DJ Diego Fábio dos Santos de Jesus, o Zulu Tec Nykko – Uma história de superação, amor pela dança e bons projetos

Foto: Divulgação

Antes de se tornar um jovem rebelde, segundo sua própria definição, Zulu passou parte da infância preso à cama. Durante três longos anos conviveu com uma bronquite asmática seguida de sopro cardíaco (uma anormalidade do fluxo sanguíneo que passa pelo coração).

Com o passar do tempo, Zulu frequentou outros grupos de dança até descobrir o movimento hip hop. A passagem por ONGs e projetos sociais fez com que criasse uma metodologia própria de ensino a ser aplicada a crianças, o que o qualificou como educador.

Em pouco tempo já estava ministrando aulas no projeto que ajudou a criar, o Cypher da Rua. Na linguagem do hip hop, “cypher” é a roda de amigos que se forma nas batalhas de MC’s ou em outras atividades ligadas ao movimento. Funcionando desde 2015, hoje o projeto atende cerca de 40 crianças de várias classes sociais e acumula inúmeras histórias de superação.

Zulu, também é ganhador de 6  grandes prêmios, incluindo o de melhor gestor de Cultura do Estado Rio de Janeiro em 2017 e 2019, melhor evento da Baixada projeto Cypher Na Rua,  ministrou  vários workshop de Dança    Urbanas em Vários Estados do Brasil, participou de show e programa Tv , hoje é membro Representante da Zulu Nation INSTITUIÇÃO Organizadora do Hiphop Mundo ,(internacional) e membro do Conselho internacional de Dança o CID- UNESCO.

Ele também é…

Dançarino (Danças urbanas-breaking) , Coreógrafo, Art -Educador , Pesquisador de danças Urbanas ,Treinador de Breaking , DJ, Beat Maker (formado pela RedBull Favela Beat) , Presidente do Centro de Desenvolvimento de Atributos Urbanos (URBANOS BF), instituição com  atuação nacional e internacional. Diretor do curso de dança do Teatro Municipal de Duque de Caxias, Conselheiro Municipal de Juventude de Duque de Caxias , Conselheiro Municipal de Cultura de Duque de Caxias ,  criador do kit de mobilização de jovem negro periféricos o (Quilombox) da Anistia Internacional campanha Jovem negro Vivo ,  Produziu e coordenou diversos eventos e projetos artísticos dentro e fora da cidade de Duque de Caxias.

Atualmente participa da Comissão Técnica da (CNDDS – Conselho Nacional de Dança Desportiva e de Salão), organizando diretrizes da Dança Breaking no seu possível enquadramento no território braseiro.

Em 2019, Cypher foi contemplado com o Diploma Heloneida Studart, uma forma de reconhecimento e estímulo às boas práticas culturais promovida pela Comissão de Cultura da Alerj. Também esteve entre os sete vencedores do edital ” Apoio a Ações Locais Enfrentamento ao Racismo com Enfoque na Segurança Pública”. A chamada pública visa fornecer suporte para iniciativas, coletivos e organizações sediadas na Baixada Fluminense.

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