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Em 2020 quase 400 mil cestas de alimentos são distribuídas aos povos e comunidades tradicionais

Mais de 222 mil famílias são beneficiadas. Recursos para a ação superam os R$ 45 milhões

Com uma gestão humanizada, voltada para boa execução das políticas públicas, o Governo Federal encerrou o ano de 2020 investindo cerca de R$ 45 milhões para distribuição de cestas de alimentos aos povos tradicionais. O recurso permitiu direcionar os 401,6 mil mantimentos a mais de 222 mil famílias em todo o país.

O recurso vem do orçamento extraordinário, que é 100% destinado para o combate a insegurança alimentar e nutricional causado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Com esse aporte, Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNPIR/MMFDH) adquiriu cestas básicas para garantir que índios e quilombolas não saíssem dos locais onde vivem para buscar comida, evitando dessa forma, a proliferação do vírus.

Para a compra, armazenamento e distribuição de cestas de alimentos para os povos e comunidades tradicionais, especificamente indígenas e quilombolas, a SNPIR contou com o apoio de outros órgãos. Termos de Execução Descentralizada (TEDs) foram assinados com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Fundação Nacional do Índio (Funai). Também foram celebrados Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) com a Fundação Cultural Palmares (FCP) além da Conab e Funai.

Segundo dados consolidados pela SNPIR, o gasto com a execução de políticas públicas destinadas aos povos e comunidades tradicionais, além do valor do orçamento extraordinário, soma um montante superior a R$ 9,4 milhões. Com isso, a secretaria executou 95% do previsto para o ano de 2020.

Esse orçamento ordinário foi investido da seguinte forma: aproximadamente R$ 2,9 milhões foram destinados para aquisição de cestas básicas. Foram adquiridas e distribuídas 22,9 mil cestas para famílias quilombolas da Bahia. Os outros R$ 2,5 milhões foram utilizados para pagar indenizações de terras e regularizações fundiárias das comunidades quilombolas.

Outra importante política desenvolvida pela SNPIR é a equipagem dos Conselhos de Promoção da Igualdade Racial. Os kits de equipagem, como são chamados, contém veículos, computadores, smart tvs, bebedouros, caixas acústicas e refrigeradores. A iniciativa contemplou os estados de São Paulo (SP), Mato Grosso (MT), Acre (AC), Pará (PA), Alagoas (AL), Pernambuco (PE), Goiás (GO), Paraná (PR) e Santa Catarina (SC). O investimento foi de cerca de R$ 2 milhões. Também foram realizadas formalizações de convênios e termos de fomento para políticas afirmativas. O investimento foi também em torno de R$ 2 milhões.

“Com as ações realizadas pela SNPIR no ano de 2020, o compromisso com os Povos e as Comunidades Tradicionais foi reafirmado, mostrando que este Governo valoriza a vida e não deixa ninguém para trás em suas dificuldades e necessidades”, pontuou o recém nomeado titular da SNPIR, Paulo Roberto. “Pretendo trabalhar para que todos os brasileiros possam ter pelo menos o mínimo, para viver dignamente. Também para que as populações que não têm visibilidade possam ser contempladas com políticas específicas. O preconceito, a meu juízo, decorre da falta de conceito, ou seja, por vezes você discrimina por não conhecer. Vamos trabalhar no sentido de cumprir o mandamento constitucional de reduzir as desigualdades e combater o preconceito.”, disse.

Regularização de terras

Em 2019, a SNPIR investiu cerca de R$ 1,9 milhões em indenizações que beneficiaram cerca de 848 famílias quilombolas com 3.790 pessoas em 7 comunidades quilombolas nos estados do Ceará, Paraíba e Bahia.

Com os recursos destinados em 2020 (R$ 2,5 milhões), significa que houve um aumento de 36% em relação ao ano passado.

Esses recursos beneficiaram cerca de 994 famílias quilombolas e aproximadamente 4.980 pessoas, em 3 Comunidades Quilombolas nos estados do Maranhão (MA), Tocantins (TO) e Mato Grosso (MT), que com a regularização dos territórios quilombolas de Santa Rosa dos Pretos, na cidade de Itapecuru Mirim (MA), Kalunga do Mimoso, em Arraias (TO) e Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento (MT), terão acesso a todas as políticas públicas. Serão 3,6 mil hectares.

