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Marcelo Servidone | Automobilismo

As grandes mulheres no automobilismo

Poucos sabem da importante contribuição das mulheres no automobilismo então vamos a um breve resumo.
Bertha Benz que foi a primeiro piloto de teste da história, no ano de 1888, dirigiu o Patent-Motorwagen Nº 3, fazendo a primeira viagem de longa distância com veículo motorizado.

A primeira habilitação para uma mulher dirigir, foi concedida em 1898, na França, para a Duquesa Anne d’Uzés, que algum tempo depois fundou o primeiro clube feminino do automóvel da França!

O primeiro limpador de pára-brisa foi inventado em 1903 pela norte-americana Mary Anderson, que durante uma viagem a Nova Iorque viu que os condutores dos bondes precisavam abrir as janelas sempre que chovia.

A primeira mulher a participar de um rali em 1901 foi a francesa Madame Camille Gamond Du Gast, entre as cidades de Paris e Berlim. Ela dirigia um Panhard-Levassor de 20 cv , largando em 122º lugar e terminando em 33º na classificação geral.
Maria Teresa de Filippis foi a primeira mulher a participar da Fórmula 1 entre 1958 e 1959.

Lella Lombardi também dirigiu na Fórmula 1, entre 1974 e 1976.

A italiana Giovanna Amati foi a última mulher a participar da Fórmula 1, em 1992.

Danica Patrick é atualmente piloto da Nascar, e tem o título de mulher mais bem-sucedida no automobilismo!

Ela é norte-americana e é a primeira mulher a conquistar a pole position, a primeira posição no grid de largada na Nascar, com vitória obtida no ano de 2013, na prova Daytona 500, a mais importante e tradicional da categoria!

Além disso, ganhou o título de primeira mulher a vencer uma corrida na Fórmula Indy em 2008, e foi também a primeira a subir ao pódio na famosa corrida das 500 Milhas de Indianápolis em 2009, chegando em terceiro lugar!

E no próximo dia 22 de novembro, em Interlagos, a corrida dos 500 km de São Paulo, teve a participação da piloto Lu Klai, que representará a força da mulher no automobilismo nacional.

Marcelo Servidone

Dr. CEO Grupo Servidone

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Colunas Marcelo Servidone | Automobilismo

Gold Classic – Uma categoria de carros clássicos de competição fabricados antes de 1993!

Uma categoria com status oficial de Campeonato Interestadual que dá água na boca dos saudosistas dos nossos tão amados carros clássicos.

A Categoria teve seu início em 2018, como prova festiva para compor a programação preliminar da Cascavel de Ouro, com grid de 44 carros.

Em 2019 houve mais uma edição festiva acompanhando a Cascavel de Ouro, em novembro daquele ano, na qual os 50 carros (limite da pista) foram inscritos com cinco meses de antecedência, os participantes solicitaram uma edição extra antes disso e, na contramão da cronologia, outra edição foi realizada em Interlagos, em setembro/19, com 54 carros no grid.

A boa aceitação fez com que a Gold Classic, com chancela das federações de automobilismo do Paraná e de São Paulo, assumisse em 2020 status oficial de Campeonato Interestadual, e quem sabe para 2021 este campeonato não venha a abranger mais Estados da Federação.

A Gold Classic tem sete subcategorias, baseadas nas configurações técnicas de cada carro. A exigência primordial, válida para todas, é que os modelos de carros tenham fabricação de 1993 para trás.

O calendário original para 2020 previa quatro etapas, sendo três com duas corridas de 30 minutos, cada, e uma de longa duração, com duas horas.

A primeira etapa, dia 1º. agosto em Cascavel, teve 30 carros, e a segunda etapa, dia 11 de outubro em Curitiba, teve 54 carros inscritos (largaram 52).

A etapa final, dia 28 de novembro em Interlagos, tem 62 carros inscritos (limite da pista) e outros 18 na fila de espera.

Todas as edições da Gold Classic tiveram transmissão ao vivo na internet com geração de imagens da Master/CATVE, Algumas edições tiveram também transmissão de TV, ao vivo (Rede Cultura do Paraná) ou em VT (National Sports Channel e programa “Velocidade Máxima”, que é distribuído a várias emissoras de sinal a cabo).

 

Por, Marcelo Servidone, Dr., CEO Grupo Servidone

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Colunas Marcelo Servidone | Automobilismo

Fórmula 1 no Rio de Janeiro, mais um capítulo!

O primeiro passo para que o Rio de Janeiro sedie o GP Brasil de Fórmula 1 se dá por ter um local apropriado para tal, e desta forma optou-se pela construção de um novo autódromo que atenda as exigências de estrutura e tecnologia impostas pelo milionário mundo das corridas.

Antecipando-se a construção do autódromo propriamente dita, a Secretaria de Esportes do Rio de Janeiro aprovou o projeto para a realização da prova por dez anos, autorizando captação do montante de R$ 302 milhões de reais em incentivos fiscais para o GP Brasil de F1 em 2021 e 2022.

O projeto é visto como trunfo para substituir a etapa Paulista que ocorre em Interlagos de forma ininterrupta desde 1990, e tem um orçamento que gira em torno de R$800 milhões e local definido na região de Deodoro, bairro do Rio.

Entretanto, o consórcio Rio Motorpark, responsável pela administração das obras do futuro autódromo, se depara com um grande impasse ambiental, visto que o local escolhido é uma das últimas reservas da Mata Atlântica na cidade, abrigando mais de 200 mil árvores. O consórcio que assinou contrato com a prefeitura do Rio, tentará negociar com os órgãos ambientais uma compensação de impacto com o replantio de 700 mil árvores e políticas de neutralização de carbono.

Diversos movimentos em pró da conservação da Floresta de Camboatá fazem forte pressão contrária ao desmatamento para construção do novo autódromo.

No entanto, tudo isto ainda é uma grande incógnita e uma “novela” de diversos capítulos, visto que, a F1 ainda não divulgou o calendário de corridas para 2021, e nos bastidores cogita-se que talvez o Brasil não faça parte do calendário do campeonato mundial.

Em meio a tudo isto resta torcemos para que o melhor seja feito para o meio ambiente e o desenvolvimento da cidade maravilhosa.

Por, Marcelo Servidone, Dr., CEO Grupo Servidone