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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Espetáculo infantojuvenil “A máquina do tempo” estreia no Clube Manouche

Para entender o mundo de hoje, um menino resolve usar objetos que tem em seu próprio quarto para construir uma máquina que o permita viajar ao passado em busca de respostas. Eis o ponto de partida de “A máquina do tempo”, peça infantojuvenil escrita pelo ator e músico Gui Stutz, com direção de Denise Stutz. O espetáculo inédito estreia em 7 de março no Clube Manouche, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de março.

Sozinho em cena, Gui Stutz narra a história do menino de forma lúdica e entremeada por canções autorais. Nessa aventura pelo tempo, o menino é capturado por um navio pirata, vê diferentes dinossauros na pré-história, testemunha Santos Dumont voando no 14-Bis, vai trabalhar num circo de 1923 como o “menino do futuro” e passa por muitas cidades e países até voltar ao ano de 2020. Seu desejo nessa viagem é observar as florestas, os mares e as cidades para tentar entender como o passado se tornou o presente.

 

 Acostumado a trabalhar com companhias teatrais, Gui já cultivava há tempos a vontade de montar um solo que reunisse música e dramaturgia. Para escrever “A máquina do tempo”, ele se inspirou na própria infância e na paternidade. “Sou filho único. Minha memória da infância tem muito de brincar sozinho e acompanhar as viagens de trabalho dos meus pais. Desenhava muito, criava mundos e histórias na minha cabeça”, recorda. Hoje pai de três filhos com idades entre dois meses e quatro anos, Gui se vê rodeado pelo universo da criança.

 

A música é um elemento constante nos trabalhos de artes cênicas de Gui Stutz, e não foi diferente na construção da dramaturgia de “A máquina do tempo”. Em cena, ele utiliza guitarra, e sintetizador ligados a um equipamento de looping para compor em tempo real a trilha sonora original.

Mãe e filho, Denise e Gui já trabalharam juntos em muitas produções, mas é a primeira vez que estão apenas os dois na criação de uma obra. Na bagagem, compartilham experiências que vão desde o teatro de rua popular da Grande Companhia Brasileira de Mistérios e Novidades até o teatro contemporâneo do espanhol Fernando Renjifo. “A nossa vontade era de fazer uma peça que não infantilizasse a criança. Queríamos dar espaço para ela pensar sobre o tempo de hoje”, enfatiza Denise.

 

FICHA TÉCNICA

Atuação, texto e músicas originais: GUI STUTZ

Direção e dramaturgia: DENISE STUTZ

Iluminação: FELIPE ANTELLO

Consultoria de figurino: FLAVIO SOUZA

Consultoria de cenografia: KELLER VEIGA E MARCELA DE PAULA

Desenho de som: ALEX MIRANDA

Desenho gráfico: LETÍCIA ANDRADE

Fotografia: RENATO MANGOLIN

Assessoria de imprensa: PAULA CATUNDA

Realização e produção: PLANO GERAL ESPAÇO E PRODUÇÕES

SERVIÇO

Espetáculo infantojuvenil: “A máquina do tempo”

Temporada: de 7 a 29 de março de 2020

Dias e horário: sábados e domingos, às 16h

Excepcionalmente no dia 8 (domingo), sessão extra às 14h

No dia 15 (domingo) não haverá apresentação

Local: Clube Manouche/Casa Camolese

(Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico).  Tel: 3514-8200

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Crianças a partir de 3 anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação

Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingresso

Duração: 60 minutos

Recomendação etária: Crianças a partir de 5 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais

Estacionamento no local (tarifado)

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Cultura Destaque

 Babi Xavier, Carol Fazu e Helga Nemeczyk no Manouche

SHOW “MÚSICA, LETRA E DANÇA” ABRE A PROGRAMAÇÃO DE MARÇO DO CLUBE MANOUCHE COM BABI XAVIER, CAROL FAZU E HELGA NEMECZYK CANTANDO MARINA LIMA, COM PRODUÇÃO MUSICAL DE LIMINHA

 Estreia do show “Música, letra e dança” com as cantoras atrizes ou atrizes cantoras Babi XavierCarol Fazu e Helga Nemeczyk. Uma ode ao repertório da cantora e compositora Marina Lima.

A produção musical é do consagrado Liminha, que também sobe ao palco junto com as três vozes. O vasto repertório da carioca Marina Lima é a base estrutural do espetáculo que com certeza irá fazer a plateia dançar muito e se emocionar. “Uma noite e meia”“Inverno”“Virgem”“Fullgás” e “À Francesa” são algumas das pérolas que vão sacudir o público.

