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Cultura Diário na Folia Fica a Dica

VI Rio Harp Festival a todo vapor no carnaval

 

Nem mesmo a pandemia do novo coronavírus no mundo impediu que o XV Rio Harp Festival fosse realizado em 2020. E o seu sucesso de crítica, mídia e público determinou na sua continuidade em 2021, que segue firme em pleno Carnaval. Graças à Lei Aldir Blanc, o XVI Rio Harp Festivla – versão latino-americana-virtual está sendo realizado desde o dia 29 de janeiro e segue até 22 de fevereiro com sua programação, tendo como foco os harpistas do nosso continente. A ideia é que a edição completa possa voltar a ser feita ainda em 2021, incorporando harpistas do mundo todo.

Esta versão virtual e compacta servirá de abertura e manutenção do evento, mas destacando os harpistas latino-americanos. Além do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Colombia, Venezuela, Peru, Equador e México estarão representados no evento.

São 15 músicos de 9 países, incluindo importantes artistas brasileiros e orquestras de projetos sociais.Apoiado pela Lei Aldyr Blanc da Secretaria Estadual de Cultura e Economia criativa, o evento está inserido no projeto “Música no Museu”, que em 24 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro de cada ano atinge o Brasil de norte a sul, além de sua vertente internacional, e há 16 anos dedica um mês à harpa.

                                      PROGRAMAÇÃO

17 de fevereiro – quarta-feira – 13hs.

Palestra: A história da harpa.

Newton Nazareth, pianista e pesquisador.

País: Brasil

18 de fevereiro – quinta-feira – 13hs.

Músico: Trio D`Ambrosio: Maria Helena Andrade, piano, Maria Célia Machado, harpa e Aizik Geller, violino.

País: Brasil.

 19 de fevereiro – sexta-feira – 13hs.

Músico:Lucas Petroni, harpa.

País: Argentina

20 de fevereiro – sábado – 13hs.

Músico: Clarp Ensemble/ Ecos Latinos, Patrice Fischer, harpa e Carlos Valadares, percussão.

País: Colombia, Guatemala

21 de fevereiro – domingo – 13hs.

Músico: Yns Even, harpa -Camerata do Uerê. Yins Even, harpa.

País: Peru/Brasil.

22 de fevereiro – segunda –  13hs.

Burning Symphony. Jonathas Faganello, harpa.,

País: Brasil

Por onde os concertos serão transmitidos:

www.musicanomuseu.com.br

www.radiomusicanomuseu.com

– Cedro Rosa Youtube
https://www.youtube.com/channel/UC25sT7ofudoMWTDOx5T2DdQ

– Cedro Rosa Facebook
https://www.facebook.com/cedrorosadigital.com.br/ )

– Cedro Rosa Twitter
https://twitter.com/cedrodigital )

Foto: Divulgação

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Fica a Dica Notícias do Jornal

Botando os blocos na rede!

 

Não está havendo o tradicional carnaval no Rio, em 2021, e nem há blocos nas ruas…  Mas quem disse que eles estão parados? Os blocos “Escravos da Mauá” e “Meu Bem Volto Já” lançam o projeto “Do Leme à Praça Mauá — Histórias e Músicas do Carnaval Carioca”, dia 12 de fevereiro, no canal do Youtube “Histórias e Músicas do Carnaval Carioca” (https://bit.ly/3qmUBUs).

Com roteiro e direção de Pedro Monteiro, a série terá 12 programas de sete a dez minutos que vão contar algumas das curiosidades dos sambas e compositores que fizeram sucesso no Carnaval da cidade dos anos 90 aos dias atuais.

Na estreia, serão exibidos dois episódios consecutivos. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Especial de Cultura e do Ministério do Turismo por meio da Lei Aldir Blanc.

Foto: Divulgação

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Brasil Cultura

Até o dia 03/03 acontece o ciclo de palestras gratuitas “Lab Corpo Palavra”

 

 

O ciclo virtual de palestras “Lab Corpo Palavra” reúne, até 3 de março, artistas e pesquisadores da dança, das escritas, das artes cênicas e dos estudos do corpo no canal do Youtube Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp). A proposta é conversar sobre os pensamentos e práticas que envolvem a dança contemporânea na relação entre o corpo e a palavra. Nesta quinta-feira, dia 18/02, às 14h, a convidada é a bailarina e pesquisadora Maria Alice Poppe, cujo trabalho investiga as relações poético-políticas entre corpo, chão, peso, gravidade e queda em uma perspectiva híbrida de gesto e pensamento. As palestras ficam disponíveis no canal após o evento.

