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Brasil Tecnologia

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e o precioso valor dos dados

No artigo abaixo, Alexandre Resende, CIO da Sercom e CEO da Contact One, discute sobre segurança de dados, que se transformaram em elementos valiosos para empresas de todos os portes e segmentos. E como a LGPD, se bem praticada, pode trazer benefícios para os dois lados – empresa e consumidor.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) tem sido assunto frequente no mundo corporativo e na imprensa. Sancionada em 2018, ela entrou em vigor em setembro de 2020 com o objetivo de regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas, sejam elas públicas ou privadas. O objetivo é assegurar que as informações disponibilizadas não sejam usadas de formas que não tenham sido autorizadas. Uma proteção aos consumidores e uma grande responsabilidade para as companhias que hoje enxergam dados como ouro.

Para se ter ideia do valor de uma informação pessoal, é importante saber que grandes empresas já fazem a medição de seu “valuation” (termo em inglês que significa “Valoração de Empresas”) pelos ativos de dados que têm. A Coca-Cola, por exemplo, uma das marcas mais valiosas do globo, tem informações de consumo do mundo inteiro que estão começando a fazer parte de seu valor global. No entanto, esses dados não são da companhia, mas sim do João, da Maria e de tantos outros consumidores do popular refrigerante e de outros famosos produtos.

E por que a atribuição de tamanho valor a algo que pertence a terceiros? Porque dados pessoais são usados para gerar inteligência de negócio, além de poder proporcionar maiores fluxos de caixa futuros às companhias. Marcas que sabem com quem estão falando saem na frente. Entender o público profundamente nunca foi tão precioso.

E uma vez que nós, pessoas físicas, cedemos nossas informações às empresas precisamos ter consciência do que será feito com elas – como serão usadas, armazenadas e quem terá acesso a elas. Termos de concordância se tornaram mandatórios e, a partir do momento em que aceitamos compartilhar nossas informações, as empresas são obrigadas a cuidar delas, evitando ao máximo seu vazamento.

Da teoria para a prática

Lanço aqui um questionamento: A LGPD vai fazer com que as empresas não troquem dados entre si? É provável que não. Inclusive, o consumidor já vem sendo avisado sobre essa possibilidade. Recentemente, o WhatsApp enviou aos usuários uma atualização de sua política de privacidade, e informou que passará a compartilhar os dados do seu público com as empresas do Facebook. Imaginam quantas empresas o Facebook tem?

É importante que esses termos passem a ser lidos pelos consumidores com atenção, antes de serem assinados, evitando assim, que se espantem caso temas centrais de suas conversas com colegas no aplicativo de mensagens começarem a surgir em forma de anúncio no seu feed.

Voltando ao início da reflexão e considerando que o valor dos negócios hoje se baseia em dados, seria inocência pensar que eles não serão usados como moeda. Mas o que pode ocorrer em alguns casos é a troca de dados sem a identificação da pessoa. A quem aquele dado pertence não seria o que mais importa. O que vale é contar com os atributos como fonte de aprendizado de máquina. Dessa forma, se creditaria mais ética ao processo.

O Brasil já conta com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) e uma de suas atribuições é punir empresas que estiverem desrespeitando a lei. O órgão, porém, ainda está em maturação e não existe uma equipe 100% definida para dar conta do desafio. Hoje, a fiscalização na prática ocorre em contratos, sob pena de multa, nos quais se exige que fornecedores estejam aderentes à lei. Como não era de se estranhar, o cumprimento das regras se deu antes pelo fórceps econômico do que pela consciência em si.

Aqui, o compartilhamento de dados ainda costuma ser mais visto como algo que fere a nossa privacidade de forma negativa. Um exemplo é o caso emblemático de uma conhecida empresa que foi multada porque estava usando a geolocalização de usuários e trabalhando esses dados sem o consentimento deles. Quando o consumidor toma um grande susto ao, por exemplo, passar em frente a uma loja e imediatamente receber uma mensagem com sugestão de compra naquele local, ele pode se sentir invadido e exigir seus direitos de privacidade.

Sob outra perspectiva

Mas se pararmos para pensar, a personalização – tão importante nas relações comerciais atuais, e valorizada pelos cidadãos – só é possível graças ao uso de dados. Importante lembrar que a utilização correta das informações pessoais pode trazer benefícios para os dois lados – empresa e consumidor.

