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Carlos Augusto | Opinião Notícias do Jornal

O fim da Lava Jato será a vitória dos corruptos

 

Mesmo sob fortes ataques da banda podre do Congresso – leia-se Câmara e Senado -; do Judiciário – leia-se ministros do STF “Deuses do Olimpo”; dos empresários corruptos – leia-se Odebrecht, Oas, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Petrobrás, Transpetro, Complexo Petroquímico do RJ, Refinaria Abreu e Lima, JBS, entre tantos outras, ai incluindo alguns setores dos veículos de comunicação, a Operação Lava Jato desnudou, em parte, o domínio operacional montado há vários anos de um sistema corrupto, envolvendo diversos setores do Estado e empresarial, para se locupletarem do erário público.

As “forças” contrárias à Lava Jato, aproveitando-se dessa pandemia provocada pela Covid-19, estão agindo a pleno vapor para pôr fim a todas as ações da Operação, sabedores de que a sociedade,  o povão, encontram-se com suas baterias voltadas para uma solução imediata para pôr fim a esse vírus que já levou a óbitos mais de 200 mil cidadãos.

Corruptos e corruptores aproveitam-se desse momento bastante difícil para toda a sociedade e desferem um violento golpe contra à Lava Jato e contra a sociedade que estava esperançosa de uma mudança radical em nosso país em virtude da “Operação Lava-Jato.

O desmonte da Lava Jato começou com várias decisões dos Congressistas, ao aprovarem medidas jurídicas contra as prisões em segunda instância, como as decisões de um dos Ministros do STF, libertando diversos político e empresários corruptos, e até marginais de alta periculosidade no caso do Ministro Marco Aurélio, que libertou o André do Rap e mais 80 delinquentes.

Já o Procurador-Geral da República, Augusto Aras crítico contundente da Força-tarefa, requisitou investigações contra os procuradores em Curitiba. Para Aras “bandido vira mocinho e mocinho vira bandido”. Ele também não poupou críticas à estrutura do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), que substituiu a Força-tarefa.

Em outro ataque frontal à Lava-Jato, os “Deuses do Olimpo”, aprovaram o acesso do ex-presidente Lula às mensagens trocadas entre os procuradores da Lava-Jato e o então juiz Sérgio Moro. Nos discursos dos Ministros favoráveis a liberação das mensagens, se observa a nitidamente a inversão de valores. Todos foram críticos aos diálogos entre os Procuradores e Sérgio Moro, mas não se viu nenhuma crítica à corrupção operada pelo ex-presidente que ocasionou o rombo sem precedente ao erário público.

O Presidente da República Jair Bolsonaro, em sua campanha política, exaltou as conquistas da Lava-Jato e prometeu ampliar as ações das operações contra a corrupção, no entanto, indicou Augusto Aras – que é contrário à Lava Jato – para Procuradoria Geral da República e, recentemente, o Juiz Nunez Marques para ocupar a vaga de ministro. E ele votou a favor da liberação do acesso do ex-presidente Lula às mensagens trocadas entre os procuradores.

A pressão contra a Lava Jato continua a pleno vapor. Forças que agem e manipulam pela via judicial, extremamente favorável, não poupam esforços junto ao judiciário para fazer valer seus interesses escusos. Até mesmo o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) está imbuído de golpear a operação Lava Jato, quando, atendendo uma representação do presidente do STJ, Humberto Martins (eles são imexíveis), sob uma suposta investigação patrimonial desses “Deuses do Olimpo”, abriu uma investigação disciplinar com prazo de 10 dias para que os ex-integrantes da força tarefa da Lava Jato apresentem esclarecimentos..

Ao que parece, se depender de setores dos poderes da República, resguardando raras exceções, os mocinhos serão execrados e os bandidos do “colarinho branco” permanecerão impunes, metendo a mão no erário público, principalmente da Saúde, conforme estão fazendo nessa pandemia, e tudo terminará em pizza.

A única certeza que temos é que somente a pressão popular pela ética, pela punição e prisão dos corruptos, vai fortalecer as ações a favor da moralidade institucional que toda sociedade almeja.

