morte, então o diagnóstico às vezes soa como uma sentença, mesmo quando sabemos que muitos têm tratamentos, podem ser curados – alguns não, mas outros, sim. Por isso, é extremamente importante que se mantenham positivos para que fique tudo bem e o tratamento funcione da melhor maneira possível.

Sobre a recuperação, salvo em casos que é um tipo de câncer incurável, em que os médicos deixam tudo bem claro aos pacientes, as pessoas devem acreditar que podem se recuperar mais de uma vez. Elas devem acreditar na cura. Tanto a Ana Maria Braga como a Susana Naspolini já se curaram de outros. Então, quando um câncer é tratável, as pessoas devem acreditar na cura, não importa quantas vezes haja reincidência da doença.

Em casos como da apresentadora e da repórter, por serem pessoas públicas, era importante para a imagem profissional que elas explicassem sobre isso para o público que as acompanham. Dessa forma, elas passam positividade para outros ao contar par ao grande público. Isso pode motivar pessoas que estão passando por quadro semelhante a ficarem mais otimistas e acreditarem que é possível vencer a doença.

Ellen Moraes Senra é Psicóloga atuando na área clínica através da abordagem cognitivo comportamental. Formada pelo Centro Universitário Celso Lisboa.