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Notícias do Jornal Tecnologia

Vamos falar sobre Lei Geral de Proteção de Dados

 

Você sabe o que é? Sancionada em setembro do ano passado, ela possui como objetivo regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas ou privadas, assegurando que tais informações não caiam em mãos erradas.

E como isso se dará em vias de fato? Nosso país já conta com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados). Uma de suas atribuições é punir empresas que estiverem desrespeitando as leis. A agência ainda está em fase de maturação e as penalidades só passarão a ser aplicadas em agosto de 2021 – período considerado para que as empresas se adequem às conformidades da nova lei.

A sociedade civil está se organizando para entender melhor sobre o tratamento desses dados, por quanto tempo eles ficam armazenados, como acessar as políticas de privacidade das empresas, quais dados são compartilhados com terceiros etc.

Acompanhando esse movimento, o PROCON de São Paulo lançou recentemente uma cartilha para informar os consumidores a respeito de seus principais direitos sobre a privacidade e a proteção de dados pessoais, o que deve aumentar ainda mais os questionamentos e reclamações por parte do público em geral.

Após o WhatsApp anunciar a atualização de seus termos de privacidade, e informar que passará a compartilhar os dados do seu público com o Facebook — dono do aplicativo de troca de mensagens —, várias pessoas têm perguntado se a LGPD não pode reverter esta situação. E há razões para acreditar que sim, graças ao exemplo da Europa. Como a LGPD brasileira tem como principal inspiração a GDPR, lei de proteção de dados da União Europeia, é possível que nossa lei consiga resultados a favor do público parecidos com os do outro lado do Atlântico.

De qualquer maneira, como a ANPD ainda não está funcionando de fato, devemos esperar para saber como se sucederá os próximos episódios. Uma certeza nesse caso e em muitos outros são os efeitos do atraso na adoção de uma lei que proteja essas informações no Brasil, e quem está sofrendo as consequências mais uma vez são os consumidores.

Aisha Raquel

Webdesigner, Assessoria em SocialMedia e Marketing

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Cidade Rio Tecnologia

Cariocas já podem alugar patinete da Lime pelo app da Uber

Os patinetes elétricos da Lime no Rio já estão disponíveis para aluguel por meio do app da Uber. Com a novidade, os moradores da cidade passam a ter mais facilidade para contratar uma opção de deslocamento sustentável com conveniência.

Agora, usuários da Uber poderão ver os patinetes disponíveis no mapa do aplicativo, após selecionar a nova opção no menu de categorias. Ao localizar o patinete, é preciso escanear ou digitar o código da unidade para desbloqueá-la. O preço é o mesmo do app da Lime: R﹩ 2,25 para desbloquear mais R﹩ 0,75 por minuto de uso.

A integração com a Lime representa mais uma etapa na estratégia da Uber de abrir sua plataforma para reunir vários serviços no mesmo aplicativo. Agora, o carioca poderá escolher se quer fazer uma viagem de carro, pedir uma refeição, fazer mercado, enviar ou receber encomendas ou alugar um patinete elétrico, tudo isso no app da Uber – afirma Tiago Lambuca, gerente de operações da Uber.

Trata-se de uma parceria entre empresas que continuarão independentes. Assim, a operação dos patinetes e o suporte ao usuário são realizados pela Lime, que implementou protocolo de sanitização dos veículos na pandemia. Antes de cada desbloqueio, o usuário precisa revisar orientações da empresa para dirigir com segurança, incluindo alerta para o uso de capacete e respeito às regras de trânsito. O conteúdo também está disponível no site e no aplicativo da Lime.

