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Educação Rio Saúde

Faculdade São Leopoldo Mandic vai capacitar 94 mil profissionais do SUS responsáveis pela vacinação em todo o país

Projeto será feito em parceria o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), que tem como objetivo apoiar o Projeto ImunizaSUS

A Faculdade São Leopoldo Mandic firmou uma parceria o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento do Projeto ImunizaSUS., que vai oferecer formação para profissionais que trabalham com vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do SUS.

A iniciativa, que conta com o apoio do Ministério da Saúde, tem como meta aperfeiçoar até 94 mil profissionais que atuam diretamente nas ações de imunização nas 47 mil UBS em todo território nacional, no período de 10 meses.

A capacitação será realizada pela modalidade EAD, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem do CONASEMS. O projeto contará com 1.890 tutores, que serão formados pela Faculdade São Leopoldo Mandic. As aulas serão gravadas, distribuídas para os alunos por diversos canais, possibilitando que seja acessível a todas as unidades do Brasil, com disponibilização de material didático e espaço para diálogo com os tutores. O projeto abordará as práticas de imunização para Covid-19 e para as demais vacinas já existentes no calendário nacional por meio da Política Nacional de Imunização PNI.

“A capacitação de profissionais tem relação direta com as boas práticas e com a estratégia de gestão, que permite que a cobertura vacinal seja o mais ampla possível, já que se trata de uma estratégia coletiva, que deve ser seguida por todos. E as UBS são as unidades de assistência mais próximas da população e contam com estrutura e profissionais que ajudam cotidianamente o Brasil a ter a maior política de imunização do mundo. Ficamos honrados de poder contribuir com essa etapa tão significativa para a Saúde e Educação, com a certeza de que podemos impactar positivamente o Sistema de Saúde Brasileiro”, afirma o diretor de Pós-graduação e Pesquisa da SLMANDIC, Prof. Dr. Marcelo Henrique Napimoga.

A Faculdade São Leopoldo Mandic já conta com participação em outros projetos, nos quais os alunos da instituição, assim como os professores, contribuem ativamente. “É uma ação que auxilia na formação de profissionais em consonância com as melhores práticas e com o SUS. Além disso, é o reconhecimento aos docentes, pesquisadores e a excelência acadêmica, que sempre foram os pilares da SLMandic”, conclui Napimoga.

Sobre a São Leopoldo Mandic

Considerada uma das dez melhores instituições de ensino superior do País há 12 anos consecutivos no Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC, a Faculdade São Leopoldo Mandic reúne, no corpo docente, professores doutores formados pelas melhores instituições de ensino do Brasil e do Exterior. Estruturada com laboratórios de última geração e clínicas odontológicas completas, a Instituição oferece aos alunos vivência prática nos cursos de Odontologia e de Medicina desde o 1º ano, atividades de pesquisa e prestação de serviços comunitários, convênio com hospitais e Unidades Básicas de Saúde, cursos de graduação e pós-graduação. Além de laboratórios com exercícios de simulação realística, utilizando recursos modernos para diagnóstico, o HUB de Inovação e o Barco da Saúde. O corpo docente é formado por doutores e pós-doutores com vasta produção intelectual. A Faculdade São Leopoldo Mandic tem outras nove unidades distribuídas pelo País, que oferecem cursos de pós-graduação e mais uma unidade de graduação em Medicina, na cidade de Araras (SP). Canais: slmandic.edu.br facebook.com/saoleopoldomandic .
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Social

DFL doa 3 mil testes de COVID para combate à pandemia nas comunidades carentes

 

Projeto tem como objetivo viabilizar o atendimento de saúde nas comunidades

Com foco em auxiliar o combate à pandemia da COVID-19 nas comunidades carentes, a DFL, empresa especialista em soluções para produtos odontológicos e médicos, doou três mil testes rápidos de diagnóstico da COVID-19 para o projeto Conexão Saúde: de olho na Covid-19, que é fruto da parceria da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o Conselho Comunitário de Manguinhos, Redes da Maré, Dados do Bem, SAS Brasil e União Rio, e conta com o apoio da gestão municipal, por meio das unidades de saúde da Área Programática local.

