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Votação da Anvisa para o uso emergencial de 4,8 milhões de doses da Coronavac ocorre nesta sexta-feira (22)

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em reunião com a Diretoria Colegiada, avalia, na tarde desta sexta-feira (22/1), a liberação do segundo pedido do uso emergencial da vacina Coronavac feito pelo Instituto Butantan. Se aprovada, a decisão permitirá a distribuição de mais 4,8 milhões de doses do imunizante.

A decisão se deu após a Anvisa analisar um documento enviado pelo instituto que tinha mais de 900 páginas. O encontro é transmitido pelos canais digitais da agência.

Vale ressaltar que no último domingo (17/1) a Anvisa já havia dado o aval para aplicação de 6 milhões de doses do imunizante. Contudo, a vacina em questão era originária do laboratório chinês da Sinovac. Desta vez, a agência avalia as doses produzidas no Brasil. Na ocasião, os diretores da agência reguladora votaram todos a favor dos pedidos de uso emergencial. A escolha ocorre por maioria simples.

A decisão sobre o uso emergencial das vacinas passa a valer a partir do momento em que os laboratórios forem comunicados. A autorização é publicada no portal da Anvisa, no extra de deliberações da Diretoria Colegiada. Não há necessidade de publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU).

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Eficácia da vacina de Oxford contra Covid-19 alcança o número de 90%

A Universidade de Oxford (Reino Unido) e a farmacêutica britânica AstraZeneca, anunciaram que sua vacina candidata, contra a Covid-19, a ChAdOx1 nCov-2019, tem eficácia de 90%, contando com apenas uma dose, indicam dados preliminares de seus ensaios clínicos. O imunizante, testado no Brasil, é desenvolvido a partir de um adenovírus de chimpanzé usado como vetor viral para estimular a resposta imunológica contra o Sars-CoV-2.

A vacina não teve nenhum efeito grave de segurança relacionado e ela foi bem tolerada em todos os regimes de doses, de acordo com os dados. Até o momento, a vacina de Oxford é a única com acordo firmado com o governo brasileiro. O Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, também selou compromissos com a Coronavac.

Esta vacina da Oxford/AstraZeneca está sendo testada no Brasil em estudo liderado pelo Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Ministério da Saúde fez acordo com a farmacêutica para adquirir doses da vacina e para a produção dela no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).