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Notícias do Jornal Turismo

Lazer ao ar livre no Rio

 

O Rio de Janeiro é uma das poucas cidades do mundo que conseguem combinar natureza, arquitetura, história e descontração. A cidade é um destino que oferece muitas opções de lazer ao ar livre e é uma ótima alternativa para seus visitantes e moradores nesse momento de pandemia e para o feriado de Carnaval, que, neste ano, precisará ser sem muito confete, serpentina e aglomeração.

“O Rio reúne a beleza natural do relevo com obras arquitetônicas de renomados artistas reconhecidos mundialmente e muitas se tornaram icônicas, como o hotel Copacabana Palace, a calçada desenhada de Copacabana, os Arcos da Lapa, os Arcos do Sambódromo, e o mais recente museu MAR (que mistura na sua fachada o antigo, arquitetura do tempo do império, com a moderna cobertura em forma de ondas).  Sem esquecer do Museu do Amanhã (moderno museu do famoso arquiteto espanhol Santiago Calatrava) na zona portuária da cidade do Rio”, detalha Amanda Pereira, diretora da agência Viagem Top Tour.

O Rio oferece opções para todos os gostos e numa simples caminhada na zona sul ou no Centro, por exemplo, moradores e visitantes podem encontrar ótimos locais de passeios, compras e gastronomia.  “Andar pelas ruas da cidade do Rio é perceber como um ambiente nativo pode viver em harmonia com a construção civil. É possível, e o Rio de Janeiro prova isso!”, explica Amanda,  especialista em planejamento, organização de roteiros personalizados de viagens.

A Cidade Maravilhosa é sempre lembrada como acolhedora e de gente muito simpática e isso cativa, sobretudo turistas estrangeiros.  “A diversidade e a combinação de estilos estão presentes tanto no ambiente quanto no jeito carioca de ser. Todos os estilos estão presentes nas ruas cariocas. Gosto de destacar o jeito singular do carioca da gema. Um perfil de pessoa que na maioria das vezes escolhe por ser acolhedor e informal. Carioca fala com todo mundo e é muito solidário. Sabe que a vida é para ser vivida e usufrui do melhor da sua cidade. Está sempre em busca de entretenimento ao ar livre em todas as estações”, explica a especialista.

Locais imperdíveis no Rio de Janeiro para aproveitar durante a pandemia:

Passeios ao ar livre – O Rio tem 14 parques naturais municipais que valem um passeio para um caminhada ao ar livre. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smac) vem recomendando e incentivando o uso dos parques naturais pela sociedade, pois frequentar áreas verdes é sinônimo de mais qualidade de vida e saúde mental. “Destaco o Parque da Chacrinha em Copacabana, é um oásis de mata nativa. Esse lugar é indicado para passear, principalmente para quem vai com crianças, devido a um playground com brinquedos infantis”, indica Amanda.

Fazer piquenique – estão permitidos os piqueniques na cidade , mas é fundamental que todos sigam as regras de distanciamento, higienização e usem máscaras. Os parques, como Darke de Mattos, em Paquetá, funcionam de terça-feira a domingo, das 6h às 17h. Para aproveitar os locais com segurança, a temperatura dos frequentadores está sendo medida nos acessos a áreas fechadas, como centros de visitação.

Espaços culturais – Há muitas opções históricas na cidade que valem a visita. Uma delas é o belo jardim da Casa de Rui Barbosa, que fica em Botafogo, zona sul carioca, é frequentado por famílias que buscam aproveitar o sol da manhã. Esse é um lugar calmo e convidativo para um passeio tranquilo no intuito de conversar e relaxar.

“O local foi a residência do jornalista, jurista, diplomata e orador Rui Barbosa. Hoje, o Museu é composto por decoração e mobília original e muitos objetos da família. Além de uma magnífica biblioteca com um acervo de mais de 22 mil títulos que inclui arquivos originais de Rui Barbosa. Atualmente as visitas são mediadas e precisam ser agendadas, mas vale a pena conhecer!”, dá a dica Amanda.

Fotos: Reprodução

 

 

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Mundo Notícias do Jornal

Michelle Obama terá série infantil na Netflix

 

Por: Alan Alves

 

Atração de 10 episódios vai ensinar dicas de alimentação para a criançada, a partir de 16 de março

 

A ex-primeira dama americana Michelle Obama estará de volta à Netflix. Ela vai comandar uma série educacional infantil sobre alimentação saudável, com previsão de estreia no dia 16 de março na plataforma.

