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Faculdade São Leopoldo Mandic vai capacitar 94 mil profissionais do SUS responsáveis pela vacinação em todo o país

Projeto será feito em parceria o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), que tem como objetivo apoiar o Projeto ImunizaSUS

A Faculdade São Leopoldo Mandic firmou uma parceria o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento do Projeto ImunizaSUS., que vai oferecer formação para profissionais que trabalham com vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do SUS.

A iniciativa, que conta com o apoio do Ministério da Saúde, tem como meta aperfeiçoar até 94 mil profissionais que atuam diretamente nas ações de imunização nas 47 mil UBS em todo território nacional, no período de 10 meses.

A capacitação será realizada pela modalidade EAD, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem do CONASEMS. O projeto contará com 1.890 tutores, que serão formados pela Faculdade São Leopoldo Mandic. As aulas serão gravadas, distribuídas para os alunos por diversos canais, possibilitando que seja acessível a todas as unidades do Brasil, com disponibilização de material didático e espaço para diálogo com os tutores. O projeto abordará as práticas de imunização para Covid-19 e para as demais vacinas já existentes no calendário nacional por meio da Política Nacional de Imunização PNI.

“A capacitação de profissionais tem relação direta com as boas práticas e com a estratégia de gestão, que permite que a cobertura vacinal seja o mais ampla possível, já que se trata de uma estratégia coletiva, que deve ser seguida por todos. E as UBS são as unidades de assistência mais próximas da população e contam com estrutura e profissionais que ajudam cotidianamente o Brasil a ter a maior política de imunização do mundo. Ficamos honrados de poder contribuir com essa etapa tão significativa para a Saúde e Educação, com a certeza de que podemos impactar positivamente o Sistema de Saúde Brasileiro”, afirma o diretor de Pós-graduação e Pesquisa da SLMANDIC, Prof. Dr. Marcelo Henrique Napimoga.

A Faculdade São Leopoldo Mandic já conta com participação em outros projetos, nos quais os alunos da instituição, assim como os professores, contribuem ativamente. “É uma ação que auxilia na formação de profissionais em consonância com as melhores práticas e com o SUS. Além disso, é o reconhecimento aos docentes, pesquisadores e a excelência acadêmica, que sempre foram os pilares da SLMandic”, conclui Napimoga.

Sobre a São Leopoldo Mandic

Considerada uma das dez melhores instituições de ensino superior do País há 12 anos consecutivos no Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC, a Faculdade São Leopoldo Mandic reúne, no corpo docente, professores doutores formados pelas melhores instituições de ensino do Brasil e do Exterior. Estruturada com laboratórios de última geração e clínicas odontológicas completas, a Instituição oferece aos alunos vivência prática nos cursos de Odontologia e de Medicina desde o 1º ano, atividades de pesquisa e prestação de serviços comunitários, convênio com hospitais e Unidades Básicas de Saúde, cursos de graduação e pós-graduação. Além de laboratórios com exercícios de simulação realística, utilizando recursos modernos para diagnóstico, o HUB de Inovação e o Barco da Saúde. O corpo docente é formado por doutores e pós-doutores com vasta produção intelectual. A Faculdade São Leopoldo Mandic tem outras nove unidades distribuídas pelo País, que oferecem cursos de pós-graduação e mais uma unidade de graduação em Medicina, na cidade de Araras (SP). Canais: slmandic.edu.br facebook.com/saoleopoldomandic .
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Destaque Rio

Justiça cassa liminar e aulas no Rio podem retornar nesta segunda

A Justiça do Trabalho cassou a decisão liminar que suspendia o retorno às aulas presenciais nas escolas particulares do Rio de Janeiro. Com isso, o retorno às atividades escolares do ensino fundamental e médio poderá ocorrer a partir desta segunda-feira (14). Escolas devem manter, no entanto, o ensino remoto como opção. 

A decisão foi tomada pelo desembargador Federal do Trabalho, Carlos Henrique Chernicharo, a pedido do Sindicato dos Estabelecimentos de Educação Básica do Município do Rio de Janeiro. Na decisão, Chernicharo afirma que “não há como postergar o retorno das atividades laborais da categoria dos professores e afins, até que se tenha por erradicado o risco, sob pena de causar dano irreparável aos alunos, pais e professores, que neste período de pandemia, após sete meses de paralisação da sociedade como um todo, clamam pela normalidade de suas vidas”.

Chernicharo enfatiza que os profissionais de ensino não são obrigados a voltar às atividades presenciais, “devendo ser respeitada a manifestação de vontade de cada trabalhador, de acordo com a realidade de cada um, especialmente, àqueles que se encontram na chamada ‘faixa de risco’, conforme definido pelas autoridades em matéria de saúde, mantendo-os ativos por meio do ‘ensino à distância’”, diz a decisão.

Os pais também não podem ser obrigados a manter o estudante em aula presencial. Por isso, segundo o desembargador, cabe à entidade escolar manter o ensino a distância para atender às exigências curriculares de cada faixa etária de acordo com as leis de diretrizes voltadas ao ensino médio e fundamental.

Volta às aulas

A volta às aulas presenciais nas escolas particulares foi autorizada pelo governo do estado, pelo decreto 47.250, publicado no dia 4 de setembro. O decreto permitia a volta, a partir desta segunda-feira, na rede particular e, nas escolas públicas, em 5 de outubro. A autorização vale apenas para regiões que permanecem em baixo risco de contaminação pela covid-19 por, no mínimo, duas semanas seguidas antes da data prevista para a abertura.

Na noite da última quinta-feira (10), no entanto, a Justiça do Trabalho havia deferido o pedido de liminar feito pelo Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio), suspendendo o retorno  das atividades presenciais. A decisão foi da 23ª Vara da Justiça do Trabalho. Na decisão, o juiz Elisio Correa de Moraes Neto argumenta que “a média móvel de infectados no Rio de Janeiro ainda não alcançou uma redução concreta”, o que é demonstrado nos dados oficiais do estado.

As aulas presenciais estão suspensas desde março, por causa da pandemia de covid-19, que levou a óbito cerca de 17 mil pessoas no estado.

Recurso

A liminar cassada hoje foi obtida pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio). A entidade disse que irá recorrer da decisão. “Entendemos que ainda não há a menor segurança para esse retorno”, diz o vice-presidente do Sinpro-Rio, Afonso Celso Teixeira.

Ontem (12), em assembleia virtual, o Sinpro-Rio aprovou a manutenção da greve. Os professores defendem o não retorno das atividades presenciais agora e a manutenção do trabalho com o ensino remoto nos estabelecimentos do setor privado de ensino. Para eles, o retorno deve ocorrer somente com garantia das autoridades da saúde, com base em rígidos protocolos de segurança.

Na capital

Em nota, a prefeitura do Rio de Janeiro diz que as escolas particulares ainda não podem retomar as aulas presenciais por conta de uma decisão judicial anterior, que segue em vigor. Trata-se de decisão expedida no dia 6 de agosto, que suspendeu os efeitos do decreto municipal que permitia o retorno facultativo das aulas na rede privada do Rio, para alunos do 4º, 5º, 8º e 9º anos do ensino fundamental.

A nota afirma ainda que a Procuradoria Geral do Município (PGM) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra essa decisão e aguarda a análise do mérito.