Coronavírus e a corrida da vacina

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Da Redação

Segundo a agência de saúde da ONU, são 164 vacinas contra o novo coronavírus (Sars-coV-2) em desenvolvimento no mundo. Ao menos nove países já testam em humanos, mas apenas o Reino Unido, a China e os Estados Unidos chegaram a terceira e última etapa.

É somente depois desta prova, em um número maior de participantes, que uma vacina pode ou não ser licenciada e liberada para a comercialização. Confiram quais são as vacinas contra Covid-19.

 

  • Sinovac (China)
  • Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm (China)
  • Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm (China)
  • Oxford/AstraZeneca (Reino Unido)
  • Moderna/NIAID (EUA)

Além desses países, a Índia é responsável por mais três candidatas nas fases 1 e 2. A Austrália e a Alemanha têm mais duas promissoras vacinas ainda em estágios iniciais dos ensaios, assim como a Rússia e o Japão, com uma cada, segundo a OMS.

Há também mais dois estudos feitos em cooperação internacional, com mais de um país responsável pela imunização, liderados pelo Instituto Internacional de Vacinas, com sede na Coréia do Sul, mas organizado pela ONU.

Duas das vacinas mais avançadas são testadas no Brasil, a vacina inglesa da Universidade de Oxford e a chinesa Sinovac.

O que os testes já demonstraram é que os protótipos de vacinas desenvolvidos são seguros. As vacinas que estão na fase clínica III não têm efeitos colaterais graves. Mas as incertezas ainda são muito grandes. A vacina de Oxford, uma das mais avançadas, foi testada em pessoas com idades entre 18 e 55 anos, e sua eficácia e seu impacto em populações fora dessa faixa ainda não foram medidos.

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