Imagina se na hora de passar no caixa de uma farmácia, por exemplo, você soubesse como o seu CPF pode ser usado depois daquela compra? Se o atendente deixasse claro que a drogaria usa alguns dados para entender o padrão de consumo e avaliar se pode oferecer condições melhores para produtos diversos, inclusive para seus medicamentos de uso contínuo? Se a farmácia deixasse bem claro que, se puder compartilhar sua informação com o laboratório fabricante do medicamento, para ele analisar a possibilidade de te vender sempre com desconto um remédio que vai usar para o resto da vida, você não iria achar legal?

Claro que tudo isso precisa ser feito com o aceite dos consumidores. Assim, eles saberiam tudo o que estão fazendo, qual a intenção de uso e, também, teriam o total direito de falar no caixa da farmácia, “por favor apaga meu CPF”. E o atendente na mesma hora responder: “Sim senhor(a), veja aqui, não tem mais nada registrado”.

As preferências sugeridas pela Netflix são outro exemplo claro. Quanto maior a personalização, melhor tende a ser a experiência do usuário. O grande problema é que muitos business, na ânsia de coletar o máximo possível de informações, se esqueceram, ou não se preocuparam tanto em tomar conta delas. Se isso acabou acontecendo nos últimos anos, foi motivo para acender um alerta vermelho perante as autoridades de defesa do consumidor, o que incentivou a criação da LGPD.

Espero que, em um futuro próximo, possamos reconhecer os benefícios que a lei nos trouxe e ainda nos trará, e que a conduta responsável de empresas seja, de fato, colocada em prática. Dados são tesouro, para consumidores e companhias. Que cada um faça a sua parte a fim de usufruí-los com a máxima sabedoria.

*Alexandre Resende é CIO da Sercom e CEO da ContactOne
Colaboraram Rodrigo Branco, CDO (Chief data officer), e Ricardo Simonato, gerente de Segurança da Informação, ambos da Sercom.

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Notícias do Jornal Tendências

BLOCKCHAIN: Protocolo da confiança

 

De forma resumida, blockchain é um sistema que permite rastrear o envio e recebimento de alguns tipos de informação pela internet. São pedaços de código gerados online que carregam informações conectadas – como blocos de dados que formam uma corrente – daí o nome.

Sua principal característica é o registro distribuído, que visa a descentralização como medida de segurança. São bases de dados compartilhados, que têm a função de criar um índice global para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado.

Funciona como um livro-razão, só que de forma pública, compartilhada e universal, que cria consenso e confiança na comunicação direta entre duas partes, ou seja, sem o intermédio de terceiros. Está constantemente crescendo à medida que novos blocos completos são adicionados a ela por um novo conjunto de registros.

Os blocos são adicionados ao sistema de modo linear e cronológico. Cada nó – qualquer computador que conectado a essa rede tem a tarefa de validar e repassar transações – obtém uma cópia após o ingresso na rede. O blockchain possui as informações completas sobre endereços e saldos diretamente do bloco inicial até o bloco mais recentemente concluído.

Esse sistema é visto como a principal inovação tecnológica do bitcoin, visto que é a prova de todas as transações na rede. Seu projeto original tem servido de inspiração para o surgimento de novas criptomoedas e de bancos de dados distribuídos.

Impedir a fraude na Internet é um grande desafio, principalmente para as empresas do setor financeiro. Esta é uma tecnologia que promete bastante novidades para o próximo ano. Até 2021, as instituições estão desenvolvendo o blockchain para impedir a fraude na Internet e o vazamento de informações em uma escala muito alta. O blockchain tem seu próprio lugar nas últimas tendências tecnológicas.

Por: Aisha Raquel 

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Brasil Educação Rio

Colégio do interior do Rio de Janeiro se torna primeira escola do Brasil com ensino 100% digital

Centro de Ensino Vila Isabel aproveitou a pandemia para aderir ao seu modelo pedagógico o conceito smart escola como pioneirismo no ensino 100% digital

Fundado a trinta e dois anos, o Centro de Ensino Vila Isabel fica localizado em um prédio com cerca de 1250m², na cidade de Três Rios, interior do Rio de Janeiro e assim como outros colégios, precisou se adaptar ao modelo de ensino online imposto pela pandemia do novo coronavírus, mas, diferente das outras instituições, o CEVI, como é conhecida a escola, enxergou que todas essas mudanças poderiam trazer efeitos positivos para os seus alunos.

