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Política Rio

Witzel pode ter que deixar governo do RJ ainda este mês

Ciente da abertura do processo de seu impeachment na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o governador Wilson Witzel pode ser afastado do cargo ainda neste mês de julho. A informação foi divulgada pelo colunista Guilherme Amado, da revista Época.

De acordo com a publicação, o relator Rodrigo Bacellar pretende iniciar a contagem do prazo das sessões para votação a partir da próxima semana.

Ainda segundo a publicação, como a Alerj não terá recesso em julho, caso os deputados votem pelo impeachment, o governador pode deixar o cargo no fim do mês. O tribunal seria formado por cinco deputados e cinco desembargadores.

Witzel teve uma reunião com seus advogados, na última quarta-feira (1º), em Brasília para discutir os passos que serão tomados em sua defesa.

O governador e a esposa, Helena, são alvos da Polícia Federal (PF) na Operação Placebo, sobre suspeitas de desvios na Saúde do RJ para ações na pandemia de coronavírus. Foram realizados 12 mandados de busca e apreensão, um deles no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel (PSC), e outro na casa dele no Grajaú.

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Rio

Prefeitura do Rio inspeciona 180 estabelecimentos em três dias de funcionamento da Fase 3

A Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância Sanitária, inspecionou 180 pontos comerciais e aplicou 132 multas nos três primeiros dias da Fase 3A do Plano de Retomada. Os números se referem a ações realizadas na última quinta-feira (2), até a madrugada deste domingo (5). Integram os comboios da Vigilância (vinculada à Secretaria Municipal de Saúde) equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), Guarda Municipal e Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano da Secretaria Municipal de Fazenda, com apoio da Polícia Militar.

Do total dessas operações, 108 foram realizadas em bares e restaurantes, com cinco interdições e 56 multas, a maioria por falta de higiene, funcionamento irregular e aglomeração. No sábado, as equipes inspecionaram 53 estabelecimentos dos setores que voltaram a funcionar na quinta: academias, estúdios de tatuagem e depilação e os comércios de alimentos.

Entre os comércios, 29 foram bares e restaurantes, sendo sete na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca, onde o restaurante do número 120 foi interditado e multado por aglomeração e falta total de higiene, principalmente, nos banheiros e na cozinha. O restaurante recebeu também um termo de intimação para a readequação das instalações e teve apreendidos 97 quilos de carnes e queijos impróprios ao consumo.

“Constatamos diversas irregularidades neste estabelecimento. Na parte estrutural identificamos pontos de infiltração, buracos na parede, falta de dispensadores de sabão e álcool gel para a higiene dos funcionários. Além disso, encontramos uma grande quantidade de alimentos sem procedência e com data de validade vencida, resultando não só na interdição como na apreensão e inutilização dos produtos”, ressaltou Flávio Graça, superintendente de Educação e Projetos da Vigilância Sanitária.

Desde quinta-feira, os comboios passaram por quase 30 bairros, como Leblon, Botafogo, Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Tijuca, Bangu, Bonsucesso e Campo Grande. O foco principal das ações é conferir se as medidas higiênico-sanitárias para o combate à Covid-19 estão sendo cumpridas. Incluindo o distanciamento de dois metros entre pessoas e mesas, o uso de máscara e a disponibilidade de insumos para a higienização das mãos, como sabonetes líquidos nos lavatórios e de álcool 70% em gel nas áreas de circulação de funcionários e de clientes.

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Rio

No Rio, igrejas retomam missas com a presença de fiéis

Após três meses fechadas para evitar aglomerações, devido à pandemia de covid-19, igrejas, templos e demais atividades religiosas puderam reabrir neste sábado (4) no Rio de Janeiro para cultos, missas e rituais com a presença de fiéis.

Na missa da manhã na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, na região central da cidade, os fiéis encontraram marcações no chão para indicar a distância que deveriam manter antes de entrar no templo, totem para higienizar as mãos com álcool em gel e medição da temperatura.

O espaço interno da Catedral teve a capacidade reduzida de 5 mil para 1,3 mil pessoas, com os bancos agrupados de dois em dois para evitar o uso e marcações para distanciamento nos assentos.

A Igreja Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, na zona sul, fez missas com duração de 20 minutos h
oje. Um aviso no site da paróquia informa que o uso da máscara é obrigatório, podendo ser retirada apenas para a comunhão.

