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Mérito da Secretaria de Esportes do Rio vai se chamar medalha Antônio Carlos de Almeida Braga, em homenagem a Braguinha

Uma pequena homenagem para quem dedicou tanto ao esporte brasileiro. A medalha do mérito esportivo da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude do Estado do Rio de Janeiro passará a se chamar medalha Antônio Carlos de Almeida Braga. Uma homenagem idealizada pelo secretário Leandro Alves para Braguinha, um dos maiores incentivadores do esporte brasileiro, que morreu nesta terça-feira, aos 94 anos, em Lisboa, onde vivia.

“Alguns dos maiores ídolos do esporte nacional, como Pelé, Ayrton Senna e Gustavo Kuerten, tiveram o apoio e a amizade do Braguinha. Colocar o nome dele em uma medalha de mérito do esporte será uma retribuição a tudo isso”, explica o secretário Leandro Alves.

A honraria se divide em três categorias (ouro, prata e bronze) e será entregue aos desportistas, atletas e outros profissionais que se destacarem representando o Estado do Rio de Janeiro no território nacional ou no exterior, ou tiverem serviços prestados ao esporte em qualquer modalidade.

Leandro Alves já pediu ao departamento jurídico da secretaria um estudo de viabilidade para a regulamentação com o nome do Braguinha e em seguida vai entrar em contato com a família dele para solicitar uma permissão especial.

O empresário Antônio Carlos de Almeida Braga foi dono da Atlântica Seguros, que viria a se fundir com a Bradesco Seguros nos anos 80, tendo apoiado grandes nomes do esporte nacional, como Gustavo Kuerten, Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi e Pelé. Apaixonado por esportes e amigo íntimo de Ayrton Senna, Braguinha comparecia a todas as Copas do Mundo e tinha um camarote cativo em Roland Garros. Sócio-benemérito do Fluminense, patrocinou ainda as seleções brasileiras de futebol e de vôlei.

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Colunas Marcelo Servidone | Automobilismo

Fórmula 1 no Rio de Janeiro, mais um capítulo!

O primeiro passo para que o Rio de Janeiro sedie o GP Brasil de Fórmula 1 se dá por ter um local apropriado para tal, e desta forma optou-se pela construção de um novo autódromo que atenda as exigências de estrutura e tecnologia impostas pelo milionário mundo das corridas.

Antecipando-se a construção do autódromo propriamente dita, a Secretaria de Esportes do Rio de Janeiro aprovou o projeto para a realização da prova por dez anos, autorizando captação do montante de R$ 302 milhões de reais em incentivos fiscais para o GP Brasil de F1 em 2021 e 2022.

O projeto é visto como trunfo para substituir a etapa Paulista que ocorre em Interlagos de forma ininterrupta desde 1990, e tem um orçamento que gira em torno de R$800 milhões e local definido na região de Deodoro, bairro do Rio.

Entretanto, o consórcio Rio Motorpark, responsável pela administração das obras do futuro autódromo, se depara com um grande impasse ambiental, visto que o local escolhido é uma das últimas reservas da Mata Atlântica na cidade, abrigando mais de 200 mil árvores. O consórcio que assinou contrato com a prefeitura do Rio, tentará negociar com os órgãos ambientais uma compensação de impacto com o replantio de 700 mil árvores e políticas de neutralização de carbono.

Diversos movimentos em pró da conservação da Floresta de Camboatá fazem forte pressão contrária ao desmatamento para construção do novo autódromo.

No entanto, tudo isto ainda é uma grande incógnita e uma “novela” de diversos capítulos, visto que, a F1 ainda não divulgou o calendário de corridas para 2021, e nos bastidores cogita-se que talvez o Brasil não faça parte do calendário do campeonato mundial.

Em meio a tudo isto resta torcemos para que o melhor seja feito para o meio ambiente e o desenvolvimento da cidade maravilhosa.

Por, Marcelo Servidone, Dr., CEO Grupo Servidone

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Destaque Esportes

Morre aos 45 anos Rodrigo Rodrigues, jornalista e apresentador do SporTV

O jornalista e apresentador do SporTV, Rodrigo Rodrigues, morreu nesta terça-feira aos 45 anos no Rio de Janeiro.

Rodrigo foi diagnosticado há 15 dias com o novo coronavírus. Desde então, estava em casa e afastado do trabalho. No último sábado ele deu entrada na emergência do hospital e teve confirmada trombose venosa cerebral

Na emissora desde janeiro de 2019, Rodrigo Rodrigues teve passagens por ESPN, Esporte Interativo, SBT, TV Cultura, TV Gazeta e Band. Apresentou os programas Bate-Bola e Resenha ESPN na ESPN. Em setembro, assumiu o Troca de Passes no SporTV.

