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Fernanda Haddock Lobo | Comer Bem Notícias do Jornal

COMER BEM…

 

Salada de grão-de-bico

 

INGREDIENTES

– 300 g de grão-de-bico cozido

– 100 g de nozes (opcional)

– ½ pimentão amarelo picado

– ½ pimentão vermelho picado

– 100g passas

– ½ cebola roxa picada

– 1 brócolis pequeno cozido

– ½ xícara de cheiro-verde picado

– Sal e pimenta do reino a gosto

– Azeite a gosto

 

Modo de preparo

Em uma vasilha misture todos os  ingredientes e leve à geladeira por duas horas, antes de servir.

 

Fernanda Haddock Lobo (@fernandahlobo) 

 

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Notícias do Jornal Sabrina Campos | A vida como ela é

Nísia Floresta, a educadora

 

São muitas as heroínas que construíram e continuam fazendo história no país. Algumas delas moldando nossas origens, determinando o presente e formando um futuro quase palpável às gerações. Ainda hoje vivemos os resultados da brava luta de uma guerreira do ontem, uma mulher que nunca desistiu de batalhar pela liberdade de nossas meninas, através de sua formação, em mulheres preparadas para dominarem seus próprios caminhos.

Dionísia, ou, Nísia Floresta, escritora a ser lembrada por nossa sociedade igualitária, através do Colégio Augusto, no Rio de Janeiro, contribuiu para que nós, brasileiras, fôssemos valorizadas enquanto cidadãs de direitos desde 1838. Garantiu às meninas a formação em disciplinas antes estudadas apenas pelo gênero masculino, como ciências tais quais a matemática. E, assim, propiciou que mulheres ocupassem espaços limitados somente a homens.

Nísia Floresta Brasileira Augusta, escritora e educadora ( 1810-1885), precursora no Direito das Mulheres, cujos artigos orientavam a valorização do eu-feminino pela inteligência, a preservação da mulher e sua dignidade como pessoa humana, mediante incentivo à moral e ética religiosa, que a protegessem, portanto, da corrupção a destruir a vida honrada que lhe permitiria conquistar posições de poder, antes restritas aos homens.

“Dê-se ao sexo uma educação religiosamente moral, desvie-se dele todos os perniciosos exemplos que tendem a corromper-lhe, desde a infância, o espírito, em vez de formá-lo à virtude, adornem-lhe a inteligência de úteis conhecimentos, e a mulher será não somente o que ela deve ser – o modelo da família – mas ainda saberá conservar dignidade, em qualquer posição em que porventura a sorte a colocar.” (Opúsculo Humanitário; Floresta, Nísia).

Nísia combatia doutrinas e ensinamentos de objetificação da mulher, do tratamento de uso e posse a que muitas sofriam. Conservadora, valorizava o papel da mulher no casamento e na família – em que cobrava às mães o dever de serem modelos às suas filhas, e a se dedicarem  para que elas tivessem a melhor educação, para que fossem livres ao que desejassem ser.

Acreditava que a mulher, mãe de nações que somos, é quem molda a sociedade em que vivemos,  a formadora do caráter do indivíduo que se inicia a personalizar dentro de sua casa: os filhos – cidadãos do amanhã. Dionísia não era uma deusa, mas cria em Deus. E, sua fé tornou um novo mundo possível a todas nós. Aproveite! Faça a sua voz ser ouvida.

Sabrina Campos (Advogada e árbitra)

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Carlos Augusto | Opinião Notícias do Jornal

A vacina politizada pelo Congresso e STF

 

Não apoio o presidente da República, bem como não tenho procuração para defendê-lo. Entretanto, não posso me omitir e nem deixar de comentar sobre todas as notícias veiculadas pela grande imprensa, bem como as atitudes dos ministros “deuses” do STF, e dos congressistas encastelados no Congresso Nacional, que, ao longo do ano passado e dos dias que antecedem a aplicação das vacinas, sejam elas:   AstraZeneca/Oxford, Sinovac, Janssen e Pfizer/Biontech/Fosun Pharma, todos opositores do Executivo, politizam essa pandemia.

Fato é que, pressionados politicamente, principalmente pelo governador de São Paulo João Dória, garoto propaganda da China, os “deuses” do STF baixaram a ditadura da caneta e retiraram todos os poderes do Executivo. Estabeleceram que estados e municípios têm autonomia para promover ações administrativas no combate à pandemia originada pelo coronavírus.