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Notícias Pelos Bairros Rio Social

IRB Brasil RE doa 14 toneladas de alimentos para comunidades do Rio de Janeiro

Ação, em parceria com o movimento União Rio, começou pelo Complexo do Chapadão, zona Norte da capital, e distribuirá mil cestas básicas, beneficiando 5 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social

Famílias do Complexo do Chapadão, conjunto de comunidades localizado em cinco bairros da zona Norte do Rio de Janeiro, foram as primeiras a receber hoje (18/12) alimentos doados pelo IRB Brasil RE à ação Rio Contra Corona, iniciativa do movimento União Rio. Ao todo, ainda nesta sexta-feira, 5 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social de 46 comunidades das regiões Norte e Oeste da capital e de municípios da Baixada Fluminense, como Japeri e Duque de Caxias, serão beneficiadas pelas mil cestas básicas destinadas pelo ressegurador ao projeto.

“A companhia tem um histórico de promover ações sociais no fim de ano. Por causa da pandemia, este foi um ano atípico, e a covid-19 impôs desafios sem precedentes para toda a sociedade. Nós, que atuamos no mercado de seguros e resseguros, temos o papel primordial de dar suporte à sociedade em momentos de incerteza. É isso que estamos fazendo ao contribuir para minimizar a vulnerabilidade dessas famílias no fim de ano”, afirma a gerente de Marketing e Comunicação do IRB Brasil RE, Daniele Sibucs, lembrando que a empresa também está incentivando a doação direta dos colaboradores ao movimento União Rio.

A ação Rio Contra Corona, que é gerida pelo Instituto Ekloos, Banco da Providência e Instituto Phi, visa minimizar os impactos causados pela covid-19 por meio da arrecadação e distribuição de alimentos e itens básicos de higiene e limpeza. Entre os alimentos não-perecíveis doados pelo IRB estão arroz, feijão, sal, macarrão, fubá, açúcar e leite em pó. Para marcar o fim do ano, a cesta também traz um panetone. A expectativa é de que as 14 toneladas de alimentos que compõem as mil cestas garantam 200 mil refeições.

A presidente do Instituto Ekloos, Andrea Gomides, explica que o Rio Contra Corona já arrecadou R$ 24,7 milhões e conta com mais de 7 mil doadores. “Começamos a campanha no início da pandemia, em março, e, até o mês passado, contabilizamos a doação de mais de 4 mil toneladas de alimentos e mais de 1 milhão de litros de materiais de limpeza e higiene que chegaram a cerca de 310 mil famílias de 237 comunidades de todo o estado”, conta ela, reforçando que as doações podem ser feitas por qualquer pessoa por meio do site https://www.movimentouniaorio.org.

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Solidariedade para o bem de Arthur

 

O Dia Internacional do Voluntário (ou Dia Internacional do Voluntariado) é celebrado anualmente em 5 de dezembro. Esta data foi criada com o intuito de desenvolver o espírito de solidariedade nas pessoas, que são convidadas a colaborar com o desenvolvimento sustentável do planeta a partir de inúmeras ações. O Dia do Voluntário foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1985. E para celebrar este dia, trazemos a história do menino Arthur.

O nome Arthur tem alguns significados como “nobre”, “corajoso” e “forte”. E força é o que o Arthur Rocha, de 4 anos, portador da microcefalia, já tem desde novo. Sua mãe, Ellen Rocha, 26 anos, descobriu no sexto mês de gravidez, por meio da ultrassonografia, que seu filho tinha microcefalia, condição em que o perímetro encefálico é menor do que o considerado normal, havendo atrasos no desenvolvimento cerebral. “Ali meu mundo desabou, pois em todo o momento os médicos falavam que meu filho não iria sobreviver. Meu maior medo não era de ter um filho especial e sim de perder meu bebê”, comenta Ellen.

Conhecendo a história do menino, o Jornal Diário do Rio, mobilizou, junto com Ellen, uma vaquinha virtual para poder ajudar a suprir algumas necessidades básicas do Arthur. Ele precisava de uma nova cadeira de rodas, pois a que estava não era apropriada para ele e o machucava bastante. Também precisa de um estabilizador vertical. A meta é arrecadar R$ 7.000,00, e com a ajuda de algumas pessoas, já foram arrecadados R$ 4.800,00.