A igreja recomenda às pessoas que pertencem ao grupo de risco ou que ainda não se sintam à vontade para retornar à missa presencial, que acompanhem a celebração online e utilizem o aplicativo para se confessar ou para comunhão.

Com informações da Agência Brasil

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Rio TV & Famosos

Martha Rocha, primeira Miss Brasil, morre em Niterói

A primeira Miss Brasil, Martha Rocha, morreu na tarde deste sábado (4), em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. Aos 83 anos, com a saúde já debilitada, a baiana teve insuficiência respiratória, seguida de infarto. A ex-modelo deixa três filhos.

O corpo foi enterrado no Cemitério do Santíssimo Sacramento, neste domingo (5). Eleita Miss Brasil aos 18 anos, em 1954, Martha Rocha marcou a história do concurso e ficou em segundo lugar no Miss Universo, no mesmo ano.

Quando ela chegou aos Estados Unidos para competir pela coroa de Miss Universo, as pesquisas já a consideravam eleita, mas ela acabou ficando em segundo lugar, atrás da americana Miriam Stevenson. O motivo, dizem, seria que a brasileira tinha duas polegadas a mais nos quadris.

Problemas financeiros

Nascida em Salvador, Martha estava há mais de um ano em uma pousada para idosos, em Niterói, por dificuldades financeiras. Ela contou o caso no Facebook, em março de 2019, e disse não se sentir “diminuída, humilhada por isso”. Antes, viveu em um lar de idosos em Volta Redonda, no Sul Fluminense.

Os problemas financeiros começaram anos atrás. Em 1995, Martha sofreu um golpe do cunhado, Jorge Piano, que fugiu com todo o dinheiro dela. A ex-modelo superou as perdas com a ajuda de filhos e amigos. À época, passou a vender quadros que ela mesma pintava e a cobrar cachê para divulgar o Miss Brasil.

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Entrevistas

Quadrinista Estevão Ribeiro fala sobre sua carreira, desafios e racismo

Por Sandro Barros

Nascido em 1979, Estevão Ribeiro é escritor, roteirista e autor de histórias em quadrinhos. Capixaba de berço, mora desde 2008 em Niterói, cidade vizinha ao Rio de Janeiro. Ele começou sua carreira artística aos 20 anos de idade e coleciona em sua trajetória muitos personagens, tirinhas e livros.

Em 2011, ganhou o 23º Troféu HQ Mix na categoria Melhor Publicação Infantojuvenil pelo livro ‘Pequenos Heróis’. Em 2014, pela Desiderata, publicou a graphic novel ‘Da Terra à Lua’, inspirado no romance de mesmo nome de Júlio Verne com elementos do romance ‘Os Primeiros Homens na Lua’, de H. G. Wells, e do filme ‘Viagem à Lua’, de Georges Méliès.

O trabalho do Estevão pode ser visto nas páginas do Diário Rio. Primeiro com as tirinhas ‘Os Passarinhos’ e, mas recentemente, as da ‘Rê Tinta’. Conheça mais sobre esse talentoso artista nessa entrevista exclusiva.

Como você se viu desenhando?
Criança, eu sempre lia quadrinhos, da Turma da Mônica, da Disney e de super-heróis, muitos deles ‘herdados’ dos meus irmãos. E desde os sete anos tinha uma predilação para criar histórias, só que eu era muito bom em escrever ao invés de ilustrar. Desenhar quadrinhos mesmo foi mais pra frente, aos vinte e poucos anos. Até então eu escrevia mais e copiava desenhos. Mas eu comecei bem cedo mesmo, graças ao estímulo da leitura de quadrinhos.

E o seu primeiro quadrinho publicado?
Ainda moleque lá no Espírito Santo, eu procurava muitas gráficas para imprimir os materiais, achando que elas eram editoras, iguais às grandes editoras brasileiras, e nunca conseguia publicar por lá. Já que desde cedo eu tinha vontade de produzir quadrinhos, fui reunindo material e amadurecendo a ideia até os 20 anos, quando publiquei o meu primeiro trabalho pelo jornal Notícia Agora. Foi uma série de quadrinhos que saiam em uma página diária. Ao todo foram cerca de 360 páginas publicadas em um ano e pouco. Isso me deu mais gás para produzir outras coisas também.