A partir daí, o que se viu foi uma avalanche de erros na condução de ações de combate à pandemia, como, por exemplo, os hospitais de campanha, que consumiram milhares de recursos públicos e não atenderam plenamente, ora por falta de equipamentos, ora por falta de mão-de-obra, a população contaminada.

Esses hospitais de campanha serviram para os governantes desviarem recursos públicos e ampliarem a corrupção – vide o prefeito e o governador do Rio de Janeiro.

Não posso deixar de mencionar que, no inicio da pandemia, o então ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que é médico, orientou, através da grande imprensa, que todos ficassem em casa e só fossem procurar os hospitais em situação grave, ou seja, quando já não tinha mais como se curar. Foi o famoso “fique em casa”. Essa orientação, concluímos hoje, não foi a mais correta, pois quando o cidadão contaminado procurava os hospitais, já estava com a saúde toda comprometida e havia contaminado a todos em sua residência.

Ora, mandar ficar em casa um cidadão que mora num espaço de 10 metros quadrados, sem água, saneamento básico e sem nenhuma higiene, é assinar a certidão de óbito.

E porque essa orientação foi dada? A resposta é clara: o país não tinha estrutura hospitalar para atender a população, principalmente o povão de baixa renda, carente de plano de saúde.

Mas, voltando à questão das vacinas, agora resolveram politizar as vacinas. Os opositores encastelados no Congresso e no STF, com o apoio de toda imprensa dita burguesa, voltaram suas baterias para o prazo da aplicação das vacinas. Chegam à hipocrisia de mostrar a relação dos países que já estão aplicando a vacina e botando a culpa pela demora no governo, leia-se a Anvisa. Estão dando até ultimato para a Anvisa aprovar as tais vacinas, principalmente a vacina do garoto propaganda de São Paulo, João Dória.

Ora, se os estados e municípios, com o aval dos ministros “deuses” do STF, têm autonomia para prover todo tipo de  ações para combater a pandemia, por que então, no caso de São Paulo e demais governos estaduais que aprovaram e até já compraram a vacina chinesa, não iniciam a vacinação?

O governador Dória, o que mais está politizando a pandemia, é um grande espertalhão, pois ele sabe que, se iniciar a vacinação sem o aval da Anvisa, sem comprovar sua eficácia e segurança, o que pode ter efeitos colaterais graves, não ficaria isento de qualquer responsabilidade.

A conclusão que chego é que a hipocrisia, tanto daqueles governadores e dos ministros “Deuses” do STF, opositores do Executivo, não tem precedentes.

Enquanto isso, o povão, o mais atingido pela pandemia, continua aumentando as estatísticas obituárias e servindo de instrumento político contra o Executivo. Assim eu penso.

Carlos Agusto (Carlão)

Sindicalista, advogado e jornalista – MTb 38577RJ

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Notícias do Jornal Sabrina Campos | A vida como ela é

Anjos existem

 

Natal, época de fé. Quem tem fé, tudo alcança. Motivação que muitos encontram para seguirem em frente, em especial após um ano de pandemia e muitas tristezas.

Fé, esperança e amor. Assim nasceram sonhos, metas de Annie Caroline Praça Arcanjo, de 29 anos, hoje 3º Sargento do Corpo de Bombeiros. Iniciou a carreira na corporação aos dezoito,seguindo o exemplo do pai, Capitão da reserva, fez o juramento de “sacrificar a própria vida” para salvar o seu próximo, uma missão de amor.

Formada em engenharia civil, atualmente trabalha no Centro de Atividades Técnicas, no setor de prevenção de combate a incêndio urbano e pânico. E, neste dia vinte e cinco, foi promovida por “ato de bravura” por seu brilhante heroísmo.

O episódio se passou na folga de Annie Arcanjo, que estava em casa, e,foi ao resgate de vizinhos em meio a uma terrível enchente que transbordou o Ribeirão do Prata, pelos quais se arriscou a morrer no local de cabos e portões energizados.

Annie Caroline Praça Arcanjo é a primeira mulher promovida por “ato de bravura” em 109 anos de história do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, onde mulheres ocupam apenas 10% das vagas (o ato de bravura está descrito no Decreto Estadual 44.557/ 2007, na seção IV, artigo 21).