Rodrigo começou a carreira na televisão em 1995 como apresentador do quadro Teentrevista do programa Convocação Geral, da RedeVida! (RJ). Nesta época estava cursando Educação Artística na Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Após a experiência na tevê, decidiu abandonar o curso e ingressar no Jornalismo.

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Destaque Esportes

Nos pênaltis, Fluminense bate Flamengo e conquista a Taça Rio

Teremos final no Campeonato Carioca! O Fluminense conquistou nesta quarta-feira (8) a Taça Rio ao vencer nos pênaltis o Flamengo, no Maracanã. Após empate por 1 a 1 no tempo normal, os tricolores levaram a melhor na disputa das penalidades por 3 a 2.

O Fluminense foi melhor na etapa inicial e abriu o placar com o gol de Gilberto. Na etapa final, o Flamengo melhorou e conseguiu o empate com Pedro.

Na disputa por pênaltis, Nenê, Hudson e Fernando Pacheco fizeram, enquanto Dodi e Michel Araújo perderam para o Fluminense. Já no Flamengo, Gabigol e Pedro marcaram, mas Willian Arão, Léo Pereira e Rafinha desperdiçaram suas cobranças.

O jogo

O Fluminense começou a partida querendo surpreender e com um minuto Nenê arriscou sem perigo para Diego Alves. No entanto, logo o Flamengo passou a ter o domínio da posse de bola, mas parava na boa marcação tricolor.

Somente aos 24 minutos, uma das equipes chegou com perigo no Maracanã. Após bate e rebate, a bola ficou com Gilberto, que cabeceou em cima de Diego Alves para desperdiçar boa chance para o Fluminense. O Flamengo respondeu em seguida, em chute de Arrascaeta sobre o travessão.

Aos poucos, o Fluminense conseguiu impedir os avanços do Flamengo e passou a roubar mais bolas no meio. Os tricolores quase marcaram aos 35 minutos, quando Yago pegou a sobra, mas chutou pela linha de fundo.

Só que aos 37 minutos, o Fluminense abriu o placar no Maracanã. Após cruzamento, Marcos Paulo desviou e Gilberto cabeceou no canto, sem chance para Diego Alves.

Nos minutos finais, o Flamengo tentou esboçar uma pressão, mas seguiu parando na marcação do Fluminense. Assim, os tricolores mantiveram a vantagem até o intervalo.

No segundo tempo, os rubro-negros aumentaram o ritmo e passaram a controlar mais a partida. Mesmo ainda tendo dificuldade, os flamenguistas tiveram boa chance aos nove minutos. Bruno Henrique aproveitou cruzamento e cabeceou para boa defesa de Muriel.

O Fluminense recuou ainda mais e busca os contra-ataques, sem sucesso. Já o Flamengo quase empatou aos 19 minutos. Gerson aproveitou cruzamento e cabeceou sozinho, mas pela linha de fundo. Depois, foi a vez de Gabigol obrigar Muriel a grande defesa após nova bola levantada na área.

O Fluminense só criou boa chance na etapa final aos 30 minutos. Caio Paulista arriscou da entrada da área e a bola passou perto, mas sobre o travessão. Mais uma vez, a resposta rubro-negra veio em seguida, em chute de Gabigol que parou em Muriel. De tanto insistir, o Flamengo empatou em mais um cruzamento. Filipe Luís levantou para Pedro cabecear para a rede.

Na parte final, os jogadores do Fluminense pareciam cansados. Com isso, o Flamengo aumentou a pressão em busca da virada. Os rubro-negros quase marcaram o segundo aos 38 minutos. Bruno Henrique aproveitou cruzamento e cabeceou para o gol. No entanto, Hudson apareceu em cima da linha para salvar os tricolores.

Nos acréscimos, o Flamengo teve a última chance para marcar, com Diego. O meia chutou de fora da área e Muriel fez defesa segura para levar a decisão para os pênaltis.

Na disputa por pênaltis, o Fluminense levou a melhor por 3 a 2 e ficou com o título da Taça Rio.

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Grande Prêmio do Brasil de F1 pode ser cancelado

O chefe da Mercedes, o austríaco Toto Wolff (foto), afirmou ser improvável a realização dos Grandes Prêmios de Fórmula 1 do Brasil e dos Estados Unidos por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A previsão é que as corridas aconteçam entre outubro e novembro deste ano. O dirigente concedeu entrevista ao site inglês da BBC (empresa pública de comunicação britânica) e falou do teor da conversa que teve com o presidente e diretor-executivo da F1, o americano Chase Carey.

“Com base nas minhas conversas com Chase Carey, ele não quer fechar nenhuma porta, mas não parece que iremos para lá. Eles são muito diligentes e não iriam lá se fosse um risco para nosso pessoal”, disse.

A empresa pública de comunicação britânica afirma também que o mesmo deve se aplicar ao GP da Cidade do México, na capital mexicana, programado para o mesmo período.