Estrelada e produzida por Michelle, em parceria com o marido, o ex-presidente Barack Obama, a série vai se chamar Waffles + Mochi (bolinho de arroz famoso na culinária japonesa), que serão os nomes dos bonecos que vão estar com ela na atração.

A série terá 10 episódios que pretendem ensinar várias dicas para a criançada. Michelle Obama usou o Instagram e o Twitter para compartilhar a novidade.

“Isso é algo em que venho trabalhando há algum tempo e estou muito animada para finalmente poder contar a vocês sobre isso. Permita-me apresentar dois novos amigos meus: seus nomes são Waffles e Mochi. É tudo uma questão de boa comida: descobri-la, cozinhá-la e, claro, comê-la. Esses dois nos levarão a aventuras por todo o mundo para explorar novos ingredientes e experimentar novas receitas”, explicou.

Ela disse que o objetivo é promover uma extensão de seu trabalho para apoiar a saúde das crianças, atividade que fazia quando era primeira-dama, entre 2009 e 2017. “As crianças vão adorar, mas sei que os adultos também vão dar muitas risadas – e algumas dicas de cozinha”, afirmou ela.

A ex-primeira dama disse que sentia falta de um programa como esse e que a ideia também é levar alegria para as pessoas durante a pandemia. “Gostaria que um programa como este existisse quando minhas filhas eram pequenas. Eu também sei que este é um momento difícil para tantas famílias, e estou esperançosa de que este show delicioso possa trazer um pouco de luz e risos para lares em todo o mundo”.

Ainda no post, Michelle disse que o projeto foi idealizado também para ajudar pessoas carentes. “Como parte do compromisso do programa em ajudar as famílias durante a pandemia, estamos trabalhando com nossos parceiros da Partnership for a HealhierAmerica para fornecer ingredientes frescos às famílias necessitadas em todo o país para que possam cozinhar juntas em casa”.

Michelle e Barack Obama assinaram, em 2018, acordo com a Netflix para produzir conteúdos para a plataforma. Em 2020, um documentário seguiu passos da primeira-dama durante uma turnê mundial de lançamento do seu livro de memórias, intitulado “Becoming” (“Minha história”, em português). No ano anterior, o casal lançou o documentário “Indústria Americana”, que levou o Oscar de 2020 como melhor trabalho da categoria.

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Carlos Augusto | Opinião Notícias do Jornal

O fim da Lava Jato será a vitória dos corruptos

 

Mesmo sob fortes ataques da banda podre do Congresso – leia-se Câmara e Senado -; do Judiciário – leia-se ministros do STF “Deuses do Olimpo”; dos empresários corruptos – leia-se Odebrecht, Oas, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Petrobrás, Transpetro, Complexo Petroquímico do RJ, Refinaria Abreu e Lima, JBS, entre tantos outras, ai incluindo alguns setores dos veículos de comunicação, a Operação Lava Jato desnudou, em parte, o domínio operacional montado há vários anos de um sistema corrupto, envolvendo diversos setores do Estado e empresarial, para se locupletarem do erário público.

As “forças” contrárias à Lava Jato, aproveitando-se dessa pandemia provocada pela Covid-19, estão agindo a pleno vapor para pôr fim a todas as ações da Operação, sabedores de que a sociedade,  o povão, encontram-se com suas baterias voltadas para uma solução imediata para pôr fim a esse vírus que já levou a óbitos mais de 200 mil cidadãos.

Corruptos e corruptores aproveitam-se desse momento bastante difícil para toda a sociedade e desferem um violento golpe contra à Lava Jato e contra a sociedade que estava esperançosa de uma mudança radical em nosso país em virtude da “Operação Lava-Jato.

O desmonte da Lava Jato começou com várias decisões dos Congressistas, ao aprovarem medidas jurídicas contra as prisões em segunda instância, como as decisões de um dos Ministros do STF, libertando diversos político e empresários corruptos, e até marginais de alta periculosidade no caso do Ministro Marco Aurélio, que libertou o André do Rap e mais 80 delinquentes.

