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Cerimônia com presença de Paes marca retomada dos trabalhos na Câmara do Rio

A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro realizou nesta quinta-feira (18) a cerimônia de retorno das atividades legislativas da casa. O evento contou com a presença do prefeito da cidade, Eduardo Paes.

Paes desejou sucesso ao novo presidente do Legislativo, Carlo Caiado (DEM), e salientou a necessidade de um esforço em conjunto diante dos problemas da cidade.

“Estamos passando por um momento delicado no nosso país, na nossa cidade. Isso vai exigir de todos nós um esforço muito grande e um olhar acima das diferenças, para que possamos resolver os problemas do município e, principalmente, os daqueles que mais precisam do governo, que são as pessoas mais pobres dessa cidade”, afirmou o prefeito.

Cerimônia na Câmara contou com a presença do prefeito Eduardo Paes. (Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio)

A receita orçamentária para este ano, estimada em R$ 31, 268 bilhões (6% acima dos R$ 29, 495 bilhões arrecadados em 2020), exigirá, segundo Paes, a recuperação econômica do país, o sucesso da vacinação em massa no Brasil e no mundo, o crescimento de investimentos na cidade, a geração de empregos e a melhoria da renda do contribuinte carioca.

“Em março, em caráter emergencial, será lançado o edital Cultura do Carnaval Carioca, no valor de R$ 3, 290 milhões, para apoio a 125 projetos de blocos, bandas, bailes, turmas, fanfarras, cordões e outros grupos e manifestações, como apoio à cadeia produtiva do carnaval de rua”, adianta. O edital referente à Lei do ISS, previsto para maio, contará com o valor de R$ 59, 3 milhões”.

Paes enfatizou que, entre as propostas do Poder Executivo a serem enviadas à Câmara Municipal, estão um projeto de lei com vistas à regularização de débitos fiscais; projetos que beneficiem os contribuintes adimplentes do IPTU, de modo a se buscar a redução do patamar histórico de inadimplência desse tributo e a a revisão dos benefícios fiscais, com o objetivo de promover a justiça fiscal entre os contribuintes, equilibrando de maneira mais isonômica a carga tributária.

Paes destacou o esforço conjunto dos poderes na resolução dos problemas do município. (Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio)

Vereadores da oposição, como  Tarcísio Motta (PSOL), Paulo Pinheiro (PSOL), Chico Alencar (PSOL) e Lindbergh Farias (PT) cobraram de Paes condições físicas das escolas para cumprirem o protocolo sanitário, a vacinação dos educadores, a implementação do Programa Renda Mínima Carioca e que a reforma tributária proposta não penalize os mais pobres, adotando imposto progressivo.

Também estiveram presentes na cerimônia  o presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), André Ceciliano, o procurador-geral do estado do Rio de Janeiro, Luciano Oliveira Mattos de Souza, o vice-presidente do Tribunal de Contas do Município (TCM), Luiz Antônio Guaraná e o conselheiro do órgão Ivan Moreira.

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Rio de Janeiro não terá ponto facultativo no Carnaval

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) publicou hoje no Diário Oficial o decreto que revoga o ponto facultativo do Carnaval para conter o avanço de infecções pelo novo coronavírus na cidade. A festa aconteceria entre 12 e 16 de fevereiro.

“Considerando a necessidade de continuidade das medidas adotadas pelo Município para o enfrentamento da emergência sanitária de importância Internacional, decorrente da pandemia pela covid-19”, explica. “º Fica revogado o Decreto Rio nº 48.435, de 15 de janeiro de 2021, que estabelece ponto facultativo nas repartições públicas municipais no dia que menciona”, conclui.

A medida ainda é citada como “ser decisivo para o processo de retomada do estágio de normalidade da cidade, o planejamento de ações que possibilitem a segurança necessária à retomada da atividade econômica”.

