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Justiça libera funcionamento de lotéricas no Rio de Janeiro

A Justiça autorizou o funcionamento de lojas de material de construção e casas lotéricas na cidade do Rio de Janeiro, segundo informações da Procuradoria Geral do Município (PGM). O funcionamento desses tipos de comércio havia sido autorizado pela prefeitura, mesmo com as medidas de isolamento para combater o novo coronavírus que provocaram o fechamento de todo tipo de comércio não essencial.

A Defensoria Pública do Estado havia conseguido suspender o funcionamento dessas lojas através de uma liminar da primeira instância da Justiça do Rio. Mas a PGM conseguiu reverter a liminar com uma decisão da desembargadora Maria Isabel Paes Gonçalves, da Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

No entender da Justiça, as lojas de material de construção são essenciais porque comercializam produtos que podem ser importantes para reparos emergenciais em estabelecimentos que prestam serviços essenciais. Já sobre as lotéricas, a desembargadora entendeu que se as lotéricas deixassem de funcionar, poderia comprometer o acesso da população a recebimento de benefícios sociais e aumentar o fluxo de pessoas para os bancos, contribuindo para aumento da aglomerações, o que contraria todas as indicações oficiais de saúde para a pandemia.

Com informações e foto da Agência Brasil

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Ruas bloqueadas no primeiro dia de restrições de acesso a Niterói

Começou a valer, a partir deste sábado (4), o bloqueio nas divisas de Niterói com outros municípios para táxis dessas cidades, além da redução da frota de ônibus intermunicipais para 30% de sua operação normal. Passageiros puderam notar a queda ainda mais acentuada no movimento do Terminal João Goulart, no Centro, além de ruas bloqueadas ou com pontos de controle. O Decreto Municipal visa diminuir a circulação de pessoas entre as cidades, sendo uma forma de prevenção ao coronavírus.

São 28 pontos de controle de acesso, sendo sete deles com a presença de agentes de trânsito e forças de segurança, espalhados por todos os limites do município, com as cidades de Maricá e São Gonçalo, e nas descidas da Ponte Rio-Niterói. O motorista encontra pequenas retenções na chegada aos bloqueios. Ao todo, 200 agentes trabalham na ação.

O secretário Municipal de Mobilidade e Urbanismo, Renato Barandier, acompanhou de perto o primeiro dia de operação. Segundo ele, a medida visa reduzir o tráfego intermunicipal, que não vinha no mesmo ritmo da movimentação dentro da cidade de Niterói, além de estabelecer controle nos acessos ao Município.

“A Prefeitura tem criado medidas de restrição e isolamento social há um mês e a resposta da população tem sido muito positiva. Como resultado disso, tivemos uma redução de 80% no movimento de carros na cidade. Os pontos de entrada da cidade estavam sem nenhum tipo de controle, por conta disso os movimentos intermunicipais não foram reduzidos na mesma proporção. Estamos com sete pontos de controle onde a partir de hoje vamos fiscalizar os táxis de outras cidades e reduzimos a 30% a quantidade de ônibus intermunicipais, assim como as vans. Isso tudo é para trazer a redução dos movimentos intermunicipais, que estão num patamar de 60%, para um nível mais próximo de Niterói”, disse o secretário.

Ainda de acordo com Barandier, em outros municípios há movimentações para além de serviços essenciais próximo às divisas. Para ele, os bloqueios também servem como uma forma de conscientizar não apenas os niteroienses, mas habitantes de outras cidades a ficarem em suas casas.

Inicialmente, a restrição seria de forma geral, conforme anunciado na quarta-feira (1º), com restrição também para a circulação de pessoas e carros de passeio, salvo aqueles que trabalham em serviços considerados essenciais. No entanto, no dia seguinte, a Prefeitura reviu a decisão.

Pontos de bloqueio

Na Região Central, seis pontos foram montados, sendo dois deles com checagem de guardas municipais e quatro com bloqueio total. Há um ponto de checagem na Avenida Feliciano Sodré, altura da Praça Renascença, e na alça de descida da Ponte Rio-Niterói para a Alameda São Boaventura. A saída da Ponte para a Av. Jansen de Melo ficará fechada.