Já o Procurador-Geral da República, Augusto Aras crítico contundente da Força-tarefa, requisitou investigações contra os procuradores em Curitiba. Para Aras “bandido vira mocinho e mocinho vira bandido”. Ele também não poupou críticas à estrutura do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), que substituiu a Força-tarefa.

Em outro ataque frontal à Lava-Jato, os “Deuses do Olimpo”, aprovaram o acesso do ex-presidente Lula às mensagens trocadas entre os procuradores da Lava-Jato e o então juiz Sérgio Moro. Nos discursos dos Ministros favoráveis a liberação das mensagens, se observa a nitidamente a inversão de valores. Todos foram críticos aos diálogos entre os Procuradores e Sérgio Moro, mas não se viu nenhuma crítica à corrupção operada pelo ex-presidente que ocasionou o rombo sem precedente ao erário público.

O Presidente da República Jair Bolsonaro, em sua campanha política, exaltou as conquistas da Lava-Jato e prometeu ampliar as ações das operações contra a corrupção, no entanto, indicou Augusto Aras – que é contrário à Lava Jato – para Procuradoria Geral da República e, recentemente, o Juiz Nunez Marques para ocupar a vaga de ministro. E ele votou a favor da liberação do acesso do ex-presidente Lula às mensagens trocadas entre os procuradores.

A pressão contra a Lava Jato continua a pleno vapor. Forças que agem e manipulam pela via judicial, extremamente favorável, não poupam esforços junto ao judiciário para fazer valer seus interesses escusos. Até mesmo o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) está imbuído de golpear a operação Lava Jato, quando, atendendo uma representação do presidente do STJ, Humberto Martins (eles são imexíveis), sob uma suposta investigação patrimonial desses “Deuses do Olimpo”, abriu uma investigação disciplinar com prazo de 10 dias para que os ex-integrantes da força tarefa da Lava Jato apresentem esclarecimentos..

Ao que parece, se depender de setores dos poderes da República, resguardando raras exceções, os mocinhos serão execrados e os bandidos do “colarinho branco” permanecerão impunes, metendo a mão no erário público, principalmente da Saúde, conforme estão fazendo nessa pandemia, e tudo terminará em pizza.

A única certeza que temos é que somente a pressão popular pela ética, pela punição e prisão dos corruptos, vai fortalecer as ações a favor da moralidade institucional que toda sociedade almeja.

 

CARLOS AUGUSTO(Carlão)

Sindicalista, advogado e jornalista – MTb 38577RJ

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Cinema Cultura Notícias do Jornal

Doutor Hipóteses dribla a solidão na pandemia

 

Doutor Hipóteses − uma alma perdida na pandemia, filme do cineasta e ator Vicentini Gomezfoi, convidado especial e um dos destaques do festival de Alter do Chão , no Amazonas,  que aconteceu em dezembro e por conta da pandemia foi realizado em formato online. A produção ultrapassou a marca de 11 mil visualizações e o site do festival continua sendo visitado por cinéfilos do mundo inteiro.

Vicentini Gomez, além de escrever, dirigir e produzir é o único interprete humano e entrega-se ao desequilíbrio passional  do tal Doutor Hipóteses em cenas que transcendem a normalidade a avança patologias outras. E tudo em um paralelo com a nossa realidade: o mundo em tempos de coronavírus.

Com a chegada da pandemia, condenado à reclusão e ao isolamento social, a mente inquieta e sufocado  pelo  enclausuramento, Doutor Hipóteses cria uma clinica com bonecos e começa a se relacionar com eles, num jogo de posse, amor, ódio e sedução que transcende a normalidade. Seria a loucura a solução para nossa solidão?

“Com todos os projetos suspensos por conta da pandemia, as leis de incentivo paradas, um vírus  que recicla todo o processo do comportamento humano…. O que fazer? O que inventar? Ficar em casa com tudo parado? A mente inquieta,a criatividade estocada e reclusa começou a pedir socorro. Lancei então um grito de ousadia: vou fazer um filme longa metragem”, conta Vicentini.

Ele revela que tomou por base um texto que usa em suas oficinas de interpretação: “Os malefícios do tabaco” de Anton Chekhov,  e o transformou  em fio inspirador do roteiro.  “Busquei referências de outras pandemias, em especial a gripe Espanhola, na primeira guerra mundial e comecei a escrever. Empolguei-me. Noites em branco, e finalmente o roteiro!”, comemora.