E a sua primeira edição própria, como foi?
Passei, dos meus 14 anos de idade, quando comecei a querer fazer alguma coisa, até os 20 estudando, indo às gráficas, conhecendo o processo gráfico e tipos de papel, qualidade de coisas para, enfim, conseguir publicar. Em 2001 eu lancei um compilado de histórias do personagem Tristão, que haviam saído no jornal, pela Editora Escala Graphic Talents. E depois disso eu comecei a publicar outros materiais, seja por conta, até mesmo por conhecer o processo gráfico, quanto por demanda de encomendas.

Como você usa as mídias digitais para divulgar sua arte?

Olha, eu não sou o cara mais eficaz nisso, pois não tenho a disciplina de quem produz diariamente e consegue deixar seu trabalho em evidência. Como eu faço muitas coisas ao mesmo tempo, acaba que não tenho esse foco. Hoje, por exemplo, administro o meu perfil pessoal, o perfil da personagem Rê Tinta, que é o que mais me dá mais retorno em termos de visibilidade, e as outras redes sociais eu tento administrar de uma forma que elas não ‘morram’. Mas o trabalho mais específico nessa área é o da Rê Tinta, que é o meu mais recente, de dois anos. Imagina só: eu tenho 41 anos e somente há dois anos consegui ter uma presença marcante na internet com conteúdo. De resto, eu tenho ‘Os Passarinhos’, que foi um material que fez muito sucesso na mídia digital, citado por Neil Gaiman, Paulo Coelho e outros escritores, mas são materiais que fazem muito mais sucesso na mídia impressa do que na virtual.

Fale um pouco mais sobre a Rê Tinta…
Ela vem de um processo de procura fazia muito tempo, buscando algo em que pudesse trabalhar a representatividade. E isso aconteceu quando eu estava no Festival Internacional de Quadrinho [FIC] de Belo Horizonte, em junho de 2018. Tinham muitos negros no espaço e colocaram, coincidentemente, eu e mais dois artistas pretos em mesas próximas umas das outras. No evento com cerca de 180 mesas, tinham apenas três com negros em sequência, o que era uma coisa muito rara, já que não éramos 10% do total de artistas. Então as pessoas vinham até nós três perguntando o que tínhamos de material ‘pra preto‘. E eu tinha muito material, mas era, digamos, universal, onde tinham negros, mas não tinham apenas negros. Quando sai do FIC fiquei com isso na cabeça e Rê Tinta veio como um estalo, assim. Um mês depois ela estava sendo publicada no Instagram.

Tivemos avanços na luta contra o racismo?
O que evoluiu nessa questão? É que as pessoas estão denunciando! Antigamente se tinha muito medo de perder o emprego ou espaço em seu grupo por denunciar um ato de racismo. O que o Brasil precisa entender ainda hoje é que nosso povo é basicamente racista, foi educado para ser racista. E quando você diz que a pessoa está sendo racista, ela leva isso como se fosse uma ofensa muito grave ao invés de se questionar: ‘estou sendo racista?’, ‘onde?’, ‘como?’. E isso faz toda a diferença e é necessário que seja feito.

Mas isso não basta, certo?
Sempre que você tem alguns avanços, como a questão de cotas, passado um tempo a indignação de pessoas que acham que estão perdendo o espaço conquistado, graças aos seus privilégios, vem de uma forma muito mais brutal. Estamos vendo um aumento de assassinatos de negros porque alguns acham que estão perdendo terreno. Da mesma forma em que estamos denunciando os atos racistas, as pessoas estão perdendo o ‘medo’ de serem racistas. Ninguém nunca foi condenado por racismo no Brasil, mesmo sendo um crime inafiançável, pois sempre foi considerado como injúria racial. Então, a gente só vai conseguir ter algum tipo de resultado quando alguém, de verdade, for presa por racismo e cumprir essa pena.