ONG doa cadeira de rodas

Além da ajuda através da vaquinha virtual, tivemos a grande contribuição da ONG Associação Voluntária Amigos da Solidariedade (AVAS), que doou uma cadeira de rodas para o Arthur, contribuindo assim para uma melhora de vida para o menino.

A presidente da ONG, Angela Campos, conta como foi poder ajudar Arthur. “Nesses 41 anos de trabalho social voluntário, temos ajudado dezenas de pessoas com necessidades especiais. Nossa secretária, Marcia Nakashima, colocou o anúncio da doação da cadeira, e uma jovem fez contato comigo perguntando sobre. E imediatamente nos colocamos à disposição da família do Arthur e do jornal, para fazer para a cadeira chegar aos seus pais. O Arthur é uma criança adorável e linda, todos ficaram muito felizes por poder ajudar o Arthur e sua família, com a doação desta cadeira especial”.

Na foto está os pais de Arthur junto com a Ângela (de azul) Foto: Arquivo Pessoal

A madrinha do Arthur, Amanda Collaça, também comentou sobre a campanha e toda ajuda ao menino. “Para mim, essa campanha tem uma importância imensurável. Arthur é como se fosse um filho para mim e como toda mãe não mede esforços para ver seus filhos bem, assim sou com ele. Tudo que for pra melhoria e bem estar dele, tento de uma forma ajudá-lo. Sou e serei eternamente grata pela vida da Dra. Ana Cristina (diretora do Diário do Rio) e de todos do jornal, que estão me ajudando nessa luta”. A vaquinha continua para quem quiser ajudar o menino Arthur.

Link do site para contribuir: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-conseguir-uma-cadeira-de-rodas-nova-para-o-arthur-jornal-diario-do-rio

Por: Luhan Alves
*Estagiário, com supervisão de Claudia Mastrange

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Hospital Popular de Medicina Veterinária expande rede em 2020

 

É sempre importante ter os cuidados necessários com os pets. E neste mês, o Hospital Popular de Medicina Veterinária (HPMV) vai expandir sua rede, que já conta com seis unidades no Rio de Janeiro. No dia 3/12, às 11h, será inaugurado um posto de saúde avançado em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Já no dia 7/12, às 16h, serão inauguradas duas unidades: uma na Praça Seca, Zona Oeste e outra na Ilha do Governador, Zona Norte. O objetivo é realizar 1,2 mil atendimentos no primeiro mês de funcionamento, em cada uma dessas novas unidades, com excelência, dinamismo e modernidade, comportando o controle dos casos mais brandos até os mais delicados.

O posto avançado de Senador Camará, que funcionará todos os dias, das 8h às 20h, ficará localizado na Avenida Santa Cruz, nº 6851, loja A. Já a unidade da Praça Seca, que funcionará 24 horas, estará na Rua Cândido Benício, nº 1727. E o hospital da Ilha, que também funcionará 24 horas, se localizará na Estrada do Galeão, nº 1848. Entre os serviços oferecidos no posto avançado estão consultas clínicas por R$45, exames de sangue a partir de R$18 e castrações para gatos a partir de R$77 e cão a partir de R$97. O valor da anestesia depende da análise do médico.

Já nas outras unidades estarão disponíveis serviços mais complexos como internações separadas para cães, gatos e animais com doenças infectocontagiosas, equipamentos de Raio-x, ultrassonografia, eletrocardiograma e ecocardiograma, centro cirúrgico e etc. Todas as unidades terão serviço de vacinação a partir de R$40 com vacinas importadas.

De acordo com o CEO do HPMV, Brunno Galvão, a rede já realizou mais de 100 mil atendimentos veterinários e conta com mais de cem médicos. Nasceu com objetivo de democratizar o acesso a medicina veterinária de qualidade, anteriormente acessível apenas para uma menor parte da população. “Hoje, já somos a maior rede de Hospitais Veterinários do Brasil. Neste ano ainda vamos inaugurar unidade em São Conrado, de frente para Rocinha”, enfatiza. Para 2021, os planos são de inaugurar mais 20 hospitais e 10 clínicas em todo o estado do Rio de Janeiro e expandir para outros estados.

