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Eficácia da vacina de Oxford contra Covid-19 alcança o número de 90%

A Universidade de Oxford (Reino Unido) e a farmacêutica britânica AstraZeneca, anunciaram que sua vacina candidata, contra a Covid-19, a ChAdOx1 nCov-2019, tem eficácia de 90%, contando com apenas uma dose, indicam dados preliminares de seus ensaios clínicos. O imunizante, testado no Brasil, é desenvolvido a partir de um adenovírus de chimpanzé usado como vetor viral para estimular a resposta imunológica contra o Sars-CoV-2.

A vacina não teve nenhum efeito grave de segurança relacionado e ela foi bem tolerada em todos os regimes de doses, de acordo com os dados. Até o momento, a vacina de Oxford é a única com acordo firmado com o governo brasileiro. O Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, também selou compromissos com a Coronavac.

Esta vacina da Oxford/AstraZeneca está sendo testada no Brasil em estudo liderado pelo Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Ministério da Saúde fez acordo com a farmacêutica para adquirir doses da vacina e para a produção dela no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Auxílio emergencial: CAIXA credita R$ 1,1 bi para 3,1 milhões de beneficiários do ciclo 5 nascidos em fevereiro

A CAIXA realiza nesta segunda-feira (23/11) mais uma etapa de pagamento do Auxílio Emergencial e do Auxílio Emergencial Extensão para 3,1 milhões de brasileiros do ciclo 5 nascidos em fevereiro. Os beneficiários receberão R$ 1,1 bilhão em suas contas Poupança Social Digital.

Desse total, 147,2 mil receberão R$ 97,1 milhões referentes às parcelas do Auxílio Emergencial. Os demais, 3 milhões, receberão as parcelas do Auxílio Emergencial Extensão, em um montante de R$ 1 bilhão. A partir desta data, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo CAIXA Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

O benefício criado em abril pelo Governo Federal foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000. O Auxílio Emergencial Extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

Não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e, a partir de agora, se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP, terão direito a continuar recebendo o benefício.

Foto: Reprodução/CAIXA

Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta segunda serão liberados a partir do dia 19 de dezembro.

Foto: Reprodução/ CAIXA

 

Bolsa Família com final de NIS 5

A CAIXA realiza também nesta segunda-feira (23/11) o pagamento de R$ 422,2 milhões referente à terceira parcela do Auxílio Emergencial Extensão. Serão contemplados 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 5.

Ao todo, mais de 16 milhões de pessoas cadastradas no Bolsa Família foram consideradas elegíveis para a terceira parcela do Auxílio Emergencial Extensão e receberão, no total, R$ 4,2 bilhões durante o mês de novembro.

Para quem recebe o Bolsa Família nada muda. O recebimento do Auxílio Emergencial Extensão atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes CAIXA Aqui; ou por crédito na conta CAIXA Fácil.

Como movimentar a Poupança Social Digital

A Conta Poupança Social Digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil.

A movimentação do valor poderá, inicialmente, ser realizada por meio digital com o uso do aplicativo CAIXA Tem, sem custo, evitando o deslocamento das pessoas até as agências. Logo após o crédito dos valores, será possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code, por meio de mais de nove milhões de maquininhas de cartão espalhadas por todo o Brasil. O beneficiário também poderá realizar o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas através da opção “Pagar na Lotérica” do CAIXA Tem.

Cartão de débito virtual

Com o Cartão de Débito Virtual CAIXA é possível fazer compras pela internet, aplicativos e sites de qualquer um dos estabelecimentos credenciados. Para utilizar o cartão, o beneficiário precisa gerá-lo. Depois, entrar no aplicativo e acessar o ícone Cartão de Débito Virtual. Feito isso, o usuário deverá digitar a senha do CAIXA Tem. Em seguida, aparecerão os seguintes dados: nome do cidadão, número e validade do cartão, além do código de segurança. Ao lado do código, é preciso clicar em “gerar”. Pronto. O cartão está disponível. O código de segurança vale para uma compra ou por alguns minutos. Para realizar uma nova compra é preciso gerar um novo código.

Pagamento nas maquininhas

Além da possibilidade de uso do cartão de débito virtual, disponível para compras online, o CAIXA Tem oferece a opção “Pague na maquininha”, forma de pagamento digital que pode ser utilizada nos estabelecimentos físicos habilitados. É uma funcionalidade por leitura de QR Code, gerado pelas maquininhas dos estabelecimentos e que pode ser facilmente escaneado pela maioria dos telefones celulares equipados com câmera.

Quando o cliente seleciona a opção “Pague na maquininha”, no aplicativo, automaticamente a câmera do celular é aberta. O usuário deve, então, apontar o telefone para leitura do QR Code gerado na maquininha do estabelecimento.

 

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O papel das tecnologias no combate à segunda onda da Covid-19

Após a comprovação do aumento de casos na Europa nos últimos meses e volta do lockdown em diversos países do continente, é a vez do Brasil encarar a crescente de infectados e uma provável segunda onda da pandemia da Covid-19. Diferentemente da primeira – que nunca cessou de fato, dessa vez estamos um pouco mais preparados e adaptados ao isolamento social e às tecnologias que fizeram com que não precisássemos nos expor em idas ao mercado e, inclusive, ao médico.

Cadu Lopes, CEO da Doctoralia (https://doctoralia.com.br), maior plataforma de agendamento médico do mundo, explica como funcionam as tecnologias que facilitaram a vida de profissionais e pacientes durante o primeiro ápice da pandemia e como elas seguem sendo importantes para a segunda onda e, inclusive, no pós-pandemia.

Telemedicina

A ferramenta é destaque desde março de 2020, quando seu exercício foi autorizado e regulamentado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde como medida emergencial. Com ela é possível realizar consultas sem sair de casa, com diversos profissionais de saúde, e obter diagnósticos precisos sem necessidade de exposição em uma clínica ou hospital, os ambientes mais temidos pela população em 2020.

Por ter sido aprovada às pressas, muitas pessoas ficaram receosas e estranharam esse formato de consulta. Porém, oito meses depois, a aderência comprova a eficácia dessa ferramenta que já era estudada e esperada pelo sistema e profissionais de saúde brasileiros há alguns anos.

Na Doctoralia já são mais de 500 mil teleconsultas realizadas desde a liberação e 15 mil profissionais de saúde atendendo via plataforma nessa modalidade.

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)

Longe de ser novidade, o PEP é uma ferramenta bem disseminada em clínicas e hospitais ao redor do país, mas que ainda necessita de melhorias e aprimoramento para abrigar de maneira prática e integrada as informações de saúde dos milhões de brasileiros. Seu objetivo é que toda e qualquer informação útil sobre o histórico médico do paciente, independente do hospital e localidade do Brasil em que ele vá utilizar o serviço de saúde, esteja disponível. Aprimorando diagnósticos e evitando repetição desnecessária de exames, por exemplo.

Prescrição eletrônica

Recomendada pelos mais importantes órgãos de saúde do Brasil, Anvisa, Ministério da Saúde, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Farmácia, está diretamente ligada às tecnologias anteriormente citadas. É um diferencial no prontuário eletrônico e a conclusão da telemedicina.

Um benefício principalmente ao paciente, não só por nos poupar da temida “letra de médico”, mas por evitar a necessidade de exposição quando há prescrição de medicamentos controlados, principalmente para os idosos. Hoje, as grandes redes de farmácia aceitam prescrição eletrônica para o delivery de remédios. É outra realidade que esperamos manter no pós-pandemia.