Para dar voz aos bonecos, Vicentini buscou  parceria com artistas de primeira grandeza como Fabio Saltini, Vanessa Goulart,Kiko Pissolato, Maximiliana Reis, Carla Masumoto, Miriam Palma, Rodrigo Dorado, Calixto de Inhamuns, Marcelo Galdino,  João D´Olyveira, Claudemir Santana, Cid Pimentel , Veridiana Carvalho, Dan Rosseto, Pedro Paulo Vicentini, Diaulas Ullysses, Matheus Cirilo, Noelle Nataly  e Giulia Maia.

A equipe de produção e direção formada por: Vicentini Gomez, Pedro Paulo Vicentini, Diaulas Ullysses, Hugo Caserta, Michel Vicentine, Claudemir Santana,  Rogério Leite e Noelle Nataly .

 Foto: Divulgação

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Música Notícias do Jornal

Todos os tons e sons de Sandra de Sá

 

São quatro décadas de carreira, muita história e muita música pra cantar É nessa pegada que acontece o “Sandra de Sá – Acústico”. Serão quatro apresentações em formato on-line (live), nos dias 19 e 26 de fevereiro,  05 e 12 de março, com transmissão no canal Verastar. O espetáculo do dia 26 de fevereiro trará ainda uma atração extra: um bate-papo e Sandra de Sá com o público. Uma afetuosa contrapartida cultural porque a cantora, apesar do berço humilde, realizou o sonho de  tornar-se uma artista conhecida  e sua trajetória pode ser incentivo àqueles que almejam realizar desejos que poderiam parecer inatingíveis.

Sandra  é um desses casos raros  que não encontram similares na música brasileira por conta de sua personalidade, potência vocal invejável, e timbre ímpar e inconfundível.  “Acústico”, o novo espetáculo,  foi concebido como um presente para o público que a acompanha desde a consagração conquistada no FESTIVAL MPB-80, da Rede Globo. Recheado de hits,  é uma viagem no tempo . No roteiro musical, canções como “Dançando com a vida”, “Sozinha”, “Vale Tudo”, “Olhos Coloridos”, “Bye, bye Tristeza”,  “Soul de Verão”.

“Sandra de Sá – Acústico” integra a chamada emergencial de Premiação nº 01/2020  “Retomada Cultural RJ” – Lei Aldir Blanc, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (SECEC/RJ). E poderá ser visto pelo link: http://bit.Iy/VerastarProducoes.

Uma trajetória de sucesso

Cantora, compositora e instrumentista, Sandra não ultrapassou quatro décadas de sucesso por mero acaso. Vinda de uma família de músicos,  a artista ouvia de tudo na infância, adolescência, e frequentou alguns dos mais famosos bailes da periferia carioca. Esse mix de sons, ritmos e influências resultaram em uma obra única e apreciada por fãs de todas as idades, credos e cores. Do Brasil e exterior.

Aliás, De Sá,  que conquistou todas as principais premiações nacionais,sendo também indicada a um Grammy Latino. Ano passado, disputando com outros compositores célebres,  teve a honra de ver seu samba-enredo  campeão e de atravessar a Marquês de Sapucai  com a  Mocidade Independente de Padre Miguel, escola que homenageou Elza Soares.

Foto Raissa Forte

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Diário do Rio Entrevistas Notícias do Jornal

Plataforma gratuita criada por brasileiros ajuda na busca por emprego

Daniela Lana e Gregório Salles desenvolveram a plataforma online. (Foto: Divulgação)

Dois brasileiros que vivem na Austrália criaram uma plataforma digital gratuita que ajuda na busca por emprego e promove inclusão financeira e economia colaborativa, para amenizar os impactos da pandemia. A startup, chamada de “RestartUs – Recomeçando Vidas”, já iniciou sua fase de pré-cadastro no Brasil.

Inspirada em modelos como o do LinkedIn e já presente na Austrália, Portugal, Estados Unidos e Angola, a plataforma promoverá, em sua primeira fase, vagas de emprego, desenvolvimento de pequenos negócios e acesso a conteúdo de capacitação gratuito para a população carente.

Usuários, empresários e parceiros podem fazer o pré-cadastro no site: www.recomecandovidas.com.

