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Até o dia 03/03 acontece o ciclo de palestras gratuitas “Lab Corpo Palavra”

 

 

O ciclo virtual de palestras “Lab Corpo Palavra” reúne, até 3 de março, artistas e pesquisadores da dança, das escritas, das artes cênicas e dos estudos do corpo no canal do Youtube Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp). A proposta é conversar sobre os pensamentos e práticas que envolvem a dança contemporânea na relação entre o corpo e a palavra. Nesta quinta-feira, dia 18/02, às 14h, a convidada é a bailarina e pesquisadora Maria Alice Poppe, cujo trabalho investiga as relações poético-políticas entre corpo, chão, peso, gravidade e queda em uma perspectiva híbrida de gesto e pensamento. As palestras ficam disponíveis no canal após o evento.

A atividade é um desdobramento do Laboratório Corpo Palavra: coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa, professora e pesquisadora da dança Aline Bernardi há seis anos. O projeto contempla curso de formação e criação artística virtual, que segue até março, lançamento de livros, podcasts e as palestras, que ficarão disponíveis no canal após cada evento. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

Participam das palestras: Hélia Borges (Psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ); Ondjaki (Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos); Ana Kfouri (Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC-Rio, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas); e Ciane Fernandes (Performer e professora titular da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA).

Programação:

Palestras LAB Corpo Palavra

  • 18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe – Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ.
  • 23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki – Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos.
  • 28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri – Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas.
  • 03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes -Performer e professora titular da Escola d Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA

Serviço:

Palestras – Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Temporada: De 29 de janeiro a 03 de março

Programação:

29/01: 13h às 14h – Palestra com Hélia Borges. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

03/02: 15h às 16h – Palestra com Katya Gualter. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

09/02: 15h às 16h – Palestra com Sandra Benites. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe

23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki

28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri

03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes

Exibição: no canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

Ingressos: gratuitos

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Cultura Fica a Dica Rio

Peça literária NA SALA COM CLARICE, com Odilon Esteves, encerra temporada (online e de graça) pelo CCBB

O projeto patrocinado pelo Banco do Brasil segue os moldes de um acontecimento gastronômico, oferecendo ao público um “cardápio literário” com entrada, prato principal e sobremesa, representados pelos contos e crônicas da autora. Serão oferecidas 15 opções para cinco serem escolhidas e apresentadas na sequência. A peça tem duração de 60 a 90 minutos, variando em função das escolhas do dia.

A cada rodada da apresentação, que é gratuita, alternam os elementos oferecidos ao público para estimular sua escolha: leitura de pequenos trechos; apresentação das sinopsesexposição de objetos relacionados aos textos, sem que o público conheça sequer seus títulos.

O critério de seleção das obras seguiu uma linha afetiva “Escolhi primeiramente textos que me atravessam, que me intrigam, alguns que me divertem, muitos que me emocionam, outros que me questionam, uns que me colocam diante do espelho ou à beira do mistério indizível. Depois tive que abrir mão de muitos contos, porque queria quase tudo. Meu critério era muito amplo, quase uma falta de critério. Então cortei da lista, primeiro, os contos mais extensos que, sozinhos, já dariam uma peça. Mas fui me dando conta de que a seleção estava diversa, uma espécie de panorama de muitas das facetas de Clarice e achei bom que assim fosse. Primeiro porque a obra dela é mesmo multifacetada e sempre me chegou de formas igualmente diversas. E porque todos nós somos mesmo muito vastos, cheios de nuances e contradições. E especialmente Clarice nunca se furtou de procurar conhecê-las, de mostrá-las, de mergulhar nelas”, conta Odilon.

Esse caráter interativo possibilita que o público se posicione subjetivamente diante do leque de opções que lhe é oferecido, contribuindo para que haja um entrelace dos imaginários comuns dos espectadores reunidos naquela sessão. Um formato que visa aproximar ainda mais o público do acontecimento cênico-literário, implicando-lhes em sua construção e considerando cada dia como um percurso único.

A proposta deste projeto é apresentar alguns de seus textos na íntegra, oralizando a palavra escrita com vistas a potencializar o encontro desta com o público. Um trabalho que pretende ser acessível e convidativo, mas sem simplificações. O espectador será munido de ferramentas para acessar outras camadas da obra de Clarice, praticamente sem cortes no seu original.