Depois de muitas reuniões de planejamento estratégico, surgiu a ideia de transformar o CEVI em um colégio 100% digital, “Nossas crianças são nativas da era digital e por algum motivo, ainda utilizam um método de ensino centenário. Tudo à nossa volta evoluiu tecnologicamente, mas os colégios ficaram estagnados. Precisamos começar essa transformação o quanto antes” – afirmam as professoras Hélida Siqueira e Josibeli Coutinho, que fundaram a escola.

A ideia do projeto é trazer ao ambiente escolar um mundo totalmente digital e não excluí-lo, como é o caso de escolas tradicionais, onde o uso do celular é proibido em sala de aula, “Caneta, lápis, papel e borracha, ensinam os nativos digitais, da mesma forma que ensinaram seus pais, avós e bisavós. Para o aluno de hoje, aprender com esta metodologia, seria o mesmo que apostar uma corrida de charrete contra um carro superesportivo nos dias atuais, devemos estimular nossos alunos a utilizar essas ferramentas a seu favor.” – afirmam as educadoras. Com a tecnologia, as listas de presença, por exemplo, serão realizadas por meio de QR Code. Os pais receberão uma mensagem em tempo real avisando se o filho está ou não presente na aula e todas as provas serão realizadas pelos smartphones, tudo isso, através de uma plataforma desenvolvida exclusivamente para essa finalidade.

Dessa maneira, toda a aprendizagem do aluno será disponibilizada em um App com acesso aos conteúdos dos mais diversos formatos, como por exemplo, a gamificação. Conhecida como PediGames, essa será uma área de acesso do aluno, onde o mesmo aprenderá seu conteúdo jogando virtualmente. Assim como este, ainda haverá o PediPlay, uma navegação de conteúdo, semelhante a usabilidade do NetFlix e o PediCast, sendo um conteúdo feito por Podcast, semelhante ao Spotify.

Cerca de 300 mil reais serão investidos para ampliar a infraestrutura do colégio, onde 100 mil já foram gastos para o ano de 2021, esse aporte só foi possível graças à parceria realizada entre a Startup Pedi Brasil e o CEVI, possibilitando com que as salas de aula se tornem multimídia e todo o material 100% digital, inclusive apostilas, biblioteca e atividades. A parceria visa ainda investir na compra de televisores, computadores, datashow, kits de ensino para cada professor, entre outros, com objetivo de diminuir a utilização de papel em até dois anos e incentivar o apelo sustentável aos alunos.

Vale salientar que, todas essas adaptações são completamente regulares, autorizadas pelo MEC e já entram em vigor no começo de 2021. Para os alunos que não possuem smartphone, o Centro de Ensino já está providenciando parcerias com lojas especializadas, podendo assim, disponibilizar descontos exclusivos para os estudantes.

Durante a pandemia

Enquanto durar os dias de pandemia, o colégio terá o modelo de ensino online e presencial, porém agora, os alunos que optarem por ficar em casa, poderão interagir em tempo real com os professores, pois a aula será a mesma para ambos os formatos.
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Economia Notícias

FEBRABAN dá dicas de como fazer as compras de natal sem cair em golpes virtuais

Quadrilhas aproveitam a correria das compras de final de ano para roubar dados pessoais e aplicar golpes. Tomar cuidado com as informações compartilhadas e mensagens suspeitas é a chave para evitar ser vítima de fraude

Conforme o mês de dezembro avança, aumenta a pressão para a realização das compras de natal. Quadrilhas especializadas em aplicar golpes online sabem disso e se aproveitam da distração e pressa dos consumidores em finalizar a lista de presentes para roubar dados pessoais dos clientes.

Eles usam engenharia social, que são estratégias para convencer as pessoas a fornecerem informações pessoais aos golpistas, como CPF, senhas e números dos cartões. Outra prática comum é levar as vítimas a fazerem transações em favor das quadrilhas, como transferências de dinheiro ou pagamentos via Pix para contas dos bandidos.

As quadrilhas têm se especializado nesse tipo de ação baseada na captura de dados pessoais, após conquistar a confiança de clientes desavisados. “Hoje, 70% dos golpes feitos no mundo digital estão relacionados a engenharia social”, alerta Adriano Volpini, diretor da comissão de Prevenção a Fraudes, da FEBRABAN, Federação Brasileira dos Bancos.

Sites e e-mails falsos, ligações e mensagens são algumas das artimanhas usadas pelos golpistas para enganar as pessoas e ter acesso a informações das vítimas. “As quadrilhas buscam obter informações pessoais dos clientes para poder realizar operações fraudulentas. Por isso é importante proteger esses dados e não os compartilhar de forma indevida”, explica Volpini.