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Diário do Rio Responde

Diário do Rio Responde _ Edição nº 64

ANA CAROLINA XAVIER VALÉRIO, ADVOGADA
[email protected]

Pedi comida por um aplicativo de entregas, próprio de entregas de comida. Meu pedido, além de demorar muito, chegou incompleto. Devo reclamar com aplicativo ou com o restaurante?
Pedro Caetano, Tijuca

DIÁRIO DO RIO ─ O consumidor deve ficar atento ao utilizar aplicativos de delivery, analisar os termos e condições e tempo estimado de entrega. Se por algum motivo o pedido não foi entregue, chegou incompleto, a embalagem foi violada ou demorou muito, a responsabilidade é solidária entre os restaurantes, supermercados, lojas e aplicativos de entrega.

Fiz compras por telefone no supermercado do meu bairro. Ao entregarem o pedido, fizeram a substituição de alguns itens. O mercado pode fazer esta substituição?
Joana Morais, São Cristovão

DIÁRIO DO RIO ─ Não. Mercados, hortifrútis, padarias ou qualquer outro fornecedor não podem fazer nenhuma substituição sem o consentimento expresso do consumidor.

Ao receber meu pedido do mercado, notei que faltam itens que foram cobrados e constam na nota fiscal. O mercado pode fazer isso?
Maria Ferreira, São Gonçalo

DIÁRIO DO RIO ─ Não. O fornecedor tem a obrigação de entregar todos os produtos adquiridos pelo consumidor. Caso eles não tenham sido entregues, mas constem na nota fiscal, reclame a entrega dos faltantes nos terminais de atendimentos disponibilizados pela empresa.

MATHEUS AUGUSTO LUNDBERG NEVES, ADVOGADO
[email protected]

Com home office, a empresa pode suspender o pagamento de vale-refeição durante a pandemia?
Jonas Teixeira, Del Castilho

DIÁRIO DO RIO ─ A legislação é omissa, sendo certo que há divergência na doutrina. Para alguns, se houver convenção ou acordo coletivo de trabalho prevendo o auxílio-alimentação e este não diferenciar trabalho presencial e remoto, o auxílio é devido. Caso contrário, trata-se de uma decisão do empregador. Lembrando que, pelo artigo 468 da CLT, eventual alteração no contrato de trabalho não pode gerar prejuízo ao empregado. Logo, a ausência de pagamento desse benefício pode dar ensejo a pedido judicial de indenização.

Como funciona a redução de jornada de trabalho e salário durante a pandemia?
Márcia Alves, Santa Teresa

DIÁRIO DO RIO ─ O empregador poderá reduzir a jornada do empregado em 25%, 50% ou 70% da jornada integral. Para tanto, as partes deverão formalizar acordo individual. O prazo máximo de redução é de 90 dias. Durante esse período, o pagamento do salário proporcionalmente reduzido será feito pela União.

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Brasileiro com muito Orgulho

Mayana Zatz, geneticista premiada no Brasil e no exterior

Por Sandro Barros

Mayana Zatz é uma cientista respeitada, com a descoberta de alguns genes importantes assinalada em seu currículo, premiada no Brasil e no exterior, e declara com todas as letras que adora o que faz. Mais: considera uma sorte muito grande poder trabalhar naquilo que gosta. É também uma mulher capaz de se engajar com paixão nas causas em que acredita e lutar com muita garra por seus pontos de vista.

Nascida em 1947, desde a infância interessou-se por Biologia e começou a dirigir preferencialmente sua atenção para este campo ainda no curso primário. Em 1967 teve seu primeiro contato com a genética humana durante um estágio de dois meses. O incentivo que recebeu do seu mestre, o doutor Oswaldo Frota-Pessoa, que lhe mostrou as perspectivas de pesquisa neste campo, levaram-na a optar por esta especialidade.

Em julho de 1968, ainda como aluna de graduação, iniciou seu trabalho de pesquisas no Laboratório de Genética Humana do Departamento de Biologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Em 1970, defendeu seu Mestrado em distrofias musculares progressivas. Na fase de doutoramento, defendido em 1974, ampliou este projeto, abrangendo estudos de ligação do gene da distrofia com outros marcadores do cromossomo X.

De 1975 a 1977 realizou seu pós-doutoramento na Universidade da Califórnia (UCLA), em genética de doenças neuromusculares. De volta ao Brasil, em fins de 1977, implantou aqui as novas técnicas aprendidas nos Estados Unidos, montou um laboratório de pesquisas em miopatias hereditárias e começou a orientar alunos de Mestrado e Doutorado.