“Em meio ao cenário desafiador da pandemia, é fundamental exercermos nosso papel solidário e auxiliar a expandir essa corrente do bem para regiões e famílias que necessitam. Temos que nos unir cada vez mais para viabilizar o acesso à saúde a todos”, afirma Joel Kos, CEO da DFL.

A ação tem como objetivo viabilizar o atendimento de saúde nas comunidades e contribuir para o enfrentamento da pandemia. O projeto garante desde a orientação e o apoio à população local, até a telemedicina, testagem molecular, rastreamento de contactantes e produção de mapas de risco dentro das comunidades.

Segundo os especialistas envolvidos, essas ações, implementadas de forma estruturada, constituem uma proposta de vigilância ativa que poderia ser considerada um modelo para o enfrentamento da pandemia em comunidades carentes e nos territórios populares, além de impactar significativamente na redução de mortes e de insegurança social entre os moradores das áreas mais vulneráveis.

“A partir do envolvimento de diversos parceiros, estamos conseguindo integrar a atenção básica, de maneira sistêmica, ao enfrentamento da pandemia na região, oferecendo uma cadeia completa de atendimento, desde a possibilidade de um diagnóstico precoce e acompanhamento clínico, até a testagem molecular e o rastreamento de contactantes.”, explica Valcler Rangel, coordenador do projeto pela Fiocruz.

A expectativa é que a iniciativa possa deixar um legado nos territórios onde seja implementada, com bases técnicas para o desenvolvimento de ações de Vigilância Ativa em Saúde, a construção de expertise para estratégias de distanciamento social em comunidades carentes, consolidação de modelos de comunicação voltado para emergências em saúde e ações de teleatendimento em psicologia e medicina adequado às condições de populações vulnerabilizadas.

A doação faz parte de uma das ações do Comitê de Ação Social, criado pela DFL, como forma de contribuir para o combate da pandemia da COVID-19 e auxiliar comunidades carentes durante o período de crise. “O Comitê de Ação Social já era um projeto desejado na DFL. Através dele, conseguimos espaço e recursos para análise e ações de responsabilidade social, um dos nossos pilares para o bem-estar da comunidade e equipe”, afirma Bárbara Facure, Gerente de Recursos Humanos da DFL.

Foto: Divulgação

Através do comitê, a empresa já doou mais de 1 tonelada de cestas básicas composta por alimentos e produtos de higiene para o Projeto Dom de Amar, na comunidade de Curicica, em Jacarepaguá. Também produziu e doou mais de 2 mil frascos de álcool em gel para a Polícia Civil e Rotary Club do Rio de Janeiro, associação de clubes de serviços com voluntários a fim de prestar serviços humanitários. Além da doação de 780 kg de alimentos para o Retiro dos Artistas, instituição localizada no bairro do Pechincha, em Jacarepaguá, que acolhe artistas idosos que passam por dificuldades financeiras e emocionais.

 

Sobre a DFL

Presente no mercado brasileiro há 80 anos, a DFL é líder no mercado nacional de anestésicos injetáveis e agulhas gengivais. Possui certificações importantes que regulamentam a segurança e eficácia dos produtos e serviços. Hoje a DFL exporta para mais de 45 países, em alguns dos mercados mais importantes do mundo com modernidade e inovação. A partir da tradição e know-how em anestésicos e alinhada às necessidades do mercado, em 2020 a empresa entrou no segmento médico, a começar pela distribuição de testes para a COVID-19 pensando em suprir importantes demandas médicas. https://dfl.com.br

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Destaque Rio Saúde

Vacina  de Oxford  já está no Rio e segue hoje para os 92 municípios

 

Já estão sendo distribuídas aos municípios do Rio, na manhã desta segunda-feira, 25 de janeiro, as 185 mil doses as vacinas Oxford/AstraZeneca que a Secretaria de Estado de Saúde (SES), recebeu do Ministério da Saúde (MS) no  sábado (23/01). O imunizante foi encaminhado pelo Mnistério da Saúde  para a Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da SES, em Niterói, de onde  segue hoje distribuído para os 92 municípios do estado.