As três vozes têm vasta experiência e se entregaram de corpo e alma aos cuidados do mestre Liminha, que quer com isso trazer de volta – ainda que por algumas horas – o brilho e romantismo pop dessa cantora e compositora que é a cara da cidade maravilhosa.

 

Babi Xavier estreou como atriz em novelas de TV, mas ficou conhecida apresentando o programa “MTV Erótica”, na MTV Brasil, em que conversava juntamente com o médico Jairo Bouer, sobre sexualidade e comportamento. Babi já lançou livro (“E Aí, Um Papo Aberto Entre A Gente”), CD (“Do Jeito Que Eu Quero”), atuou em longa-metragem (“Korda”, de Marcus Andrade), em curta-metragem (“Corrompendo Paulo”, de Patrícia Freitas e Thiago Morena), participou da Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão, da TV Globo, e do reality show A Fazenda na Record. Nesta emissora também atuou em novelas como Vidas Opostas”, “Os Mutantes – Caminhos do Coração” “Os Dez Mandamentos”, e na minissérie “José do Egito”. E, mais recentemente, participou da terceira temporada do programa Popstar”, da TV Globo. Seu mais novo trabalho no teatro foi a comédia romântica “100 Dicas pra Arranjar Namorado”, de Daniele Valente e Cacau Hygino.

 

Carol Fazu (Foto: Divulgação)

Nascida e criada em Brasília, Carol Fazu escolheu o Rio de Janeiro para viver e atuar. Na TV fez as novelas “Insensato Coração”, “Escrito nas Estrelas” e “Viver a Vida”, a minissérie “A Téia”, e os seriados “Cilada”, “A Grande Família”, “Tapas e Beijos”, entre outros, na TV Globo, e “Por isso Sou Vingativa” e “Uma Rua Sem Vergonha”, no Multishow. No teatro atuou em “Mulheres de Caio”, baseado em quatro histórias de Caio Fernando Abreu, e “Anônimas”, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (“O Vendedor de Passados”), Breno Silveira (“Gonzaga, de Pai para Filho”) e Flávio Tambellini (“Malu de Bicicleta”). Cantora por vocação e paixão, em 2017 apresentou, no Rio de Janeiro, o espetáculo “Janis”, um monólogo musical sobre a cantora norte-americana Janis Joplin, pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz em musical do Cesgranrio e foi indicada a dois outros: Shell de Teatro (categoria música) e Botequim Cultural (melhor espetáculo, melhor diretor e melhor atriz). Depois, saltou para TV, onde fez a personagem Selma na novela “Segundo Sol”, na TV Globo em 2018.

 

Helga Nemeczyk (Foto: Divulgação)

Formada em canto lírico, a atriz Helga Nemeczyk já participou do “Show dos Famosos” do “Domingão do Faustão” e, mais recentemente, da 3ª temporada do “Popstar” da TV Globo. Conhecida pelos anos em que atuava em quadros do extinto programa “Zorra Total”, Helga também se descobriu como youtuber. Depois de um ano do Superchef Celebridades (quadro dentro do programa Mais Você”), foi convidada a apresentar suas alquimias na cozinha em seu canal virtual, o Cozinhando com Helga”. Só no ano passado participou de três musicais “Company”“Meu Destino é ser Star – Ao som de Lulu Santos” e “Brilha La Luna–Um Novo Musical. E no cinema atuou nos curtas-metragens: Prazer, Camila”, “A Delirante História de um Homem Morto” e “Cinzas e Café”.

A banda é outro show à parte: Fernando Vidal, guitarra, Thiago Gomes, teclados, Cezinha, bateria, e Liminha (baixo).

 

Serviço

FestaBabi Xavier, Carol Fazu e Helga Nemeczyk cantam Marina Lima no show Música, Letra e Dança”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 05 e 12 de março, quinta, 21h

Lotação: 60 lugares em pé (formação de pista) e 50 lugares sentados (mesas e cadeiras).
Ingressos: R$ 140,00 (inteira, mesas), R$ 80 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível – Em pé) e R$ 40,00 (meia – em pé). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Cultura Destaque

Clube Manouche abre temporada de espetáculos Infantojuvenis

Foto: Renato Mangolin

Abrindo a temporada de espetáculos infantojuvenis de 2020, que terá curadoria do jornalista e crítico teatral Rafael Teixeira, o Clube Manouche traz todos os sábados e domingos de janeiro a elogiada peça “Juvenal, Pita e o Velocípede”, com Eduardo Almeida e criação coletiva da Pandorga Companhia de Teatro, dramaturgia de Cleiton Echeveste e direção de Cadu Cinelli, integrante do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias. O espetáculo foi premiado por texto e iluminação no 10.º Prêmio Zilka Sallaberry e melhor ator no 2.º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças.