Atualmente, é possível alugar patinetes e bicicletas da Lime pelo app da Uber em mais de 60 cidades do mundo, como Lisboa, Santiago e Roma. A parceria foi ampliada depois que as empresas firmaram um acordo global que fundiu as operações de micromobilidade da Uber com a Lime.
COMO FUNCIONA

• Abra o app da Uber e clique no ícone de patinetes para ver as unidades disponíveis

• Caminhe até um patinete próximo, escaneie ou digite QR code para desbloquear

• Antes de iniciar a viagem, é preciso aceitar os termos e revisar as orientações da Lime

• Dirija com responsabilidade e segurança, seguindo todas as regras de trânsito

• Ao final, estacione o patinete, sem bloquear a passagem, dentro da área de operação

• Abra o app da Uber e clique para finalizar a viagem.
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Brasil Economia Tecnologia

CAIXA LANÇA APLICATIVO PARA ACESSO AO DPVAT

Com a nova ferramenta, atendimento às solicitações de indenização passa a ser 100% digital

A CAIXA lançou neste domingo (31/01) um aplicativo para ampliar e facilitar o acesso ao DPVAT. Por meio da plataforma, disponível de forma gratuita para Android e iOS, vítimas de acidentes de trânsito ou seus beneficiários poderão dar entrada no pedido de indenização por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas diretamente à CAIXA. Assim, o atendimento às solicitações de indenização do DPVAT passa a ser 100% digital.

O aplicativo disponibilizou gradativamente nas lojas de aplicativos a partir do dia 31 de janeiro, com o nome “DPVAT CAIXA”. O app permite o envio de documentos e o acompanhamento da solicitação de indenização.

Após fazer o download, o usuário deve se cadastrar no login CAIXA. Caso já tenha cadastro em outros apps da CAIXA, como Habitação, FGTS e CAIXA Tem, a senha de acesso é a mesma. Ao clicar em “Quero solicitar minha indenização DPVAT”, o usuário deverá informar os dados do acidente, preencher os dados da vítima e enviar a documentação necessária.

Pelo aplicativo também será possível acompanhar o andamento do processo. No campo “Acompanhar minha solicitação”, os usuários poderão verificar, por exemplo, a existência de documentos pendentes e a liberação do pagamento da indenização, se for o caso.

O acesso ao DPVAT é gratuito. Para todos os tipos de indenização, alguns documentos são obrigatórios, como RG, comprovante de residência e o boletim de ocorrência do acidente, além de documentos específicos, como laudos e comprovantes de despesas médicas. A lista completa com os documentos requeridos está disponível no site www.caixa.gov/dpvat.

Com a solicitação aprovada, o pagamento da indenização será feito em até 30 dias em uma Conta Poupança Digital da CAIXA, no CAIXA Tem, em nome da vítima ou dos beneficiários, dependendo do caso.

DPVAT agora é na CAIXA:

A CAIXA assumiu a gestão dos recursos e do pagamento das indenizações do seguro DPVAT dos acidentes com vítimas ocorridos desde 1° de janeiro de 2021. A mudança proporciona eficiência e transparência na gestão dos recursos e rapidez na análise e pagamento das indenizações.

Criado em 1974, o DPVAT indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, brasileiros ou estrangeiros, sem apuração de culpa. A indenização é paga em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial e para o reembolso de despesas médicas por danos físicos causados por acidentes com veículos automotores de via terrestre ou por suas cargas.

Nos casos de morte, o valor da indenização é de R$ 13.500. Nos casos de invalidez permanente, o valor é de até R$ 13.500, variando conforme a lesão da vítima, com base em tabela prevista na lei. As despesas médicas e hospitalares são reembolsadas em até R$ 2.700, considerando os valores gastos pela vítima em seu tratamento.

Mais informações podem ser encontradas no site www.caixa.gov.br/dpvat ou pelo telefone 0800 726 0207.

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Notícias do Jornal Tecnologia

Mudanças na política de privacidade do WhatsApp: como isso te afetará?

 

O aplicativo de compartilhamento de mensagens WhatsApp começou a notificar seus usuários de que a partir do dia 8 de fevereiro suas mudanças na política de privacidade iriam entrar em vigor e que se você quiser continuar utilizando o serviço de chat será obrigado a aceitar as novas condições. Mas que condições são essas?