O Rio de Janeiro segue as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI). As vacinas serão destinadas ao público prioritário, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde. A Secretaria de Saúde aguarda as informações do ministério, que devem ser publicadas neste domingo (24/01) com as definições.

A secretaria já está com toda a logística aérea e terrestre preparada para que as vacinas sejam entregues aos municípios a partir da manhã desta segunda-feira (25/01). Uma grande operação foi montada para que todas as cidades possam dar início a essa nova fase da vacinação assim que receberem as doses e as recomendações técnicas da secretaria, oriundas do ministério.

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde, com base em critérios técnicos, informa que todas as doses enviadas pelo Ministério da Saúde para o Estado do Rio serão distribuídas aos municípios em única remessa para aplicação imediata, de acordo com as prioridades do PNI. A medida foi tomada tendo em vista que a aplicação da segunda dose pode ser realizada em 90 dias após a primeira.

Recomendações – A SES, por meio da Vigilância em Saúde, enviou ofício aos municípios recomendando que as secretaria municipais de Saúde façam uma busca ativa para levantar casos de idosos e deficientes vivendo em instituições que não estejam cadastradas no Ministério da Saúde e, por isso, possam não ter recebido ainda doses da vacina Coronavac. O documento solicita ainda que os gestores municipais comuniquem à Subsecretaria de Vigilância em Saúde essas possíveis divergências para que possam ser solucionadas.

Balanço da vacinação – Até as 18h deste sábado (23.01), 85 municípios registraram 89.237 pessoas imunizadas contra a Covid-19 no estado. O balanço foi realizado por meio de busca ativa, a partir da gerência de Imunização da Vigilância Epidemiológica da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, junto às coordenações/gerências de imunização dos 92 municípios do Estado..

Foto: Governo do Estado do RJ

 

 

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Brasil Destaque Política

Projeto de lei de deputado pode prorrogar auxílio emergencial até abril

 

Um projeto de lei apresentado no Congresso tem como objetivo, prorrogar o pagamento do auxílio emergencial até abril deste ano, no valor de R$ 600 mensais. Ele tramita na Câmara dos Deputados e precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro para entrar em vigor.

O auxílio foi criado em abril do ano passado como medida de enfrentamento aos efeitos da pandemia da Covid-19 para os trabalhadores, sobretudo informais e desempregados. Foram cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300 (mulheres chefes de família receberam o dobro).

O programa foi encerrado em 31 de dezembro, restando apenas pagamentos residuais neste mês. Há discussões na sociedade e no Parlamento sobre a prorrogação do programa, com a alta de casos da Covid-19 neste início de ano, mas o governo Bolsonaro não dá sinais de que vá continuar com o programa.

O autor do projeto, o deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ) avalia que as vantagens sociais e econômicas trazidas pelo auxílio emergencial devem ser mantidas.

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Brasil Destaque Saúde

Votação da Anvisa para o uso emergencial de 4,8 milhões de doses da Coronavac ocorre nesta sexta-feira (22)

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em reunião com a Diretoria Colegiada, avalia, na tarde desta sexta-feira (22/1), a liberação do segundo pedido do uso emergencial da vacina Coronavac feito pelo Instituto Butantan. Se aprovada, a decisão permitirá a distribuição de mais 4,8 milhões de doses do imunizante.

A decisão se deu após a Anvisa analisar um documento enviado pelo instituto que tinha mais de 900 páginas. O encontro é transmitido pelos canais digitais da agência.

Vale ressaltar que no último domingo (17/1) a Anvisa já havia dado o aval para aplicação de 6 milhões de doses do imunizante. Contudo, a vacina em questão era originária do laboratório chinês da Sinovac. Desta vez, a agência avalia as doses produzidas no Brasil. Na ocasião, os diretores da agência reguladora votaram todos a favor dos pedidos de uso emergencial. A escolha ocorre por maioria simples.