Daniela Lana (fundadora e cientista social)

Uma das idealizadoras do projeto é a cientista social Daniela Lana, ex-sargento feminina da polícia militar brasileira. Ela faz questão de enfatizar que a plataforma não tem caráter exclusivo, mas sim inclusivo.

“Qualquer pessoa sabe que ali é um lugar sem julgamentos ou preconceitos, seja um jovem desempregado da periferia, uma pessoa de baixa renda querendo começar um pequeno negócio, uma mãe solteira com problemas financeiros, ou até uma empresa querendo contratar trabalho remoto, por exemplo”.

Para as próximas fases de lançamento da plataforma estão previstas soluções de apoio financeiro baseado no modelo Fintech e Blockchain, além de uma solução de Marketplace que facilitará a empreendedores e autônomos oferecerem seus serviços e produtos a toda a comunidade da plataforma. Para isso, a empresa está buscando atualmente investidores sociais e parcerias estratégicas.

Estudos conduzidos pela própria startup mostram que das cerca de 4,6 bilhões de pessoas atualmente conectadas na internet pelo mundo, mais de 3 bilhões não têm acesso a oportunidades de emprego e educação online.

Para mudar essa realidade, a ideia é usar os recursos de inteligência artificial, Blockchain, realidade virtual e Internet das Coisas (IoT) como facilitadores da transformação, inclusive em áreas que não têm acesso à internet.

A empresa também idealizou um programa de recompensas para o aumentar o engajamento dos participantes.

“Criamos um sistema de pontos que irá recompensar todos os envolvidos, que se ajudam mutuamente como em um videogame da vida real, elemento crucial para engajar os mais jovens também. Pretendemos ampliar a inclusão digital com parceiros de setor Telecom, já que a falta de um pacote de internet suficiente é a reclamação mais recorrente do grupo social que estamos beneficiando na plataforma”.

Gregório Salles (fundador e empreendedor)

Um dos idealizadores do projeto é Gregório Salles, um empreendedor com vasta experiência em startups de inovação social e tecnologia. Ele diz que, assim como sua sócia no projeto, percebeu que as atuais plataformas online não engajam a população de baixa renda.

“Eles se sentem intimidados pela sua classe social, escolaridade e até o local em que residem. Um jovem que mora em uma comunidade do Rio de Janeiro ou na periferia de Fortaleza muitas vezes precisa esconder de seu empregador o bairro onde vive, um fenômeno também recorrente na maioria dos países emergentes. Mesmo na Oceania e América do Norte, por exemplo, trabalhadores são rotulados por raça, sobrenomes estrangeiros ou até condições de saúde. Fora aqueles que tiveram algum problema com a justiça no passado,e acabam marcados e excluídos. São muitas famílias afetadas. Não resta mais lugar para isso no atual cenário global em que a força de trabalho e o empreendedorismo vão formar a matriz determinante para os países superarem a crise e seguirem crescendo com mais igualdade”.

Ainda conforme Salles, um levantamento da empresa apontou que cerca de 45% das empresas sofre com falta de mão de obra, seja qualificada ou não, e que falta entre as grandes empresas de tecnologia uma que seja voltada para o verdadeiro impacto social, com o intuito de mudar essa realidade.

“Nossa plataforma agiliza o caminho que conecta as duas pontas, para que os dois lados saiam ganhando num grande cardápio de recompensas. Ofereceremos também um conteúdo educacional gratuito que ajuda esses candidatos, por exemplo, preparando-os para o momento da entrevista, ou os fazendo conhecer um museu com óculos de realidade virtual. O que queremos é a realização pessoal de cada um que usa a plataforma, nos comprometendo a investir a maior parte do nosso lucro na realimentação desta rede de treinamento e desenvolvimento de capital social”.

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Notícias do Jornal Social

RJ Alimenta já distribuiu um milhão de refeições

 

Biblioteca Parque Estadual, no Centro, é o novo ponto de entrega

 

O programa RJ Alimenta bateu a marca de um milhão de refeições servidas para a população em situação de vulnerabilidade social. Para celebrar esse momento, a Secretaria de Estado Desenvolvimento Social e Direitos Humanos assinou, em cinco de fevereiro, convênio com a secretária de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, para tornar a Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio, o novo ponto de entrega das refeições. O projeto, lançado ano passado por conta da pandemia, foi prorrogado por seis meses.

