Cada pessoa importa

Foto: Reprodução

Em tempos de pandemia, a dificuldade cresce entre os menos favorecidos e todos aqueles que dependiam do trabalho informal para sobreviver no dia a dia. Visto que, o decreto de quarentena impede a circulação de pessoas e o comércio de ambulantes na cidade.

No entanto, muitas correntes solidárias foram criadas para atender a demanda das famílias e apoiar intuições e projetos sociais, para que a fome não batesse a porta tão rapidamente.

Como parte desse grupo de voluntários anônimos do bem, que descobrimos a advogada Luciana Pereira. Num bate papo, foi possível entender a sua preocupação com o outro e o desejo de realizar um mundo melhor através de várias frentes sociais que promove com ajuda dos amigos.

Esta semana, Luciana esteve no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, ajudando a Dona Maria. Uma senhora conhecida pela generosidade de cuidar das crianças da comunidade que mora – Além da grande necessidade de alimentos, eles também precisam de material de limpeza e amor, disse Luciana.

Ações como essas, ganharam maior visibilidade durante a pandemia do novo coronavírus e reforçam que é preciso união e solidariedade, independente de classe social, renda ou escolaridade. Pois os voluntários, não doam somente o seu tempo. Eles respondem a um impulso da vontade de colaborar.

Na Zona Oeste, moradores que não tinham condições de doar alimentos, ajudaram na organização e coleta de gêneros alimentícios para confecção de pequenas cestas básicas. É isso, um mutirão em prol de todos!

Para que essa corrente do bem permaneça, é importante qualquer tipo de doação, pois nesse momento, cada pessoa importa e lembre que sempre é possível arrumar um tempinho para ajudar o próximo.

Ajude você também, através do telefone (21) 98092-7957

 

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