A atividade é um desdobramento do Laboratório Corpo Palavra: coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa, professora e pesquisadora da dança Aline Bernardi há seis anos. O projeto contempla curso de formação e criação artística virtual, que segue até março, lançamento de livros, podcasts e as palestras, que ficarão disponíveis no canal após cada evento. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

Participam das palestras: Hélia Borges (Psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ); Ondjaki (Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos); Ana Kfouri (Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC-Rio, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas); e Ciane Fernandes (Performer e professora titular da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA).

Programação:

Palestras LAB Corpo Palavra

  • 18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe – Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ.
  • 23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki – Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos.
  • 28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri – Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas.
  • 03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes -Performer e professora titular da Escola d Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA

Serviço:

Palestras – Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Temporada: De 29 de janeiro a 03 de março

Programação:

29/01: 13h às 14h – Palestra com Hélia Borges. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

03/02: 15h às 16h – Palestra com Katya Gualter. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

09/02: 15h às 16h – Palestra com Sandra Benites. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe

23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki

28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri

03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes

Exibição: no canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

Ingressos: gratuitos

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Cultura Mônica Freitas | Ética e Cidadania Notícias do Jornal

A liberdade de ter voz

 

‘Luiz Gama – Uma voz Pela Liberdade’, direção de Ricardo Torres, produção de Mario Seixas e MS Events, roteiro de Déo Garcez, estrelado por Déo Gracez e Soraia Amoni

Com os atuais movimentos culturais e políticos em luta pelo reconhecimento e legitimação das minorias sociais, como por exemplo, o movimento negro ‘Vidas negras importam’, nada poderia ser mais oportuno do que revisitar a história de 353 anos de violência institucional do Brasil escravocata, a qual se deu a partir do século XVI. E nada mais oportuno do que revisitar a história do jornalista, poeta e advogado Luiz Gama (1830-1882). A vida e obra do abolicionista e escritor brasileiro, que advogou em favor da libertação de centenas de escravos mantidos em cativeiro ilegal, é revista pelo roteirista e ator Déo Garcez, trazendo de volta assuntos que ainda se mantêm presentes em nossa sociedade como a violência racial contra jovens negros das periferias e favelas de centros urbanos e a ausência de representatividade de tais minorias em posições de relevo no Brasil.

A luta contra a desigualdade no Brasil compõe a base de discussão da peça ‘Luiz Gama – Uma Voz Pela Liberdade’, protagonizaada por Déo Garcez – tendo este atuado também em Chica da Silva, O Cravo e a Rosa e Escrava Isaura, entre outros – e Soraia Amoni, a qual conta, dentro de uma biografia dramatizada, a trajetória de Luiz Gama, através de sua produção escrita, em artigos, poemas e sátiras políticas e sociais, e de seu perfil ativista, junto a personagens influentes em sua vida como sua mãe, interpretada pela atriz Soraia Amoni.

A ambientação intimista e o cenário minimalista – com uma luz de centro, duas cadeiras e uma mesa-, colocam em evidência a expressão corporal e a composição da personagem de Déo Garcez em dois diferentes momentos, o do intelectual abolicionista e a do advogado ativista, interpretados com perfeita desenvoltura. Soraia Amoni, por sua vez, trafega com fluidez e segurança nas diversas personagens que interpreta, dando também voz a uma narradora onisciente e crítica. Por fim, através desses expedientes, o diretor Ricardo Torres revela ao público os principais aspectos da vida e da militância política de Luiz Gama de forma dialógica e inventiva de tal modo que, em falas como “Em terra que rege branco, somos privados de pensar”, somos convidados a nos debruçar sobre nosso passado e a refletir sobre nosso presente.

Sob tal prisma, a peça, de forma muito bem sucedida, abre-nos um viés de permanente discussão e de engajamento por causas contra a opressão de minorias, sejam elas minorias de gênero, étnicas, religiosas ou raciais. Em particular, no entanto, a peça nos convoca a pensar de modo incisivo sobre o racismo sistêmico que ora assombra o mundo a partir de governos ultraconservadores. No Brasil, por exemplo, ainda nos deparamos com certas ideias insidiosas que se encontram veladas em vários discursos da mídia, os quais nos fazem ainda acreditar que racismo no Brasil não existe ou mesmo que a escravidão teria sido benéfica para os descendentes de africanos. Em vista disso, temos, com a peça, a oportunidade não somente de entender quais as reivindicações históricas que estão na ordem do dia, mas também de nos mobilizar a favor das causas antiracistas. Como bem coloca o ativista baiano Zulu Araújo, “Temos a oportunidade histórica de juntar pretos e brancos antiracistas nessa luta, algo que, depois de muito tempo, o movimento negro norte-americano conseguiu alcançar.”

