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Cinco estabelecimentos são interditados e bloco com 200 pessoas encerrado no Rio

Cinco estabelecimentos comerciais foram interditados no Rio de Janeiro, por descumprimento de medidas estabelecidas pela prefeitura em função da pandemia, e um bloco irregular com 200 pessoas encerrado, da noite de domingo (14) até a madrugada desta segunda-feira (15), na Lapa e no Leblon.

Ao todo, os fiscais da Vigilância Sanitária e da Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização (CLF, da Seop) realizaram 14 vistorias, cinco interdições (três no Leblon e duas no Centro) e aplicaram 13 multas por irregularidades como aglomeração, excesso de mesas e cadeiras, e falta de licenciamento.

O bloco improvisado com cerca de 200 pessoas foi dispersado na Lapa, com apreensão de um pandeiro e um tantan. A prefeitura disse que o grupo estava na Rua Mem de Sá, altura do número 103, e foi dispersado por equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal.

Cinco estabelecimentos foram interditados por fiscais da prefeitura (Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio)

Na Lapa, um bar recebeu interdição cautelar (até as 7h desta segunda) por aglomeração, além de ser multado e ter equipamento de som apreendido. Outros dois estabelecimentos também foram multados por descumprirem as medidas de proteção à vida e combate à pandemia, sendo que um deles foi interditado totalmente por falta de licença.

No Leblon, a prefeitura disse que foi fiscalizada toda a extensão da Rua Dias Ferreira e Avenida Ataulfo de Paiva. Receberam interdição cautelar por conta de aglomeração um supermercado, um restaurante e uma banca de jornal que comercializava bebidas alcoólicas para consumo no local. Outros dois bares foram multados por infrações sanitárias.

Banca de jornal foi interditada durante fiscalização (Foto: Ricardo Cassiano/Prefeitura)

Festas encerradas

Ao longo do domingo, foram impedidos quatro eventos na Zona Oeste: o “Bailão de 2”, na escolinha do Vasco, na Estrada do Gabinal, Freguesia de Jacarepaguá; a festa “Tropa da Mega”, na Estrada dos Bandeirantes, na Taquara; rave em casa de eventos na Estrada dos Bandeirantes; e festa na Mansão do Japonês, na Ilha da Gigoia, na Barra da Tijuca — a casa foi interditada por falta de alvará e licenciamento sanitário.

A prefeitura informou que equipes também atuaram na orla e outros locais com denúncias de eventos irregulares em Ipanema, Recreio dos Bandeirantes e Méier.

Desde a sexta-feira (12), quando teve início das ações para combater aglomerações no período que seria do carnaval, já foram feitas 55 inspeções sanitárias, com 40 autos de infração e 22 interdições, além de nove apreensões (oito de equipamentos de som e uma de bebidas), segundo balanço da prefeitura.

 

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Vigilância faz inspeção em supermercados e padarias no Rio

A Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses da Prefeitura do Rio de Janeiro começou hoje (20) a fazer inspeções em supermercados, mercados, hortifrútis e padarias. A intenção é o cumprimento das novas regras de prevenção e combate ao coronavírus previstas para o setor de alimentação.

Os fiscais vão verificar, por exemplo, se os estabelecimentos disponibilizam álcool 70% em gel já na entrada para a limpeza das mãos. Os locais precisam ainda manter lixeira apropriada para o descarte de máscaras usadas pelo consumidor. Os agentes vão orientar também sobre a higienização obrigatória dos carrinhos e das cestas. Deve ser evitado o autoatendimento na venda de pães.

O superintendente de Educação da Vigilância Sanitária, Flávio Graça, destacou que o órgão investiu em ações educativas, preparando os estabelecimentos para as medidas preventivas que serão agora supervisionadas pelas equipes.

Na última sexta-feira, foi realizada uma palestra online que para mais de 50 profissionais que atuam no ramo de alimentação, entre eles, representantes da associação de panificadoras do município, médicos-veterinários de cooperativas, responsáveis técnicos, nutricionistas e donos de comércio.

“A iniciativa foi muito bem recebida e já estamos organizando palestras para outros segmentos. Como tudo é novo em relação à covid-19, os protocolos de prevenção e combate acabam mudando, exigindo atualização constante”, disse o superintendente.

Entre as medidas específicas de rotina de higiene estão a limitação de acesso a uma pessoa por família; a demarcação do piso com sinalizadores para manter o distanciamento de um metro e meio entre os clientes; e o controle do número de pessoas para evitar aglomerações.

A coordenadora de Alimentos da Vigilância Aline Borges disse que as medidas são fundamentais para avançar na prevenção e minimizar os riscos de contaminação. Ela ponderou, entretanto, que precisam ser adotadas de forma correta, de acordo com os protocolos higiênico-sanitários.

“Para que o comércio se ajuste às novas práticas, começamos com orientações como as que envolvem a limpeza dos carrinhos e das superfícies, que são os pontos de maior contaminação, que exigem higienização constante.”

Com informações e foto da Agência Brasil