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Flávio Soares | Corpo e Ação

Engordou na quarentena?

O mundo mudou, a vida mudou, a sua rotina mudou e você engordou… Mas, calma! Será que você só não está comendo melhor?

Agora você tem tempo, pode cozinhar, escolher o que é melhor e mais saudável, colocando no cardápio alimentos que aumentam a sua imunidade, adicionando os verdinhos, tirando os congelados, os embutidos, não tem mais o happy hour, pode dormir mais, você desacelerou com tudo isso e o aumento de peso é bem comum.

Ganhar peso pode ser uma forma de defesa do corpo e a tendência é que você volte ao peso anterior com a adaptação à situação e retorno à normalidade.

Então, a culpa pode ser deixada de lado para comer com prazer, para nutrir-se e aproveitar as refeições. Assim, você vai comer de tudo e ter mais bem-estar e saúde.

Por outro lado, é bem verdade que vivemos dias complicados, onde um misto de sentimentos têm nos dominado e, por muitas vezes, nos faz comer muito mais do que deveríamos. E o pior é quando passamos a comer o que não comíamos antes, aqueles alimentos que, com a ajuda da nossa rotina, conseguíamos escapar deles, tipo os doces, os biscoitos, os sucos, refrigerantes e o grande vilão que vem trazendo graves complicações, não só para o aumento do peso, mas também para a saúde: o alto consumo de bebidas alcoólicas.

Segundo Renata Brasil, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), em entrevista à Agência Brasil, o aumento do consumo de álcool durante o período de isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus é preocupante.

Portanto, deixarei aqui algumas dicas para que você fique bem com seu corpo e mente: não faça uma dieta radical; beba muita água; crie rotina; inclua atividade física; cuide da suas emoções; e respeite o seu corpo.

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Flávio Soares | Corpo e Ação

Não fique parado: exercitando na quarentena

Já sabemos que a atividade física traz grandes benefícios para a nossa saúde, mas nunca nos preocupamos tanto com ela quanto agora. A importância de pulmões limpos, com a imunidade alta, com os bons índices do HDL, da obesidade, etc.

Mas como controlar isso agora? E pior: como melhorar isso sem poder sair de casa?

Fazendo exercícios em casa, os aparelhos e as esteiras ficaram nas academias, mas graças à criatividade e a boa vontade de inúmeros professores de Educação Física, nossas redes sociais estão recheadas de excelentes profissionais dando diversas dicas e aulas ao vivo em diversas modalidades, com diferentes estímulos e materiais a serem usados. A sensação de bem-estar após um treino de jump sem cama elástica pode ser sentida. E a imensa ansiedade que estamos vivendo pode ser diminuída com uma boa aula de zumba. Isso sem falar daquela contração máxima dos músculos depois de um set de hipertrofia. Todos esses benefícios podem ser alcançados com essas aulas online.

São inúmeros os benefícios da prática de exercícios em casa durante essa quarentena. Dentre eles estão: a diminuição do apetite; a melhora do humor; a perda de gordura (emagrecimento); o enrijecimento dos músculos; coordenação motora mais desenvolvida; a melhora da imunidade; e o retardo do envelhecimento. Sem contar a probabilidade de quadros de depressão, mas por liberarmos a serotonina ─ hormônio conhecido como molécula da felicidade ─ durante a atividade, essa probabilidade também diminui. Além disso, quando temos consciência de que estamos nos tratando melhor, damos mais um passo em direção à auto-satisfação.

Então, a dica de quarentena aqui da nossa coluna é: se movimente, não fique parado!
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Flávio Soares | Corpo e Ação

Atividade física aumenta sua imunidade

Apesar do momento critico em que vivemos por conta do coronavírus, falaremos sobre um tema muito interessante: a importância da atividade física para o aumento da imunidade. Não só pelo vírus, mas também pelo grande aumento de epidemias, bactérias e de doenças causadas por baixa imunidade, cada vez mais agressivas. 

Já deixando bem claro que a prática de exercícios físicos não será fator determinante para que isso não venha acontecer, mas sim como um suporte para que o organismo se comporte melhor a um eventual contágio. Pois, certamente um sistema imunológico fortalecido proporcionará defesas de maneira mais rápida e eficaz contra qualquer quadro de infecção.