Sendo assim, considerando o atual cenário político-social de certo retrocesso ideológico em torno da legitimação de práticas opressoras contra aqueles que compõem minorias, nada mais oportuno do que uma visita aos porões escuros de nossa história com a peça sobre Luiz Gama. Dessa forma, talvez, possamos encarar de frente nossos próprios monstros e nos inspirar a fazer uma mudança positiva em nossa sociedade. Aplaudo de pé a iniciativa.

MÔNICA DE FREITAS

Bacharel em Letras, professora de inglês e mestre em Filosofia

(PR2-55697)

[email protected]

 

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Cultura Fica a Dica Rio

Batalha do Bem: Rapers, Mcs, Bboys e grafiteiros se reúnem em grande encontro virtual

 

Organizado pelo rapper e produtor cultural Tonny Boss, “Roda Cultural Consciente” pretende unir admiradores da cultura hip hop

No domingo, 14 de fevereiro, às 14h, a internet ficará agitada. É que será apresentada mais uma edição da Roda Cultural Consciente – RO.C.C, que pretende reunir Mcs, Bboys, grafiteiros e djs, em um grande encontro virtual. A proposta é aproximar apaixonados pela cultura hip hop, que poderão batalhar uns com os outros, num duelo do bem, ou mesmo assistir ao embate. A Transmissão ao vivo acontece no youtube: https://www.youtube.com/channel/UCYDGCQ0-3XYd3S2x_RlHCLQ

Apresentada pelo rapper e produtor cultural Tonny Boss, profissional que  além de trabalhar há mais de 10 anos com atrações da cultura Hip Hop, tem longa bagagem com projetos sociais de aulas de basquete na Zona Oeste carioca, o formato da batalha, reunirá em um local físico, apenas os participantes da batalha, respeitando as normas de segurança do Ministério de Saúde. A plateia, assistirá de forma virtual, podendo votar em seu preferido, através de emojis no Youtube do organizador. A contagem dos votos será feita ao final das disputas, anunciando os vencedores. E, quem deseja batalhar, ainda há tempo, basta se inscrever pelo youtube do organizador Tonny Boss.

Como atrações convidadas, o público contará com renomado rapper Ramonzin, com grandes sucessos como “A Se Ela Soubesse”, e a djs Dinna Groove embalando a pista e as batalhas de bboys. Haverá sorteios de prêmios aos participantes que responderem as perguntas que serão lançadas ao longo do evento. Já o ganhador das batalhas receberá uma premiação em dinheiro e uma tatuagem.

Tonny, idealizador do projeto, conta que sente saudades das grandes rodas culturais, mas, não desanima. Para ele o formato virtual também é valido, pois proporciona ainda mais possibilidades de alcançar novos públicos, que poderiam ter dificuldades, se o evento fosse físico. Com esta edição virtual, ele pretende mostrar a importância da cultura e da internet, como ferramenta de inclusão social se usadas da maneira correta.

A pandemia baqueou muita gente, e mesmo ainda num cenário de incertezas, precisamos de válvulas de escape pra fugirmos um pouco da angústia, depressão e preocupações causadas pela COVID-19. Nossa preocupação é promover entretenimento, com conscientização da importância de nos cuidarmos, além de reunir os amantes da cultura hip hop.

Tonny revela sempre ter aquele típico friozinho na barriga, antes e durante qualquer produção. E, sentirá falta do calor e energia do público. Mas, acredita que os amantes da cultura hip hop curtiram o formato digital e será de grande valia para a inclusão social, já que o rap, é uma cultura oriunda das periferias, criando conexões entre o artista e o público.

Meu desejo é que a versão digital possa alcançar não só o público da Zona Oeste do Rio, como de outros estados. Será maravilhoso interagir com outros apaixonados pela cultura hip hop. As rodas culturais sempre trazem um pouco de conhecimento, cultura e sabedoria, e muitas ainda são alimentadas por rimas ferozes e cheias de malandragem, brinca, onde o próprio adversário alimenta a criatividade do MC. Espero que o público da cultura urbana se reúna com a gente. Estou ansioso para este evento.