Recompensada por mérito de sua atitude altruísta, abençoou vários pela sua coragem e determinação, elementos principais no êxito da operação que deu a chance de recomeçar às vítimas da catástrofe natural.

Assim perseveram muitos no avançar de 2021. Aqueles que decidiram reter o que há de bom, sem permitir que dores e sofrimento ocorrido nesta pandemia lhes domine, apenas ensine. Os que diante do caos escolhem agir em benefício da restauração do equilíbrio, não admitem que o medo lhes controle, enfrentam-no em busca de dias melhores.

Se todos somos vulneráveis, nossa postura diante das adversidades é o que define quem sobrevive. A força da autoconfiança em prosseguir e conquistar é maior do que a das correntes impostas pela ausência de oportunidade.  Esta se faz por quem a persegue, aprimora-se e se prepara para ela, e assim a cria.

Annie Arcanjo atribui seu sucesso a Deus, a quem dedica sua missão. Ao arriscar a própria vida se viu fraca, e aí é que se tornou forte, e tudo pôde naquele que a fortalece. Para alguns, como ela, não há limites que cerceiem sua gana em evoluir, ninguém calará a voz que ecoa em si para continuarem a lutar em serem melhores a cada dia. Faça a sua voz ser ouvida!

Foto: Corpo de Bombeiros / MG

Sabrina Campos

Advogada e árbitra

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Helainy Araujo | Saúde Capilar Notícias do Jornal

A formação do cabelo (Parte 1)

 

Parte tão importante para a expressão da nossa identidade… Vamos entender como é o cabelo e como ele funciona e, para isso, é necessário entender a sua origem: como ele se forma, nasce, cresce, e assim conseguir saber porque ele é como é e aprender a lidar com isso da melhor forma possível, escolhendo com propriedade a melhor forma de cuidar dos nossos fios.

O cabelo é composto basicamente pela proteína queratina, que está presente numa concentração de aproximadamente 95%, além de água, minerais e outras substâncias. O cabelo é formado a partir dos folículos pilosos, que são invaginações da camada mais externa de nossa pele, a epiderme.

Acoplados ao folículo estão o músculo piloeretor, que têm a função de arrepiar os pelos e cabelos em situações em que a pele necessita de proteção, como em um ambiente frio; glândulas sebáceas, que excretam sebo para proteção e lubrificação da pele e couro cabeludo, e glândulas sudoríparas, que excretam o suor para regular a temperatura corporal. Tudo isso neste minúsculo duto por onde o cabelo nasce e cresce.

Na parte mais profunda do folículo piloso encontra-se a fábrica de cabelos, a matriz. Na matriz, alimentadas por capilares sanguíneos, as células que formarão o cabelo se multiplicam a todo o vapor, dentre elas células que fabricam principalmente queratina, que dará a estrutura do fio. E outras, os melanócitos, que fabricam principalmente a melanina, que dará a coloração natural do cabelo.

Nesta fase, o cabelo ainda tem a consistência de uma geleia até que, em determinado momento, avançando em direção à abertura do couro cabeludo, mas ainda no interior do folículo piloso, as células comprimem-se entre si queratinizando-se, adotando a consistência do cabelo totalmente pronto e assumindo suas características organizacionais e comportamentais

A partir deste ponto, as células antes vivas e em atividade, desidratam-se e morrem e o que permanece são somente suas carcaças recheadas de queratina. Com isso, o fio de cabelo já possui suas principais subdivisões: a cutícula, o córtex e a medula. A cutícula, parte mais externa do fio, é formada por células queratinizadas de alto grau de resistência e dureza, tendo a função de proteger o córtex dos agentes externos como o sol, vento, atrito, calor, etc.. Estas células ficam sobrepostas umas sobre as outras, de forma muito semelhante com escamas de peixe, tendo entre três e oito camadas de células envolvendo cada fio de cabelo. Por estarem dispostas em escamas, as cutículas proporcionam à estrutura do cabelo alta flexibilidade nos movimentos do fio.

O sentido ao qual estão dispostas as escamas parte do couro cabeludo às pontas dos fios, ou seja, a abertura das cutículas está disposta na direção das pontas dos fios. É por isso que não é recomendado fazer qualquer movimento que não seja neste sentido, podendo ter como resultado disso a abertura e danificação desta importante estrutura, expondo o interior do fio deixando-o mais vulnerável.

