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Benefício do INSS precisa ganhar agilidade para honrar o nome

 

Quem tem dependido do INSS, principalmente neste momento de pandemia, não aguenta mais tanta demora na hora de receber o benefício, de estar “em análise” o tempo inteiro. Algo que é direito da população brasileira, não pode ser tratado como um favor e ser solucionado ‘a hora que der’. No mês de janeiro, novos valores e datas de pagamentos serão concedidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para quem recebe aposentadorias, BPC e o auxílio doença, as atualizações já estão valendo.

O INSS firmou um acordo com o Ministério Público Federal (MPF), por meio do qual assume o compromisso de reduzir os prazos das análises e das concessões previdenciárias e assistenciais. Os novos prazos deverão entrar em vigor após seis meses da homologação do acordo judicial pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste acordo, o INSS deverá se concentrar para concluir os processos administrativos de acordo com a espécie e o grau de complexidade do benefício. Por exemplo, o INSS terá até 45 dias para finalizar a análise dos requerimentos de auxílio-doença, 60 dias para pensão por morte e 30 dias para salário-maternidade.

Conforme informações do presidente do INSS, Leonardo Rolim, o acordo se trata de um avanço notório, que indica que realmente é a melhor solução para o cidadão, à medida em que terá os benefícios garantidos dentro de um prazo consideravelmente razoável. Na oportunidade ele ainda destacou que o acordo provém de um trabalho em conjunto com ambos os órgãos e afirmou que o INSS tem adotado uma série de medidas auxiliares para acelerar o acesso aos benefícios.

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EXALTA lança single com participação de Jorge Aragão

 

Nesta quinta-feira, 14 de janeiro, o grupo EXALTA lança nas plataformas e rádios de todo o Brasil o single “Retrato Cantado de Um Amor” com participação especial do cantor Jorge Aragão.  OUÇA AQUI!

A música é uma releitura da obra de autoria de Adilson Bispo e Zé Roberto, e pode ser considerada um dos clássicos do Samba / Pagode, e foi grande sucesso nacional no ano de 1986. Em novembro daquele mesmo ano começava uma nova formação do Grupo EXALTASAMBA, cuja maioria dos integrantes se manteve até fevereiro de 2012, quando alguns deles optaram por seguir em carreira solo.

Em 2021 essa história completará 35 anos, e para dar início às comemorações, o EXALTA (assim denominado a partir de janeiro de 2017) e que conta com os integrantes remanescentes da formação original de 1986: Thell e Brilhantina, somados aos dois atuais intérpretes Jeffinho e Italo Magrão, resolveu convidar “O MESTRE, JORGE ARAGÃO” para participar desse novo single.

“Para mim, nascido e criado nos Altos da Favela da Serrinha, foi a maior emoção de minha vida até aqui, poder participar desse Single, junto com meu Ídolo maior no Samba, o Mestre Jorge Aragão”, comemorou Ítalo Magrão.

“Retrato Cantado de Um Amor”, teve sua produção audiovisual, divididas entre São Paulo e Rio de Janeiro em função da Pandemia da Covid-19 e contou com Arranjos de Base de Jota Moraes, a Direção Executiva de Brilhantina e a Direção de Produção Musical de Naldo de Souza, que também atua com a equipe da Cantora Paula Lima.

“Somente a Alegria de estar participando, mesmo à distância de uma canção com o Mestre Jorge Aragão, poderia acalantar as saudades da presença do público nos finais de semanas, nas dezenas de Rodas de Samba que participei no Parque de Madureira ou da presença e participação das milhares de pessoas que tem acompanhado nos Shows do EXALTA pelo Brasil, nos últimos anos.”, afirmou Jeffinho

O grupo já havia disponibilizado o videoclipe oficial no YouTube. Confira o vídeo. 

Embora o EXALTA originalmente tenha sido considerado um grupo musical de natureza Paulistana, a presença de dois intérpretes cariocas: Jeffinho e Magrão, nascidos e criados no bairro de Madureira no Rio de Janeiro, trouxe um novo conteúdo ao grupo, porém sem descaracterizar musicalmente sua essência histórica.