 A melhor resposta para o aumento da imunidade vem da prática de exercícios físicos, de forma e carga moderada. Podemos mesmo ver um consenso dos autores de artigos científicos sobre essa intensidade. Tal melhora vem do aumento dos linfócitos, células chamadas de ‘natural killers’. Eles atuam diretamente no sistema inato −conjunto de formas de imunidade que nasce com cada indivíduo −, com a função de destruir células infectadas por vírus ou tumorais  

Contribuindo para a proteção do organismo – onde a atividade física terá um papel primordial – está perda ou manutenção do peso corporal. Isso serve para se obter bons níveis de colesterol e para a diminuição do estresse, já que esse tem sido um dos principais fatores para o surgimento de novas doenças. 

Não existe a melhor modalidade física a ser feita, nem mesmo a mais eficiente. O importante é se exercitar continuamente. E, para que essa prática lhe traga melhores benefícios, faça a que lhe der prazer, mesmo sem sair de casa. 

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Flávio Soares | Corpo e Ação

A promessa de um ano novo… fazer atividade física!

Quantas vezes você já se fez essa promessa? Fazemos mil planos de mudança: vou começar uma dieta, vou me matricular em uma academia ou vou começar a correr… muitas, tenho certeza. E, por algumas vezes, você até tentou, mas desistiu ou alguns nem sequer começaram!

Um índice alarmante divulgado recentemente pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, revelou que o Brasil é líder mundial em sedentarismo. Ficou chocado, mais foi isso mesmo que você leu. Apesar de termos uma alta incidência solar e grande parte da população estar próxima da costa, o que deveria propiciar a prática de exercícios, mas, infelizmente, nem isso tem incentivado a população procurar por hábitos de vidas mais saudáveis. Esse é um dos fatores que vem a contribuir com índices cada vez mais altos de obesidade em nosso país.

No Brasil, segundo os dados do Ministério da Saúde, 12,9% das crianças entre 5 e 9 anos são obesas e 17% das menores de cinco anos estão com excesso de peso. “Isso provoca, no médio e longo prazos, aumento de diabetes, hipertensão, acidentes cardiovasculares, doenças oriundas deste padrão alimentar”.

Qual a classificação do sedentarismo?

O sedentarismo é definido como a falta, ausência ou diminuição de atividade física. Para que uma pessoa não seja classificada sedentária, ela precisará, no mínimo, praticar qualquer atividade física ou desportiva durante três dias da semana, com uma duração total de 120 minutos.

Portanto, se torna cada vez mais evidente a prática regular de exercícios físicos, tanto para a perda de peso, fortalecimento muscular e ósseo, mas também para a redução da pressão arterial, diminuição do colesterol e controle do diabetes.

O que está esperando para por em prática a sua promessa? Comece já!

Flávio Soares, educador físico, especializado em Neurociências pedagógicas e Psicopedagogia

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Flávio Soares | Corpo e Ação

Diabetes e atividade física

 

Diabetes mellitus, ou só diabetes, como é mais conhecida, é definida pela SBD (Sociedade brasileira de Diabetes), como uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso corpo.

Segundo o Ministério da Saúde, pessoas diagnosticadas com diabetes tendem a ter um aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte. E ainda aponta que existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.

Com a vida cada vez mais corrida por conta de trabalhos e estudos, a prática de atividade física regular tem ficado difícil de acontecer e as facilitações que a modernidade nos traz, diminuindo cada vez mais a utilização do nosso esforço no dia a dia, pois temos escadas rolantes por todos os lugares, aplicativos de carros, comida e até de encontros. Com todo esse sedentarismo a ANS (Agencia Nacional de Saúde), evidenciou uma grande quantidade de novos problemas de saúde como: obesidade, hipertensão, infartos, diabetes etc.

A prática de atividade física é benéfica e fundamental a pessoa portadora do diabetes, pois ela precisa de um controle rigoroso da glicemia com a ajuda da dieta, medicações e insulina (caso necessário). Seus benefícios são inúmeros. Tal prática regular (no mínimo 30 minutos, três dias por semana), provoca um aumento da ação da insulina, aumenta a captação de glicose pelo músculo, diminuição da glicose circulante e aumento da sensibilidade celular a insulina. Com isso, muitas vezes há diminuição da quantidade de medicações hipoglicemiantes, do uso da insulina e melhor controle do diabetes.

E não podemos deixar de dizer que a perda de peso e de extrema importância para a melhora da qualidade de vida, pois há melhora no padrão respiratório principalmente o noturno e maior facilidade a movimentação. É de conhecimento de todos que a prática de atividade física diminui o “colesterol ruim” (LDL) e “aumenta o colesterol bom” (HDL), fato que diminui o risco de doenças vasculares.