A Região Oceânica tem um ponto de bloqueio na Avenida Central, enquanto a Estrada de Itaipuaçu (Serra) ficará fechada. Em Pendotiba, sete pontos de bloqueio, sendo seis deles permanentes. Veículos poderão passar apenas pela Estrada Caetano Monteiro.

Na Rodovia RJ-104, uma das principais ligações com São Gonçalo, há um posto de controle na altura de Santa Bárbara. Outros 12 pontos foram montados na Zona Norte: segundo a Prefeitura, a passagem de veículos só será permitida, de forma controlada, no viaduto do Barreto e Dr. March. As ruas Dr. Câmara Coutinho, João Batista, Sá Pinto e Travessa Loureiro Cintra serão bloqueadas. Os dois acessos de Venda da Cruz, a Rua da Cruz e as Ruas Capitão Geraldo de Oliveira, Cel. Amarantes e Major Goudin ficarão fechadas.

Mudanças no Trânsito

Para evitar que moradores da Ilha da Conceição tenham que passar pelos pontos de bloqueio, a Rua Benjamin Constant passa a ter mão dupla entre o viaduto do Santana e o Ponto Cem Réis e a pista da Feliciano Sodré foi invertida no sentido Alameda também no Ponto Cem Réis.

No bloqueio da Praça Renascença, apenas vans, ônibus e veículos oficiais são autorizados a seguir pela Feliciano Sodré. Carros de passeio são orientados a desviar pela Jansen de Melo, inclusive moradores de bairros da região, como a Ponta d’Areia.

Coletivos com destino à Alameda seguirão pelas ruas Marechal Deodoro e São Sebastião. Os ônibus com destino à Av. do Contorno (BR-101), passarão pela Rua Marechal Deodoro e Av. Jansen de Melo.

Com informações de O Fluminense / Fotos: Reproduções

 

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Taxistas com mais de 60 anos começam a receber cestas básicas

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, começou neste sábado (4) a distribuir cestas básicas para taxistas auxiliares com mais de 60 anos. Nesse primeiro dia, terão direito a receber a cesta com alimentos os profissionais cujos nomes comecem pelas letras A, B e C. A retirada está sendo feita no Riocentro, com a entrada pela Rua Olof Palm, portão D.

A distribuição conta com o apoio de agentes da Guarda Municipal e vai continuar nos próximos dias, de 9h às 16h, obedecendo a seguinte ordem: domingo (5): letras D / E / F / G / H / I; segunda-feira (6): letras J / K; terça-feira (7): letras L / M / N / O; e quarta-feira (8): letras P / R / S / T / U / V / W / Z.

Para receber a cesta, o taxista tem que apresentar o Cartão de Identificação de Auxiliar de Transporte (Ciat), além de documento oficial com foto.

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Indústrias do Rio vão testar trabalhadores para covid-19

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) começará a fornecer testes para detecção do novo coronavírus (covid-19) para trabalhadores do setor. Com os testes fornecidos pela Firjan, será possível examinar 2.248 pessoas por dia e ter resultados em até 24 horas.

As pequenas empresas terão acesso gratuito aos testes, enquanto as demais pagarão pelos testes o preço de custo. A ideia é facilitar o acesso ao teste para os 556 mil trabalhadores da indústria fluminense.

Os testes começam neste mês e devem se estender até setembro. As primeiras empresas a receber os testes serão aquelas que possuem ambulatórios da Firjan.

Serão coletadas secreções do nariz e garganta com o auxílio de hastes flexíveis e o material será analisado pelo Centro de Inovação Sesi Higiene Ocupacional, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Informações e foto da Agência Brasil

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Defensores e procuradores do Rio doam cestas básicas para 700 famílias

Uma campanha de defensores públicos, procuradores do estado e movimentos da sociedade civil do Rio de Janeiro arrecadou R$ 80 mil que serão usados para comprar cestas básicas, com alimentos e itens de higiene que serão doadas a 700 famílias de comunidades carentes do Grande Rio. A ideia é auxiliar famílias que estejam em situação de vulnerabilidade econômica devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

“Os mais pobres estão sendo mais impactados, pois não dispõem de poupança e perderam o acesso à renda. Se as pessoas que dispõem de reservas financeiras utilizarem parte delas para garantir as necessidades básicas dos mais vulneráveis, podemos evitar uma catástrofe social e econômica. Nosso desafio agora é aumentar o número de doações para alcançarmos mais pessoas”, explica o defensor público e psicólogo Daniel França.