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Falta água e competência

 

Parece incrível que, em pleno século 21 e em meio a  uma pandemia, a população do Rio de  Janeiro, uma cidade que e patrimônio mundial, é obrigada a conviver com a falta d’água. A Cedae levou um mês para resolver a questão da troca de uma peça quebrada na Elevatória do Lameirão. Foram 30 dias em que vários bairros e ainda a cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, tiveram que encarar a falta de um serviço essencial.

De acordo com a Cedae, o motor de 35 toneladas foi instalado na galeria de bombas da elevatória, localizada a 64 metros de profundidade. O equipamento tem a função de bombear água a uma altura de até 120 metros, criando a pressão necessária para iniciar o processo de distribuição. O problema , agora resolvido, fez com que a elevatória funcionasse com 75% da capacidade desde 14 de novembro.

E desde essa época, a população precisava recorrer a carros pipas ou simplesmente se contentar em não lavar louça e fazer a higiene básica cotidiana, exatamente no momento em que o contágio por conta da covid-19 está em alta do estado. As contas que a companhia envia, aliás, continuaram chegando perfeitamente. Muitos já haviam recebido – e pago – a de janeiro de 2021.

Fica a questão: é inconcebível levar tanto tempo para resolver problemas que manutenção e boa gestão antecipariam. Falta sempre informação e suporte também. Foi preciso a imprensa gritar para que a companhia passasse a avisar um dia antes que bairros haveria falta d’agua.

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No Banquinho da Paciência: Mau funcionamento das escadas rolantes no RJ

Uma ferramenta criada para facilitar a locomoção das pessoas e contribuir para a acessibilidade, a escada rolante tem sido um problema para moradores do Rio de Janeiro. Isso porque muitas delas se encontram paradas e em péssimo estado de manutenção. Muitos usam as escadas no dia a dia, até para ter um acesso mais fácil nas estações de trem.

Relatos de alguns moradores de Madureira apontam para um descaso em relação à manutenção das escadas no local. No Méier, a escada está sempre enguiçada, não tendo uma solução definitiva para o problema. Em Bangu, as pessoas tiveram que esperar mais de um ano pelo conserto do equipamento eletrônico que leva até as bilheterias da estação da SuperVia, facilitando a travessia para o outro lado da linha férrea. As escadas rolantes para pedestres cruzarem a linha férrea e os dois elevadores para deficientes físicos foram instalados durante as obras do Rio Cidade e inauguradas em 2002. O programa revitalizou o centro comercial de Bangu. A obra custou, na época, à prefeitura, R$ 22 milhões.

Diante de tantos problemas em relação às escadas rolantes, que são necessárias para o transitar e a acessibilidade da população carioca, o que se espera da prefeitura do Rio de Janeiro é o mínimo de respeito e serviço a todos os moradores do município. E a sociedade precisa continuar cobrando os seus direitos.

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Em análise

Completando quase 5 meses de quarentena é inadmissível, assistir diariamente o cotidiano de milhares de brasileiros, ainda nas filas para receber a primeira parcela do auxílio emergencial. Um benefício criado polo governo federal, cujo objetivo principal era matar a fome da população durante a pandemia, virou um pesadelo para muitos.
O projeto anunciado em março, atenderia cerca de 65 milhões de brasileiros, porém até o momento, ainda existem 850 mil trabalhadores informais e desempregados aguardando informações e justificativas pelos mais variados erros no sistema. Para muitos, o processo ainda continua em análise ou inadimplência, no cadastro, que por muitas vezes é improcedente.
Por outro lado, 620 mil brasileiros receberam indevidamente o auxílio, dentre eles 400 mil funcionários públicos. Outra parte, eram militares, presidiários e brasileiros que moram no exterior.
Na quarta-feira (22), o governo anunciou que excluiu do auxílio emergencial 565 mil pessoas. Na lista estão presos e brasileiros que moram no exterior. O grupo de quem recebeu indevidamente tem quase 400 mil funcionários públicos.
Em 22 de julho, foi liberado o pagamento da 4ª. Parcela, que muitos ainda almejam receber a primeira. A falta respeito com o cidadão, ultrapassa todos os limites da ética e da cidadania. A fome tem urgência para , centenas, milhares que além de não estarem nos cálculos da estatística do país, continuarão passando despercebidos e sofrendo na pele, todas as inconsequências das políticas de governo do Brasil, que busca favorecer somente aos bilionários esquemas de corrupção, liderados por meia dúzia de políticos influentes do país.