O campeonato mundial devia iniciar em março, mas teve de ser adiado por causa da explosão de casos de covid-19 pelo mundo. Ao todo, 12 provas já foram afetadas pela insegurança sanitária, sendo que sete delas (Austrália, Mônaco, França, Holanda, Azerbaijão, Singapura e Japão) foram canceladas. Já outras cinco provas acabaram adiadas (Bahrein, Vietnã, China, Espanha e Canadá).

A Formula One Manegement, empresa responsável pela organização do mundial de Fórmula 1, divulgou somente as oito primeiras provas do calendário de 2020. Na lista aparecem apenas as corridas da fase europeia da temporada, em países nos quais os números da pandemia vêm diminuindo.

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CBF e clubes acertam início da Série A do Brasileirão para 9 de agosto

Por Sandro Barros

Enquanto os campeonatos na Europa estão de volta, o futebol brasileiro segue vivendo um momento de grande indefinição. Após longos períodos de discussão e muita controvérsia, a única competição que está de volta é o Carioca. Mas enquanto os estaduais seguem parados, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) trabalha para definir o retorno do Brasileirão.

E o início do mais importante campeonato nacional deu um passo importante em 25 de junho. Após reunião convocada por videoconferência pela CBF, junto com a Comissão Nacional de Clubes e com a participação dos 40 clubes das Séries A e B, se chegou a um consenso quanto às possíveis datas do início do Brasileirão. Entretanto, a CBF ainda não se manifestou sobre as Séries C e D.

Ficou acertado que a Série A poderá retornar no dia 9 de agosto, enquanto a Série B no dia 8. As datas básicas e o cronograma de retorno foram propostos pelo presidente da CBF, Rogério Caboclo, e apoiados pelos clubes. No entanto, o retorno do futebol ainda depende da autorização das autoridades de saúde.

Portões fechados

Com a manutenção das 38 rodadas nas duas competições, a previsão da conclusão dos campeonatos é para fevereiro de 2021. Os clubes também decidiram que a Copa do Brasil retornará a partir do fim da segunda semana de agosto.

Também ficou decidido que as partidas serão realizadas em estádios com portões fechados, sem a presença de torcedores. Além disso, dezenove dos vinte clubes da Série A também se dispuseram a jogar fora das suas cidades, em última instância, caso até a data prevista para o início do Brasileiro seus municípios não estejam liberados pelas autoridades de saúde para realização de jogos. O único que se contrapôs a proposta foi o Athletico Paranaense.

O início das competições nacionais deve acontecer antes do final dos estaduais, que ainda seguem indefinidos em sua maioria. Mas a recente decisão da CBF deve agilizar a marcação do retorno de alguns campeonatos locais.

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Dúvida sobre a volta dos torcedores aos estádios continua

A ideia de permitir que os espectadores retornem aos estádios de futebol já está instalada nos grandes campeonatos europeus para tentar virar a página o mais rápido possível da triste situação atual, com os portões fechados. Mas a prudência deverá comandar a luta contra o coronavírus.

“Sonho em poder ver as pessoas nos estádios, mais do que esses tristes torcedores de papelão. Mas temos responsabilidades e devemos ser o mais cautelosos possível”, resumiu recentemente Carlo Sibilia, secretário de Estado do Interior da Itália.

Na Itália, assim como na Alemanha e na Espanha, o futebol recomeçou em estádios vazios, com algumas equipes tentando compensar a ausência de torcedores com avatares de papelão, mensagens de apoio ou cantos pré-gravados. Esses artifícios têm gerado “um forte sentimento de rejeição” na Alemanha, diz Ronan Evain, diretor-geral da rede Football Supporters Europe (FSE), com sede em Hamburgo.

“Se é necessário jogar com portões fechados, o fazemos, mas não vamos colocar um remendo para esquecer que estamos em uma crise sanitária”, acrescentou.

As arquibancadas já foram abertas para torcedores na Sérvia, atraindo multidões, e na Nova Zelândia, país que registrou apenas 22 mortos pela pandemia e que neste fim de semana encheu seus estádios com até 43.000 pessoas (Auckland) para acompanhar as partidas de rugby. Mas na Europa os grandes campeonatos se mostram prudentes e pacientes.

Em um email enviado aos clubes e divulgado pela revista Kicker, a Liga Alemã (DFL) prevê que os espectadores deverão retornar já na próxima temporada. Mas “autorizar o retorno passo a passo dos espectadores” já está em discussão, disse o diretor Christian Seifert, pedindo aos clubes “que não citem publicamente nenhum número ou data sem que haja certezas”.

Diferença entre regiões

Na Espanha, onde o campeonato recomeçou há alguns dias, a Liga e alguns clubes – como Las Palmas (2ª divisão) e Celta (1ª), de duas regiões pouco afetadas pelo vírus – pressionaram pelo retorno do público antes do final de junho.

