Cabines de desinfecção serão instaladas em pontos da cidade do Rio

Equipamentos funcionarão próximos à Central, Riocentro e estações de metrô, barcas e BRT (Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro/Divulgação)

Dentro das ações de enfrentamento ao novo coronavírus, a Prefeitura do Rio de Janeiro vai instalar cabines de desinfecção em pontos sensíveis para a circulação de pessoas, como a Central do Brasil e estações de Metrô, barcas e do BRT, começando pelo hospital de campanha do Riocentro.

O anúncio foi feito pelo gestor do Gabinete de Crise contra a Covid-19 e secretário municipal de Ordem Pública, Gutemberg Fonseca, neste sábado (18), no Riocentro, junto ao prefeito Marcelo Crivella – que havia acabado de detalhar à imprensa o decreto obrigando o uso de máscaras nas ruas e em estabelecimentos abertos ao público.

O prefeito foi o primeiro a testar hoje uma das duas cabines que funcionarão no hospital de campanha. A instalação da primeira das outras cinco cabines que serão usadas em áreas públicas da cidade está prevista para começar semana que vem.

“Primeiro de tudo, é importante conscientizar: continuamos insistindo que a população fique em casa. Se houver necessidade de sair para a rua, pedimos agora (diante do decreto municipal que obriga o uso): utilize a máscara e evite aglomerações. E temos ainda esta novidade, que é a cabine de desinfecção, onde a pessoa passa pela porta de entrada e quando sai do outro lado, ela está completamente desinfectada”, disse Gutemberg.

Dentro da cabine, são ativados dispositivos que pulverizam, quase como uma poeira, um produto chamado Atomic 70, desenvolvido por laboratório de São Paulo e certificado pela Anvisa. A substância combate alguns tipos de vírus, incluindo a Covid-19.

“O produto é muito eficaz, usado inclusive para fazer desinfecção em centros cirúrgicos. O fabricante garante que esse produto fica de três a cinco horas na pessoa, na roupa. Por isso a eficácia é de suma importância neste novo dispositivo”, afirmou Gutemberg.

Semelhante a um túnel, a estrutura dispõe de um sensor de presença que aciona borrifadores em seu interior liberando o produto – inofensivo aos olhos, pele e cabelos – a quem entra na cabine.

Com informações da Agência Brasil

 

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