O WhatsApp passará a compartilhar com os parceiros do Facebook informações como o endereço IP do usuário; dados pessoais, como o número de telefone; atividades realizadas no serviço, incluindo como interage com outras contas e empresas… Tais dados já eram compartilhados entre o WhatsApp e o Facebook desde a última publicação dos termos de serviços, em julho do ano passado. Porém, naquela ocasião, o usuário poderia escolher não ter as suas informações distribuídas, o que não acontecerá mais.

A nova política será muito mais invasiva do que as demais. O novo texto prevê expressamente a coleta de dados como o nível de carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram. Outra parte nova é a coleta de dados de localização “mesmo se você não utilizar nossos recursos relacionados à localização”. Nenhum desses itens constava na política anterior.

E qual o motivo para essa mudança? Trata-se de um projeto importante: é a aposta do Facebook para rentabilizar o WhatsApp, que nunca deu lucro desde que foi comprado por quase US$ 20 bilhões, em 2014.

Há a geração de desconfiança em muitos usuários, pois o Facebook e empresas parcerias poderiam utilizar dados pessoais disponíveis para o aplicativo de forma invasiva. O Procon-SP acionou o WhatsApp para pedir mais explicações sobre como isso se dará, preocupando-se com o conflito com a Lei Geral de Proteção de Dados, que está em vigor desde agosto de 2020 e com a possível infração do Código de Defesa do Consumidor.

O WhatsApp deverá apresentar uma base legal para justificar o compartilhamento desses dados e porque o Facebook fez distinção entre usuários brasileiros e europeus, que não possuem a obrigatoriedade de aceitação dos termos. Devido às críticas dos usuários, em 15 de janeiro, o Whatsapp adiou a implementação dos novos termos da privacidade do aplicativo.  A mudança agora passa a valer a partir de 15 de maio.

Agora é esperar as explicações e as próximas medidas que essas grandes empresas irão tomar.

Aisha Raquel

Webdesigner, Assessoria em SocialMedia e Marketing

[email protected]

 

 

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Brasil Tecnologia

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e o precioso valor dos dados

No artigo abaixo, Alexandre Resende, CIO da Sercom e CEO da Contact One, discute sobre segurança de dados, que se transformaram em elementos valiosos para empresas de todos os portes e segmentos. E como a LGPD, se bem praticada, pode trazer benefícios para os dois lados – empresa e consumidor.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) tem sido assunto frequente no mundo corporativo e na imprensa. Sancionada em 2018, ela entrou em vigor em setembro de 2020 com o objetivo de regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas, sejam elas públicas ou privadas. O objetivo é assegurar que as informações disponibilizadas não sejam usadas de formas que não tenham sido autorizadas. Uma proteção aos consumidores e uma grande responsabilidade para as companhias que hoje enxergam dados como ouro.

Para se ter ideia do valor de uma informação pessoal, é importante saber que grandes empresas já fazem a medição de seu “valuation” (termo em inglês que significa “Valoração de Empresas”) pelos ativos de dados que têm. A Coca-Cola, por exemplo, uma das marcas mais valiosas do globo, tem informações de consumo do mundo inteiro que estão começando a fazer parte de seu valor global. No entanto, esses dados não são da companhia, mas sim do João, da Maria e de tantos outros consumidores do popular refrigerante e de outros famosos produtos.

E por que a atribuição de tamanho valor a algo que pertence a terceiros? Porque dados pessoais são usados para gerar inteligência de negócio, além de poder proporcionar maiores fluxos de caixa futuros às companhias. Marcas que sabem com quem estão falando saem na frente. Entender o público profundamente nunca foi tão precioso.

E uma vez que nós, pessoas físicas, cedemos nossas informações às empresas precisamos ter consciência do que será feito com elas – como serão usadas, armazenadas e quem terá acesso a elas. Termos de concordância se tornaram mandatórios e, a partir do momento em que aceitamos compartilhar nossas informações, as empresas são obrigadas a cuidar delas, evitando ao máximo seu vazamento.