As doações começaram ontem (3) por duas comunidades da zona sul da cidade do Rio de Janeiro: Ladeira dos Tabajaras e Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, onde 160 famílias receberam alimentos. Outras cerca de 550 famílias de nove comunidades também serão beneficiadas.

Além das comunidades da zona sul, são alvos da campanha Santo Amaro, Chapadão, Rio das Pedras e Morro do Banco (no Rio de Janeiro), Vila Ipiranga (em Niterói), Jardim Catarina (em São Gonçalo), Km 32 (em Nova Iguaçu), Beira-Mar (em Duque de Caxias) e Guaraciaba (em Belford Roxo).

A campanha, chamada de Conexão Solidária, é organizada pela Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Adperj), pela Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e pela Associação dos Procuradores do Estado do Rio de Janeiro (Aperj).

Estão previstas outras fases da campanha, que deve ser realizada enquanto durar a pandemia. Mais informações sobre como doar, através do e-mail ou do Instagram.

Com informações da Agência Brasil

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Brasil Destaque

Datafolha: aprovação do Ministério da Saúde é mais que o dobro da de Bolsonaro

A aprovação da condução da crise do novo coronavírus pelo Ministério da Saúde disparou, e já é mais do que o dobro da registrada por Jair Bolsonaro. Governadores e prefeitos também têm avaliação superior à do presidente. É o que indica pesquisa do Datafolha divulgada no início da tarde de ontem (3).

Na pesquisa anterior, entre de 18 a 20 de março, o Ministério da Saúde tinha aprovação de 55%. O número saltou para 76%, enquanto a reprovação caiu de 12% para 5%. Foi de 31% para 18% o número daqueles que veem um trabalho regular da Saúde.

Bolsonaro viu saltar a rejeição à sua conduta na crise do coronavírus de 33% para 39%,A aprovação segue estável (33% ante 35%), assim como a avaliação regular (26% para 25%).

Para 51%, Bolsonaro mais atrapalha do que ajuda no combate ao vírus. Pensam o contrário 40%.

Aprovam a gestão de seus governadores 58% dos brasileiros, ante 55% da rodada anterior. Reprovam os mesmos 16% e a avaliação regular caiu de 28% para 23%. Já os prefeitos recebem ótimo e bom e 50%, 25% de regular e 22% de ruim e péssimo.

A rejeição ao trabalho de Bolsonaro subiu mais entre moradores do Sudeste (de 34% para 41%) e no Norte/Centro-Oeste (24% para 34%) ─ neste caso, é notável a dissidência de um expoente da região, o governador goiano Ronaldo Caiado (DEM), que rompeu com Bolsonaro na semana passada.

58% aprovam a maneira como os governadores estão conduzindo o combate ao coronavírus (eram 55% na rodada anterior). Reprovam os mesmos 16% e a avaliação regular caiu de 28% para 23%. Já os prefeitos recebem ótimo e bom e 50%, 25% de regular e 22% de ruim e péssimo.

Nada menos que 57% dos entrevistados concordam com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), no embate com Bolsonaro, ante 32% que acham que ele está errado e 11%, que não sabem.

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Destaque Saúde

Rio recebe vacina contra a gripe a partir de terça-feira

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, anunciou ontem (3) a chegada de 265 mil doses de vacina contra a gripe a partir da próxima terça-feira, (7). Como 70% das pessoas acima de 60 anos foram imunizadas, o prefeito disse que o público-alvo agora passa a ser também o dos mais jovens que convivem com idosos. Desde ontem (2) o município do Rio de Janeiro e a cidade de Niterói, na região metropolitana, ficaram sem estoque de vacina contra a gripe e tiveram de suspender a imunização.

“Precisamos guardar nossos idosos, sobretudo os que têm comorbidades. Se você tem idoso na sua casa, nós vamos dar preferência para você. Nós vamos convidar pessoas que convivem com avô e avó nas comunidades para se vacinarem logo”, disse Crivella.

Desde o início da Campanha Nacional de Vacinação, no dia 23 de março, 807 mil pessoas foram imunizadas na cidade do Rio de Janeiro. As vacinas são aplicadas em postos drive thru e nas 233 unidades de saúde da rede. Além disso, 35 mil idosos acima de 80 anos cadastrados nas clínicas da família foram vacinados em casa.