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Da água fedorenta à inocência da geosmina

Da Redação

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram essa verdadeira novela.

A crise do abastecimento acabou por derrubar o então presidente da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) e virou vitrine para o governador defender novamente a venda da empresa a preço de banana.

Na época, o governo colocou a culpa na geosmina, um composto orgânico amplamente conhecido pelo agradável cheiro de terra molhada. Mas algo não cheirava bem nisso, e não era somente a água. E, em 10 de fevereiro, a Fiocruz avaliou que era necessário e urgente o planejamento de longo prazo da gestão das águas do Rio Guandu e de medidas de contingência e segurança da água, orientadas pela proteção da saúde da população, incluindo o sério enfrentamento da ocupação territorial na bacia do manancial e do controle da poluição das várias fontes existentes, inclusive a praticada pelas indústrias.

Agora em junho, pesquisadores do Instituto de Microbiologia da UFRJ divulgaram uma análise feita na Bacia do Rio Guandu. O estudo chegou à conclusão de que o gosto ruim e o mau cheiro na água não foram provocados pela geosmina. A pesquisa, realizada durante três meses, aponta forte presença de esgotos doméstico e industrial na água do do rio. O documento chama a atenção que a presença de micro-organismos “potencialmente patogênicos e tóxicos na água bruta e no manancial é um alerta para a necessidade de monitoramento dessas águas”.

Tanto a Fiocruz quanto a UFRJ nos apontam o mesmo caminho: cuidar do meio ambiente. Mas, até que todos façam isso, sejam governantes, empresários e população, haja paciência!

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Incompetência até quando?

Por falha do Governo, a escassez dos testes para detecção do novo coronavírus entra numa longa polêmica. Segundo informações de funcionários da saúde, pacientes que falecem na rede pública não passam por autópsia.

Outro fato curioso, é a norma de lançar covid-19, em todos os atestados de óbitos desde o final de março, elevando assim, a estatística e gerando uma informação contraditória.

O mundo ainda permanece em estado de alerta, tamanha gravidade da pandemia, porém, o descaso do governo carioca é grave. Além da falta de medicação para pacientes internados, faltam também itens básicos para os funcionários. Máscaras, aventais, luvas, tudo.

Já não bastasse a incompetência administrativa, ainda somos obrigados a ver tamanha crueldade com os profissionais da linha de frente. Até hoje, mais de 2,2 mil profissionais foram afastados por suspeita de contaminação e mais de 25 médicos vieram a óbito.

Salários atrasados, abandonados e lutando para salvar vidas, esses são os verdadeiros heróis na luta pela pandemia. É triste ver o sistema de saúde sendo dilapidado por governos despreparados e corruptos.

 

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E agora, quem poderá nos ajudar?

Da Redação

Largados à própria sorte! Assim estão milhares de brasileiros que precisam e dependem dos bancos públicos para sacar o auxílio emergencial, dar entrada em seguro-desemprego, sacar Bolsa Família, aposentadoria e outros benefícios. As filas mostram o desespero das pessoas que contam com este valor simbólico para sobreviverem em meio à pandemia. Cadê os governos estaduais e municipais quando o povo mais precisa? Eles lavaram as mãos e fecharam os olhos para este descaso e a realidade é que a população está sofrendo nas ruas, pois o que já era difícil ficou ainda pior.

O Estado e Prefeituras poderiam colaborar mais com os bancos públicos na organização das filas e reforçando a segurança das agências, com a polícia, pois os tumultos vêm colocando as vidas das pessoas e dos próprios bancários em risco. Outra medida que poderia minimizar estes problemas é a participação dos bancos privados com relação ao pagamento do auxílio emergencial e, assim, diminuir as filas. Mas infelizmente eles não estão dando a mínima para os cidadãos, que estão sem saída.