A decisão sobre o uso emergencial das vacinas passa a valer a partir do momento em que os laboratórios forem comunicados. A autorização é publicada no portal da Anvisa, no extra de deliberações da Diretoria Colegiada. Não há necessidade de publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU).

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Brasil Saúde

Empregados que se recusarem a tomar vacina podem ser demitidos por justa causa, alerta especialista.

 

Após a Anvisa confirmar a aprovação para uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca neste domingo (17), começa nesta semana o início oficial da campanha de imunização do governo federal contra a Covid-19.

Em meio a uma onda negacionista no Brasil em relação às vacinas, os brasileiros não podem ser obrigados a participar da campanha de imunização, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os cidadãos que recusarem a vacina estarão sujeitos a sanções previstas em lei, como multas e impedimentos de frequentar determinados lugares.

No âmbito da justiça trabalhista, o empregado que se recusar a tomar a vacina pode ser demitido por justa causa, já que estará trazendo riscos sanitários para os colegas. De acordo com o advogado especialista em Direito e Processo do Trabalho, Rafael Camargo Felisbino, a empresa pode demitir o funcionário em questão, mas é recomendável que haja uma tentativa de conversa antes de medidas mais definitivas.

“É possível dispensar a pessoa que se recusa a se vacinar por justa causa, já que é obrigação da empresa zelar pelo meio ambiente e pela saúde de seus empregados. A pessoa que se recusa a tomar a vacina coloca a saúde de todos os colegas em risco. Entretanto, é recomendável que a justa causa seja precedida de uma advertência ou suspensão, ainda mais se esta for a primeira recusa e o empregado em questão tiver um histórico bom na empresa”, explica.

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Destaque Rio Saúde

Prefeitura do Rio recebe vacinas na cidade e inicia vacinação no Hospital Ronaldo Gazolla

Prefeitura do Rio Recebe Vacinas na cidade.

Primeiro lote será distribuído para vacinação imediata.

A Secretaria Municipal de Saúde recebe nesta terça-feira, com previsão de chegada às 11h o primeiro lote de vacinas contra o coronavírus. O carregamento chegará na Central de Logística da Secretaria e será distribuído às instituições e unidades de saúde onde a vacinação será iniciada imediatamente.

Prefeitura inicia vacinação no Hospital Ronaldo Gazolla

Profissionais da unidade começam a ser imunizados nesta terça-feira contra a covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde dá início nesta terça-feira, às 14h, à vacinação contra o coronavírus para os profissionais do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla. A unidade é a principal referência da rede municipal para o tratamento da covid-19, com 380 leitos, e conta com mais de mil funcionários da área assistencial, fora o pessoal de apoio, como maqueiros, administrativos e limpeza.

A técnica de enfermagem Dulcinéia da Silva Lopes, de 59 anos, que foi a primeira pessoa a tomar a vacina no Rio, aos pés do Cristo Redentor, é profissional da unidade.

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Destaque Rio Saúde

Rio começa a vacinação contra a Covid-19 aos pés do Cristo Redentor

 

Por Claudia Mastrange

O Rio de Janeiro deu início, nesta segunda-feira , 18 de janeiro à campanha de vacinação contra a Covid-19. Uma cerimônia no Cristo Redentor marcou o começo da imunização da população fluminense. Duas mulheres, Terezinha Conceição, de 80 anos e moradora do Abrigo Cristo Redentor; e Dulcinea da Silva Lopes, de 59 anos e profissional de saúde que atua na linha de frente no combate à pandemia, foram as escolhidas para tomar a primeira dose da vacina.