Em 1981, Mayana fundou a Associação Brasileira de Distrofia Muscular (Abdim), com a finalidade de lutar para melhorar a qualidade de vida dos pacientes afetados por distrofias musculares e seus familiares. Atualmente, a Abdim atende mais de 100 crianças afetadas por distrofias, a maioria de baixa renda.

Prêmios e trabalhos científicos

Em 1989, implantou a tecnologia de Biologia Molecular no Centro de Miopatias, o que permitiu um salto qualitativo no estudo das miopatias hereditárias. Com a implantação destas novas técnicas, tem sido possível realizar pesquisas correlacionando o genótipo e o fenótipo ─ em nível molecular, proteico e quadro clínico ─, o que é fundamental na compreensão dos mecanismos moleculares responsáveis pelas doenças genéticas.

Em 1995 tornou-se pioneira ao localizar um dos genes ligados a um tipo de distrofia dos membros, junto com Maria Rita Passos-Bueno e Eloísa de Sá Moreira. Juntas, também foram responsáveis pelo mapeamento do gene responsável pela síndrome de Knobloch. Em 1996 ingressou na Academia Brasileira de Ciências.

Em agosto de 2000 foi condecorada com a grã-cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico. No mesmo ano, recebeu a Medalha de Mérito Científico e Tecnológico do Governo do Estado de São Paulo. Em 28 de fevereiro de 2001, em Paris, recebeu o prêmio latino-americano dos Prêmios L’Oréal-Unesco para mulheres em ciência. Em 2009, ganhou o Prêmio México de Ciência e Tecnologia 2008. Em setembro do mesmo ano, Mayana ganhou o Prêmio Walter Schmidt, conferido pela empresa Fanem para destacar personalidades que promoveram o desenvolvimento do setor da saúde brasileira. E, em 2011, recebeu o Prêmio Conte Gaetano por trabalhos sociais.

Além da publicação de algumas dezenas de trabalhos científicos, esses achados têm sido fundamentais na prevenção de novos casos através da identificação de casais em risco e diagnóstico pré-natal. Desde o início da carreira, Mayana publicou quase 400 trabalhos científicos e atendeu mais de 11 mil pessoas pertencentes a famílias afetadas por neuropatias hereditárias.

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Fica a Dica

Bienal Internacional do Rio terá atividades permanentes

Apesar da pandemia, a Bienal Internacional do Rio terá atividades constantes através da internet. Entre as atrações da Bienal que estarão disponíveis, está o Café Literário, onde são feitos os debates do evento. A versão na web terá convidados discutindo temas relevantes para a sociedade, em que o livro é o fio condutor.

O site da Bienal terá ainda espaços para compras de livros, encontros com autores, participações em palestras, além de outras ações.

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Fica a Dica

‘Planeta Sonho’ ganha nova versão da banda Nave de Prata

A banda carioca Nave de Prata, que tem como um de seus ídolos o músico e arranjador Vermelho e a banda 14 Bis, celebrou, em 25 de junho, os seus 15 anos de carreira. Porém, em seu aniversário, quem ganhou o presente foram os fãs do pop rock brasileiro: uma linda versão de ‘Planeta Sonho’ ─ disponível na página do You Tube da banda, com as participações de Sérgio Magrão (14 Bis) e Ricardo Feghali (Roupa Sempre Nova).

“Gostaríamos de comemorar nosso aniversário, sim, mas a nossa causa agora é amenizar, por meio da nossa arte, a tristeza causada pelo caos social que se abateu sobre nós. Queremos que a mensagem musical de ‘Planeta Sonho’, que inspirou os mestres compositores, nunca se apague e seja eternizada por gerações e gerações”, diz Igor Sebastian, vocalista e baixista do Nave de Prata.

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Fica a Dica

Inaugurado o Cine Drive-in das Artes, na Barra

Desde 18 de junho o Rio de Janeiro conta com uma nova opção de entretenimento: o Cine Drive-in das Artes. Localizado no estacionamento da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, tem capacidade para 104 carros, uma tela de 200m² e, segundo seus organizadores, todas as regras de segurança e higiene quanto à covid-19 são tomadas. Com sessões de terça a domingo, seus ingressos são vendidos apenas online ─ site driveindasartes.byinti.com.