Serviço:

Inscrições para participação e local para  assistir a transmissão ao vivo: https://www.youtube.com/channel/UCYDGCQ0-3XYd3S2x_RlHCLQ

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Cultura Fica a Dica Rio

Festival Coro na Quarentena começa nesta sexta-feira 29/01

 

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc e Corbelino Cultural, apresentam:

FESTIVAL CORO NA QUARENTENA


Projeto criado no início da pandemia como rede solidária de acolhimento e motor para gerar renda para quarentenas mais vulneráveis reúne artistas e profissionais da área de saúde, com nomes como Mel Lisboa, Maria Rezende, Natasha Corbelino, Ramon Nunes Mello, entre outros.

Em 42 lives, com apresentações de teatro, dança, performance, entrevistas e conversas, a ideia é compartilhar criações e arrecadar doações para trabalhadorxs mais afetados economicamente.

As ações do Festival têm como pilares a cultura e a saúde coletiva. Entre cenas, performances, espetáculos, shows, coreografias, filmes e leituras, entrevistas e conversas com profissionais de diferentes áreas serão 42 lives. Haverá, ainda, duas conversas com movimentos sociais parceiros do CORO na quarentena: a “Frente de Mobilização da Maré” e o “Pela Vida de Nossas Mães”, que reúne filhos que se mobilizaram para arrecadar dinheiro para que suas mães empregadas domésticas possam se manter em isolamento seguro. Outra atividade é uma oficina de instrumentalização nos recursos técnicos das plataformas do Instagram e do Zoom como possíveis campos de trabalho na área da cultura. Para finalizar, o projeto inclui a publicação dos “Cadernos de Coro”, com textos críticos sobre as apresentações da programação e registro das memórias do coletivo. “Por meio de parcerias, articulamos uma rede criativa ampla, onde a solidariedade é o motor. Buscamos arrecadação financeira emergencial e através do compartilhamento de conhecimentos para a saúde coletiva em tempos de pandemia. Somos coro para não ser corona”, finaliza Natasha.

Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc, o primeiro Festival CORO na Quarentena acontecerá num viradão cultural
de 29 a 31 de janeiro com mais de dez lives diárias pelo
Instagram: @coro.naquarentena 

Cada espectador escolhe com quanto quer contribuir, com valores entre R$ 10 e R$ 200. As contribuições são feitas pelo site do Sympla: https://www.sympla.com.br/corona-quarentena-janeiro__1095945

Ficha Técnica

Idealização e articulação: Natasha Corbelino

Elenco: Adriana Schneider Alcure, Allegra Ceccarelli, Ana Fialho, Andréa Cals, Bárbara Abi-Rihan, Camila Rocha, Carmem Gadelha, Claudia Olsieski da Cruz, Diogo Oliveira, Flavia Milioni, Gláucio Gomes, Gricel Osorio Hor-Meyll , Gustavo Acioli, Helena Borschiver de Medeiros, Inez Viegas, Larissa Siqueira, Luci Vilanova, Ludmila Rosa, Maria Rezende, Marina Monteiro, Mel Lisboa, Monique Vaillé, Natasha Corbelino, Patricia de Castro Moreira Dias, Patricia Pinho, Paulo Hamilton Santos Silva, Poliana Paiva, Ramon Nunes Mello, Renato Carrera, Rodrigo Acioli Moura, Silvia Vieira, Suzana Nascimento, Tatjana Vereza, Vini Couto

Direção de Produção: Natasha Corbelino

Produção Executiva: Monique Vaillé

Produção de Base : Waleska Arêas

Assistente de Produção Programação – Apresentações artísticas e Mídias Sociais: Tatjana Vereza

Tradução para Libras: JDL Traduções

Assessoria de Imprensa: Júnia Azevedo – Escrita Comunicação

Programador Visual: Lucas Moratelli

Administração Financeira: Carla Torrez Azevedo

Supervisão da Prestação de Contas: Natália Simonete

Realização: Corbelino Cultural

Serviço

FESTIVAL CORO NA QUARENTENA
Dias: 29 a 31 de janeiro de 2021

Horários: das 9h às 23h
Duração: cada live terá uma hora de duração

Local: Instagram @coro.naquarentena

Classificação etária: 16 anos
Ingresso: gratuito

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Cultura Rio

Inscrições gratuitas para o Laboratório Corpo Palavra, com Aline Bernardi, estão abertas até sexta-feira

O “Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas”, 

com a artista e pesquisadora de dança Aline Bernardi, 

está com inscrições abertas e gratuitas até sexta-feira

 

Durante sete semanas, a coreógrafa, bailarina e professora vai ministrar curso virtual de formação e criação artística que investiga a relação entre corpo e palavra. 

