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Nova fórmula para o Campeonato Carioca 2021 é definida

 

Os clubes cariocas, em reunião na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, decidiram mudanças na fórmula do Campeonato Carioca de 2021, que também será válida para edição de 2022. A competição vai contar com 12 participantes na fase principal. Serão 11 rodadas com todos se enfrentando em sistema de pontos corridos, com os quatro primeiros classificados fazendo semifinais e depois finais em duas partidas cada, para a disputa do título.

Nas semifinais, o primeiro, que enfrenta o quarto colocado, e o segundo, que pega o terceiro, levam vantagem em dois empates, em pontos ganhos e saldo de gols. Nas finais, porém, não há vantagem. O campeão da Taça Guanabara vai ser o time que somar mais pontos nas 11 rodadas iniciais. A Taça Rio fica numa disputa à parte entre os que ficarem de 5º ao 8º lugar. A fórmula foi aprovada por unanimidade entre os clubes presentes na reunião.

Confira a nota da Ferj  sobre a nova fórmula:

“O Campeonato Carioca de 2021 está de cara nova. No Conselho Arbitral, realizado na tarde desta segunda-feira, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e os clubes decidiram por uma nova fórmula de disputa.

Com início em 27 de fevereiro, a Taça Guanabara terá 11 rodadas e os quatro primeiros colocados decidirão o Campeonato Carioca. Os melhores classificados terão vantagem do empate na semifinal. Na final, não haverá vantagem. O primeiro clássico será o Fla-Flu, na terceira rodada.

A Taça Rio será disputada entre o 5° e 8° colocados.

Em 2021, será a última edição da Primeira Fase. Com a criação da Série A2, as competições terão 12 participantes.”

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Ferj e clubes cariocas querem imediato retorno dos treinos de futebol

Por Sandro Barros

Os clubes cariocas ─ exceto Botafogo e Fluminense ─ e a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) iniciaram um apelo para convencer as autoridades do estado da possibilidade de que os treinos sejam retomados com segurança a todos os envolvidos. Através de uma nota de esclarecimento, divulgada em 8 de maio, as partes apresentaram argumentos e as iniciativas de higiene e distanciamento que seriam tomadas para viabilizar o retorno das atividades.

O movimento acontece em um momento em que há um aumento no número de casos do novo coronavírus no Rio de Janeiro e no Brasil, de maneira geral, o que pode dificultar a autorização. Além disso, dias antes o Flamengo realizou testes em 293 pessoas do clube, das quais 38 tiveram resultado positivo para a covid-19, incluindo três jogadores do time profissional. Números muito diferentes do que foi apresentado pelos clubes europeus que estão retomando suas atividades.

Os quatro grandes clubes do Rio divergem em relação ao retorno das atividades. Enquanto Flamengo e Vasco são a favor da volta o mais rápido possível, Fluminense e Botafogo entendem que o momento no estado é crítico para pensar em treinos presenciais. O presidente do Alvinegro, Nelson Mufarrej, explicou porque não apoiou a iniciativa. “É questão de coerência o nosso posicionamento público. Estamos próximos ao pico da pandemia com o sistema de saúde perto da asfixia e o que mais se fala é em lockdown”. O Fluminense também justificou a sua posição contrária, utilizando praticamente os mesmos argumentos do Botafogo.

A nota da Ferj menciona que “por inúmeros motivos os clubes desejam retornar as suas atividades o mais breve que lhes for possível e permitido, e estão prontos para reiniciar, em primeira fase, tão somente os treinamentos, de forma responsável, restrita, reduzida, sob vigilância, sem aglomerações ou presença de público e em obediência a um rigoroso protocolo médico de normas e procedimentos imperativos, sempre comprometidos com a preservação da integridade da saúde de todos os envolvidos e também em atenção às medidas de prevenção e combate à disseminação da covid”.

Retomada da Taça Rio

O retorno da Taça Rio ainda pendente de autorização dos governos municipal e estadual. No entanto, a Ferj discute um plano de ação para a retomada dos seus jogos, que inclui a utilização de apenas três estádios ─ Maracanã, Nilton Santos e São Januário ─ para a realização das últimas duas rodadas da competição.

As duas rodadas que faltam comportam 12 jogos ao total. As finais, a princípio, seriam realizadas no Maracanã. Os estádios também passariam por vistorias preliminares para higienização completa para as partidas, que obviamente, seriam realizadas com portões fechados, sem a presença de público.

A Federação também está avaliando o uso de profissionais dos clubes atuando como gandulas e maqueiros. A intenção é reduzir ao máximo o número de pessoas envolvidas nas partidas. Assim, massagistas, preparadores físicos ou fisioterapeutas que não trabalhem em determinada rodada poderiam auxiliar em outro jogo. E todos teriam que usar luvas, máscaras e álcool gel.

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Witzel descarta retorno do futebol no Rio de Janeiro

O governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, declarou não aprovar o retorno das atividades envolvendo futebol, bem como treinamentos e partidas. A proibição faz parte de um conjunto de medidas para fortalecer o distanciamento social durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). No estado do Rio de Janeiro, as medidas restritivas, estabelecidas em decreto, seguem até o dia 30 de abril.

“A pandemia ainda é grave e considero que, neste momento, não é adequado para a saúde e a segurança dos atletas ou de todos aqueles envolvidos nos jogos e treinamentos”, disse, em nota, Witzel que, na semana passada, postou um vídeo no Twitter anunciando que está com covid-19.

O campeonato estadual de futebol está suspenso desde o dia 16 de março e deve permanecer paralisado até o dia 30 de abril, segundo resolução da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

Na última semana, entretanto, o presidente Flamengo, Rodolfo Landim, segundo informações do jornal O Globo, tentou convencer o governador do Rio a liberar os clubes a voltarem a treinar no próximo dia 21.

Jogo Seguro

Na semana passada, a Ferj publicou um documento batizado de Jogo Seguro. O intuito é servir como um conjunto de regras para possibilitar a volta gradativa das partidas de futebol.

O documento contém um conjunto de medidas baseado em conceitos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde, Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Sociedades Médicas Especializadas.

A Ferj destaca que as diretrizes só serão colocadas em prática quando permitidas pelos órgão de saúde.

No Brasil, todos os campeonatos de futebol estaduais estão paralisados, assim como qualquer competição de nível nacional e internacional disputada pelos clubes do país.

Com informações da Agência Brasil