Da teoria para a prática

Lanço aqui um questionamento: A LGPD vai fazer com que as empresas não troquem dados entre si? É provável que não. Inclusive, o consumidor já vem sendo avisado sobre essa possibilidade. Recentemente, o WhatsApp enviou aos usuários uma atualização de sua política de privacidade, e informou que passará a compartilhar os dados do seu público com as empresas do Facebook. Imaginam quantas empresas o Facebook tem?

É importante que esses termos passem a ser lidos pelos consumidores com atenção, antes de serem assinados, evitando assim, que se espantem caso temas centrais de suas conversas com colegas no aplicativo de mensagens começarem a surgir em forma de anúncio no seu feed.

Voltando ao início da reflexão e considerando que o valor dos negócios hoje se baseia em dados, seria inocência pensar que eles não serão usados como moeda. Mas o que pode ocorrer em alguns casos é a troca de dados sem a identificação da pessoa. A quem aquele dado pertence não seria o que mais importa. O que vale é contar com os atributos como fonte de aprendizado de máquina. Dessa forma, se creditaria mais ética ao processo.

O Brasil já conta com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) e uma de suas atribuições é punir empresas que estiverem desrespeitando a lei. O órgão, porém, ainda está em maturação e não existe uma equipe 100% definida para dar conta do desafio. Hoje, a fiscalização na prática ocorre em contratos, sob pena de multa, nos quais se exige que fornecedores estejam aderentes à lei. Como não era de se estranhar, o cumprimento das regras se deu antes pelo fórceps econômico do que pela consciência em si.

Aqui, o compartilhamento de dados ainda costuma ser mais visto como algo que fere a nossa privacidade de forma negativa. Um exemplo é o caso emblemático de uma conhecida empresa que foi multada porque estava usando a geolocalização de usuários e trabalhando esses dados sem o consentimento deles. Quando o consumidor toma um grande susto ao, por exemplo, passar em frente a uma loja e imediatamente receber uma mensagem com sugestão de compra naquele local, ele pode se sentir invadido e exigir seus direitos de privacidade.

Sob outra perspectiva

Mas se pararmos para pensar, a personalização – tão importante nas relações comerciais atuais, e valorizada pelos cidadãos – só é possível graças ao uso de dados. Importante lembrar que a utilização correta das informações pessoais pode trazer benefícios para os dois lados – empresa e consumidor.

Imagina se na hora de passar no caixa de uma farmácia, por exemplo, você soubesse como o seu CPF pode ser usado depois daquela compra? Se o atendente deixasse claro que a drogaria usa alguns dados para entender o padrão de consumo e avaliar se pode oferecer condições melhores para produtos diversos, inclusive para seus medicamentos de uso contínuo? Se a farmácia deixasse bem claro que, se puder compartilhar sua informação com o laboratório fabricante do medicamento, para ele analisar a possibilidade de te vender sempre com desconto um remédio que vai usar para o resto da vida, você não iria achar legal?

Claro que tudo isso precisa ser feito com o aceite dos consumidores. Assim, eles saberiam tudo o que estão fazendo, qual a intenção de uso e, também, teriam o total direito de falar no caixa da farmácia, “por favor apaga meu CPF”. E o atendente na mesma hora responder: “Sim senhor(a), veja aqui, não tem mais nada registrado”.

As preferências sugeridas pela Netflix são outro exemplo claro. Quanto maior a personalização, melhor tende a ser a experiência do usuário. O grande problema é que muitos business, na ânsia de coletar o máximo possível de informações, se esqueceram, ou não se preocuparam tanto em tomar conta delas. Se isso acabou acontecendo nos últimos anos, foi motivo para acender um alerta vermelho perante as autoridades de defesa do consumidor, o que incentivou a criação da LGPD.