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Nova Pesquisa Ibope no Rio, Eduardo Paes lidera com 32% das intenções de voto 

A nova  pesquisa Ibope para Prefeitura do Rio, foi divulgada nesta sexta-feira (30), mostrando que Eduardo Paes (DEM) ampliou sua liderança e venceria em todos os cenários de segundo turno. Enquanto isso, Martha Rocha (PDT) cresceu seis pontos percentuais e empatou numericamente com o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) no segundo lugar —ambos têm 14.

Benedita da Silva (PT) está empatada com Martha e Crivella na margem de erro. Pelo mesmo critério, ela também divide o quarto lugar com Luiz Lima (PSL), que foi a 4%. Ao todo, quatro candidatos marcaram entre 1% e 2%, enquanto outros cinco não pontuaram.

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Candidatos à Prefeitura do Rio – Eduardo Paes x Martha Rocha

Por Alessandro Monteiro

Entre 2009 e 2016 foi Prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Durante sua trajetória política, criou as Clínicas da Família, O BRT, as UPAs, Escola do Amanhã em tempo integral, o Parque de Madureira, o bilhete único tantos outros projetos. Sua carreira política se inicia, quando aos 23 anos, assumiu a Subprefeitura de Jacarepaguá e da Barra, dois anos após foi eleito vereador, em 1998 se tornou deputado federal e atualmente está na disputa pela Prefeitura do Rio pelo Democratas.

Ele, que é réu em recente processo sobre esquemas de corrupção nas investigações pela Operação Lava Jato, que apura crimes na Petrobras e outras instituições públicas do país, vem ganhando mais popularidade nas ruas e liderando as pesquisas. Paes tem a segunda maior coligação, totalizando até o momento.

No entanto, sofre os respingos da denúncia do MP-RJ, no qual sustenta que ele teria recebido da Odebrecht aproximadamente R4 10,8 milhões para financiar a campanha de reeleição em 2012, por meio de caixa dois, o sumiço das vigas da perimetral, implodida em 2013.

Em 08 de setembro, Eduardo Paes, foi alvo de um mandado de busca e apreensão, por suspeitas de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. A denúncia foi aceita pelo juiz Flávio Itabaiana. De acordo com o Ministério Público Eleitoral, a denúncia está ligada ao recebimento acima mencionado no valor de R$ 10,8 milhões.

Em recente polêmica, Paes teve novamente seu nome atrelado ao ex-governador Sérgio Cabral, que disse apresentar à Justiça, uma carta escrita por Paes, indicando relação de próxima e laços de amizade com o atual Paes. Cabral foi condenado por mais de 200 anos de prisão e por meio de seus advogados, e busca tornar pública uma carta escrita por Paes, em março de 2014.

Nas acusações, Cabral afirma que Paes expediu um alvará em troca de doação para sua campanha em 2016, arrecadando 30 milhões, via caixa dois, para candidatos ao Senado do MDB em 2014.

A estratégia de Cabral é tornar pública a carta, e assim, sua pena, mostrando forte relação de proximidade com Paes. A informação foi publicada com exclusividade pelo jornalista Paulo Cappelli, do Jornal O Globo, que gerou um enorme frisson nos bastidores da política carioca.

Na última terça-feira (20), Paes teve seus bens bloqueados, por determinação do desembargador do Tribunal de Justiça Fluminense

Gilberto Matos, no qual investiga o candidato por irregularidades nos processos de licitação dos transportes da cidade. O valor da indisponibilidade de bens chega a R$ 240,3 milhões e envolve ex-subscretário de Educação e o sindicato Rio Ônibus

Também foram penhorados os bens dos Consórcios Intersul, Internorte, Transcarioca e Santa Cruz e das respectivas empresas líderes Real Auto Ônibus, Viação Nossa Senhora de Lourdes, Viação Redentor e Expresso Pégaso até o valor de R$ 511.734.606,00.

O Ministério Público do Rio aponta haver indícios do direcionamento da licitação em favor das empresas, que já atuavam no ramo de transporte público de ônibus e, por meio da fraude, manteriam um oligopólio no setor.

Além disso, o MP alega ter ocorrido a prática de custeio em duplicidade das gratuidades no transporte por ônibus intermunicipais, ora com prejuízos aos cofres públicos do município, ora com a dupla oneração dos usuários pagantes do transporte por ônibus.