Informações e foto da Agência Brasil

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Destaque Saúde

Ministro da Saúde incentiva população a fazer sua própria máscara de proteção

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, voltou a incentivar a população a utilizar máscaras de tecido domésticas como forma de proteção contra o novo coronavírus. Segundo ele, o uso pode desafogar a demanda por máscaras descartáveis destinadas às equipes de saúde − o governo vem enfrentando problemas para adquirir esse tipo de equipamento junto aos fornecedores na China.

A pasta divulgou um manual e disse que fará campanha virtual para incentivar as pessoas a fazer as próprias máscaras. O texto reforça a indicação para que o uso seja para quando for sair de casa.

“Você pode fazer uma máscara barreira usando um tecido grosso, com duas faces. Não precisa de especificações técnicas. Ela faz uma barreira tão boa quanto as outras máscaras. A diferença é que ela tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para manter o autocuidado”, disse Mandetta.

O ministro afirmou que as máscaras oferecem uma barreira mecânica contra gotículas de saliva que são, em geral, os principais vetores de transmissão da doença. O uso deve ser pessoal, trocadas a cada no máximo duas horas e lavadas (veja como no quadro abaixo) antes da reutilização.

A população deve usar apenas as máscaras simples, feitas em casa. As cirúrgicas, já em falta, devem ser exclusivas de profissionais de saúde, pacientes com Covid-19 e quem cuida de pacientes. Segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), não há mais itens disponíveis no varejo e as drogarias estão em dificuldades até para fornecer aos próprios funcionários.

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Destaque Mundo

Estados Unidos têm disparada de mortos e falta de equipamentos

O número crescente de mortos na pandemia de coronavírus sobrecarregou as funerárias de Nova York, enquanto hospitais tentam atender milhares de pacientes infectados em meio a um total cada vez menor de ventiladores mecânicos e equipamentos de proteção disponíveis.

Diretores de funerárias e cemitérios descreveram uma disparada na demanda não vista em décadas, enquanto os casos de Covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus, ultrapassaram a casa dos 50 mil na cidade, com quase 1.400 mortos.

“De muitas maneiras, o estado de Nova York é um microcosmos dos Estados Unidos, e é por isso que eu acredito que o que acontece aqui é ilustrativo para o resto do país sobre o que vai acontecer”, afirmou o governador de Nova York, Andrew Cuomo.

Os custos humanos foram ainda mais ressaltados por novas evidências da devastação econômica trazida pela pandemia, já que mais de 90% dos norte-americanos foram ordenados a ficar em casa para enfrentar a expansão do vírus.

O governo dos Estados Unidos reportou que 6,6 milhões de norte-americanos (um recorde) se registraram para obter benefícios de seguro-desemprego, dobrando a máxima histórica registrada na semana passada.

“Você fica sem respirar”, disse Justin Hoogendoorn, diretor de estratégia de renda fixa e análise na Piper Sander, em Chicago. “Obviamente a reação imediata a algo assim será o medo”.

Os casos confirmados nos EUA passaram os 276 mil na sexta-feira (3), o dobro da Itália, o país com o segundo maior número de ocorrências. A força-tarefa da Casa Branca para a pandemia estima que entre 100 e 240 mil pessoas possam morrer, mesmo se a ordem de quarentena obrigatória for respeitada.

Com informações da Reuters

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Esportes

Clubes cariocas se unem para arrecadar recursos em prol da Fiocruz

Os tradicionais clubes de futebol do Rio de Janeiro − Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo − uniram-se à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para enfrentar a pandemia do novo coronavirus. O mote da campanha é ‘Contra a Covid-19 é torcida única’. O objetivo é arrecadar recursos para a instituição, criada há 120 anos, que está na linha de frente do combate à disseminação da covid-19.

O valor arrecadado servirá à produção de kits para diagnóstico, pesquisas, no atendimento a doentes graves no centro hospitalar − em construção na sede da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro −e também em ações de apoio comunitário.

Por meio do site futebolxcovid19.com.br, o interessado em participar da campanha preenche um rápido cadastro, seleciona o time de coração e doa a quantia que quiser.