 

CARLOS AUGUSTO(Carlão)

Sindicalista, advogado e jornalista – MTb 38577RJ

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Brasil Destaque Política

Projeto de lei de deputado pode prorrogar auxílio emergencial até abril

 

Um projeto de lei apresentado no Congresso tem como objetivo, prorrogar o pagamento do auxílio emergencial até abril deste ano, no valor de R$ 600 mensais. Ele tramita na Câmara dos Deputados e precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro para entrar em vigor.

O auxílio foi criado em abril do ano passado como medida de enfrentamento aos efeitos da pandemia da Covid-19 para os trabalhadores, sobretudo informais e desempregados. Foram cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300 (mulheres chefes de família receberam o dobro).

O programa foi encerrado em 31 de dezembro, restando apenas pagamentos residuais neste mês. Há discussões na sociedade e no Parlamento sobre a prorrogação do programa, com a alta de casos da Covid-19 neste início de ano, mas o governo Bolsonaro não dá sinais de que vá continuar com o programa.

O autor do projeto, o deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ) avalia que as vantagens sociais e econômicas trazidas pelo auxílio emergencial devem ser mantidas.

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Destaque Saúde

Nitazoxanida reduz carga viral de pacientes com covid-19, diz pesquisa

O estudo clínico sobre o uso do medicamento nitazoxanida em pacientes na fase precoce da covid-19 demonstrou eficácia no tratamento da doença, reduzindo a carga viral das pessoas infectadas. O anúncio ocorreu durante cerimônia no Palácio do Planalto, com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

A pesquisa foi iniciada pelo Laboratório Nacional de Biociências, em Campinas (SP), que integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM, )instituto vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O laboratório ficou responsável pelos estudos in silico (computadores) e in vitro (laboratório com células infectadas). A fase de ensaios clínicos foi responsabilidade de outros centros da Rede Virus, ligada ao MCTI.

O titular da pasta, ministro Marcos Pontes, celebrou o resultado positivo. “O que eu posso dizer é que nós temos agora um medicamento comprovado cientificamente que é capaz de reduzir a carga viral. Com essa redução da carga viral, significa que reduz o contágio nas pessoas que tomam o medicamento nos primeiros dias, reduz a capacidade de contágio e diminui a probabilidade dessa pessoa aumentarem os sintomas, ir para o hospital e falecer”, disse.

O pontapé da pesquisa foi dado com a análise de 2 mil drogas, testadas com inteligência artificial, para verificar se poderiam inibir os efeitos do vírus Sars-Cov-2, causador da covid-19 no organismo humano. Os estudos no Laboratório Nacional de Biociências chegaram a cinco drogas, que foram para uma segunda fase, que era o teste in vitro feito com células humanas infectadas. Neste teste, o fármaco nitazoxanida, que é um vermífugo muito conhecido no país, apresentou 94% de capacidade de inibir o novo coronavírus.

Testes em humanos
Foi só após estas etapas que os testes em humanos foram iniciados, com mais de 1,5 mil pacientes voluntários, que tinham até três dias de sintomas e foram acompanhados em sete diferentes unidades hospitalares do país.

Nesta fase, de acordo com a coordenadora do estudo clínico, Patrícia Rocco, foram feitos testes duplo cego, quando nem o paciente e nem o médico sabem qual a medicação está sendo tomada, e randomizados, quando os pacientes são distribuídos aleatoriamente em dois grupos, um que recebe o medicamento e outro que recebe um placebo. A dose oferecida era de 500 miligramas da nitazoxanida, três vezes ao dia, ou o placebo durante cinco dias.

“Esses pacientes eram acompanhados de forma remota até sete dias após a terapia. Constatamos que a nitazoxanida, em comparação com o placebo, acarretou, ao final da terapia, redução significativa da carga viral e um maior número de pacientes com resultado negativo para o Sars-Cov-2″, disse a médica, que é professora titular e chefe do Laboratório de Investigação Pulmonar do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo Patrícia, esse resultado é de extrema importância, pois a nitozoxanida é um remédio de baixo custo e ampla distribuição, podendo ser usada de forma oral, e que não precisa de internação hospitalar. “Na dose utilizada, não apresentou reações adversas graves. A redução da carga viral implica em menor gravidade, em menor transmissibilidade do vírus”, disse Patrícia. A pesquisadora ressaltou que o estudo foi enviado para publicação em uma revista científica internacional e deverá ser revisado por outros cientistas.