 

Atualmente líder nas pesquisas, seu plano de governo tem como alguns de seus objetivos centrais:

  • Recuperar e restaurar a qualidade dos serviços públicos prestados no município, sobretudo nas áreas da Saúde, Educação e Transportes – com foco em fazer voltar a funcionar a infraestrutura e os equipamentos já existentes;
  • Reduzir a enorme diferença de qualidade entre a educação pública e a educação privada na nossa cidade, a fim de garantir maior igualdade de oportunidades para todos os jovens e crianças cariocas – independentemente da renda de suas famílias ou se vivem em áreas urbanas ou em comunidades;
  • Capacitar melhor o carioca para o mercado de trabalho, atrair investimentos para a nossa cidade com foco nos setores de turismo, tecnologia, saúde, energia e audiovisual e garantir recursos para promover a revitalização de regiões degradadas, em particular da Avenida Brasil por meio de parcerias com o setor privado e com o governo federal – colocando sempre o interesse público do Rio de Janeiro acima de toda e qualquer divergência política ou ideológica;
  • Reduzir os alarmantes níveis de pobreza e indigência na nossa cidade por meio da ampliação de programas de transferência de renda, como o Cartão Família Carioca, da implantação de novos restaurantes e farmácias populares e de ações de acolhimento e promoção de cidadania voltadas para a população de rua.

MARTA ROCHA

Foto: Divulgação/Campanha

Já foi professora, delegada e a primeira mulher a assumir a chefia da Polícia Civil do Rio. Atualmente, é deputada estadual do Estado do Rio de Janeiro, em segundo mandato e busca também a vaga à Prefeitura do Rio, pelo PDT. Marta atualmente sofre com o desgaste de seu nome pela oposição, por ter sido chefe da Polícia Civil durante o governo de Sérgio Cabral, ex-governador preso e condenado por mais de 200 anos.

Durante suas entrevistas, Marta vem dizendo que “o maior desafio do futuro prefeito ou prefeita, será ajustar as finanças da cidade”. Ela que há mais de 19 anos, reside no mesmo apartamento no bairro da Tijuca e tem sua ficha limpa. Em suas falas, intitula-se “Embaixadora da Cidade” e pretende abraçar com responsabilidade a problemática da cidade.

No entanto, a população cansada de promessas, clama por um processo de renovação e princípios básicos como educação e saúde, tão prejudicados com a corrupção que afunda a cada dia, a cidade mais desejada pelo mundo.

O plano de governo da coligação PDT/PSB é o mais longo de todas as candidaturas no Rio de Janeiro, com 128 páginas. A partir do lema “Cidade mais humana, segura, criativa e sustentável”, o documento detalha propostas em 12 eixos.

A principal proposta para essa área é a criação do Projeto Estruturante Territórios Seguros para instituir o patrulhamento da Guarda Municipal, em cooperação com a Polícia Militar, “de pontos de concentração de crimes, com base na análise das manchas criminais”. Na primeira etapa serão seis territórios: Bangu, Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Tijuca.

Ainda em relação à segurança, a coligação propõe revitalizar e incentivar a ocupação de espaços públicos para recuperar áreas degradadas.

Nos últimos duas, Martha Rocha anunciou que suas propostas contemplam a volta dos Cieps (Centros Integrados de Educação Pública) e reforçou na questão da segurança, com um projeto de fortalecimento da Guarda Municipal.

O que mais esperamos nessa disputa, é o comprometimento com o município e com a população, que já não aguenta mais corrupção, descaso com o dinheiro público, a falta de segurança e gestão pública. Mas vale ressaltar, que Eduardo Paes e Martha Rocha, foram os candidatos que mais receberam dinheiro de campanha.

A cidade atravessa um colapso financeiro que afeta diversas áreas, principalmente na educação e na saúde, que está a mercê.  O voto é um objeto político de transformação social. A única ferramenta capaz de mudar a história do país, das cidades e dos municípios do Brasil, que tanto sofrem com os esquemas de politicagem e corrupção.