Com início em 25 de janeiro, as aulas contarão com a presença de convidados e especialistas na área. Uma mostra artística vai ser organizada no fim do processo, em março.

 

Qual a implicação do corpo no ato de escrever? É possível escrever enquanto nos movemos? Quais são os afetos percebidos entre razão e sensibilidade? Como a poesia do corpo pode interferir no ato criativo? Essas são algumas das perguntas que guiam o Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa e professora de dança Aline Bernardi há seis anos. Estão abertas até sexta-feira, dia 22 de janeiro (no link https://bit.ly/2XseblL), as inscrições gratuitas para uma nova etapa do laboratório, com início no dia 25, que vai investigar também os novos hábitos que nosso corpo está vivenciando durante a pandemia com quarentena estendida. As aulas virtuais serão oferecidas a 35 participantes, a partir da seguinte divisão: 3 vagas para mulheres, 3 vagas para pessoas negras, 3 vagas para indígenas, 3 vagas para lgbtqia+, 3 vagas para pessoas com deficiência, 5 vagas para estudantes de Ensino Médio e Técnico, 5 vagas para estudantes de graduação e pós-graduação em Artes e 10 vagas para ampla concorrência — 70% das vagas serão destinadas ao município do Rio de Janeiro e 30% destinadas ao Brasil e América Latina. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

O intuito do projeto é oferecer um ambiente de experimentação para investigar as coreografias e dramaturgias do movimento, compreendidas como escritas do corpo no espaço em uma perspectiva cartográfica. A cartografia parte do pressuposto e do reconhecimento de que estamos continuamente em processo. Serão organizadas dinâmicas somáticas e de consciência corporal para o reconhecimento da estrutura do corpo físico e seus aspectos sensoriais, e jogos criativos de escritas cartográficas “As dinâmicas do laboratório vão oferecer um campo de experimentação entre práticas somáticas corporais junto a leituras, conversas e escritas. Queremos experimentar coletivamente gestos integrados entre corpos e palavras que possam nos impulsionar aos processos de criação artística”, explica Aline. “Construir um corpo cartográfico pressupõe que a gente se permita estar disponível para se relacionar com o que vai aparecer no processo, afetar e ser afetado pela presença de cada pessoa que vai compor esse coletivo”, acrescenta.

As aulas começam no dia 25 de janeiro e terão duração de sete semanas. No final do processo, será organizada uma mostra artística a partir do trabalho desenvolvido. O laboratório será dividido em dois módulos teóricos e práticos junto aos encontros criativos sob o comando de Aline Bernardi (diretora artística do Celeiro Moebius e propositora do Lab Corpo Palavra), com acompanhamento dramatúrgico de Lígia Tourinho (artista da dança e do teatro e Professora do Departamento de Arte Corporal da UFRJ).

Haverá também palestras e vivências com convidados como Hélia Borges (psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Ondjaki (poeta e escritor angolano); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Soraya Jorge (Pesquisadora, artista do movimento e do gesto palavra. Introdutora do Movimento Autêntico no Brasil); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de dança da UFRJ); Ciane Fernandes (Performer e professora da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO); Ana Paula Bouzas (atriz, bailarina, diretora de movimento e pesquisadora das artes do corpo em cena); Ana Kfouri (diretora teatral, atriz, professora de Artes Cênicas e coordenadora da Pós-Graduação Relações entre Corpo e Palavra nas Artes da Cena da PUC-Rio); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Ruth Torralba (professora da Graduação e Mestrado em Dança da UFRJ, coordena o Núcleo de Pesquisa, Estudos e Encontros em Dança) e Lídia Laranjeira (Artista do corpo, pesquisadora, coordenadora do Núcleo de Pesquisa, Estudo e Encontro em Dança e professora da graduação em dança da UFRJ) e Pedro Sá Moraes (cantor, compositor e ator).

Uma aula introdutória sobre o projeto pode ser vista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=9G89pDxvwqw&t=2s.