“É preciso estar sempre atento, mas em épocas como o natal, em que o volume de compras é muito maior, o cuidado tem que ser redobrado”, diz o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

Para reduzir os riscos de ser vítima dos golpistas, a FEBRABAN destaca as seguintes orientações.

Ao fazer compras pelas internet:

• Tenha cuidado para não cair em um site falso;

• Nunca compre em lojas que não gerem confiança;

• Sempre pesquise a reputação da loja antes de comprar; e

• Verifique se as informações da aba “sobre” ou “contato”, como telefone, endereço do escritório, e-mail, canal de atendimento e CNPJ são verdadeiras.

Ao pagar:

• Nunca clique em links de ofertas muito boas para serem verdade;

• Para ver a oferta sempre digite o endereço da loja da barra do seu navegador;

• Antes de incluir o número do cartão, veja, na barra do navegador, se está na página certa e oficial da loja;

• Sempre use o cartão virtual; e

• Crie senhas com letras e números e lembre-se de ter uma senha diferente para cada conta.

Cartão físico

• Golpistas podem se aproveitar de distrações para trocar o seu cartão. Por isso, mantenha seu cartão fora do alcance de outras pessoas;

• Nunca perca seu cartão de vista;

• Sempre confira seu nome no cartão depois de usá-lo; e

• Para evitar que seus dados sejam usados em compras online sem você notar, nunca forneça senha, número e código de segurança do cartão em SMS, e-mail e WhatsApp.
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Destaque Notícias

Número de lojas exclusivamente virtuais cresce 40,7% em 2020

Um levantamento feito pela empresa de carteiras digitais PayPal Brasil e pela consultoria de pesquisas BigData Corp divulgado nesta semana (26) mostra que o mercado de comércio online cresceu 40,7% entre 2019 e 2020, chegando a 1,3 milhão de lojas virtuais. Entre 2018 e o ano passado, o aumento havia sido de 37,6%.

Para o diretor de Vendas e Desenvolvimento de Negócios do PayPal, Thiago Chueiri, a expansão do comércio virtual neste ano ganhou um impulso extra com a quarentena causada pelo novo coronavírus. “Claro que pega uma parte do reflexo da pandemia que digitalizou bastante consumidores empreendedores também. Os dois lados da cadeia. A quarentena forçou drasticamente essa digitalização”, ressaltou.

Para ele, a quarentena forçou especialmente as empresas a aderirem ao modelo de vendas pela internet. “Grande parte é de pequenos empreendedores buscando a sobrevivência nesse novo contexto. Dependiam de um ponto físico e tiveram que se adaptar”, acrescentou.

Além disso, Chueiri relaciona o crescimento expressivo do número de lojas virtuais, em comparação aos negócios físicos, que têm se expandido a uma média de 10% ao ano, à situação econômica do país. “Uma piora da situação econômica, em geral, leva as pessoas a buscarem mais alternativas para empreender”, enfatizou.

Pequenos negócios
A maior parte das páginas que fazem vendas na internet (88,7%) é, segundo a pesquisa, formada por pequenos negócios com até 10 mil visitas por mês. As grandes empresas, com mais de meio milhão de visitas mensais, respondem por 8,7% do total de lojas virtuais.

Mais da metade (52,6%) não têm empregados, com apenas os sócios trabalhando na manutenção do empreendimento, e 48% faturam até 250 mil por ano.

O preço médio dos produtos é de até R$ 100 em 76,6% das lojas virtuais. Em 10,7% delas, a faixa média de preços é acima de R$ 1 mil.

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Cultura Destaque

Projeto Sambabook Lives recebe Jorge Aragão

A celebração está no gene da criação do Sambabook, projeto que nasceu para reverenciar e colocar o samba e seus criadores em lugar de excelência, sob o ponto de vista artístico, musical e educativo. Para dar início às comemorações pelos 10 anos do projeto, em 2021, a Musickeria preparou um aquecimento especialíssimo: no próximo dia 31 de julho, Jorge Aragão comanda uma live dentro do projeto Sambabook Live, que será transmitida pelo canal oficial do Sambabook no YouTube, com patrocínio da Cerveja Original e Telhanorte.

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Entrevistas

Youtuber Brancoala oferece dicas espertas para aprender novos idiomas

Com mais de 7 milhões de seguidores, Branco, ou “Brancoala”, possui um canal com conteúdo voltado para a família. Atualmente, ele mora nos Estados Unidos com a esposa e os dois filhos. É um papai style, cantor, produtor musical, designer gráfico, youtuber e escritor.

