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Duo Santoro faz o concerto de estreia “saladigital” da Sala Cecília Meireles

Foto: Stefano Aguiar
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Uma das mais tradicionais salas de concertos de país, reconhecida por sua acústica impecável, a Sala Cecília Meireles retoma sua consagrada agenda de concertos, tão aguardada desde a interrupção das atividades por conta do novo corona vírus, estreando a programação #saladigital. Inicialmente sem a presença de público, os concertos serão veiculados no canal no YouTube da instituição, assim como divulgados em todas as suas mídias sociais (Facebook, Instagram e Twitter).

Para garantir a segurança dos músicos, técnicos e funcionários, a Sala Cecília Meireles seguirá o Protocolo de Segurança Sanitária da FUNARJ. Abrindo a Série Concertos Petrobras Para Todas as Famílias / Blim Blem Blom, no sábado, dia 1 de agosto, às 12h, o prestigiado Duo Santoro fará a estreia também com transmissão ao vivo pela Rádio MEC FM (93,3) – através do programa Blim-Blem-Blom, com apresentação de Tim Rescala e Betina Fonseca. A apresentação poderá ser assistida através do site https://radios.ebc.com.br/mecfmrio.

Os irmãos Paulo e Ricardo Santoro subirão ao palco, inicialmente, para executar obras escritas exclusivamente para o duo: “Sandrino no Choro” (Adriano Giffoni), “A bênção Sandrino” (Leandro Braga), e “Cantiga Pedro e Marcela” (Dimitri Cervo). Em seguida, Paulo Santoro e Marcela, sua filha de seis anos, ao violino, apresentam “Andantino”, de S. Suzuki.

 

Duo Santoro (Foto:: Stefano Aguiar)

Pedro, de sete anos, filho de Ricardo Santoro e também violinista, sobe ao palco junto com pai para tocar “Bourrée”, de G. F. Handel. A reunião familiar se estende em consagração com a participação do patriarca contrabaixista Sandrino Santoro, que, ao lado dos violoncelistas Paulo e Ricardo, apresentam “Sarabanda da Sexta Suíte para violoncelo”, de Bach.

A percussionista Ana Letícia Barros, mãe de Marcela e esposa de Paulo Santoro, se junta aos gêmeos na última parte do concerto e, reunidos, promovem uma requintada releitura de inesquecíveis obras populares: “Tico-tico no fubá” (Zequinha de Abreu), “O Trenzinho do Caipira” (Heitor Villa-Lobos) e “Brasileirinho” (Waldir Azevedo).

Ao longo de toda a programação #saladigital, serão arrecadadas doações para o Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos do Rio de Janeiro, SATED-RJ, que auxilia profissionais de teatro e música duramente atingidos pela interrupção de concertos, óperas e peças teatrais durante a pandemia.

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