Não é profilático
O ministro Marcos Pontes disse, durante seu discurso, que o medicamento não pode ser usado por quem não apresenta sintomas da doença, mas apenas para pessoas na fase inicial da infecção. “Não é profilático, não é para prevenção. É só depois da detecção do vírus”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro também comemorou o resultado da pesquisa e destacou a eficácia da nitazoxanida no tratamento da covid-19.

“Através das observações, através de pessoas que concretamente usaram esse medicamento e foi constatado, na ponta da linha, que a carga viral diminuía. E dessas pessoas que usaram esse medicamento, nenhuma delas sequer foi hospitalizada”, afirmou.

Vacina obrigatória
Ainda durante a cerimônia, o presidente voltou a dizer que a vacina contra a covid-19 não será obrigatória no Brasil. Bolsonaro afirmou que cabe ao Ministério da Saúde definir as normas do Programa Nacional de Imunização.

“Tem uma lei de 1975 que diz que cabe ao Ministério da Saúde o Programa Nacional de Imunização, ali incluídas possíveis vacinas obrigatórias. A vacina contra a Covid, como cabe ao Ministério da Saúde definir esta questão, ela não será obrigatória”, disse. O presidente também afirmou que qualquer vacina contra o vírus terá que ter sua eficácia científica comprovada e ser autorizada previamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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Bolsonaro diz que governo federal não comprará vacina CoronaVac

O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (21) que o governo federal não comprará a vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com ele, antes de ser disponibilizada para a população, a vacina deverá ser “comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem”, escreveu Bolsonaro em publicação nas redes sociais.

Ontem (21), após reunião virtual com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da CoronaVac, com o objetivo de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa  Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Segundo o ministério, o processo de aquisição ocorreria somente após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Anvisa. Para auxiliar na produção da vacina, a pasta já havia anunciado o investimento de R$ 80 milhões para ampliação da estrutura do Butantan.

A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos e, segundo Instituto Butantan, ela é uma vacina segura , ou seja, não apresenta efeitos colaterais graves. Ao todo, os testes serão realizados em 13 mil voluntários e a expectativa é que sejam finalizados até dezembro.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa.

Com informações: Agência Brasil

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Bolsonaro participa da abertura de fórum econômico com países árabes

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que a aproximação no campo político entre Brasil e países árabes tem permitido novos espaços de cooperação em setores estratégicos, como ciência, tecnologia, inovação e energia. Bolsonaro participou da abertura do Fórum Econômico Brasil e Países Árabes, que acontece de forma virtual até a próxima quinta-feira (22).

No ano passado, o presidente brasileiro esteve em visite aos Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita onde apresentou as reformas que o governo está empreendendo na área econômica e as oportunidades de investimento no país. Em 2019, o intercâmbio entre o Brasil e países árabes superou os US$ 11 bilhões.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 4,9 bilhões para os 22 países da Liga Árabe e de janeiro a agosto de 2020, as exportações já chegaram a US$ 4,6 bilhões. De acordo com o presidente brasileiro, o destaque é para os produtos do agronegócio.

“Hoje, a produção brasileira halal, que respeita as tradições e regras da religião islâmica, é sinônimo de qualidade e confiança. Por isso, os países árabes pode contar com o Brasil como parceiro estratégico na garantia de sua segurança alimentar”, disse.

De acordo com Bolsonaro, cerca de 30 empresas brasileiras possuem escritórios e unidades de produção no Oriente Médio. Durante seu discurso, ele destacou também as parcerias comerciais em países árabes da África, como Egito, Marrocos e Argélia.

“Pretendemos continuar a estreitar laços históricos, culturais e de amizade que unem os nossos povos. Também quero aproveitar o enorme potencial que ainda há para ser explorado nos mais diversos setores e abrir novas frentes de diálogos, cooperação e trabalho pela prosperidade de nossas nações”, disse.

Com Informações: Agência Brasil

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Bolsonaro diz que indicará pastor para próxima vaga do STF

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta segunda-feira (5), em culto da Assembleia de Deus Ministério do Belém, em São Paulo, que indicará para a próxima vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) um pastor evangélico. A promessa se refere ao assento que ficará vago com a aposentadoria compulsória do ministro Marco Aurélio Mello, que em julho do ano que vem completa 75 anos.