Também passa a maior parte do tempo gravando, editando vídeos, bebendo chimarrão, tocando violão e brincando de “Hot Wheels”. Branco também lançou o livro “Brancoala e Familia”, explicando como é possível reconecta-se com seu propósito de vida aprendendo a alinhar com seus objetivos e sonhos.

Além do conteúdo sobre autoconhecimento, há uma parte dedicada a história da família, como eles começaram a vida em outro país do zero, qual a melhor hora para ter um filho e como os pais de primeira viagem podem lidar com as próprias ansiedades e dúvidas.

O produtor de conteúdo já conheceu diversos países e procura incentivar os filhos pequenos para que aprendam novas línguas.

Dominar um novo idioma pode parecer uma tarefa muito complicada, mas na verdade há formas de facilitar o estudo de uma nova língua. Além dos cursos tradicionais que podem ser feitos online ou presencialmente, existem algumas dicas que podem colaborar com esse processo, melhorando o entendimento de conteúdo falado e escrito, além da conversação.

Brancoala, youtuber e produtor de conteúdo há mais de dez anos, já morou em diferentes países do mundo junto com a sua família e por esse motivo precisou aprender e se adaptar a diversos idiomas. “O inglês sempre foi primordial para toda a família, por isso sempre incentivamos a melhor forma de aprender em casa, além das aulas, é claro. Com isso, eles se acostumam mais facilmente e desenvolvem o aprendizado de forma mais eficiente”.

 

Foto: Reprodiução

Confira as dicas de Branco para aprender novos idiomas:

É importante ler no idioma que quer aprender?

Vale a leitura em qualquer idioma e de qualquer livro que seja, dos mais simples aos mais complexos. Inicialmente, livros infantis podem ajudar a colocar o objetivo em prática, até mesmo quadrinhos valem. Com o passar do tempo, podem ser adicionados romances e livros técnicos à rotina de leitura.

Acompanhar letras de músicas funciona?

Ouvir músicas em inglês ou qualquer outra língua é ótimo, pois ajuda a entender as palavras de forma plena: além do significado, se aprende também a pronúncia.

Sobre séries e filmes legendados?

Qualquer um desses é uma boa opção, especialmente se já existe alguma familiaridade com o que está sendo assistido. Ainda assim, uma boa dica é utilizar animações, uma vez que os diálogos são mais simples.

A moda agora são os podcasts. Ouvir em inglês é bacana?

Essa modalidade de conteúdo tem crescido muito em todos os países. Para começar a aprender o inglês, por exemplo, há bons canais que podem ajudar. Além de canais mais conhecidos, como o New York Times (para quem já tem algum entendimento), há também canais brasileiros como o Inglês Nu e Cru Rádio, com episódios curtos e interessantes.

Quanto ao YouTube?

Além de diversos canais internacionais com os mais diferentes temas, há também opções focadas apenas no aprendizado de novos idiomas, sendo o inglês o mais comum.

Outra tendência são os cursos online. O que acha?

Há muitos cursos disponíveis na internet, sejam pagos ou não, com professores especializados que podem dar mais atenção a pontos de dificuldade. Além disso, uma outra vantagem dessa modalidade é que, por poder ser feito à qualquer hora, pode ser adaptado à rotina do estudante.

E os aplicativos?

Com o celular sempre disponível, é possível dedicar alguns minutos diariamente para entender melhor uma nova língua. Aplicativos de dicionários são uma boa ideia para aumentar o vocabulário. Já aplicativos como o Duolingo, que tem diversas aulas de muitos idiomas ajudam a desenvolver melhores diálogos e novas palavras também.

Para conhecer um pouco mais dessas situações engraçadas e inusitadas pelas quais todos os pais passam, acessem  https://brancoala.com/.

No Youtube, pelo https://www.youtube.com/user/brancoala, canal com mais de 7 milhões de seguidores  e instagram @brancoala, onde mais de 280 mil pessoas recebem diariamente novos conteúdos

 

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Fica a Dica

Conheça mais sobre a Literatura Brasileira com obras clássicas

As principais obras nacionais estão disponíveis no formato de audiobooks, ampliando o acesso à população brasileira

A cultura brasileira é composta por um conjunto de obras literárias reconhecidas pelo seu valor estético, social e político. Alguns nomes ficaram famosos por descreverem a realidade através das palavras e por incentivarem o movimento literário do país durante décadas: Machado de Assis, Graciliano Ramos, Mário de Andrade, Aluísio Azevedo, Rachel de Queiroz, Manuel Antônio de Almeida

Os audiobooks tornam a leitura ainda mais fácil e acessível para os brasileiros, por meio do aplicativo disponível para download nos smartphones. Aproveite a quarentena dando ouvidos à sua imaginação.

