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Como proteger animais de estimação do barulho dos fogos

 

Para tutores de cães e gatos, a queima de fogos de artifício costuma ser preocupante porque os clarões e barulhos provocados podem assustar os pets e provocar gatilhos de estresse e ansiedade, e danos irreversíveis na audição dos animais. Isso acontece porque eles têm uma capacidade auditiva muito maior do que a nossa. Enquanto somos capazes de perceber sons na faixa de 10 Hz a 20.000 Hz, os bichos conseguem ouvir até 40.000 Hz.

Então como proteger seu bichinho do barulho e evitar problemas maiores? O Dr. Edgard, do Hospital Popular de Medicina Veterinária (HPMV), deu algumas dicas de proteção para os animais neste período. “A melhor forma de protegermos nossos animais de estimação do barulho dos fogos é colocá-los dentro da nossa casa, fechar as portas e janelas, ligar a televisão ou música com um volume baixo e se colocar perto deles, passando toda segurança de que aquele momento, eles vão passar juntos daqueles que mais confiam, que no caso são os donos”.

Mais dicas do Dr. Edgard para esse momento de proteção aos pets:

*Não medicar os animais com tranquilizante e sedativos sem a recomendação e a consulta prévia ao um médico veterinário.

*Não deixe seu pet amarrado, encolerado, preso, no momento de fogos, pois para eles toda essa questão causa muita ansiedade e uma reação de fuga. Isso é bastante perigoso, podendo causar enforcamento.

*O lugar mais seguro e aconchegante para o seu animal é perto do dono, onde ele já está acostumado a estar.

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Cachorro tem depressão?

Da Redação

 

Se, por um lado, a popularização do termo depressão serviu para aumentar a conscientização sobre a doença, por outro ele acabou sendo banalizado, tornando-se comum encontrarmos quem não leve o problema a sério.

Assim como acontece conosco, é preciso diferenciar o que é, de fato, tristeza, do que é temperamento. “É importante sempre separar o que é um ‘cão calminho’ de um ‘cão deprimido.

Alguns sintomas da depressão canina

Nenhum cachorro é igual a outro. Enquanto algumas raças são conhecidas por serem hiperativas, como border collie, outras, como buldogue inglês, fizeram fama por serem muito preguiçosas.

Dentro de uma mesma raça, porém, os cães também têm temperamentos diferentes, influenciados por fatores como idade e adestramento. Conhecer a personalidade do seu amigo é o primeiro passo para reconhecer a depressão em cães.

Fique atento também aos seguintes sinais:

Perda de apetite;

Perda de peso;

Recusa em brincar com tutores;

Prostração;

Isolamento;

Agressividade repentina;

Olhar perdido, triste e lambedura excessiva (principalmente do focinho);

Bocejos e coceiras frequentes e sem motivo,

Automutilação em extremidades do corpo (cauda e patas).

 

Logo, caso sejam identificados mais de um sintoma, é importante levar seu bichinho ao veterinário de sua confiança para analisar o caso.

 

Foto: Reprodução

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Você sabia que os pets também têm diabetes?

Por Alessandro Monteiro

As pessoas não imaginam, que o diabetes é uma doença comum entre os pets. Além de prejudicar a qualidade de vida dos animais, também contribui na diminuição dos anos de avida dos pets.

Segundo a American Veterinary Medical Association (AVMA), o diabetes é mais comum em animais mais velhos e com sobrepeso, o que ressalta a importância de cuidados preventivos com a saúde dos nossos bichinhos.

Os sintomas costumam ser diferentes em cães em gatos, e nem sempre se manifestam da mesma forma em todos os pets. Porém, o consumo excessivo de água, aumento da urina, perda de peso (mesmo em casos em que o animal teve aumento do apetite), infecções recorrentes e olhos embaçados (principalmente nos cães).

Para fins de tratamento e longevidade do animal, o diagnóstico precoce da doença é importante para melhorar a qualidade de vida. Portanto, ao notar qualquer mudança em seu comportamento, procure um médico veterinário.

O tratamento é feito através de uma readaptação na rotina, que muitas vezes inclui redução de peso por meio de dieta, aumento de atividades físicas além da aplicação de insulina.

É importante o veterinário recomendar mensurações frequentes da glicemia, através de amostras de sangue, e a detecção da glicosúria (presença de glicose na urina), a fim de adequar a dose do medicamento.

Uma dieta rica em fibras, exercícios físicos, castração das cadelas em caso de constatação da doença. Já os gatos, necessitam de uma dieta altamente proteica, com baixo carboidrato.

 

No Brasil, a única insulina de uso veterinário disponível para o tratamento do diabetes mellitus em cães e gatos é a Caninsulin, desenvolvida pela MSD Saúde Animal. Seu principal diferencial é que ela é produzida com insulina suína, estruturalmente idêntica à insulina canina.

Foto: Reprodução