Permanência de Jesus no Flamengo ainda é dúvida

Foto: CRF/Divulgação

Por Sandro Barros

A relação do futebol do Flamengo com o técnico Jorge Jesus vive momentos de dúvidas. O técnico tem contrato junto ao clube até junho, mas até agora o clube carioca ainda não chegou a um acerto para a extensão de sua permanência. No dia 25 de abril, Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Rubro-Negro, falou sobre a negociação com o português em entrevista à FlaTV.

Braz garantiu que o Flamengo está mobilizando todos os seus recursos para chegar a um denominador comum com Jesus. No entanto, o executivo destacou que a alta do euro pode ser um aspecto que dificultará a negociação. Jesus busca um reajuste salarial de aproximadamente 50% para permanecer na Gávea e é pretendido pelo clube inglês Newcastle.

“Todos os esforços serão feitos de novo. O presidente [do Flamengo] Landim autorizou, estamos conversando com calma, mas aconteceu essa situação do mundo. O euro vai para mais de R$ 6. Isso é um fator ruim. Estamos analisando várias situações. Vamos fazer a nossa parte, mas não depende só do Flamengo. Dependemos também do Jorge entender o momento”, afirmou Braz.

Logo depois, Braz tentou tranquilizar a torcida. “Vamos voltar um ano atrás, quando contratamos a comissão técnica, fizemos um esforço enorme. Tínhamos muita segurança nele [Jesus], mas tínhamos que analisar a parte financeira. Fizemos todo esforço possível, aconteceu o que aconteceu, vieram os títulos e se passou um ano. Agora, tem a situação de renovação, só que agora num quesito mais fácil. Não é no escuro como lá atrás”, completou.

Braz também comentou sobre o retorno do Flamengo às atividades após o fim da paralisação do calendário. Ele ressaltou que o clube está subordinado às decisões que serão tomadas pelas autoridades. “Não é o Flamengo que precisa voltar. Todos os clubes precisam voltar. Os jogadores estão de férias até o dia 30 de abril e estamos prontos, preparados. Mas não depende do Flamengo. Depende dos órgãos governamentais. Estamos prontos e querendo, mas seguiremos todas as ordens governamentais e protocolos de seguranças”, disse.

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