Foto: Pixabay

Helainy de Araújo Devos

Consultora de produtos capilares

www.saudecapilar.vip

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Colunas Destaque Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Cinco ferramentas de gestão de empresas que você precisa conhecer

 

Para se dar bem em um mercado cada vez mais competitivo é necessário que os gestores procurem aperfeiçoar as suas atividades internas constantemente. Essa regra inclui qualquer segmento empresarial, pois, com os avanços da tecnologia e a transformação digital nos empreendimentos, os líderes que não procuram acompanhar essa tendência podem acabar perdendo grandes oportunidades e verem sofrer a estagnação de seu negócio.

A esse respeito, vale ressaltar que adotar ferramentas de gestão é fundamental para melhorar a administração da empresa, otimizar as tarefas realizadas no dia a dia, evitar erros e, assim, aumentar a produtividade. Caso você não tenha noção sobre o assunto, preparamos este artigo com as 5 principais ferramentas de gestão de empresas. Continue a leitura e fique por dentro de tudo!

  1. Ciclo PDCA

A finalidade do Ciclo PDCA é proporcionar uma evolução contínua dos processos de uma empresa. Essa ferramenta trabalha com 4 etapas: planejamento, execução, verificação e ação.

Ao seguir os procedimentos estabelecidos em cada etapa é possível compreender como determinado problema surge e como ele pode ser tratado. Desse modo, os gestores conseguem obter uma maior performance em suas ações devido ao aprimoramento das atividades.

  1. Canvas

Canvas é um tipo de estratégia administrativa e empresarial que trabalha com planejamento, execução e gestão de projetos. Seu principal objetivo é obter uma visão ampla do negócio e utilizar todo o seu potencial, contribuindo para estudar como atingir o seu público-alvo e alcançar um excelente ROI. Tudo é feito por meio de reuniões com o esboço de projetos novos ou aprimorados para evoluir a gestão da empresa.

  1. Orçamento empresarial (Budget)

O Budget e o Forecast fazem parte dos principais métodos para orçamento empresarial. Basicamente, essa ferramenta trabalha com a criação de orçamentos do tipo estático (budget), possibilitando traçar as metas e os objetivos de um negócio referentes a determinado período. Esse processo, ao longo de sua formação, pode ser ajustado por meio do emprego de Forecast.

  1. CRM

A sigla CRM refere-se à expressão Customer Relationship Management, que traduzida para o português significa Gestão do Relacionamento com o Cliente. Em formato de software, esse sistema tem a função de gerir o relacionamento da empresa com o seu público, bem como integrar processos da administração para que possa existir uma gestão eficaz direcionada ao cliente.

Ele opera desde a inicialização de uma venda até o pós-venda. Com isso, é possível gerenciar dados e informações, otimizar o trabalho interno e fidelizar clientes.

  1. Análise SWOT

A análise SWOT é uma ferramenta bastante utilizada para melhorar o planejamento estratégico e desenvolvimento do negócio. Por meio dela é possível aprofundar o estudo sobre as atividades da sua empresa, bem como realizar uma análise minuciosa da realidade a qual está inserida a sua corporação. Com isso, consegue-se encontrar os pontos fracos e fortes do negócio e criar formas de contornar os riscos e ameaças, aumentando as chances de sucesso no mercado.

Essas são as principais ferramanetas de gestão de empresas que você pode utilizar em seu negócio. Percebe-se que, com o auxílio de recursos específicos para cada situação, é possível melhorar por completo a produtividade da empresa e, dessa forma, alcançar o sucesso esperado.

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Janaína Macedo Calvo

Doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

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Colunas Luciana Marques

Comunicação em apuros

 

A crise atual não é apenas na saúde. Estamos presenciando novos tempos na sociedade e na comunicação, que foram aceleradas pelo surgimento da Covid-19. Os padrões de como a empresa tem acesso ao cliente e o cliente tem acesso à empresa, mudaram. Implementar a comunicação dentro e fora da empresa, agora virou um desafio.

Não obstante, os parâmetros restritivos como resposta à pandemia e a inevitável mudança na rotina das pessoas, alteraram por completo também as análises sobre atendimento às demandas dos consumidores. Como exemplos, mudaram as frequências das idas ao mercado e os saques em caixas eletrônicos; a intenção de exposição aos meios de comunicação como TV e internet; as compras online, a inclinação a compra de produtos bancários, sem ser imprescindível a presença física às agências; para ficar em alguns poucos pontos.