Espero que, em um futuro próximo, possamos reconhecer os benefícios que a lei nos trouxe e ainda nos trará, e que a conduta responsável de empresas seja, de fato, colocada em prática. Dados são tesouro, para consumidores e companhias. Que cada um faça a sua parte a fim de usufruí-los com a máxima sabedoria.

*Alexandre Resende é CIO da Sercom e CEO da ContactOne
Colaboraram Rodrigo Branco, CDO (Chief data officer), e Ricardo Simonato, gerente de Segurança da Informação, ambos da Sercom.

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Brasil Sociedade Tecnologia

Saiba como denunciar violações de direitos humanos pelo Disque 100 e Ligue 180

Canais de denúncias do MMFDH foram ampliados em 2020 para melhorar a comunicação entre a população e o Estado
Os tradicionais números telefônicos do Disque 100 e o Ligue 180 ganharam aliados importantes para atender as denúncias de violações de direitos humanos de todo o país. Os canais de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) foram ampliados para redes sociais e aplicativos, o que tornou o atendimento mais simples e fácil.

O titular da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), unidade integrante à estrutura organizacional do ministério, Fernando Ferreira, afirma que a ampliação das ferramentas para acesso aos canais tem o objetivo de facilitar a comunicação do cidadão com o Estado para o enfretamento das violações de Direitos Humanos. “Nós queremos atender a quem precisa, da forma mais fácil que pudermos oferecer. Direitos Humanos são para todos”, afirma.

Conheça cada ferramenta disponível para realização de denúncias:

WhatsApp

Desde 29 de outubro do ano passado, o ministério disponibiliza o acesso ao Disque 100 pelo WhatsApp. Para receber atendimento ou fazer denúncias por esta nova via, basta o cidadão enviar mensagem para o número (61) 99656-5008. Após resposta automática, ele será atendido por uma pessoa da equipe da central única dos serviços. Leia mais.

Telegram

Para utilizar o Disque 100, os cidadãos também podem fazer por meio do Telegram. Para isso, basta apenas digitar “Direitoshumanosbrasilbot” na busca do aplicativo. A indicação “bot” é uma regra do Telegram para a criação de contas de serviço. Assim como no WhatsApp, após uma mensagem automática inicial, o cidadão será atendido pela equipe do Disque 100. Saiba mais.

Aplicativo

O serviço também está disponível pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil. Para utilizar basta baixar a ferramenta no celular e realizar o cadastro que pede o nome completo e o CPF do usuário.

Site da Ouvidoria

No site da Ouvidoria, o cidadão também pode ser atendido por meio de um chat. Para iniciar a conversa com a equipe do Disque 100 e do Ligue 180, basta acessar o chat no canto direito da página. É preciso apenas informar o telefone para iniciar o atendimento.

O que acontece com as denúncias?

Os canais cadastram e encaminham as denúncias aos órgãos competentes. Além de denúncias, os serviços recebem reclamações, sugestões e elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento.

Em todas as plataformas, as denúncias são gratuitas, podem ser anônimas e recebem um número de protocolo para que o denunciante possa acompanhar o andamento. Qualquer pessoa pode acionar o serviço, que funciona diariamente, 24h, incluindo sábados, domingos e feriados.

Para dúvidas e mais informações:
[email protected]

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Brasil Tecnologia Tendências

Ecommerce deve manter até 30% do espaço conquistado durante a pandemia

Dados divulgados pela Mastercard, por meio do relatório Global Outlook 2021, estimam que entre as lojas virtuais devem manter entre 20% e 30% de todos os novos clientes conquistados durante os meses de pandemia. O levantamento aponta que 46% dos brasileiros aumentaram o consumo online, enquanto que 7% da população realizaram um pedido pela primeira vez.

“O brasileiro é muito receptivo a novas tecnologias. A tendência é que o e-commerce continue crescendo. A adoção pelas gerações mais antigas, a maior conveniência e os custos mais baixos para os consumidores, provavelmente, manterão a demanda digital sólida em 2021”, afirmou João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul, à Folha de S. Paulo.

