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Cantora e compositora Priscila Tossan lança seu álbum

No próximo dia 25 de agosto (3ª feira), a cantora e compositora Priscila Tossan atenderá a imprensa por telefone, ou pelo zoom, para falar sobre o lançamento de “Iceberg”, seu álbum de estreia que chega hoje às plataformas digitais pela Universal Music. O primeiro single do álbum é a inédita “Libélulas”, resultado da colaboração entre a artista e os músicos Criolo e Luccas Carlos.

O disco “Iceberg” conta com 12 faixas, sendo cinco canções inéditas, as cinco faixas do EP mais recente de Tossan, “Cine Odeon”, além de uma versão de “Disfarça e chora”, samba do lendário Cartola, e a inédita “Não sabia”, composta por Luiz Melodia. O álbum, que tem produção de Alexandre Kassin, conta ainda com canções autorais e traz a colaboração de Danilo Dias e Feijão, parceiros de longa data da artista.

No início da carreira, a carioca se apresentava nas estações e vagões do metrô do Rio de Janeiro. “Com certeza foi um marco o metrô. Eu sempre fui muito tímida pra cantar em público e foi um desafio enorme. Me lembro de quando eu cantei pela primeira vez. Eu paguei a passagem, entrei e falei pra mim mesma: ‘Cara, eu não vou conseguir fazer essa parada aqui’. Aí eu saí e desisti. Dias depois, diante de muita necessidade, eu novamente falei pra mim: ‘Mano, eu tenho que voltar e fazer essa parada’. E aí eu encarei. Foi difícil, mas rolou. Eu ficava olhando pros ‘amiguinhos’ e pensando: ‘Pô, se os caras conseguem, eu também vou conseguir defender o meu'”, disse Priscila.

Deu certo. Depois das apresentações na rua, o trabalho de Priscila ganhou mais visibilidade. Em 2018, ela foi semifinalista da sétima edição do programa “The Voice Brasil”, exibido em 2018, no qual ela teve o cantor Lulu Santos como técnico. Hoje, os dois são amigos e mantêm a relação de admiração mútua. Em 2019, a cantora fez uma participação no show de Lulu, no palco Sunset, do Rock in Rio.

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Colunas Cultura

Ricardo Bacelar lança o álbum “Ricardo Bacelar – Ao Vivo no Rio”

O pianista, compositor e arranjador brasileiro Ricardo Bacelar lança nesta sexta (24) o seu quarto álbum solo, intitulado “Ricardo Bacelar – Ao Vivo no Rio”, com repertório de música brasileira e jazz. O álbum foi gravado em maio de 2018, no Rio de Janeiro, em um concerto no Blue Note Rio, durante a tour de seu mais recente trabalho, “Sebastiana”.

Também no dia 24 de julho, Ricardo Bacelar inicia a estreia de uma série de sete vídeos que serão apresentados semanalmente, todas as quintas-feiras, em seu canal oficial no YouTube. O primeiro vídeo a ser apresentado é o de “Toda menina baiana” (confira abaixo as datas dos lançamentos).

Ricardo toca piano e teclados, canta e vem acompanhado de um time de grandes músicos brasileiros: João Castilho (guitarra), Danilo Sina (sax e flauta), Renato Endrigo (bateria), Alexandre Katatau (contrabaixo) e André Siqueira (percussão).

O repertório é um recorte de seus discos anteriores, em versão ao vivo. Traz uma composição de Ricardo Bacelar e Cesar Lemos, “Sernambetiba 1992”, e grandes autores: Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Heitor Villa-Lobos, Pat Metheny, Chick Corea, Horace Silver, Gilberto Gil, Moacir Santos, Flora Purim, Benny Golson e outros. Faz releituras de “Toda menina baiana” e “Partido alto”. A atmosfera do disco captura a ambiência sonora do clube de jazz e a energia da performance ao vivo.

Valorizar os signos da música brasileira com acento jazzístico tem sido tendência nos trabalhos de Ricardo Bacelar, que tem levado para o mercado internacional a sonoridade do Brasil, misturada à improvisação do jazz e à música instrumental. Seu álbum anterior, “Sebastiana”, esteve entre os 50 discos mais executados nas rádios de jazz norte-americanas, em um período de 2018, segundo o ranking do Jazz Chart.