“A população do nosso Estado necessita urgentemente de comida, diversão e arte, e o convênio com a Secretaria de Cultura vai proporcionar o sonho deles, que é o nosso também”, enfatizou Bruno Dauaire, secretário de Desenvolvimento Social.

Durante a cerimônia realizada no novo espaço de distribuição de alimentos, foi servido um jantar especial, além de apresentações musicais, leitura de poesias e distribuição de livros. Todos os protocolos de segurança para prevenção à Covid-19 foram respeitados. “Essa parceria demonstra a vontade do Governo do Estado de atender todas as pessoas em situação de vulnerabilidade”, destacou a secretária Danielle Barros.

O projeto oferece café da manhã, almoço e jantar, além de promover apresentações culturais e distribuição de livros Foto: Uanderson Fernandes

“Estamos vivendo um cenário muito difícil. O projeto não se limita apenas ao fornecimento de refeições. Temos uma equipe de educadores e assistentes sociais para fazer uma abordagem humanizada”, declarou Luiza Trabuco, superintendente de Segurança Alimentar e Nutricional,

 

Refeições e apoio durante a pandemia

 

O RJ Alimenta, uma parceria entre a Fundação Leão Xlll e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, visa resguardar uma das parcelas da população que mais sofreu com os impactos da pandemia. O projeto oferece, gratuitamente, café da manhã, almoço e jantar de segunda a domingo.

De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Leão Xlll, do total de pessoas que buscam pelas refeições do programa RJ Alimenta, 66,3% são homens e 32,5%, mulheres. Do total, 77,3% dos usuários afirmam ter outro local para almoçar, enquanto 22,7% não têm. Outro dado relevante é que 54,2% se apresentam como pessoas em situação de vulnerabilidade, enquanto 45,8% estão em situação de rua.

 

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Destaque Diário do Rio Meio Ambiente Notícias do Jornal O Rio que o Carioca Não Conhece

60 anos do Parque da Tijuca: Veja recantos ainda pouco explorados

Por Alan Alves

Encravado no coração do Rio de Janeiro e sob os pés do Cristo Redentor, o Parque Nacional da Tijuca completa 60 anos em 2021. O espaço detém o título de o mais visitado do país, recebendo cerca três milhões de pessoas por ano, mas alguns recantos no meio da floresta seguem ainda pouco explorados por brasileiros e estrangeiros.

O parque foi criado em 1961, inicialmente na área do Maciço da Tijuca (Paineiras, Corcovado, Tijuca, Gávea Pequena, Trapicheiro, Andaraí, Três Rios e Covanca) e depois, em 2004, incorporando também o Parque Lage, a Serra dos Pretos Forros e o Morro da Covanca. Hoje, com mais de 39 km², a unidade de conservação tem opções de diversão para todos os públicos, com áreas para piquenique, churrasco, voo livre, escalada, trilhas e outras atividades.

Parque é rico em cachoeiras. (Foto: Divulgação/ICMBio)

O parque foi implantado na área da Floresta da Tijuca, a primeira replantada do mundo e hoje uma das maiores florestas urbanas do planeta que além da beleza, ajuda no equilíbrio do clima — sua reserva tropical faz a temperatura da cidade ter o clima até 4 graus mais ameno, segundo especialistas — e contribui para a redução do nível de metais pesados no ar, sobretudo os lançados por veículos.

Recantos pouco explorados

O parque é rico em fauna e flora e dividido em três setores de visitação: Floresta, Pedra Bonita/Pedra da Gávea e Serra da Carioca, onde ficam o Corcovado e a estátua do Cristo Redentor, que completa 90 anos em 2021. Há acessos pela zona norte (Tijuca), zona oeste (pela Barra da Tijuca) e da zona sul (pelo Jardim Botânico e Gávea).

Muitas pessoas mal sabem que alguns recantos são tão belos quanto os pontos mais frequentados do parque e deixam de explorar esses espaços. Um deles é o Mirante da Guanabara, que possibilita visão privilegiada da Baía de Guanabara, Serra dos Órgãos, Região Central do Rio e da Ponte Rio-Niterói. O acesso se dá a poucos metros do Centro de Visitantes Paineiras, no Alto da Boa Vista.