Além disso, a implementação de novas tecnologias, como são os casos dos usos de cardápios em QR Code, agilidade no processo de logística e entregas aos finais de semana são fatores que pesam para que novos consumidores se interessem por este tipo de ação.

O prolongamento da pandemia da Covid-19, as medidas de isolamento social, as facilidades de parcelamento e uso de cupons de descontos são alguns dos motivos que vão manter diversos clientes interessados nas lojas online durante todo o ano de 2021.

Outra pesquisa da Mastercard, desta vez feita pelo Economic Institute, revela que 36% dos brasileiros disseram que vão priorizar as compras online, enquanto que 27% devem seguir com a opção de delivery sempre que estiverem interessados em provar alguma refeição diferente.

Por causa dessa mudança de comportamento, os empresários devem avaliar a capacidade de atendimento dos pedidos online, o nível de satisfação dos consumidores, elaborar um planejamento comercial eficiente baseado em um calendário sazonal que seja ajustado à área de atuação, investindo assim em decisões baseadas em dados coletados.

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Brasil Tecnologia

99 lança “Assistente de Segurança” em todo Brasil

99 lança “Assistente de Segurança” para facilitar acesso aos recursos de proteção no app.

• Tecnologia incorporada ao app facilita a utilização de todas as ferramentas de segurança antes, durante e depois das corridas

• Sistema sugere ativação das funções através de análise da inteligência artificial

O Assistente de Segurança da 99 é o novo recurso de proteção lançado pela empresa em todo Brasil, nesta semana. Segundo a plataforma, a tecnologia foi desenvolvida para melhorar a experiência e ativação de recursos de segurança antes, durante e depois das corridas para passageiros.

Assistente de Segurança 99

Localizada no escudo azul, o aplicativo reúne nesta área todas as informações e recursos disponíveis sobre segurança, permitindo consultar informações do motorista antes da chamada, ou ativar algum recurso de proteção quando um comportamento anormal é identificado durante ou depois da corrida.

O usuário pode, por exemplo, consultar as verificações de segurança do motorista, compartilhar trajeto com contatos de confiança, gravar o áudio da viagem, acionar monitoramento de corrida via GPS pela central de emergência da 99 ou ligar para a polícia.

A tecnologia é coordenada por Inteligência Artificial, que analisa as corridas individualmente e consegue identificar possíveis alterações. “Todos os recursos de segurança foram agrupados e com apenas um toque o usuário pode acessar todas as ferramentas disponíveis”, comenta Thiago Hipólito, Diretor de Segurança da 99. “O objetivo é melhorar essa experiência e facilitar a ativação das funcionalidades em caso de necessidade”, finaliza o diretor.

Como funciona o Assistente de Segurança 99?

Quando o passageiro abre o aplicativo da 99, uma mensagem convida o usuário a conhecer o “Assistente de Segurança” da 99. Ao clicar, o aplicativo mostra quais são as funcionalidades de segurança, como o botão de Ligar para Polícia, Compartilhamento de rota, Gravação de Áudio e o Monitoramento em tempo real. A opção Central de segurança 24h permite ainda que o usuário adicione contatos de confiança e saiba mais sobre as iniciativas de proteção da plataforma.
Após chamar a corrida, o passageiro pode acompanhar a verificação de dados do motorista, como a confirmação de identidade, CNH e documentação do carro. No mesmo campo, pode acionar o compartilhamento de rota para os contatos de confiança.
Através do monitoramento da corrida via GPS em tempo real, o Assistente de Segurança enviará avisos ao passageiro, caso aconteçam grandes paradas ou alteração no trajeto durante a corrida.
Quando a corrida termina, a ferramenta avisa o passageiro que a corrida foi finalizada pelo motorista. E abre uma opção de ajuda e comentários. Para os motoristas, a tecnologia está em fase de implementação e estará disponível para todos os condutores nos próximos meses.