Sobre Aline Bernardi

 

Performer, bailarina, coreógrafa, preparadora corporal, professora e pesquisadora das artes do corpo, Aline Bernardi investiga os trânsitos entre dança e escrita no processo de criação, além de atuar com ênfase nos estudos da improvisação e contato improvisação. Mestranda em Dança no Programa PPGDan/UFRJ e Pós-Graduada no Programa de Especialização PCA (Preparação Corporal nas Artes Cênicas) da Faculdade Angel Vianna, ambos com a pesquisa LAB CORPO PALAVRA. Aperfeiçoamento em Performance através do Programa F.I.A. (Formação Intensiva Acompanhada) do c.e.m. (centro em movimento), de Lisboa. Graduada em Licenciatura Plena em Dança na Faculdade Angel Vianna e Formada em Técnica de Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna. Criadora e propositora do LAB CORPO PALAVRA, atuando desde 2015 em diversos espaços privados e públicos. Autora do Livro-performance “Decopulagem”, que teve circulação nacional e internacional em 2019 e 2020. Em 2020 inicia um novo processo de criação autoral, assinando direção e atuando como performer, sobre o gesto da escrita feminina a partir de escritas com a tinta do sangue da menstruação das artistas envolvidas no projeto, no desenvolvimento de videoarte, performances e instalações; e abre o selo editorial Cadernos Sensórios Corpo Palavra, lançando nacional e internacionalmente o e-book “Vertigem Infinita”.

Ficha técnica

Direção Artística e Concepção: Aline Bernardi

Dramaturgia: Ligia Tourinho

Direção de Arte, Assistência de Direção e Ilustrações: Lia Petrelli

Direção de Produção: Aline Bernardi

Produção Executiva: Laura Addor

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação

Direção de Comunicação: Rachel Almeida

Podcast: Lia Petrelli

Direção de Fotografia e Montagem Audiovisual: Julio Stotz

Palestrantes: Hélia Borges, Ciane Fernandes, Sandra Benites, Maria Alice Poppe, Katya Gualter, Ana Kfouri e Ondjaki

Professores Convidados: Soraya Jorge, Ruth Torralba, Lidia Laranjeira, Ana Paula Bouzas e Pedro Sá Moraes

Projeto Gráfico: Emerson Ferreira e Nativu Design

Site: Pedro Sá Moraes

Fotos: Helena Cooper

Mediação do Lançamento Oficial: Richard Riguetti

Tradutores de Libras: Atanael Weber e Cíntia Santos

Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal

Realização: Celeiro Moebius e Lab Corpo Palavra

Apoio Institucional: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Faculdade Angel Vianna, PPGPDAN/FAV, EEFD/UFRJ, PPGDan/UFRJ, Sindicato de Dança, ETEAB – Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch

Parcerias: CIMA, ESLIPA, Nativu Design, Racca Comunicação, Zingareio, Clipes

 

Serviço:

Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Período de inscrições: de 13 a 22 de janeiro de 2021, no link https://bit.ly/2XseblL

Serão 35 vagas, divididas da seguinte maneira: 3 vagas para mulheres; 3 vagas para pessoas negras, 3 vagas para indígenas, 3 vagas para lgbtqia+, 3 vagas para pessoas com deficiência, 5 vagas para estudantes de Ensino Médio e Técnico, 5 vagas para estudantes de graduação e pós-graduação em Artes e 10 vagas para ampla concorrência — 70% das vagas serão destinadas ao município do Rio de Janeiro e 30% destinadas ao Brasil e América Latina.

Divulgação dos selecionados e dos suplentes: 23 de janeiro de 2021.

Início do laboratório: 25 de janeiro de 2021

Duração do projeto: de janeiro a março de 2021

Mostra artística: 17 a 20 de março

Redes Sociais do Projeto:

Youtube: https://bit.ly/3q9zULp

Facebook: https://bit.ly/2JWhdeQ

Instagram: @celeiromoebius

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Cultura Rio

Cia Livre de Dança, da Rocinha, realiza audição para selecionar bailarinos para espetáculo de dança afro brasileira

“Brasileirices” será apresentado em março no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro

Hoje (15 de janeiro), a professora dança e coreógrafa Ana Lúcia Silva realizará uma audição para selecionar cinco dançarinos para o espetáculo “Brasileirices”, da Cia Livre de Dança, que será apresentado em março no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. A seleção, que acontecerá a partir das 18h na sede da Cia., na Rocinha, está aberta para dançarinos maiores de 18 anos que tenham base de jazz, dança afro e teatro musical. A Cia Livre de dança foi contemplada pela Lei Aldir Blanc.

Com coreografia de Ana Lúcia Silva, “Brasileirices” é um espetáculo de dança afro brasileira que reúne canto, dança, interpretação e percussão ao vivo para contar a história de um jovem que descobre de nasceu no dia em que a Lei do Ventre Livre foi promulgada, mas que passou a vida inteira como escravo.

“A audição será uma aula de dança afro brasileira, com percussão ao vivo; portanto descansem na véspera”, recomenda a professora e coreógrafa Ana Lúcia Silva. “É para levantar a poeira do chão!”, adianta.