Além de toda esta difícil situação, uma parcela significativa da população que depende desta ajuda não sabe usar a tecnologia para pedir o auxílio. Outras não possuem acesso à internet, celulares ou computadores. As milhões de solicitações no aplicativo Caixa Tem paralisam tudo e dificultam o acesso às informações. A alternativa é ficar durante a madrugada para tentar conseguir. Mas enquanto estas dificuldades não são resolvidas, haja paciência!

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Pense no próximo: use máscaras!

Por Franciane Miranda

Especialistas da área da saúde já vinham alertando que o uso das máscaras de proteção é crucial para evitarmos a disseminação da covid-19 e de outros vírus. Mas, infelizmente, uma grande parcela da população ainda não se conscientizou da importância do seu uso. Mais que uma forma de higiene, a medida é considerada essencial e uma forma de respeito à vida do próximo.

O seu uso é tão fundamental quanto manter a higienização das mãos. No dia 18 de abril, o prefeito Marcelo Crivella publicou no Diário Oficial do Município um decreto que torna obrigatório sair às ruas com o acessório. Mesmo assim, muitas pessoas parecem continuar incrédulas sobre o alto grau de letalidade da covid-19, pois continuam circulando sem elas. A atitude irresponsável coloca em risco a vida de muita gente.

Todos sabem que a distância, a quarentena e o isolamento são necessários para combater o vírus, mas a falta de bom senso fez a Prefeitura do Rio de Janeiro criar um disk aglomerações, para evitar que as pessoas fiquem juntas. O mais inacreditável é que as milhares de mortes ao redor do mundo não são suficientes para alguns respeitarem as regras e recomendações dos especialistas. Não entenderam ainda que é preciso respeitar o espaço do outro!

Devemos ter a consciência que é uma responsabilidade individual proteger quem está ao nosso lado, pois esse é um dos deveres que precisamos assumir por vivermos em coletividade. O mais lamentável é que muitos cidadãos ainda não têm esta iniciativa de cuidar do semelhante. Enquanto essas pessoas não se preocupam com a vida dos outros, haja paciência!

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Calçadas: o prejuízo não é meu

Por Franciane Miranda

Quem caminha pelas ruas do Rio de Janeiro conhece o problema crônico das calçadas. Em muitos bairros estes espaços públicos estão esburacados, remendados, malconservados e precisando de reparos. Um perigo para quem anda distraído, pois as famosas pedras portuguesas quando não estão bem fixadas são uma ‘verdadeira pedra no sapato’. Caminhar olhando para o chão ou com tênis confortável são boas ideias para diminuir os riscos, mas não é a solução. Os buracos nas calçadas não são os únicos problemas: a falta de conservação acarreta danos mais sérios, pois como já aconteceram muitas vezes, vários pedestres se machucaram de forma grave. Eles acabam se tornando uma verdadeira armadilha, principalmente para os idosos, deficientes e cadeirantes.

Não podemos nos acostumar e aceitar este tipo de situação, pois temos o direito de circular em ruas que nos ofereçam segurança. Mas, afinal, de quem é a obrigação pelo conserto? De acordo com a Lei número 1.350, de 1988, “a responsabilidade pela limpeza, conservação ou construção das calçadas será do condomínio, do proprietário do imóvel ou do terreno”. Por outro lado, a falta de fiscalização por parte do poder público agrava a situação. Em vários locais, elas seguem abandonadas, esperando a boa vontade do proprietário ou dos órgãos competentes em cobrar do responsável a manutenção imediata do local.

E quando ocorre um acidente grave, quem fica com o prejuízo? Nestes casos, você pode acionar a Justiça, que vai analisar o incidente e julgar de quem é a responsabilidade por todo o prejuízo sofrido pelo pedestre. Cabe uma ação indenizatória contra o proprietário ou Município, principalmente quando a pessoa sofrer danos materiais, seja com medicamentos, tratamentos ou cirurgias, para que ocorra o reembolso pelos gastos que ocorreram durante o processo de recuperação do paciente. Cabe também uma ação indenizatória por dano moral, que é uma forma de reparação por todo o sofrimento e dor que a pessoa sofreu.

Devemos como cidadãos fiscalizar, cobrar e exigir melhorias de um espaço que é de todos nós. Mas, enquanto este problema persistir, haja paciência!

Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro/Divulgação