Ducinea foi a primeira. “Fiquei muito emocionada por ser escolhida e pela vacinação ter acontecido no Cristo Redentor, um lugar tão simbólico para o Rio. Não tive reação nenhuma, estou ótima , muito feliz e só recomendo a todos que sigam se prevenindo, se cuidando até que todos possam tomar a vacina”, declarou ela em entrevista, na manhã desta terça-feira (19), um dia após viver o momento histórico.

A técnica de enfermagem, Dulcinea: a emoção de ser a primeira vacinada, no RIo

Vinte caixas – cada uma com 1.200 doses da vacina CoronaVac – chegaram na tarde de ontem e o restante do que foi prometido pelo Ministério da Saúde chegou ao Rio para esta primeira fase de imunização na madrugada desta terça-feira  e já está sendo encaminhado de helicóptero para os 92 municípios de estado do Rio.

“É muito singular começar a vacinação no Cristo Redentor, que representa a paz, o amor e a vida. Hoje cedo fui a São Paulo e me reuni com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e mais 15 governadores para reiterar que o plano de imunização é nacional. Cada brasileiro importa igualmente ao outro. Essa é a primeira etapa, ainda pequena, mas ao final dela o Brasil estará entre os cinco países que mais vacinaram no mundo. Este é o início da virada no Rio de Janeiro”, declarou o governador em exercício Cláudio Castro, durante o evento.

Eduardo Paes: “ A vacina é uma luz no fim do túnel”

Cinco cidades receberão o maior número de vacinas nesta primeira fase – Rio de Janeiro (capital), com 231.840 doses; São Gonçalo, 27.590; Niterói, com 23.240; Nova Iguaçu, 14.930; e São João de Meriti, 14.870. “A vacina é uma luz no fim do túnel para todos nós e, sem dúvida, nos trará grandes resultados. O Governo do Estado coordena a ação de todos os municípios e, ao mesmo tempo, apoia a logística. Se não fosse a preparação do Governo do Estado, nós, por exemplo, não teríamos a quantidade necessária de seringas para a vacinação”, afirmou o prefeito Eduardo Paes.

Nesta primeira fase, serão priorizados os trabalhadores de saúde, as pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência, as pessoas com deficiência que vivem em residências Inclusivas e a população indígena.

Distribuição aos municípios

Logo no início da manhã desta terça-feira (19) começou a distribuição simultânea e proporcional aos 92 municípios do estado. Antes, as vacinas serão catalogadas no Centro de Distribuição da Secretaria de Estado de Saúde, em Niterói. Na sequência, carros, caminhões e vans serão utilizados na logística de distribuição às cidades. A operação terá também o apoio de cinco helicópteros do estado (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros) para que a vacina chegue até as mais distantes cidades no menor tempo possível.

Pontos de vacinação e insumos

Toda a preparação para a vacinação no Rio de Janeiro está pronta. Foram definidos 1,5 mil postos de saúde e clínicas da família que devem participar da imunização. A Secretaria de Estado de Saúde pode abrir mais 3 mil pontos de apoio, utilizando espaços de escolas, supermercados, shoppings e quartéis do Corpo de Bombeiros.

Durante o fim de semana, o Governo do Estado realizou a distribuição de seringas para os municípios fluminenses. No sábado (16) foram enviadas 3.346.800 seringas com agulha para 30 cidades. Domingo (17), outras 115.500 seringas descartáveis de 3 ml com agulha foram encaminhadas para outros 19 municípios. Ao todo, nesta primeira fase, a SES enviou 5,5 milhões de kits para todo o estado. Uma mega-operação, com apoio da Polícia Militar, foi montada para realizar a distribuição do material para todas as regiões fluminenses.

Fotos: Eliane Carvalho

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Cidade Rio Saúde

Vacinação nos supermercados: 180 estacionamentos em todo o estado poderão ser usados como pontos de vacinação.

Acordo de cooperação foi assinado nesta segunda (18) entre o Governo do Estado e as associações de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE)

A população do estado do Rio de Janeiro terá à disposição estacionamentos de supermercados para serem usados como pontos de vacinação. É o que garante o acordo de cooperação assinado entre o Governo do Estado e as associações de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), na manhã desta segunda-feira (18/01).
O secretário de Estado da Casa Civil, Nicola Miccione, representou o governador em exercício Cláudio Castro durante o evento.