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Tetra Pak e startup Coletando viabilizam ecopontos itinerantes no Complexo do Alemão

Unir inovação à sustentabilidade, destacando o impacto social positivo, é um tema prioritário para a Tetra Pak. E este é o objetivo da parceria com a startup Coletando, que visa fomentar a conscientização socioambiental na comunidade Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

Reconhecida como a primeira fintech de economia circular ecológica do Brasil, a Coletando disponibiliza ecopontos itinerantes de coleta seletiva de resíduos recicláveis em comunidades. Os moradores podem trocar embalagens higienizadas pós-consumo por créditos, disponibilizados em uma conta digital pré-cadastrada, sem anuidade ou taxas. Com o cartão, é possível fazer compras em estabelecimentos locais como mercados e farmácias. Após recebidos, os resíduos são direcionados para cooperativas de materiais recicláveis da região.

“No Brasil, apenas 3% dos resíduos são reciclados. Enxergamos um enorme potencial para estimular as pessoas a separarem seus resíduos dentro de casa e ainda transformá-los em fonte de renda extra, bem como aumentar o volume que chega até as cooperativas. Para ampliar esse alcance, colaborações como a que estamos iniciando com a Tetra Pak são essenciais. Estamos muito contentes com o projeto”, comemora Saulo Ricci, fundador da Coletando.

A parceria será realizada pelo período de um ano com o objetivo de fomentar a conscientização socioambiental em locais mais afastados dos grandes centros, vislumbrando que a mudança coletiva comece em uma atitude individual. A expectativa é engajar cerca de duas mil famílias já nos próximos três meses e 10 mil até o fim do projeto, que durará um ano.

“Temos uma sólida atuação de estímulo à coleta seletiva, e acreditamos que o impacto socioambiental da reciclagem é muito forte. A parceria com a Coletando reforça ainda mais nosso pensamento de que hábitos individuais fazem toda a diferença para promover uma transformação coletiva, contribuindo com a cadeia da reciclagem”, afirma Valéria Michel, diretora de Sustentabilidade da Tetra Pak Brasil e Cone Sul.

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A Obra do Berço – Ajude!

Instituição de assistência social, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual, com certificação CEBAS pelo MDS (hoje Secretaria Especial do Desenvolvimento Social). Fundada em 1928, por um grupo de senhoras para prestar serviços de assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com confecções de enxovais, pré-natal e puericultura.

Embora pequena, é grande em sua missão de acolher, desenvolver crianças em seus primeiros mil dias que se encontram em situação de vulnerabilidade social, além de promover o fortalecimento de vínculos familiares.

Hoje, o cenário de desigualdade social na cidade do Rio de Janeiro torna imprescindível a continuidade destes serviços de apoio à mulher em vulnerabilidade social, em especial àquelas com filhos na primeira infância.

Estas mães precisam deixar seus filhos em local idôneo, que os protejam dos riscos sociais a que ficariam expostos e, sobretudo, ofereça um programa de apoio educativo e suporte emocional, que desenvolvam suas potencialidades cognitivas e fortaleçam os vínculos sociofamiliares.

Muitos são os cariocas que já fizeram parte do quadro de voluntariado por gerações. Seus nomes ficaram escritos na árvore da Obra do Berço na certeza dia bons frutos que colheriam, o fruto de um futuro digno para nossas famílias.

Escreva você também, seu nome lá!

ATENDIMENTO

Segunda a sexta – 8h às 18h

Rua Cícero Góis Monteiro, 19
Lagoa – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 22471-240

CONTATO

Telefones:

(21) 98909-3435 – (21) 2539-3902
[email protected]

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CUFA realiza um projeto em parceria com o Facebook

A Central Única das Favelas (CUFA) fechou uma parceria com o Facebook para a criação do programa “Impulsione Facebook”, que é um projeto para empreendedores de favelas, que desejam aprender a usar as redes sociais como: Facebook, Instagram e Whatsapp Business.

O programa será online e totalmente gratuito, enviado diretamente para o Whatsapp do aluno. O projeto também irá contar com histórias de sucesso de empreendedores de favelas e lives de Marketing Digital e Empreendedorismo. As inscrições vão até o dia 26 de outubro, via Whatsapp, pelo número (11) 957750125. As aulas serão no período de 01 de novembro a 10 de dezembro.