Acesse :- http://www.autibooks.com

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TV & Famosos

Emicida manda recado à Pugliesi: ‘O que você está querendo, abençoada?’.

Desde que quebrou a quarentena para fazer uma festa em sua casa com alguns amigos, desrespeitando as orientações da OMS, a influenciadora digital Gabriela Pugliesi vem recebendo críticas, perdendo muitos seguidores e na última semana, a influencer excluiu suas redes sociais.

“Queria dar um salve na nossa amiga Gabriela Pugliesi. Fez uma festa esses dias. Você, garota, ficou conhecida pela alimentação saudável, fazendo exercícios, cuidar da saúde. Nesse momento, ter uma atitude irresponsável como essa, parece que você não interpretou o significado do que é ser influenciador”, disparou o artista.

Foto: Reprodução

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Destaque Economia

Um em cada 4 brasileiros não tem acesso à internet, mostra pesquisa

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação (Pnad Contínua TIC) 2018, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que uma em cada quatro pessoas no Brasil não tem acesso à internet. Em números totais, isso representa cerca de 46 milhões de brasileiros que não acessam a rede.

Os dados, que se referem aos três últimos meses de 2018, mostram ainda que o percentual de brasileiros com acesso à internet aumentou no país de 2017 para 2018, passando de 69,8% para 74,7%, mas que 25,3% ainda estão sem acesso. Em áreas rurais, o índice de pessoas sem acesso é ainda maior que nas cidades, chega a 53,5%. Em áreas urbanas é 20,6%.

Quase a metade das pessoas que não têm acesso à rede (41,6%) diz que o motivo para não acessar é não saber usar. Uma a cada três (34,6%) diz não ter interesse. Para 11,8% delas, o serviço de acesso à internet é caro e para 5,7%, o equipamento necessário para acessar a internet, como celular, laptop e tablet, é caro.

Sem serviço

Para 4,5% das pessoas em todo o país que não acessam a internet, o serviço não está disponível nos locais que frequentam. Ou seja, mesmo que queiram, não conseguem contratar um pacote de internet. Esse percentual é mais elevado na Região Norte, onde 13,8% daqueles que não acessam a internet não têm acesso ao serviço nos locais que frequentam. Na Região Sudeste, esse percentual é 1,9%.

“Então, talvez, para poder abranger, aumentar esse acesso à internet a toda a extensão do país, investir na questão da disponibilidade na Região Norte seja um caminho”, diz a gerente da Pnad Contínua, Maria Lucia Vieira.

A pesquisa aponta também desigualdades entre áreas rurais e urbanas. O percentual de moradores de áreas rurais que não utilizam a internet porque o serviço não está disponível é 12%, dez vezes maior que a da área urbana, 1,2%. Já o índice daqueles que dizem ser caro o equipamento necessário chega a 7,3% na área rural, enquanto nas cidades é 5%.

Entre 2017 e 2018, no entanto, tanto na área rural quanto na urbana o percentual de pessoas que utilizaram a internet cresceu. Passou de 74,8% para 79,4%, em áreas urbanas, e de 39% para 46,5%, em áreas rurais.

Internet em casa

O índice de domicílios com acesso à internet também aumentou entre 2017 e 2018, passando de 74,9% para 79,1%. “O crescimento mais acelerado da utilização da internet nos domicílios da área rural contribuiu para reduzir a grande diferença em relação aos da área urbana”, diz o texto. De 2017 para 2018, o percentual de domicílios em que a internet era utilizada passou de 80,2% para 83,8% em área urbana e de 41% para 49,2% na área rural.

Em relação à renda, nas casas onde havia acesso à internet, o rendimento médio por pessoa era R$ 1.769, quase o dobro do rendimento nas casas daqueles que não acessavam a rede, que era R$ 940.

Esta é a terceira vez que a (Pnad) compila dados sobre Tecnologia da Informação e Comunicação. Os dados referem-se ao quarto trimestre de 2018. A pesquisa trata do acesso à internet e à televisão nos domicílios particulares permanentes e do acesso à internet e à posse de telefone móvel celular para as pessoas de 10 anos ou mais de idade, o que equivale a um total de cerca de 181,9 milhões de pessoas.

Com informações de EBC

Foto: Reprodução