Tucano no bico preto é um dos moradores da floresta da Tijuca. (Foto: Divulgação/ICMBio)

Pela Rua Amado Nervo, também no Alto da Boa Vista, é possível chegar a outro ponto de vista panorâmica: a Pedra da Proa. São 633 metros de altitude, com vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, das praias da Zona Sul, do Morro Dois Irmãos, do Corcovado e do Pão de Açúcar.

Outra boa opção é o Circuito das Grutas. Sao oito, com formações rochosas provenientes de deslizamentos por movimentos tectônicos. Entre elas está a Gruta dos Morcegos, com 22m de altura e mais de 100m de profundidade.

Para quem quer se refrescar, o parque oferece a tranquilidade da Cascata da Baronesa, que fica próximo ao Circuito das Grutas, e a Cascata do Engenho, com acesso por trilha a partir do Jardim Botânico. Nesse trajeto, também é possível acessar o Poço Temiminó, outro ponto para banho no parque.

Outros pontos a serem explorados sao a Cachoeira das Almas, o Pico da Tijuca, a Pedra do Conde, o Morro do Anhanguera, o Bico do Papagaio e o Lago das Fadas, todos no setor Floresta da Tijuca, a Estrada das Paineiras e a Mesa do Imperador, ambas no Setor Serra da Carioca.

A cuíca-lanosa é outra moradora da floresta. (Foto: Divulgação/ICMBio)

Visitações e restrições

Por causa da pandemia, medidas restritivas foram adotadas pela gestão do parque, entre elas a limitação do número de visitantes. No setor floresta, por exemplo, a capacidade foi reduzida para 1,5 mil pessoas por dia. No site do Parque Nacional da Tijuca, o visitante pode se informar sobre as regras e ainda sobre os horários de funcionamento.

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UERJ adia vestibular para 2 de maio

 

O Vestibular 2021 da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que estava marcado para acontecer em 28 de fevereiro, foi adiado para o dia 2 de maio. A instituição realizará uma prova única por causa da pandemia da Covid-19.

A universidade informou que a mudança na data do exame de todos os 46.209 já candidatos foi alterada automaticamente e que, futuramente, eles só precisarão escolher o curso em que desejam ingressar, bem como informar a opção pelo sistema de cotas.

A prova reunirá questões objetivas e a redação. Dois livros de literatura permanecem entre os conteúdos cobrados: “Triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, para a área de Linguagens da parte objetiva, e “1984”, de George Orwell, para a redação.

Conforme a UERJ, as mudanças no vestibular levaram em consideração o aumento de casos de Covid-19 no estado e têm como base um parecer da Comissão criada internamente para avaliar os riscos da pandemia no meio acadêmico.

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Diário do Rio Responde Notícias do Jornal

DIÁRIO DO RIO RESPONDE…

 

O que é o teletrabalho, trabalho remoto e home office?

João Mathias Souto, Ilha do Governador

DIÁRIO DO RIO – É a possibilidade de o empregado trabalhar fora das dependências da empresa. Teletrabalho e home office são institutos diferentes. O teletrabalho foi incluído na CLT pela reforma trabalhista de 2017, tem caráter mais permanente e procedimentos específicos. Já o home office é um procedimento mais temporário que precisa apenas da comunicação prévia do empregador, com 48 horas de antecedência.

 

Qualquer empregado pode ser colocado para trabalhar em home office?

Letícia Dantas, Sampaio

DIÁRIO DO RIO – Sim. Devido ao estado de calamidade pública já reconhecido pelo Congresso Nacional, e nos termos da Medida Provisória 927, qualquer empregado pode trabalhar em home office, desde que seja comunicado pelo empregador com antecedência de 48 horas.

É necessário celebração de aditivo ao contrato de trabalho?

Virgínia Albquerque Sá, Praça Seca

DIÁRIO DO RIO – Não, durante o período de calamidade pública e na vigência da Medida Provisória não há necessidade de acordo individual ou coletivo, nem alteração do contrato de trabalho.

 

De quem é a responsabilidade por fornecer os meios de trabalho?

Roberto Paulo Grisson, Copacabana

DIÁRIO DO RIO – Depende do que ficar acordado com o empregado. Caso a empresa forneça os equipamentos, deverá celebrar um contrato escrito, em até 30 dias após a determinação, para trabalho em home office. Havendo necessidade de reembolsar o empregado por despesas, a regra também deverá constar deste contrato escrito.

 

MATHEUS AUGUSTO LUNDBERG NEVES

Advogado

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