A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) vai colocar à disposição do governo, por intermédio de seus associados, 180 estacionamentos em todo o estado para que possam ser usados como pontos de vacinação. Na capital, serão 110 locais.

– Supermercados fazem parte da vida de todo cidadão, e nossos associados irão disponibilizar esses espaços com o intuito de agilizar o processo de vacinação. Nós esperamos que, com isso, possamos contribuir para que os postos de saúde fiquem desafogados. A Secretaria de Saúde vai avaliar e definir os pontos que serão utilizados. Assim como estivemos com a população desde o início da pandemia, como serviço essencial, queremos estar neste cenário de vacinação também – garantiu o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz.

– Iniciamos a nossa ofensiva contra a Covid-19. O Rio de Janeiro está preparado para a campanha de vacinação, que começa hoje. O estado tem pronta uma grande logística de distribuição das vacinas para todos os municípios. O esquema foi colocado em prática neste sábado (16/01), com a distribuição de 5,5 milhões de seringas. Estamos garantindo um início de vacinação de forma igualitária a todos os cidadãos prioritários desta primeira fase – ressaltou Nicola Miccione.

Queiróz ressaltou toda a organização dos supermercados durante a pandemia para garantir o abastecimento da população, e que na fase de vacinação não será diferente.
– Não houve aglomeração nas nossas lojas, nem do lado de dentro, nem do lado de fora. O índice de contaminação foi baixíssimo. Firmamos o compromisso de colocar à disposição 180 lojas espalhadas por todo o estado do Rio de Janeiro para que possamos vacinar mais rapidamente a população – disse.
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Destaque

Começa a vacinação contra a Covid-19 no Brasil

 

Por Claudia Mastrange

Chegou o tão esperado momento! Começou a vacinação no Brasil. No inicio da tarde deste domingo, 17 de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprovou por unanimidade o uso emergencial de duas vacinas  contra a Covid-19: a Coronavac, já disponível no Brasil, e produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceira com o laboratório Sinovac, da China. E também a vacina de Oxford, feita em parceria com o laboratório AstraZeneca, e, que será produzida pela Fiocruz, no Rio de Janeiro.

A primeira brasileira vacinada contra o coronavírus é Mônica Calazans, 54, enfermeira da UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Nesse primeiro dia de campanha, profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados em uma sala dedicada do Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

“Hoje é um dia muito especial para milhões de brasileiros que estão sofrendo com a COVID-19 em hospitais, centros de atendimento e em suas casas. E também aos que estão em quarentena, se protegendo e ajudando a proteger suas famílias. Hoje é o Dia V, o dia da vacina, da vitória, da verdade e da vida. Quero dedicar este dia aos familiares dos 209 mil mortos pela COVID-19”, afirmou o Governador. De São Paulo, João Dória

O uso emergencial , atestado pela Anvisa, vale para um lote de 2 milhões de doses da vacina de Oxford produzida pelo Instituto Serum, na Índia, que ainda serão transportados para o Brasil, em data a ser definida, e os 6 milhões de doses da CoronaVac, que já estão em território nacional. Para o uso de outros lotes, será necessária uma nova solicitação.

A CoronaVac foi incorporada ao plano nacional de vacinação contra covid-19 do Ministério da Saúde. Esse primeiro lote vai dar início à campanha de imunização, em nível nacional, a partir de quarta-feira (20).  Em coletiva de imprensa no domingo, dia 17, o ministro da Saúde Eduardoo Pazuelle declarou que só comentará a primeira dose, efetuada em São Paulo, após consulta jurídica, pois todo o lote da Coronavac teria sido comprado pelo Ministério da Saúde. “As vacinas serão distribuídas igualmente para os estados. Se alguma dose já foi usada, está fora da lei”, afirmou Pazuello.

Fotos: Reprodução