Para mais informações, acesse o site: http://www.cufa.org.br/impulsionecomfacebook/ 

 

 

 

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Projeto do Bem

Foi uma surpresa para equipe, descobrir que o nosso jornal estaria participado das atividades escolares do Projeto Educart, que funciona no Atelier Social Ecoar das Artes, localizado no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio.

Como forma de amenizar os impactos negativos da suspensão das aulas, a diretora do projeto Eliete Gomes, juntamente com as pedagogas que coordenam o projeto, resolveram utilizar algumas matérias do Jornal Diário do Rio, como fonte de inspiração e conhecimento com propostas de trabalho, em que as crianças realizam de casa e quando prontas, encaminham à sede do projeto, também por lives e divulgam mais diversos grupos que estão inseridos na comunidade local.

 

Foto: Divulgação

As matérias passam por uma seleção e votação para que sejam escolhidas em comum acordo, como objeto de consulta e pesquisa e logo, viram historias em quadrinhos, desenhos, atividades de leitura e redação. Eliete Gomes afirma que tal atividade tem como objetivo principal estimular a escrita, o senso crítico e principalmente o gosto pela leitura.

“Os conteúdos são atuais, necessários e diversificados, com uma linguagem de fácil acesso, o que facilita bastante o nosso trabalho e consequentemente o despertar do conhecimento dos alunos”.

 

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Social

Torcedores do Botafogo mobilizam doadores de sangue no Rio de Janeiro

A 9ª edição da Campanha BotaSangue pretende sensibilizar doadores e aumentar os estoques sanguíneos, que estão com déficit que chegam a 60%

Os torcedores do Botafogo entram em campo novamente com a 9ª edição da Campanha BotaSangue, realizada pelo Banco de Sangue Serum, em parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, no período de 18 a 31 de julho, voltada também para todas as torcidas que quiserem se unir a essa corrente do bem pela vida.

Divulgada nas redes sociais com a hashtag #NinguemDoaSangueComoAGente, a campanha tem o objetivo de mobilizar a sociedade para a importância da doação de sangue, principalmente nesta época do ano.

Os primeiros doadores serão presenteados com uma camiseta exclusiva da Campanha BotaSangue.

Requisitos básicos para doação de sangue:

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH, etc.) em bom estado de conservação;
  • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença dos pais no momento da doação);
  • Estar em boas condições de saúde;
  • Pesar no mínimo 50 kg;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas. Não é necessário estar em jejum;
  • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e língua (12 meses após a retirada);
  • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
  • Não ter tido gripe ou resfriado nos últimos 30 dias;
  • Não ter tido Sífilis, Doença de Chagas ou AIDS;
  • Não ter diabetes em uso de insulina;

Critérios específicos para o CORONAVÍRUS:

  • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 30 dias após cessarem os sintomas para realizar doação de sangue;
  • Candidatos que viajaram para o exterior devem aguardar 14 dias após a data de retorno para realizar doação de sangue;
  • Candidatos à doação de sangue que tiveram contato, nos últimos 30 dias, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de infecções pelos vírus SARS, MERS e/ou 2019-nCoV, bem como aqueles que tiveram contato com casos suspeitos em avaliação, deverão ser considerados inaptos pelo período de 14 dias após o último contato com essas pessoas;
  • Candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos SARS, ERS e/ou 2019-nCoV, após diagnóstico clínico e/ou laboratorial, deverão ser considerados inaptos por um período de 30 dias após a completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindique a doação).

Serviço
Banco de Sangue Serum

Endereço: Rua Riachuelo, 43, Centro – Rio de Janeiro
Dentro do Hospital da Ordem do Carmo, 3º andar
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h.
Telefone: (21) 3233-5950 | WhatsApp: (21) 97231-4651
Estacionamento conveniado durante a doação – Landeiras Park, Avenida Gomes Freire, 769 – Lapa

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Com Forrozim Solidário é assim: amor ao forró, amor ao próximo

Por Sandro Barros

Inicialmente, o Forrozim era um grupo de mais de 50 pessoas no Rio de Janeiro, conectados por um amor: o forró. Os encontros para dançar eram regulares e em vários locais da cidade, mas eles também aconteciam em datas especiais, como carnaval, Páscoa, Natal, quase sempre na casa de Meily Meirelles, a Mel, professora e diretora de escola municipal no Rio e organizadora desse festeiro grupo. Começou pequeno, mas aos poucos foi aumentando, não somente em quantidade, mas também em amizade.