Todavia, torna-se vital uma reformulação nos moldes de comunicação, pois as informações acerca do “novo” consumidor ainda são pouco vastas, visto que essa crise impactou até mesmo o mercado de análise de dados, sobre o comportamento dos mesmos; estremecendo as estratégias de marketing das empresas, que buscam atraí-los para o consumo de seus produtos e serviços.

Muito embora, poucos se atentem, a comunicação externa e interna de uma empresa muitas vezes não faz jus à uma literalidade, pois você empreendedor se comunica através dos atrasos ou a não entrega de produtos, que podem vir a sucumbir a reputação e o fator confiabilidade da marca; com opiniões pessoais impensadas, se for CEO, e essas ganham cada vez mais engajamento e notabilidade nas mídias, mediante a intensidade das pessoas atentas nas redes sociais, em tempos de confinamento.

A não flexibilidade e preocupação em termos psicológicos e salubres para com os funcionários; você comunica aos seus colaboradores, com a falta de recursos para que as empresas façam frente ao novo período que se faz vital estar digitalizado e online nas plataformas; dentre outros pontos.

Para que você se destaque, seja positivo e priorize informações que tragam alegria e esperança para audiência; seja honesto, a honestidade é a melhor política para qualquer que seja o seu negócio. Trabalhe com imagens cujas as cores sejam capazes de trazer bem estar ao seu público, responda-os e entregue-os com rapidez, visto que as pessoas andam mais ansiosas, tenha uma conversa ou e-mail descontraídos com o seu cliente e concentre-se em seu público alvo: algumas pessoas ele podem não ser os seus clientes ainda, mas podem vir a ser.

Você oferece conteúdo que ilustre a experiência do seu cliente, como orientações gratuitas? Quem não se adequar e aderir a uma comunicação mais humanizada e contextualizada nesse momento, tem chances consideráveis de enfrentar uma crise de imagem, em meio à crise.

Afinal, quem você é agora, defende quem você pode ser no futuro. Lembre-se disso!

Luciana Marques

Marketing Executive e escritora

Instagram: @lucianamc10_

 

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Carlos Augusto | Opinião Colunas

A suprema elite da elite de privilégios

 

Em ofício dirigido à Fiocruz, os “Deuses do Olimpo”, leia-se STF, STJ e TST, requisitaram a reserva de 7 mil vacinas contra Covid-19 para aplicação nos ministros e funcionários. O ofício do diretor do STF, Edmundo Verdas dos Santos Filho, justificou, dizendo que a vacinação de ministros e funcionários “contribuiriam com o país”.

Pasmem todos nós, reles mortais. O Deus do Olimpo, presidente do STF Luiz Fux defendeu o pedido, atitude no mínimo considerada um escárnio, uma afronta a todos os brasileiros. Milhares de pessoas, cidadãos comuns estão perdendo a vida para essa pandemia, e os “Deuses do Olimpo”, além da infinidade de privilégios que possuem, às custas do erário público, querem ser os primeiros a garantir suas vacinas

Os primeiros a serem vacinados são os médicos, enfermeiros, o pessoal que está na linha de frente no combate a esse vírus maldito. Depois deverão ser os idosos e assim sucessivamente.

O dito Poder Judiciário é uma casta que está distante do povão, que goza de inúmeros privilégios. A começar pelos altos salários acima do teto previsto na Constituição Federal. São dezenas de auxílios que dão um prejuízo de 1 bilhão de reais por ano. Aliás, a caixa preta do poder judiciário tem que ser aberta, doa a quem doer.

É inadmissível que tanto os juízes quanto os servidores do judiciário gozem de privilégios a ponto de não serem investigados e punidos em centenas de casos de corrupção, ou seja, não sofrem punições.

Se existe um setor que não está abalado financeiramente durante esses tempos de pandemia, com certeza absoluta foi o Judiciário. Não perderam o emprego, não trabalharam, não se expuseram ao vírus, não tiveram seus altos salários congelados e não correm os riscos da profunda recessão que assola o país.

Mas esses privilégios são insatisfatórios, precisam de garantias contra o vírus da Covid-19, com a reserva da vacina. Afinal, o povão pode esperar…

Temos um Poder Judiciário a serviço da corrupção, pois todos os ministros do STF, do STJ e do TST estão a serviço dos corruptos, vide o arquivamento da prisão em segunda instância.

