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Justiça nega recurso e mantém júri popular para acusados de matar Marielle

Marielle Franco foi morta a tiros no centro do Rio, em 14 de março de 2018. (Foto: Reprodução)
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Desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio decidiram por unanimidade, nesta terça-feira (9), manter a decisão de levar a júri popular o PM reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz, acusados de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista dela, Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018.

Os desembargadores negaram recurso movido pela defesa dos acusados, que tentava justamente evitar o julgamento pelo Tribunal do Júri. Ainda não há data prevista para o julgamento.

A primeira decisão favorável a levar Lessa e Queiroz ao júri popular ocorreu em março de 2020, pela 4ª Vara Criminal da Justiça do Rio.

A defesa deles alega que há falta de provas e evidências que liguem a dupla às mortes de Marielle e Anderson e, por isso, recorreram da primeira decisão.

Os acusados estão presos desde março de 2019, no presídio federal de Porto Velho. Eles respondem por duplo homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, por meio de emboscada e sem dar chance de defesa às vítimas.

Conforme a investigação, Lessa foi o autor dos disparos, enquanto Queiroz é apontado como motorista do carro usado no dia dos assassinatos. A polícia chegou até eles após análises de câmeras de segurança e por meio de acesso a dados de navegação nos celulares dos dois acusados.

O que ainda a polícia não conseguiu esclarecer é quem foi o mandante do crime e a motivação.

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