Foto: Pixabay

Flávio Soares, educador físico, especializado em Neurociências pedagógicas e Psicopedagogia

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Flávio Soares | Corpo e Ação

Hipertensão e atividade física

 

Segundo a SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão), a Hipertensão é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. Ela é uma doença silenciosa, que pode causar sérios danos à saúde. A pressão alta ataca os vasos sanguíneos, coração, rins e cérebro aumentando o risco de infarto, insuficiência cardíaca e AVC (Acidente Vascular Cerebral).
Alguns dos seus sintomas são dor de cabeça, falta de ar, visão borrada, tontura e dores no peito. E seu surgimento se dá por alguns fatores tais como: histórico familiar de pais hipertensos – seus filhos têm um risco 30% maior de ter pressão alta -; idade a partir dos 60 anos de idade, quando as artérias perdem a flexibilidade; etnia, pois a doença é mais prevalente na população negra e asiática; obesidade; poluição; estresse; sono irregular; menopausa, pois a queda dos hormônios femininos danifica as artérias. Excesso de bebida alcoólica, tabagismo, alto consumo de sal, sedentarismo, diabetes, doenças renais, apneia do sono e hipertireoidismo também são fatores que infuem.
O melhor jeito de prevenir é dando um basta no sedentarismo, criar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividade física. Não importa o que você venha a fazer, pode correr, nadar, dançar e muitas outras. De preferência opte pelas atividades aeróbicas, pois estas induzem a liberação do óxido nítrico, substância vasodilatadora. Com as artérias relaxadas, a tendência é a pressão se manter mais baixa.
E, claro adote uma dieta rica em frutas e cereais integrais. Assim, estará diminuindo o sódio e aumentando o potássio, magnésio e cálcio, Esses três últimos nutrientes citados são indispensáveis para quem precisa baixar a pressão.
Evite o alto consumo de sal ele é o mineral importante para o organismo e não deve ser totalmente eliminado, mas o saleiro não deve ser usado durante as refeições. Seja consciente e viva melhor.

Foto: Pixabay

Flávio Soares, educador físico, especializado em Neurociências pedagógicas e Psicopedagogia

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Flávio Soares | Corpo e Ação

Correr faz bem

Certamente a corrida é uma das melhores atividades físicas para a manutenção ou melhora da qualidade de vida e da saúde, pois ela trás inúmeros benefícios tais como: reduz o peso corporal, melhora o nível de colesterol, aumenta a capacidade cardiorrespiratória reduz os riscos de infarto, aumenta a massa muscular, reduz a variação da pressão arterial de repouso, ativa a circulação sanguínea, diminuindo problemas do coração entre outro.

Será que a corrida só traz benefícios? Será que todas as pessoas podem correr? Alguns cuidados devem ser tomados antes de começar a atividade. O primeiro e mais importante é consultar um cardiologista antes de iniciar a prática, com a finalidade de verificar se não há problemas cardíacos. Isso porque a corrida não é recomendada em casos de pressão arterial elevada e outros distúrbios, como a arritmia, podendo assim trazer risco a vida. Por isso, consulte sempre um cardiologista antes de iniciar a prática da corrida.

E outro cuidado necessário é se atentar a vestimenta, porém correr causa um impacto intenso sobre os joelhos e pé, pois, quando você esta correndo a pressão nas articulações é aumentada de 2 a 3 vezes mais o seu peso corporal. Então é de extrema importância que, para minimizar esse impacto, se utilize um tênis com bom amortecimento. Importante também não estar muito acima do seu peso ideal, já que o sobrepeso aumenta o impacto sobre essas articulações.

Por se tratar de um esporte, em que o necessário será um tênis, um espaço adequado e disposição física, a corrida vem se tornando uma das atividades físicas mais praticadas no mundo. Sendo assim, você está pronto para começar, não importa sua idade, sexo ou raça. Basta ter um bom objetivo.

Flávio Soares, educador físico, especializado em Neurociências pedagógicas e Psicopedagogia

Foto: Pixabay

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Flávio Soares | Corpo e Ação

Saúde na terceira idade

Com o passar dos anos a relação entre o idoso e a atividade física se tornou extremamente comum na nossa sociedade. A mídia, o saber médico e o Estado propalam a importância de um estilo de vida ativo que potencializa as chances do alcance da longevidade. Com isso de acordo com dados do IBGE, a população idosa no Brasil é atualmente de 22,9 milhões (11,34% da população) e a estimativa é de que nos próximos 20 anos esse número mais que triplique.

Segundo o site do Ministério da Saúde, o Brasil possui a quinta maior população idosa do mundo, com cerca de 29,3 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Desse total, 69,9% são independentes para o autocuidado e 30,1% têm alguma dificuldade para realizar atividades da vida diária, segundo estudo de 2018 (Lima-Costa, MF et al, com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2013). Dessa parcela, 17,3% tem muita dificuldade com atividades instrumentais, que são aquelas diárias, como preparar alimentos, cuidar da casa, se deslocar; e outros 6,8% apresentam dificuldades com atividades básicas, como vestir-se e alimentar-se.