 

Foto: Divulgação

Para Ricardo, que assina a produção do álbum, o momento de isolamento vem acompanhado de múltiplas experiências. “A música é veículo fundamental de percepção, conexão e construção de perspectivas que trazem significados aos acontecimentos, nos planos pessoal, espiritual e emocional. Sem a arte e a abstração, a vida não faz sentido”, afirma.

Ricardo Bacelar – Ao Vivo no Rio” é seu quarto álbum solo. O primeiro disco, “in natura” (https://open.spotify.com/album/3TkJDrUUXsufcG2Q2uMLQ8?si=2eC8y3ubTJKLgUaANm4y8A), é autoral com ênfase no piano acústico e com participações de Frejat e Belchior, este último parceiro de Ricardo Bacelar em “Vício Elegante”, lançado em um single em 2018.

O segundo álbum é “Concerto para Moviola” (http://www.ricardobacelar.com.br/concerto-para-moviola-portugues), também gravado ao vivo em um festival de jazz. O terceiro disco, “Sebastiana” (http://www.ricardobacelar.com.br/sebastiana), foi gravado e mixado nos Estados Unidos, no lendário estúdio Criteria – Hit Factory com músicos latino-americanos. O álbum ficou entre os 50 discos mais executados nas rádios de jazz dos Estados Unidos.

Ricardo Bacelar foi integrante do grupo brasileiro Hanoi Hanoi, com amplo sucesso comercial e seus discos solo foram distribuídos nos Estados Unidos, Europa, América Latina e Japão, com expressivas performances de execução de rádio e imprensa.

 

Acompanhe aqui as principais publicações internacionais:

 

Jazz Corner

http://www.jazzcorner.com/news/display.php?news=9415

 

Top  40 Charts

https://top40-charts.com/mnews.php?nid=157557&cat=

 

Keys And Chords

http://www.keysandchords.com/news-blog/brazilian-jazz-pianist-ricardo-bacelar-makes-a-live-statement-with-nothing-will-be-as-it-was

 

Jazziz

https://www.jazziz.com/new-releases/ricardo-bacelar-ao-vivo-no-rio/

 

Smooth Jazz

http://www.smooth-jazz.de/firstview/Bacelar/LiveInRio.htm

 

Jazz Chill

https://jazzchill.blogspot.com/2020/07/brazilian-jazz-pianist-ricardo-bacelar.html?m=1

 

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

“Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”

A peça ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’, a primeira do premiado projeto Grandes Músicos Para Pequenos, volta ao cartaz no dia 21 de março, no Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea), para quatro apresentações. O musical infantil já foi visto por mais de 100 mil pessoas, que se encantaram com a emocionante adaptação da vida do Rei do Baião para os palcos.

Foto: Vinicius Bertoli

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Espetáculo infantojuvenil “A máquina do tempo” estreia no Clube Manouche

Para entender o mundo de hoje, um menino resolve usar objetos que tem em seu próprio quarto para construir uma máquina que o permita viajar ao passado em busca de respostas. Eis o ponto de partida de “A máquina do tempo”, peça infantojuvenil escrita pelo ator e músico Gui Stutz, com direção de Denise Stutz. O espetáculo inédito estreia em 7 de março no Clube Manouche, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de março.

Sozinho em cena, Gui Stutz narra a história do menino de forma lúdica e entremeada por canções autorais. Nessa aventura pelo tempo, o menino é capturado por um navio pirata, vê diferentes dinossauros na pré-história, testemunha Santos Dumont voando no 14-Bis, vai trabalhar num circo de 1923 como o “menino do futuro” e passa por muitas cidades e países até voltar ao ano de 2020. Seu desejo nessa viagem é observar as florestas, os mares e as cidades para tentar entender como o passado se tornou o presente.

 

 Acostumado a trabalhar com companhias teatrais, Gui já cultivava há tempos a vontade de montar um solo que reunisse música e dramaturgia. Para escrever “A máquina do tempo”, ele se inspirou na própria infância e na paternidade. “Sou filho único. Minha memória da infância tem muito de brincar sozinho e acompanhar as viagens de trabalho dos meus pais. Desenhava muito, criava mundos e histórias na minha cabeça”, recorda. Hoje pai de três filhos com idades entre dois meses e quatro anos, Gui se vê rodeado pelo universo da criança.