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Pesquisa Datafolha no Rio de Janeiro aponta Eduardo Paes com 30% das intenções de votos

Nova Pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (8) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a Prefeitura do Rio de Janeiro nas Eleições 2020. Segundo a pesquisa, Paes tem as maiores vantagens sobre Crivella entre os mais jovens (37% a 10%); entre os mais instruídos (36% a 7%); entre os que têm renda familiar mensal de 5 a 10 salários mínimos (37% a 6%); entre os católicos (37% a 8%); e entre os que reprovam o governo Crivella (35% a 1%).

Eduardo Paes (DEM): 30%

Crivella (Republicanos): 14%

Martha Rocha (PDT): 10%

Benedita da Silva (PT): 8%

Renata Souza (PSOL): 3%

Bandeira de Mello (Rede): 3%

Cyro Garcia (PSTU): 2%

Clarissa Garotinho (Pros): 1%

Fred Luz (Novo): 1%

Luiz Lima (PSL): 1%

Paulo Messina (MDB): 1%

Nenhum/branco/nulo: 22%

Não sabe/Não respondeu: 3%

Henrique Simonard (PCO), Glória Heloiza (PSC), Suêd Haidar (PMB) tiveram menos de 1%.

Rejeição

A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:

Crivella: 59%

Eduardo Paes: 30%

Clarissa Garotinho: 29%

Benedita da Silva: 20%

Cyro Garcia: 13%

Paulo Messina: 9%

Bandeira de Mello: 8%

Renata Souza: 8%

Luiz Lima: 8%

Suêd Haidar: 8%

Glória Heloiza: 7%

Fred Luz: 7%

Henrique Simonard: 7%

Delegada Martha Rocha: 6%

Rejeita todos/não votaria em nenhum: 6%

Não sabe/não respondeu: 2%

Poderia votar em todos: 1%

Sobre a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

Quem foi ouvido: 900 eleitores da cidade do Rio de Janeiro

Quando a pesquisa foi feita: 5 e 6 de outubro

Número de identificação na Justiça Eleitoral: RJ-09140/2020

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

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Eleições 2020 – 14 candidatos e até agora poucas opções

Por Alessandro Monteiro

Uma cidade que clama pelos benefícios básicos de sobrevivência tais como: Educação, Saúde e Segurança, o Rio de Janeiro vive o câncer da corrupção e o desleixo público. Abandonada, suja e cheia de mazelas, a cidade nada e morre na mesma praia que é cenário de cartão postal mundo a fora.

Setembro quase indo e na última semana, os partidos anunciaram listagem de seus candidatos. Até o fechamento desta edição, já tinham sido anunciados 14 candidatos. Diante de toda situação vivenciada nos últimos dias, é difícil acreditar de fato, numa boa vontade. Parece mesmo, é que todos querem morder um pouquinho a máquina pública.

Analisando a vida pública de cada um, dificilmente conseguimos encontrar algo positivo que venha agregar soluções práticas à cidade. Nos discursos ainda não oficiais nas redes sociais, cada qual, tenta vender seu peixe, com soluções milagrosas que irão gerar efeito zero, no caos que vivemos.

Numa retrospectiva rápida, o filme se repete e lá na frente, as legendas se misturam diante dos acordos que sempre geram algum tipo de vantagem aos envolvidos. Hoje vivemos um histórico de corrupção, que coloca cidadãos e trabalhadores da cidade quase beirando o estado de miséria.

Impossível acreditar ainda que dentre os 14, embora alguns tenham uma boa presença dentro daquilo que se comprometeram realizar em suas atividades, outros tem a ficha carimbada por crimes de responsabilidade, desvio de verba pública, corrupção, licitações e muita lavagem de dinheiro. O fato é que não temos opção de voto, de mudança e libertação para uma cidade que um dia foi chamada de maravilhosa.