O país atravessa uma de suas maiores crises de saúde pública, de desemprego, de óbitos em decorrência da pandemia e o judiciário está preocupado em manter privilegiados com mais essa ‘regalia’ de terem suas vacinas garantidas. Fica aquela pergunta que não quer calar: para que serve essa estrutura judiciária? Com certeza não serve ao povão.

Parabéns à Fiocruz.

Carlos Agusto (Carlão)

Sindicalista, advogado e jornalista – MTb 38577RJ

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Colunas

Discriminação no trabalho

 

Discriminar uma pessoa é, percebendo diferenças, distinguir, separar e  avaliar negativamente, colocando-a à parte por algum critério perverso, muitas vezes sem sentido,  de forma injusta ou desigual por motivos relacionados com suas características pessoais específicas  – cor de pele, nível social, religião, sexualidade etc … E intencionalmente excluir “aquele diferente”.

No ambiente de trabalho também existe muita discriminação de pessoas com deficiências físicas e mentais; em razão do gênero (mulher); da idade;  da cultura e do conhecimento;  das minorias;  da raça; do local onde nasceu; do local onde vive;  da aparência física (aschimofobia); de doenças (HIV, AIDS etc…); tudo culminando no assédio moral no trabalho.

Há que se respeitar e conviver harmônica e pacificamente com as diferenças, que tanto embelezam e colorem nosso mundo e nas relações de trabalho, tão importantes para todos, pois o homem ‘trabalha para comer’. Esse respeito é imprescindível .

A discriminação no trabalho é uma violação dos direitos humanos que acarreta um desperdício de  talentos humanos, com efeitos prejudiciais sobre a produtividade e o crescimento econômico. A discriminação gera desigualdades socioeconômicas, que minam a coesão social e a solidariedade e diminuem o ritmo da redução da pobreza.

Outras formas de discriminação que preocupam a OIT – Organização Internacional do Trabalho e os seus constituintes incluem a idade – o Estatuto do Idoso reconhece  o envelhecimento como um direito personalíssimo,  a deficiência, o HIV/AIDS, as doenças infecto-degenerativa,  a religião e a orientação sexual.  A discriminação anti-sindical é igualmente persistente e generalizada. A eliminação da  discriminação  é um objetivo chave contido na Declaração  dos Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho da OIT.

Tratar diferentemente ou premiar pessoas com base  em níveis de produção, proatividade, ideias e desempenho  não gera discriminação, pois identifica resultados diferentes no trabalho, que diferencia, um do outro e o tratamento, tais como disponibilidade, simpatia, acessibilidade talento, conhecimento e competência.

Segundo a Constituição Federal Brasileira, todos são iguais perante a lei, o que garante a inviolabilidade do direito à  vida, à  liberdade, à igualdade e à segurança. A discriminação se caracteriza quando essa inviolabilidade é desrespeitada, indo de encontro aos princípios constitucionais. Não se deve confundir discriminação no ambiente de trabalho com assédio moral, que é um problema diferente, mas igualmente sério.

A discriminação ocorre quando há distinção ou exclusão da vítima. Já o assédio moral  ou sexual se caracteriza  por condutas abusivas que atinjam a integridade física ou psicológica do indivíduo.

Temos  nós, cada um de nós, que construir uma cultura de respeito às diferenças e  o  melhor caminho para evitar a discriminação no ambiente de trabalho é transformar o respeito às diferenças em uma prioridade na cultura organizacional,  promovendo um tratamento igualitário e inclusivo  a todos os colaboradores,  seja qual for o cargo, a cor, a condição social, o local onde mora, o local onde nasceu, as escolhas pessoais de  cada um – musical, vestimenta, esportiva, etc …. E a  empatia e o senso de colaboração devem estar presentes em todos, com a finalidade de estabelecer  profundas e permanentemente  laço de respeito pelas diferenças alheias.

A lei  ampara as pessoas que sofrem  discriminação de todos os tipos, uma iniciativa que, em futuro próximo,  será intrínseca à natureza humana – esperamos!

A Lei 9029/1995  veda  “qualquer prática  discriminatória e limitativa para efeito de acesso  à relação de trabalho,  ou de  sua manutenção, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, entre outros”.  O racismo é considerado crime inafiançável e imprescritível. Já com relação ao preconceito com  mulheres  no mercado de trabalho, a Lei proíbe a exigência de testes de fertilidade ou gravidez, assim como a indução à esterilização.