 Juvenal tinha cinco anos de idade e adorava brincar com o seu velocípede. Um dia descansando embaixo de um cajueiro, ele conheceu uma menina chamada Pita. Eles se tornaram amigos inseparáveis e viveram grandes aventuras a bordo de um velocípede construído pelo tio do menino. Neste monólogo infantojuvenil “Juvenal, Pita e o Velocípede”, terceiro espetáculo para a infância e a juventude criado e produzido pela Pandorga Companhia de Teatro, que já se apresentou em várias cidades do Brasil e do exterior, o ator Eduardo Almeida empresta as próprias lembranças da infância no Rio de Janeiro para contar as histórias do menino Juvenal.

O projeto surgiu da vontade de Eduardo Almeida de fazer uma peça sobre as memórias da infância. Além das histórias pessoais e da equipe, a obra “Os fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo”, de William Joyce, foi uma das usadas durante o processo de pesquisa e de criação do espetáculo. Um teatro foi o lugar escolhido por Pita para reencontrar o amigo de infância que ela não vê há 30 anos. Juvenal hoje tem cerca de 40 anos. Enquanto espera a amiga chegar ao teatro, ele relembra diversas histórias dos tempos de criança: como ele recebeu o nome de Juvenal, o dia em que ganhou o velocípede do tio, a paixão pelo personagem japonês Ultraman, como ele conheceu a Pita, entre outras aventuras.

 

Foto: Renato Mangolin

 

 

 

“Eu sempre fui apaixonado pelo Ultraman, assistia a todos os episódios e até cantava em japonês”, conta Eduardo. “A trilha sonora que o Rudi Garrido criou foi toda inspirada no tema do seriado. É como se ele pegasse a música e colocasse de trás pra frente, de ponta a cabeça”, revela o ator.

“O teatro é um lugar para se viver o lúdico, um lugar de encontros e que nos permite ver o que não existe. Durante o processo de criação, nunca perdi de vista que nós estamos ali para contar uma boa história”, explica o diretor Cadu Cinelli, que lembra que a peça é para toda a família.

 

 

 

 

 

 

Sinopse

O ponto de partida de “Juvenal, Pita e o Velocípede” é o universo da memória e de como nos relacionamos com a passagem do tempo, as marcas e impressões deixadas pela infância. Ou por uma infância possível, ao mesmo tempo distante e próxima às infâncias da plateia, infância que foi vivida em outros tempos, mas que é retomada pelo poder evocativo das palavras e das imagens por elas suscitadas. Como mote inicial, ao entrar no teatro o público encontra em cena Juvenal, cerca de quarenta anos de idade. Ele faz um levantamento, um inventário de lembranças e de um objeto que fez parte da sua infância e o marcou em definitivo: o velocípede que seu tio construiu especialmente para ele. É a bordo do seu velocípede que ele viveu as maiores aventuras, ao lado de uma grande parceira e amiga, Pita. É em torno do reencontro com Pita, após um afastamento de cerca de trinta anos, que o espetáculo se estrutura, com base na expectativa que perpassa o reviver de sabores, cheiros, sons e imagens de tempos passados. São histórias inusitadas, engraçadas, estranhas, emocionantes, patéticas. Amiga, parceira de aventuras, confidente, conselheira, companheira em todas as horas, especialmente nas mais solitárias, Pita acompanha Juvenal durante um período importante da sua vida, período que forma o manancial do qual são afetuosamente garimpadas estas histórias.

Ficha Técnica

Elenco: Eduardo Almeida

Direção: Cadu Cinelli

Dramaturgia: Cleiton Echeveste

Figurino e cenário: Daniele Geammal

Iluminação: Ricardo Lyra Jr.

Operação de luz: Ricardo Lyra Jr.

Direção musical: Rudi Garrido

Direção de movimento e preparação corporal: Jan Macedo

Visagismo: Francisco Leite

Construção do velocípede: Garlen Bikes e Marcelo Huguenin

Pintura de arte do velocípede: Renato Marques

Design Gráfico: Fernando Nicolau

Assistência de produção: Giuseppe Marin

Produção: Eduardo Almeida e Cleiton Echeveste

Realização: Pandorga Companhia de Teatro e Pita Produções

Serviço:

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de janeiro, sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira e R$ 25,00 (meia)

Crianças a partir de 3 anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação. Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingresso.

Duração: 50 minutos

Recomendação etária: Crianças a partir de 5 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)