“A segunda vaga […], com toda certeza, mais que um terrivelmente evangélico, se Deus quiser nós teremos lá dentro um pastor”, declarou o presidente. Em seguida, convidou os fiéis a imaginarem as sessões “daquele Supremo Tribunal Federal” começarem com uma oração.

Na quinta-feira (1º), Bolsonaro oficializou a indicação do desembargador Kassio Nunes Marques, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), para a vaga a ser aberta pela aposentadoria do ministro Celso de Mello, prevista para 13 de outubro.

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Brasil é vítima de desinformação sobre meio ambiente, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (22) que o Brasil é vítima de “uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal”. Ao abrir a sessão de debates da 75ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), Bolsonaro justificou que há interesses comerciais por trás das notícias sobre queimadas e desmatamentos e que os incêndios que atingem as florestas brasileiras são comuns à época do ano e ao trabalho de comunidades locais em áreas já desmatadas.

“A Amazônia brasileira é sabidamente riquíssima. Isso explica o apoio de instituições internacionais a essa campanha escorada em interesses escusos que se unem a associações brasileiras, aproveitadoras e impatrióticas, com o objetivo de prejudicar o governo e o próprio Brasil”, disse. “O Brasil desponta como o maior produtor mundial de alimentos. E, por isso, há tanto interesse em propagar desinformações sobre o nosso meio ambiente”, completou.

Durante seu discurso, o presidente destacou o rigor da legislação ambiental brasileira, mas lembrou a dificuldade em combater atividades ilegais na Amazônia, como incêndios, extração de madeira e biopirataria, devido à sua extensão territorial. Ele ressaltou que, juntamente com o Congresso Nacional, está buscando a regularização fundiária da região, “visando identificar os autores desses crimes”.

“O nosso Pantanal, com área maior que muitos países europeus, assim como a Califórnia, sofre dos mesmos problemas. As grandes queimadas são consequências inevitáveis da alta temperatura local, somada ao acúmulo de massa orgânica em decomposição”, disse.

Covid-19

Em meio à pandemia do novo coronavírus, esta edição da Assembleia Geral da ONU é realizada de forma virtual. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a fazer um pronunciamento e o presidente Bolsonaro, assim como os outros líderes mundiais, enviou a declaração gravada.

Ele lamentou as mortes por covid-19 e reafirmou o alerta de que o vírus e as questões econômicas “deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade”. Bolsonaro listou as medidas econômicas implementadas pelo governo federal e disse que, sob o lema “fique em casa” e “a economia a gente vê depois”, os veículos de comunicação brasileiros “quase trouxeram o caos social ao país”. “Como aconteceu em grande parte do mundo, parcela da imprensa brasileira também politizou o vírus, disseminando o pânico entre a população”, opinou.

Para o presidente, a pandemia deixou a lição de que a produção de insumos e meios essenciais para a sobrevivência da população não pode depender apenas de poucas nações. Nesse sentido, ele colocou o Brasil aberto para o desenvolvimento de tecnologias de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, “com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados”.

Bolsonaro falou ainda sobre a ampliação de acordos comerciais bilaterais e com blocos econômicos e disse que, em seu governo, “o Brasil, finalmente, abandona uma tradição protecionista e passa a ter na abertura comercial a ferramenta indispensável de crescimento e transformação”.

Em seu discurso, o presidente também destacou a atuação brasileira no campo humanitário e dos direitos humanos e as reformas que estão sendo implementadas no país.

Com Informações: Agência Brasil

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Brasil terá cota adicional na exportação de açúcar aos EUA

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (21), pelas redes sociais, que o Brasil terá uma cota adicional de 80 mil toneladas de açúcar para exportar aos Estados Unidos. Com isso, a cota brasileira passará das atuais 230 mil para 310 mil toneladas por ano.

Foto: Reprodução Redes Sociais

“Trata-se já do primeiro resultado das recém-abertas negociações Brasil-EUA para o setor de açúcar e álcool, conduzidas no Brasil pelo MRE [Ministério das Relações Exteriores] e nos EUA pelo USTR [Representação Comercial dos EUA]. Ainda de acordo com o presidente, a cota deve beneficiar exclusivamente usinas produtoras da Região Nordeste que, segundo a lei 9.362/1996, têm preferência nas cotas especiais de exportação do produto.