Para a audição, os interessados devem comparecer à sede da Cia Livre de Dança (Via Ápia 44, sala 301 – Rocinha) às 18h desta sexta-feira. Devido a medidas de prevenção ao novo corona vírus, não será permitida a entrada com calçados da rua e todos dançarinos devem levar sua própria garrafa de água, além de máscara e de álcool gel.

Ana Lúcia e a Cia Livre de Dança

Nascida e criada na Rocinha, Ana Lúcia Silva está à frente da Cia Livre de Dança, escola e Ponto de Cultura que criou na comunidade em 1999. Ela desenvolve uma série de produtos sociais com o objetivo de lecionar danças para crianças e jovens da comunidade. Graduada em Licenciatura Plena em Dança pela Universidade Cândido Mendes e pós-graduada em Psicomotricidade Clínica e Relacional, ela acredita na dança como veículo transformador, e por isso a importância de sempre estudar. Valorizando sempre suas origens, Ana Lúcia Silva tem orgulho de  ter representado a Rocinha em eventos nacionais e internacionais, como também ter sua biografia apresentada em uma exposição para mulheres negras nos Estados Unidos.

Mais informações:

www.instagram.com/cialivrededanca

www.facebook.com/cialivrededancadarocinha

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Destaque Música

EXALTA lança single com participação de Jorge Aragão

 

Nesta quinta-feira, 14 de janeiro, o grupo EXALTA lança nas plataformas e rádios de todo o Brasil o single “Retrato Cantado de Um Amor” com participação especial do cantor Jorge Aragão.  OUÇA AQUI!

A música é uma releitura da obra de autoria de Adilson Bispo e Zé Roberto, e pode ser considerada um dos clássicos do Samba / Pagode, e foi grande sucesso nacional no ano de 1986. Em novembro daquele mesmo ano começava uma nova formação do Grupo EXALTASAMBA, cuja maioria dos integrantes se manteve até fevereiro de 2012, quando alguns deles optaram por seguir em carreira solo.

Em 2021 essa história completará 35 anos, e para dar início às comemorações, o EXALTA (assim denominado a partir de janeiro de 2017) e que conta com os integrantes remanescentes da formação original de 1986: Thell e Brilhantina, somados aos dois atuais intérpretes Jeffinho e Italo Magrão, resolveu convidar “O MESTRE, JORGE ARAGÃO” para participar desse novo single.

“Para mim, nascido e criado nos Altos da Favela da Serrinha, foi a maior emoção de minha vida até aqui, poder participar desse Single, junto com meu Ídolo maior no Samba, o Mestre Jorge Aragão”, comemorou Ítalo Magrão.

“Retrato Cantado de Um Amor”, teve sua produção audiovisual, divididas entre São Paulo e Rio de Janeiro em função da Pandemia da Covid-19 e contou com Arranjos de Base de Jota Moraes, a Direção Executiva de Brilhantina e a Direção de Produção Musical de Naldo de Souza, que também atua com a equipe da Cantora Paula Lima.

“Somente a Alegria de estar participando, mesmo à distância de uma canção com o Mestre Jorge Aragão, poderia acalantar as saudades da presença do público nos finais de semanas, nas dezenas de Rodas de Samba que participei no Parque de Madureira ou da presença e participação das milhares de pessoas que tem acompanhado nos Shows do EXALTA pelo Brasil, nos últimos anos.”, afirmou Jeffinho

O grupo já havia disponibilizado o videoclipe oficial no YouTube. Confira o vídeo. 

Embora o EXALTA originalmente tenha sido considerado um grupo musical de natureza Paulistana, a presença de dois intérpretes cariocas: Jeffinho e Magrão, nascidos e criados no bairro de Madureira no Rio de Janeiro, trouxe um novo conteúdo ao grupo, porém sem descaracterizar musicalmente sua essência histórica.

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Conheça mais um pouco sobre o projeto “Movimento Ocupa Fazenda Engenho Novo”

 

O “Movimento Ocupa Fazenda do Engenho Novo” é uma ação popular voltada para o resgate histórico, humanitário e cultural deste que é, inegavelmente, um dos maiores monumentos material e imaterial da história de São Gonçalo. A Fazenda do Engenho Novo está localizada no bairro de Monjolos, cidade de São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro, cujo acesso se dá a partir da Rodovia Amaral Peixoto (RJ-104), seguindo pela Estrada José de Souza Porto, Largo da Ideia e Estrada Rio Frio.