Nas próximas edições, vamos trazer o perfil individual de cada um, suas trajetórias e propostas de governo, para que o leitor conseguia ter um pouco mais de conhecimento sobre que rumo tomar, nas eleições 2020, que em razão da pandemia, terá o primeiro turno em 15 de novembro, e o segundo, 29 de novembro.

Conheça os pré-candidatos à Prefeitura do Rio

 

Marcelo Crivella (Republicanos)

Engenheiro e atual prefeito do Rio. Já sofreu dois pedidos de impeachment por denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e beneficiar políticos ligados a Igreja Universal do Reino de Deus. No último dia 20, foi julgado pelo TRE, porém o julgamento foi interrompido no final e adiado para o próximo dia 24, para que seja definido o destino de Marcelo Crivella. Cinco desembargadores acompanharam o voto do desembargador relator, Cláudio Dell’Orto na votação para tornar Crivella Inelegível pelos próximos seis anos.

Martha Rocha (PDT)

Delegada aposentada, fraca na política e teve seu nome associado aos esquemas de Sérgio Cabral, por ter sido chefe da Polícia Civil.

Renata Souza (PSOL)

Militante da esquerda, com baixa popularidade, meses atrás, realizou um abaixo-assinado pedindo que Marcelo Freixo reconsiderasse a desistência de disputar a Prefeitura do Rio.

Eduardo Paes (DEM)

Foi prefeito de 2009 até 2017 e virou réu por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e forte esquema de caixa dois.

Luiz Lima (PSL)

Outro sem expressão, bolsonarista que tenta pegar carona ao nome do presidente. Mas atualmente, vem confrontando a família de Bolsonaro.

Eduardo Bandeira de Mello (Rede)

Ex-presidente do Flamengo, com boa gestão no clube, mas teve o nome associado às mortes dos jovens no Ninho do Urubu.

Glória Heloíza (PSC)

Ex-juíza, muito ligada ao carnaval, religiosa, mas já teve seu nome comprometido pelo uso da religião ou pelo que seria desapreço à adoção, com uma tendência por manter crianças com a família biológica.

Clarissa Garotinho (PROS)

Conhecida pelo temperamento explosivo, é filha de Garotinho e Rosinha, ambos envolvidos em escândalos e corrupção, prisões, superfaturamento e forte envolvimento com a Odebrecht.

Fred Luz (Novo)

Ex-CEO do Flamengo, deve usar a máquina do Flamengo para impulsionar a campanha, apesar à inexperiência política e baixa popularidade.

Paulo Messina (MDB)

Ex-secretário da Casa Civil de Crivella, ele sustenta que tem experiência administrativa e que não há investigações contra ele no suposto esquema de corrupção na prefeitura.

Benedita da Silva (PT)

Como deputada, tem histórico de pouca atuação e tida como esquenta cadeira, apesar do apoio conquistado com o Pc do B, tem imagem desgastada por associação ao PT e a fragilidade do partido.

 Cyro Garcia (PSTU)

Bancário e professor universitário foi dirigente do Sindicato dos Bancários e presidente da entidade por dois anos.  Até o momento, não possui arranhões políticos.

Cristiane Brasil (PTB)

Ex-deputada federal, filha de Roberto Jefferson, ambos conhecidos e com trajetória política envolvida em escândalos, a candidata está presa desde o dia 11 de setembro sob acusação de receber propina em dinheiro. No último dia 21, o PTB desistiu da sua candidatura, porém, a Lei da Ficha Limpa só prevê a proibição para condenados por órgão do colegiado, o que não é o caso dela. Até o fechamento desta edição, não houve nenhum comunicado de desistência por parte, de Cristiane.

Henrique Simonard (PCO)

É integrante do Comitê Central do Partido da Causa Operária (PCO), é coordenador da Aliança da Juventude Revolucionária. Conhecido também por seu temperamento, forte, explosivo e bastante revolucionário.

Suêd Haidar (PMB)

É presidente nacional do Partido da Mulher Brasileira (PMB), maranhense de 61 anos, mudou para o Rio de Janeiro no final dos anos 1970. Nas últimas eleições, ela foi candidata à deputada federal pelo estado do Rio, obtendo 5.279.