O Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, expõe que as patologias em estruturas de concreto, como fissuras, infiltrações e desagregação do material, representam uma das principais causas de redução da vida útil das edificações e de custos elevados de recuperação, sendo, na maioria dos casos, plenamente evitáveis. O surgimento de manifestações patológicas raramente decorre de um único fator isolado, resultando geralmente da combinação de falhas de projeto, deficiências de execução e uso inadequado de materiais. Compreender suas origens é o primeiro passo para preveni-las de forma eficaz.
As patologias do concreto podem ter origem em diferentes fases do ciclo construtivo, desde a concepção do projeto até a utilização da edificação ao longo dos anos. Falhas no dimensionamento estrutural, erros na dosagem do concreto, deficiências na cura, uso de materiais fora de especificação e ausência de manutenção preventiva são causas frequentes que, isoladamente ou em conjunto, comprometem o desempenho e a durabilidade da estrutura. A identificação da causa raiz de cada manifestação é essencial para a definição da estratégia de prevenção ou de recuperação adequada.
Fissuras: as causas mais comuns e suas implicações
As fissuras estão entre as manifestações patológicas mais comuns e mais preocupantes nas estruturas de concreto. Tal como observa o Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, as fissuras podem decorrer de retração do concreto durante a cura, de deformações estruturais sob carga, de variações térmicas, de recalques de fundação ou de corrosão das armaduras, e cada uma dessas origens exige uma abordagem específica de prevenção e tratamento. Diferenciar uma fissura superficial de retração de uma fissura estrutural ativa é uma análise técnica que requer conhecimento e experiência, pois as consequências e os tratamentos são radicalmente diferentes.
A corrosão das armaduras merece atenção especial por seu potencial de comprometer gravemente a segurança estrutural. Quando o concreto perde sua capacidade de proteger o aço, seja por carbonatação ou por penetração de cloretos, as armaduras começam a corroer e a expandir, gerando fissuras, destacamento do cobrimento de concreto e perda progressiva de seção resistente. A prevenção desse fenômeno passa pelo cobrimento adequado das armaduras, pela qualidade e compacidade do concreto e pelo controle da exposição da estrutura a agentes agressivos.
A prevenção começa na qualidade dos materiais
A prevenção das patologias do concreto está diretamente relacionada à qualidade dos materiais empregados na obra. O Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, reflete que a utilização de artefatos de cimento produzidos com controle rigoroso de qualidade, dentro das especificações de resistência e durabilidade previstas em norma, é uma medida preventiva fundamental, pois componentes de qualidade inferior apresentam maior porosidade, menor resistência e maior suscetibilidade ao desenvolvimento de manifestações patológicas. A economia indevida na aquisição de materiais frequentemente se converte em custos muito superiores de recuperação no futuro.

A correta execução das etapas construtivas é igualmente determinante para a prevenção das patologias. O adensamento adequado do concreto, a cura por tempo suficiente, o respeito aos prazos de desforma e o cobrimento correto das armaduras são procedimentos que, quando seguidos com rigor, reduzem drasticamente a incidência de problemas ao longo da vida útil da estrutura. A supervisão técnica durante a execução é o que garante o cumprimento desses procedimentos.
Manutenção preventiva como estratégia de durabilidade
A durabilidade de uma estrutura de concreto não depende apenas de sua concepção e execução, mas também da manutenção ao longo de sua vida útil. O Eng. Valderci Malagosini Machado, diretor técnico da Blocos e Lajes Itaim, reforça que inspeções periódicas, capazes de identificar manifestações patológicas em seus estágios iniciais, permitem intervenções de baixo custo que evitam a evolução dos problemas para situações de difícil e dispendiosa recuperação. A cultura da manutenção preventiva, ainda pouco difundida no Brasil, é uma das chaves para prolongar a vida útil das edificações e proteger o investimento realizado em sua construção.
Fica claro, portanto, que as patologias do concreto são, em sua grande maioria, evitáveis por meio de projeto adequado, materiais de qualidade, execução cuidadosa e manutenção preventiva. Para conhecer artefatos de cimento produzidos com padrão técnico rigoroso, acesse www.blocoselajesitaim.com.br.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