Também nomeada como Fazenda Engenho Novo Retiro e Fazenda do Serrado ao longo do tempo, esse espaço, contendo as ruínas em estilo de casa rural dos séculos XVII e XVIII, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural (INEPAC) em 1998. O local é conhecido como lote 32, e em 1993 teve suas terras desapropriadas pelo Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (ITERJ), órgão do Governo do Estado, dando origem ao Assentamento Rural Fazenda Engenho Novo.

O “Movimento Ocupa” tem como objetivo construir uma nova identidade para a cidade de São Gonçalo, transformando ruínas em relíquias, histórias esquecidas em memórias vivas, lembranças da cultura passada em atividades culturais de grande diversidade e interesse, enfim, realizar resgates em vários segmentos, tanto materiais quanto imateriais, essenciais para a preservação da memória. Desde setembro de 2019 as atividades educativas e sociais estão acontecendo no espaço da Fazenda Engenho Novo. A idealizadora do projeto, Daniele Gonçalves, comenta um pouco sobre a sensação de participar do Movimento.

“A sensação é da certeza de estar no caminho certo em relação a nossa historia/ancestralidade na construção da historia de São Gonçalo”

Com a crise sanitária as tarefas de pesquisa estão funcionando de maneira remota. Nesse momento, nosso objetivo central é desenvolver parcerias com as agências de fomento para transformar o espaço em local de conhecimento, tornando-o útil para a comunidade gonçalense. Dessa forma, a Fazenda Engenho Novo proporcionará cursos de capacitação nas modalidades Ead e presencial para a comunidade em diversos níveis. Em termos econômicos, a reconstrução e criação do museu atrairão muitos turistas para São Gonçalo, e aumentará a demanda de serviços e vendas de produtos na região de Monjolos e arredores. O funcionamento do espaço revitalizado possibilitará a oferta de emprego e crescimento para os comerciantes residentes. Daniele falou um pouco também sobre os projetos para este ano.

“A ideia para este ano é nos instrumentalizar em relação a Fazenda, oferecendo cursos online sobre a história da Fazenda e após a vacina atuar de maneira presencial no espaço,  oferecendo visitas guiadas e futuramente cursos para a comunidade local”

Atualmente, a Fazenda Engenho Novo, apesar de catalogada e tombada como patrimônio cultural brasileiro está abandonada e necessita urgentemente de uma intervenção em sua estrutura material. O projeto “Museu Histórico e Cultural da Fazenda Engenho Novo” tem o propósito de preservar a cultura histórica material e imaterial na cidade de São Gonçalo. A ação do “Movimento Ocupa” consiste na revitalização do espaço com a oferta de práticas educacionais para os moradores da comunidade, estudantes, e turistas. Com a revitalização da Fazenda Engenho Novo a população gonçalense terá os seguintes benefícios:

  • Aproximação dos alunos, professores e a comunidade em geral da história da fazenda e dos pesquisadores, auxiliando-os na construção da história oral e da memória local.
  • Visitas guiadas gratuitas as ruínas da Fazenda, destinada aos estudantes das redes públicas estaduais e municipais da cidade de São Gonçalo e região.
  • Promover de fato o turismo em São Gonçalo com visitas mediadas ao público em geral, trazendo a construção sociohistórica da cidade de São Gonçalo e as conexões com a diáspora africana.
  • Recuperar a história do local para além da história do Barão Belarmino Ricardo de Siqueira, visando colocar em destaque os sujeitos da história que foram esquecidos das narrativas oficiais e ressaltar a importância de se recuperar, uma vez que todos têm direito de usufruir de um meio ambiente cultural.
  • Resgatar a história e formação da população gonçalense no sentido de realizar a educação das relações étnico-raciais.
  • Investigar e resgatar junto aos sitiantes e antigos donos da fazenda, possíveis objetos históricos que fizeram parte do local para um futuro acervo do museu.
O Movimento Ocupa Fazenda Engenho Novo conta com um Podcast no Spotify Foto: Reprodução

O “Movimento Ocupa” tem o incentivo da UNEGRO e de coletivos organizados dentro do município de São Gonçalo, assim como o apoio dos residentes locais de Monjolos. As atividades serão realizadas por um grupo de moradores de São Gonçalo. Os integrantes do “Movimento Ocupa Fazenda Novo” possuem vasta experiência em educação museal, pesquisa e ações sócio assistenciais, além disso, todos são residentes do município de São Gonçalo, unânimes na consciência da importância da construção do museu para o acesso e desenvolvimento da cultura histórica da cidade.