Outro ponto de atenção são as demissões. Desligar um funcionário por razões discriminatórias é passível de reintegração no emprego com pagamento integral dos salários referente ao tempo em que ficou sem trabalhar, podendo inclusive receber o pagamento o dobro dos proventos do período de afastamento.

A proposta aprovada na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (substitutivo ao PL 6418/05) prevê uma relação de crimes e penas para casos de discriminação e preconceito nas relações trabalhistas.

Quem deixar de contratar alguém, dificultar a contratação ou barrar uma promoção funcional por motivo  de preconceito de raça, cor, sexo, religião, aparência,  condição social,  descendência, origem nacional ou étnica, idade ou condição de pessoa com deficiência receberá pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa.  A mesma pena vale para quem discriminar outras pessoas nas relações de trabalho. A pena é igual à prevista na lei sobre crimes de preconceito (Lei 7.716/89), revogada pela proposta.

Porém, a pena sobe de 2 anos e oito meses a 6 anos e 8 meses se a ação discriminatória for relacionada a cargos, funções e contratos da administração pública.

O bem maior que deve ser perseguido para o alcance de todas as pessoas é, conscientes de que todos estão protegidos por uma mesma Constituição assegure-se  de uma  garantia da  plenitude do bem, que preveja o respeito e o acesso do homem/mulher a laborar para o seu sustento e o sustento dos que dele depender, sem qualquer discriminação ou impedimento.

Sugerimos às vítimas de preconceito e discriminação no ambiente de trabalho que procurem aconselhamento para a promoção de medidas judiciais cabíveis. Fique de olho!

Ana Cristina Campelo

Advogada e jornalista / MTb 38578RJ

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Sabrina Campos | A vida como ela é

As lágrimas da vitoriosa

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, neste dezembro, proposta a destinar verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para ações de enfrentamento à violência contra a mulher. Aprovou nove propostas para marcar os “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”, como a criminalização das violências política e institucional contra mulheres e a determinação de políticas integradas de combate à violência (PL 5091/20, PL 349/15, PL 4287/20*).

Mulheres se recusam cada vez mais a se calarem diante da violência. Não aceitam que continuemos vítimas da perspectiva de quem enxerga a “fragilidade” do gênero feminino como “fraqueza” suscetível a abusos. Esta postura tem se generalizado nas mais diversas gerações. Ela ousou sonhar. Ela não aceitou o “não” como resposta. Ninguém a pode impedir de ser quem desejou ser, o que quis ser.

Raquel não permitiu que lhe dissessem que não chegaria a lugar algum, que não teria oportunidades, que não conseguiria alcançar seus objetivos.  Provou para todos, para si, que com esforço, trabalho, estudo, dedicação, determinação, é possível realizar qualquer sonho. Raquel Silva Rosa, jovem mulher de 19 anos, moça guerreira e bravia, depois de lutar, colheu a imensa vitória de se formar na Escola de Sargentos de Logística em primeiro lugar, dentre mais de 400 graduados.

Raquel, a menina sonhadora, a mulher empoderada, virtuosamente alcançou a glória de receber a “Medalha Caxias Distinção Militar”, e, ainda, a grande honra de receber a “Medalha Marechal Hermes – Aplicação e Estudo” por todo o seu mérito e brilhantismo. Não à toa, debulhou-se em lágrimas, coroando o momento do reconhecimento inegável do seu alto valor e capacidade com o sabor salgado no rosto iluminado.

Raquel, filha de mãe orgulhosa, defensora de sua pátria amada, sensibilidade e força feminina de farda. Ela fez acontecer. Personalidades femininas que marcaram nossa história têm agora seus nomes em espaços da Câmara dos Deputados, como a aviadora Anésia Pinheiro Machado, proclamada decana mundial da aviação feminina pela Federação Aeronáutica Internacional em 1954, e, Marília Chaves Peixoto, matemática e engenheira, primeira mulher brasileira a ingressar na Academia Brasileira de Ciências, em 1951. Raquel Silva Rosa também fez história, é exemplo e esperança. Todos os dias: faça a sua voz ser ouvida!

 (*Fonte legislação: Agência Câmara de Notícias em

https://www.camara.leg.br/ )

Sabrina Campos

Advogada e árbitra

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Foto: Ministério do Exército