Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização. ©2019 Diário do Rio.

Falta água e competência

Foto: Fabiane de Paula/Sistema Verdes Mares
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

 

Parece incrível que, em pleno século 21 e em meio a  uma pandemia, a população do Rio de  Janeiro, uma cidade que e patrimônio mundial, é obrigada a conviver com a falta d’água. A Cedae levou um mês para resolver a questão da troca de uma peça quebrada na Elevatória do Lameirão. Foram 30 dias em que vários bairros e ainda a cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, tiveram que encarar a falta de um serviço essencial.

De acordo com a Cedae, o motor de 35 toneladas foi instalado na galeria de bombas da elevatória, localizada a 64 metros de profundidade. O equipamento tem a função de bombear água a uma altura de até 120 metros, criando a pressão necessária para iniciar o processo de distribuição. O problema , agora resolvido, fez com que a elevatória funcionasse com 75% da capacidade desde 14 de novembro.

E desde essa época, a população precisava recorrer a carros pipas ou simplesmente se contentar em não lavar louça e fazer a higiene básica cotidiana, exatamente no momento em que o contágio por conta da covid-19 está em alta do estado. As contas que a companhia envia, aliás, continuaram chegando perfeitamente. Muitos já haviam recebido – e pago – a de janeiro de 2021.

Fica a questão: é inconcebível levar tanto tempo para resolver problemas que manutenção e boa gestão antecipariam. Falta sempre informação e suporte também. Foi preciso a imprensa gritar para que a companhia passasse a avisar um dia antes que bairros haveria falta d’agua.

pt Português
X
Open chat