A ampliação da cota de exportação de açúcar do Brasil foi a contrapartida norte-americana à decisão do governo brasileiro, que aprovou uma cota de 187,5 milhões de litros de etanol importados dos dos Estados Unidos. A medida foi anunciada há menos de duas semanas pelos ministérios da Economia e das Relações Exteriores.

Com Informações: EBC

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Efetivado no cargo, Pazuello diz que pandemia alcançou estabilidade

Após quatro meses comandando o Ministério da Saúde de forma interina, o general Eduardo Pazuello foi efetivado como titular na pasta pelo presidente Jair Bolsonaro em cerimônia realizada nesta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto. Pazuello substituiu interinamente o médico oncologista Nelson Teich, em maio, com o desafio de apoiar estados e municípios e ajudar a controlar a pandemia da covid-19 no Brasil.

Atualmente, o país registra mais de 133 mil mortes em decorrência da covid-19 e tem 4,3 milhões de casos confirmados da doença. De acordo com painel internacional mantido pela Universidade Johns Hopskins, o Brasil é o terceiro país em número de infecções, atrás de Estados Unidos e Índia, e o segundo em número de óbitos, atrás dos norte-americanos.

Em seu discurso de posse como ministro efetivo, Pazuello afirmou que o país conseguiu estabilizar o avanço da pandemia. “Conseguimos alcançar uma situação de estabilidade bem definida. No Norte e Nordeste, onde os números estão em total declínio e a população já está voltando às suas atividades normais. No Centro-Sul, a tendência de queda é clara e já podemos visualizar o retorno à normalidade muito em breve. São os sinais claros e positivos de que todo nosso trabalho e empenho está surtindo o efeito esperado”, afirmou.

Pazuello também defendeu a mudança de protocolo para o tratamento precoce realizada pela pasta, já sob seu comando, a partir de junho. “O aprendizado ao longo da pandemia nos mostrou que quanto mais cedo atendermos os pacientes, melhores são suas chances de recuperação. O tratamento precoce salva vidas, por isso temos falado dias após dia: não fique em casa esperando falta de ar, não espere. Procure um médico, receba diagnóstico clínico de um médico”, disse.

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Pista principal de Congonhas volta receber aviões de grande porte

A pista principal do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, voltará a receber pousos e decolagens de aeronaves de grande porte neste domingo (6). Na manhã de hoje (5), o presidente Jair Bolsonaro participou da entrega da obra de reforma da pista. Ao todo, foram investidos R$ 11,5 milhões na obra.

De acordo com Palácio do Planalto, o presidente retornou para Brasília após a visita ao aeroporto.

“Estamos entregando mais uma obra importante, que traz mais segurança para as operações, para os tripulantes e passageiros, neste que é o segundo aeroporto mais movimentado do país”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que vistoriou o local ao lado do presidente Bolsonaro e do presidente da Infraero, brigadeiro Hélio Paes de Barros.

Segundo o ministério, as obras foram concluídas em 32 dias e deverão proporcionar melhoria da capacidade de drenagem, aumento da aderência do pneu da aeronave ao pavimento, e redução da possibilidade de aquaplanagem (derrapagem em razão de água no solo).

A pista recebeu um revestimento de alta tecnologia, chamado de camada superficial porosa de atrito (CPA), fresagem do revestimento asfáltico existente, e uma camada estrutural de concreto asfáltico com grooving (ranhuras) na área das cabeceiras.

A pista principal do Aeroporto de Congonhas tem 1.940 metros de comprimento, 45 metros de largura e suporta aviões até categoria 4C, que engloba as principais aeronaves usadas pelas companhias aéreas brasileiras, como Boeing 737-800, Airbus A320 e Embraer E195.

A primeira operação programada é a chegada do voo 3009, da Latam. Saindo de Belo Horizonte amanhã às 8:45, a aeronave deve pousar em Congonhas às 10h05.

Durante o período em que a pista principal esteve em obras, Congonhas seguiu recebendo pousos e decolagens na pista auxiliar. De acordo com a Infraero, a manutenção das obras entre os meses de agosto e setembro considerou a baixa incidência de chuvas na capital paulista para o período dos trabalhos.
Com Informações: EBC