Com essa proximidade e após muitos bate-papos, surgiu a ideia que iria acrescentar outro sentido a muitos dos seus participantes: solidariedade. “Começamos a conversar sobre questões mais humanitárias, como bondade, transformação, das coisas que não achávamos legais no dia a dia”, diz Mel. Não demorou muito e, em 8 de novembro de 2015, nascia o Forrozim Solidário.

Um mês após o seu surgimento, o Forrozim Solidário fez a sua primeira atividade: na noite de 25 de dezembro, justamente nessa data tão especial, entregou cerca de 25 quentinhas de macarronada em uma praça da Saens Peña, na Tijuca, Zona Norte carioca, bem perto de onde morava Mel.

“Em seguida começamos a fazer essa distribuição de refeições, mensalmente no início, e depois de 15 em 15 dias, sempre na Tijuca”, cita a educadora, que cedia a sua casa para preparação das quentinhas e também para reunir tudo que eles arrecadavam em campanhas de alimentos e de roupas para abrigos e orfanatos. A partir daí o grupo de voluntários do bem cresceu. Ao ficarem sabendo da sua existência, mais pessoas foram entrando, inclusive moradores de outros bairros.

Para darem conta de várias ações, eles se comunicavam meio que no boca em boca, mas isso iria mudar em junho de 2016. “Em um desses encontros de forró, um publicitário conversou com a gente e disse que deveríamos fazer nossa divulgação no Facebook, nas mídias, de uma forma geral, pois isso seria interessante para que mais pessoas pudessem participar. Não tínhamos essa divulgação antes porque entediamos que caridade é algo que se faz de ‘boca calada’, mas acabamos nos convencendo da sua importância. Fizemos então um vídeo e o postamos no Face, explicando quem éramos e nossos objetivos. A partir daí o Forrozim Solidário cresceu muito”, relembra Mel.

‘Alimento também para a alma’

E o crescimento se traduzia em mais ações, mais amigos, inclusive com músicos de forró. Já em 12 de agosto de 2016 fizeram o seu primeiro evento. E a própria Mel relembra como foi. “Conseguimos uma parceria com um local e cobramos como valor de entrada uma lata de leite em pó. A banda Mala e Cuia topou tocar de graça e convidou outras bandas. Acabou virando um ‘festival de forró’, que foi das 19h até às 6h do dia seguinte. Todo o leite arrecadado foi doado para o asilo Lar de Francisco e para o abrigo Lar Maria de Lourdes”. O sucesso desse evento foi tanto que animou o Forrozim Solidário a realizar muitos outros, arrecadando alimentos para instituições, sempre embalados pelo bom forró.

Focado no lema ‘fazer a diferença que você quer ver no mundo’, o grupo acabou se expandindo, passando a distribuir refeições semanalmente também no Méier e no Recreio dos Bandeirantes, esse último a partir da mudança de residência da Mel, em abril de 2017, para Vargem Pequena. “Sabemos que uma quentinha uma vez por semana não é o suficiente, mas a gente tem um particular em nossa entrega, que só não está sendo possível nesse momento por conta do coronavírus, que é também distribuir carinho, com abraços e beijos. Afinal, somos todos irmãos. Levamos não só o alimento para o estômago, mas também o alimento para a alma!”, explica Mel.

E por falar em pandemia, ela não é suficiente para desanimar o grupo, atualmente uma comunidade com mais de 100 pessoas: agora já são distribuídas 150 refeições semanais, às vezes mais, nos três bairros, além de lanches e cestas básicas. “Todos nós nos sentimos muito gratos pela oportunidade de ajudar. É como se Deus nos capacitasse como instrumentos para executar essas ações de amor. É um presente perceber quantas pessoas se tornaram solidárias nesse momento”, diz Mel, que é acompanhada nesse propósito por sua mãe, dona Roseny, de 90 anos, e de sua irmã, Marynês Meirelles, também educadora e colunista do Diário do Rio.

Quem quiser colaborar com essas ações pode entrar em contato, via WhatsApp, pelo número (21) 99676-7711. E para saber mais sobre o Forrozim Solidário, visite a sua página no Facebook. E lembre-se: fazer o bem faz bem!