“Após dez ou quinze dias de competição, nos sentaremos com o governo para solicitar que o público possa voltar aos estádios”, disse o presidente da Liga, Javier Tebas, no dia da retomada.

Será “um sinal de retorno a essa ‘normalidade anormal'”, acrescentou. Por enquanto, as autoridades manterão os portões fechados até que todas as regiões da Espanha estejam no mesmo nível de desconfinamento. “As condições de jogo devem ser as mesmas em todos os estádios”, disse o ministro da Saúde, Salvador Illa.

Na Itália, outro dos países mais afetados pela pandemia, o que se ouve é um pouco diferente. “Em regiões onde o número de casos novos é zero há vários dias, podemos começar a refletir sobre uma reabertura progressiva dos estádios com um número limitado de espectadores”, disse Walter Ricciardi, conselheiro do governo e ex-presidente do Instituto Superior da Saúde.

Com o futebol retomado desde a última sexta-feira (12), com as semifinais da Copa da Itália, não está prevista a presença do público nas arquibancadas antes de “agosto ou início de setembro”, acrescentou Sibilia.

“Imagine 10.000 pessoas que precisam passar pelas entradas do Estádio San Paolo [Napoli], seria um pouco complicado. Isso não significa que não falemos sobre isso, mas é necessária a segurança absoluta”, continuou o Secretário de Estado do Interior, ciente de que “o futebol vale menos sem torcedores e paixão”.

Com informações de agências de notícias

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Jesus renova com o Flamengo até junho de 2021

Após um longo período de negociação, Jorge Jesus e o Flamengo acertam a renovação de contrato por mais um ano, que permitem a liberação mediante ofertas de clubes pré-determinados do futebol europeu. O diretor de futebol do clube, Marcos Braz, usou seu twitter para indicar a tão almejada renovação aos rubro-negros ao postar foto da bandeira de Portugal.

Nos bastidores, problemas pessoais de partes envolvidas adiaram a decisão do acerto, que já viram sendo negociados desde o dia 1º de maio. Após o veredito em uma reunião nesta terça-feira (2), o acordo foi selado e começou a ser redigido.

 

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Membro do COI fala sobre problemas dos Jogos de Tóquio

Da Redação

John Coates, chefe do Comitê Olímpico Australiano e influente membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), reconheceu as grandes dificuldades para a organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021, adiados em um ano devido à pandemia do coronavírus. “Estamos diante de problemas de verdade, porque há atletas que vêm de 206 países diferentes”, disse ele durante coletiva de imprensa organizada pelo grupo News Corp.

Segundo ele, “os Jogos só podem ser disputados em 2021, não podemos adiá-los novamente. E temos que partir do princípio de que não haverá uma vacina [contra o coronavírus]. E se houver em um ano, não haverá tempo suficiente para compartilhá-la pelo mundo todo”, analisou.

Em 24 de março, o COI anunciou o adiamento dos Jogos, inicialmente previstos para serem disputados entre 24 de julho e 9 de agosto de 2020. As novas datas do evento são de 23 de julho a 8 de agosto de 2021.

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Times da Série A reduzem salários de jogadores

Por Sandro Barros

A pandemia do novo coronavírus criou ainda mais dificuldades financeiras aos clubes de futebol do Brasil. Segundo a Sports Value, baseada em seu banco de dados com resultados financeiros de clubes brasileiros, a receita em 2020 deverá ter uma perda de aproximadamente 17%, algo em torno de R$ 1,1 bilhão.

Diante desse quadro, 15 clubes da Série A do Brasileirão se valeram da Medida Provisória 936 para reduzir salários por até 90 dias. O Bragantino (SP), que hoje conta com forte patrocinador, já anunciou que não vai se valer da MP. Os percentuais de redução salarial divulgados até o momento variam de clube para clube, mas a maioria decidiu por 25% e 30%. Entretanto, no São Paulo será de 50% e no Goiás ficou entre 25% e 50%.

No Rio de Janeiro, o Botafogo busca manter os salários em dia e, por isso, estuda reduzir a folha salarial, mesmo que para isso negocie atletas. Já o Flamengo demitiu 6% de seu quadro de funcionários ─ cerca de 60 pessoas ─ e acertou com os jogadores a redução de 25% nos vencimentos dos meses de maio e junho.

Pelo acordo com os jogadores, no Fluminense a redução salarial em março foi de 15% e em maio será de 25%. Se os jogos voltarem em junho, o salário voltará a ser integral. No Vasco a situação é mais crítica, pois o clube ainda não pagou salários em 2020 e, por isso, não negocia redução para os meses de maio a julho. Além disso, o Cruzmaltino anunciou recentemente a suspensão dos contratos de cerca de 250 funcionários.