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Ecommerce deve manter até 30% do espaço conquistado durante a pandemia

Dados divulgados pela Mastercard, por meio do relatório Global Outlook 2021, estimam que entre as lojas virtuais devem manter entre 20% e 30% de todos os novos clientes conquistados durante os meses de pandemia. O levantamento aponta que 46% dos brasileiros aumentaram o consumo online, enquanto que 7% da população realizaram um pedido pela primeira vez.

“O brasileiro é muito receptivo a novas tecnologias. A tendência é que o e-commerce continue crescendo. A adoção pelas gerações mais antigas, a maior conveniência e os custos mais baixos para os consumidores, provavelmente, manterão a demanda digital sólida em 2021”, afirmou João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul, à Folha de S. Paulo.

Além disso, a implementação de novas tecnologias, como são os casos dos usos de cardápios em QR Code, agilidade no processo de logística e entregas aos finais de semana são fatores que pesam para que novos consumidores se interessem por este tipo de ação.

O prolongamento da pandemia da Covid-19, as medidas de isolamento social, as facilidades de parcelamento e uso de cupons de descontos são alguns dos motivos que vão manter diversos clientes interessados nas lojas online durante todo o ano de 2021.

Outra pesquisa da Mastercard, desta vez feita pelo Economic Institute, revela que 36% dos brasileiros disseram que vão priorizar as compras online, enquanto que 27% devem seguir com a opção de delivery sempre que estiverem interessados em provar alguma refeição diferente.

Por causa dessa mudança de comportamento, os empresários devem avaliar a capacidade de atendimento dos pedidos online, o nível de satisfação dos consumidores, elaborar um planejamento comercial eficiente baseado em um calendário sazonal que seja ajustado à área de atuação, investindo assim em decisões baseadas em dados coletados.

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Dia dos Pais na Megamatte dura uma semana

Neste dia dos Pais, a rede Megamatte preparou duas ações para marcar a data de forma especial. Os filhos que quiserem presentear os pais com um lanche entregue em casa, terão três opções de combos com descontos de 20% em média. Tem combo para o “Pai Clássico”, para o “Pai cheio de fome” e para o “Pai louco por Açaí”.

E pra quem preferir ir lanchar nas lojas Megamatte, tem “Café entre pai e filho”.  A cada café comprado pelo filho, o café do pai é por conta da casa.

A promoção começa na segunda (03/08) e vai até o próximo domingo (09/08).

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Rio

Cai fluxo de clientes nos supermercados do Rio e aumenta delivery

Em função da pandemia do novo coronavírus, o fluxo de clientes dentro dos supermercados fluminenses caiu 11% no período de 12 de abril a 11 deste mês, confirmando a tendência já observada no período anterior de 12 de março a 11 de abril.

“As pessoas estão indo menos aos pontos de venda, mas estão comprando mais itens”, disse nesta quarta-feira (20) o presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro (Asserj), Fábio Queiróz. O número de itens comprados pelos consumidores subiu de 9 para 12 no mês passado. “A pandemia está sendo cada vez mais respeitada pelo cidadão, que se concientiza e vai menos às lojas”.

A redução do fluxo está relacionada ao crescimento das vendas online (pela internet) e delivery (entrega ao cliente), porque as pessoas começam a comprar somente o necessário. A demanda por compras em delivery já havia crescido 56% em março, em relação a fevereiro, e registrou agora expansão de 114%, envolvendo pedidos por e-mail, Whatsapp e telefone. Já as compras online, feitas nos sites das redes, que já haviam evoluído 124%, voltaram a crescer 94% em abril.

Segundo Fábio Queiróz, esse tipo de movimento de compras veio para ficar. “Nós estamos muito mais preparados, as reclamações diminuíram muito em relação aos serviços. É um legado da pandemia aprender a trabalhar com esses serviços. É o melhor espaço para o momento”, avaliou.

Os dois serviços funcionaram como um reforço de vendas para os supermercados, mas o presidente da Asserj não tem dúvida que eles vão permanecer após a pandemia. Não haverá, contudo, substituição do atendimento presencial nas lojas. “A gente vai precisar melhorar o atendimento do serviço nas lojas físicas também”, indicou.

Faturamento

Em relação a faturamento, o balanço apresentado hoje pela Asserj revela queda de 4%, comparando março com abril. “Quanto mais tempo demorar a pandemia, a população estará com menos renda e isso reflete nas gôndolas dos supermercados”, comentou Queiróz. No primeiro mês da quarentena, as vendas subiram 21%.

Fábio Queiróz destacou que em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento do faturamento da ordem de 15%. As vendas da Páscoa contribuíram muito para esse resultado, a partir da oferta de produtos para todos os gostos e bolsos, observou.

Os artigos mais procurados no período de 12 de abril a 11 de maio nos supermercados fluminenses foram produtos de higiene e limpeza, alimentos congelados, produtos da cesta básica, água e sucos. “Isso mantém uma procura mais alta”. Em abril, a surpresa foi a procura por doces, com o mel disparando na liderança (alta de 128%), além de caixas de bombons e biscoitos recheados. “O hábito do consumidor na pandemia mudou muito”, disse Queiróz.

Com informações da Agência Brasil