 

A música é um elemento constante nos trabalhos de artes cênicas de Gui Stutz, e não foi diferente na construção da dramaturgia de “A máquina do tempo”. Em cena, ele utiliza guitarra, e sintetizador ligados a um equipamento de looping para compor em tempo real a trilha sonora original.

Mãe e filho, Denise e Gui já trabalharam juntos em muitas produções, mas é a primeira vez que estão apenas os dois na criação de uma obra. Na bagagem, compartilham experiências que vão desde o teatro de rua popular da Grande Companhia Brasileira de Mistérios e Novidades até o teatro contemporâneo do espanhol Fernando Renjifo. “A nossa vontade era de fazer uma peça que não infantilizasse a criança. Queríamos dar espaço para ela pensar sobre o tempo de hoje”, enfatiza Denise.

 

FICHA TÉCNICA

Atuação, texto e músicas originais: GUI STUTZ

Direção e dramaturgia: DENISE STUTZ

Iluminação: FELIPE ANTELLO

Consultoria de figurino: FLAVIO SOUZA

Consultoria de cenografia: KELLER VEIGA E MARCELA DE PAULA

Desenho de som: ALEX MIRANDA

Desenho gráfico: LETÍCIA ANDRADE

Fotografia: RENATO MANGOLIN

Assessoria de imprensa: PAULA CATUNDA

Realização e produção: PLANO GERAL ESPAÇO E PRODUÇÕES

SERVIÇO

Espetáculo infantojuvenil: “A máquina do tempo”

Temporada: de 7 a 29 de março de 2020

Dias e horário: sábados e domingos, às 16h

Excepcionalmente no dia 8 (domingo), sessão extra às 14h

No dia 15 (domingo) não haverá apresentação

Local: Clube Manouche/Casa Camolese

(Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico).  Tel: 3514-8200

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Crianças a partir de 3 anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação

Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingresso

Duração: 60 minutos

Recomendação etária: Crianças a partir de 5 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais

Estacionamento no local (tarifado)

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Fafá de Belém apresenta o show “Humana” no Clube Manouche

Foto: Reprodução

Fafá de Belém se uniu a mulheres cujo trabalho nunca tinha gravado como Letrux, Fátima Guedes, Adriana Calcanhotto e Ava Rocha, para trazer ao mundo o disco “Humana”, o 26º de sua carreira. Além disso, pela primeira vez interpretou composições de Jards Macalé e Wally Salomão e de Lulu Santos. Para mostrar o repertório deste disco, Fafá aporta no palco intimista do Clube Manouche, em duas sessões, nos dias 31/01 e 1º/02, sexta e sábado.

Sob a produção musical de Arthur Nogueira, o álbum, que apresenta uma versão mais densa e pungente da cantora paraense, foi um dos mais aclamados de 2019. “Esse disco foi para um outro caminho que o público não estava esperando. É um disco que fala do humano de cada um de nós, o lado que desabafa, que fica indignado, o lado verdadeiro de cada um”, conta Fafá.

Com direção teatral de Paulo Borges e direção musical de Zé Manoel, o show apresenta um repertório que inclui as músicas do disco como “O Resto do Resto” (Fátima Guedes), “Ave do Amor” (Ava Rocha/Arthur Nogueira), “Alinhamento Energético” (Letícia Novaes – Letrux), “O Terno e Perigoso Rosto do Amor”, composta por Adriana Calcanhotto a partir de poema de Jacques Prévert, e também “Dona de Castelo” (Jards Macalé/Waly Salomão), “Toda Forma de Amor” (Lulu Santos) e “Revelação” (Clésio Ferreira/Clodo Ferreira), versão muito conhecida na voz de Fagner. Fafá também interpreta algumas canções do seu repertório com o perfil do novo trabalho, como “Dentro de Mim Mora um Anjo” (Sueli Costa/Cacaso) e “Bilhete” (Vitor Martins/Ivan Lins).

No palco estará acompanha pelos músicos Allen Alencar, guitarra, João Deogracias, baixo, Zé Manoel, piano, e Richard Ribeiro, bateria.

Serviço

ShowFafá de Belém no show “Humana”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 31 de janeiro e 01 de fevereiro, sexta e sábado, 22h

Ingressos: Primeira e segunda fila: R$ 250,00 (inteira), R$ 200,00 ((ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 175,00 (meia entrada). A partir da terceira fila: R$ 200,00 (inteira), R$ 150 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 100,00 (meia entrada) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)