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Colunas Luciana Marques

Comunicação em apuros

 

A crise atual não é apenas na saúde. Estamos presenciando novos tempos na sociedade e na comunicação, que foram aceleradas pelo surgimento da Covid-19. Os padrões de como a empresa tem acesso ao cliente e o cliente tem acesso à empresa, mudaram. Implementar a comunicação dentro e fora da empresa, agora virou um desafio.

Não obstante, os parâmetros restritivos como resposta à pandemia e a inevitável mudança na rotina das pessoas, alteraram por completo também as análises sobre atendimento às demandas dos consumidores. Como exemplos, mudaram as frequências das idas ao mercado e os saques em caixas eletrônicos; a intenção de exposição aos meios de comunicação como TV e internet; as compras online, a inclinação a compra de produtos bancários, sem ser imprescindível a presença física às agências; para ficar em alguns poucos pontos.

Todavia, torna-se vital uma reformulação nos moldes de comunicação, pois as informações acerca do “novo” consumidor ainda são pouco vastas, visto que essa crise impactou até mesmo o mercado de análise de dados, sobre o comportamento dos mesmos; estremecendo as estratégias de marketing das empresas, que buscam atraí-los para o consumo de seus produtos e serviços.

Muito embora, poucos se atentem, a comunicação externa e interna de uma empresa muitas vezes não faz jus à uma literalidade, pois você empreendedor se comunica através dos atrasos ou a não entrega de produtos, que podem vir a sucumbir a reputação e o fator confiabilidade da marca; com opiniões pessoais impensadas, se for CEO, e essas ganham cada vez mais engajamento e notabilidade nas mídias, mediante a intensidade das pessoas atentas nas redes sociais, em tempos de confinamento.

A não flexibilidade e preocupação em termos psicológicos e salubres para com os funcionários; você comunica aos seus colaboradores, com a falta de recursos para que as empresas façam frente ao novo período que se faz vital estar digitalizado e online nas plataformas; dentre outros pontos.

Para que você se destaque, seja positivo e priorize informações que tragam alegria e esperança para audiência; seja honesto, a honestidade é a melhor política para qualquer que seja o seu negócio. Trabalhe com imagens cujas as cores sejam capazes de trazer bem estar ao seu público, responda-os e entregue-os com rapidez, visto que as pessoas andam mais ansiosas, tenha uma conversa ou e-mail descontraídos com o seu cliente e concentre-se em seu público alvo: algumas pessoas ele podem não ser os seus clientes ainda, mas podem vir a ser.

Você oferece conteúdo que ilustre a experiência do seu cliente, como orientações gratuitas? Quem não se adequar e aderir a uma comunicação mais humanizada e contextualizada nesse momento, tem chances consideráveis de enfrentar uma crise de imagem, em meio à crise.

Afinal, quem você é agora, defende quem você pode ser no futuro. Lembre-se disso!

Luciana Marques

Marketing Executive e escritora

Instagram: @lucianamc10_

 

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Luciana Marques

Cinco motivos para você não abrir uma franquia

 

Investir em uma franquia é uma opção para muitas pessoas que desejam ter seu próprio negócio. Dentre as vantagens da franquia estão a estrutura que o franqueado obtém do franqueador e a oportunidade de empreender junto a uma marca sólida no mercado. Porém, da mesma forma que existem inúmeros motivos para você investir em uma franquia, existem muitos outros motivos para você não consumar esse investimento.

Achar que não irá precisar trabalhar: uma franquia envolve o olhar e o acompanhamento atento do franqueado. Deixar a empresa nas mãos dos funcionários, é um dos caminhos mais certos para o insucesso. Fazer parte de um processo atento de implementação de franquia é um dever do franqueado. E sim! A mágica é o trabalho. A dedicação fará toda a diferença.

Fazer do seu jeito: integrar-se a uma franquia denota seguir as regras daquela rede, além de trabalhar dentro de um modelo já estruturado. Quando você compra uma franquia é preciso compreender que fará parte de algo que já foi validado, testado e alinhavado. Trata-se de uma administração já em curso; um campo onde o franqueador já sabe de antemão o que funciona e o que costuma não dar certo. Se você é tipo de pessoa que deseja ingressar em uma franquia para mudar os parâmetros, ou relativizar um perfil que gosta de fazer tudo do seu jeito, tendo em mente já saber tudo; opte por empreender por conta própria. Caso contrário você irá frustrar a si mesmo e ao franqueador.Por isso, outra dica nesse sentido é que você estude atentamente os meandros que a franquia poderá apresentar durante a sua possível jornada, como franqueado.

Escolher o negócio visando apenas o faturamento: avalie se você aprecia verdadeiramente o ramo que pleiteia atuar. Encontre um propósito, pois mesmo que você alcance patamares planejados bastante rentáveis; irá chegar o momento em que você terá consciência do lucro, mas não de que estará fazendo o que gosta. E não há nada mais desagradável do que levar uma vida fazendo o que não nos realiza, ou que não apresente de fato um sentido.

Comprar uma franquia por impulso: A coisa mais valiosa que temos é o nosso tempo, quando você age por impulso, perde o seu tempo e faz o franqueador perder o tempo dele. E tempo é dinheiro!

Se você não tem dinheiro o suficiente: Ter apenas o dinheiro do investimento informado pelo franqueador como investimento inicial; não é o suficiente. É preciso considerar uma quantia adequadamente calculada para o capital de giro da sua franquia.

Por todos esses aspectos, faz-se necessário uma pesquisa séria acerca da idoneidade, histórico, estratégias de branding, posicionamento no mercado e números positivamente expressivos no que tange a empresa, pois assim como você pode estar aflito, também existem os franqueadores alucinados para vender uma franquia, a todo custo.

Luciana Marques

Profissional de Marketing e Escritora

Foto: Pixabay