Preocupa também o avanço das doenças crônicas nessa população. Atualmente, entre os idosos de 60 a 69 anos, 25,1% tem diabetes, 57,1% foram diagnosticados com hipertensão, além de a maioria estar com excesso de peso (63,5%) e 23,1% com obesidade. De acordo com as estimativas, em 2030 o número de brasileiros idosos ultrapassará o de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos e representará 41,5 milhões de pessoas, ou 18,7% da população.

Portanto, cada vez mais mostra-se evidente a importância da prática de atividade física na terceira idade para que haja uma manutenção efetiva na saúde motora e cognitiva. Desta forma propicia-se a esses uma melhor qualidade de vida e bem estar do idoso e também com o intuito de amenizar os efeitos mais severos da sarcopenia, que é processo natural e progressivo de perda de massa muscular (músculos), característico do envelhecimento.

Flávio Soares, educador físico, especializado em Neurociências pedagógicas e Psicopedagogia

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Flávio Soares | Corpo e Ação

O que são exercícios isométricos?

No grego, “isos” e “metron” são dois vocábulos que significam, respectivamente, “igual” e “tamanho”. Juntos, dão origem à palavra “isometria“, conceito que representa um equilíbrio de forças ou dimensões.

Exercícios isométricos são também conhecidos como treinamento de força estática, pois envolvem ações musculares em que o comprimento do músculo não varia e não ocorre nenhum movimento visível nas articulações. O termo ‘ação estática’ é preferível a ‘contração estática’, já que para haver contração é necessária a realização de movimentos.

Estes exercícios podem ser utilizados para melhorar o condicionamento físico, a força e também para a reabilitação, onde o fortalecimento dos músculos é possível, mesmo sem a necessidade de aplicação de tensão indevida sobre a articulação. Esses exercícios podem aumentar a força isométrica e ainda induzir à hipertrofia muscular.

Benefícios

Podemos destacar uma grande variedade de esportes que exigem força isométrica ou estática, como rapel, escaladas, luta livre, esqui, ginásticas, e muito mais.

Os exercícios isométricos tem sua maior eficiência se forem complementados com ação muscular máxima, ou seja, testando sua resistência ao segurar uma carga constantemente até o momento de falha. O treinamento de força estática também pode envolver ações musculares máximas. Podemos exemplificar isso ao empurrarmos o próprio corpo contra um objeto imóvel, como uma parede ou uma carga pesada. É exatamente por isso que muitos exercícios isométricos são feitos contra superfícies resistentes, como agachamentos, por exemplo.

Sabe-se que tal exercício aumenta a força, mesmo assim eles não são a forma mais adequada de treinamento de resistência para ações dinâmicas, como corridas e saltos. Pois os exercícios isométricos não aumentam a velocidade máxima de execução, apenas fortalecem os músculos no ângulo que é formado.

Certos cuidados devem ser tomados durante a execução dos exercícios isométricos pois elevam a pressão arterial de forma significativa. E ao retornar ao nível de repouso é importante atentar-se aos Bpm, mesmo que a pessoa não sofra com problemas arteriais elevados. Por isso é sempre importante respirar profundamente durante os exercícios.

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Flávio Soares | Corpo e Ação

Benefícios do treinamento de força

O treinamento de força, por muito tempo foi associado somente à estética corporal. Contudo, nos últimos anos, novos estudos demonstraram que o treinamento de força contribui para a melhora da glicemia plasmática e do perfil lipídico, redução de massa gorda, aumento de massa muscular e da densidade mineral óssea, entre outros benefícios. Tais resultados são observados independentemente do sexo, idade ou etnia, desde que sejam seguidos alguns critérios básicos para a prescrição do exercício. Segundo o posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a prescrição do treinamento de força deve fazer parte da rotina de atividades físicas indicadas, não só como fator de prevenção, mas também como de promoção da saúde também de indivíduos com algum tipo de comprometimento.

Além dos benefícios cardiometabólicos já conhecidos, observam-se também benefícios relacionados aos aspectos cognitivos e psicossociais, tais como melhora da auto-estima, da imagem corporal, do estado de humor, retardo do declínio das funções cognitivas, redução do risco de depressão, estresse, ansiedade e outros.

 

Flávio Soares, educador físico, especializado  em Neurociências pedagógicas e Psicopedagogia