A aplicação do método das Ações Vocais (de Constantin Stanislavski), que Odilon Esteves vem estudando desde 2002, aproxima o espectador do texto e das imagens propostas pela autora. O minimalismo da encenação visa concentrar-se no essencial, descartando tudo o que seja supérfluo no cenário e figurino, ou redundante e ilustrativo no movimento e na ação física, para dar espaço à imaginação do espectador e jogar com ela. A escuta como lugar de potência.

Clarice aos olhos do ator

“A escrita de Clarice já reverberou em mim de muitas formas. A primeira obra que conheci foi “A hora da estrela”, na adolescência. E Macabéa me doía, porque eu conheci várias Macabéas no norte de Minas Gerais, onde nasci. Porque eu amo várias Macabéas que cuidaram de mim quando criança ou trabalharam para minha família, e muitas morreram antes de eu saber o que fazer por elas.

Quantas vezes as contradições humanas nos textos de Clarice me convidaram a encarar as minhas próprias! Quantas vezes me senti estrangeiro, mesmo na cidade onde nasci! Tenho fotos em que pareço triste, mas na lembrança tenho certeza de que estava alegre, a despeito de não estar sorrindo. Em seus livros, encontro mundos onde caibo. E onde cabem meus amigos, minha família, e todo o mundo que desconheço.

Além do mais, seu dia a dia ordinário tem aura de realidade mítica. Clarice teve algum convívio, foi lida e admirada por muitos dos meus ídolos: Chico Buarque, Fernanda Montenegro, Carlos Drummond de Andrade.

E junto do seu amor por Recife, tem também uma relação forte com Minas. A proximidade com tantos mineiros, a admiração profunda por Lúcio Cardoso, a amizade com Fernando Sabino, a carta em que fala sobre “Grande Sertão: Veredas” de Guimarães Rosa… Na crônica “Das vantagens de ser bobo”, que é um estandarte contra a cultura da esperteza, essa doença do “levar-vantagem-em-tudo-e-a-qualquer-custo” tão recorrente  no Brasil, ela descreve o bobo como a antítese do esperto, e afirma que há lugares que facilitam ser bobo, e Minas Gerais é um exemplo disso. Enfim… queria ter sido contemporâneo dela, mas só nasci onze meses após sua morte. E no entanto, abraçado a seus livros, atravessei a pandemia na companhia de Clarice.”

| CCBB, CENTENÁRIO DE CLARICE e TEATRO ON-LINE|

O CCBB começou as comemorações do centenário de Clarice em março de 2020 com a estreia, no Rio de Janeiro, do musical “A HORA DA ESTRELA – O Canto de Macabéa”, protagonizado por Laila Garin. Uma semana depois, a temporada teve que ser suspensa em função do isolamento físico. Para não dar uma pausa a essa comemoração tão importante, NA SALA COM CLARICE chega para uma celebração via streaming.

“O CCBB sempre fomentou novos formatos, sabe da importância disso. Como espectador e frequentador deste espaço vi a renovação acontecer muitas vezes. Além disso a celebração do centenário de Clarice Lispector não podia parar. “NA SALA COM CLARICE” continua a festa começada com “O CANTO DE MACABÉA” e, segundo o próprio CCBB, este musical volta à cena em 2021, quando as condições sanitárias permitirem”, comenta Odilon.

Atualmente os 4 CCBBs reabriram, mas continuam ofertando programação digital, como forma de permitir às pessoas uma alternativa cultural aos eventos presenciais.

| SINOPSE |

NA SALA COM CLARICE – peça literária on-line, em celebração ao centenário de Clarice Lispector, em que o público escolhe, a partir de um cardápio de textos da autora, quais gostaria de ouvir naquela sessão. Obras que compõem um panorama de suas múltiplas facetas, incluindo narrativas em que podemos perceber a própria Clarice em diferentes fases da vida.

| FICHA TÉCNICA |

Textos: Clarice Lispector. Concepção e atuação: Odilon Esteves. Codireção e direção de arte: Fernando Badharó. Trilha sonora: Barulhista. Iluminação:Lucas Pradino. Intérprete de Libras: Marcella Alves de Sousa. Produção Executiva: Ricelli Piva. Direção de produção: Juliana Sevaybricker. Produção: Agentz Produções

Duração: de 60 a 90 minutos (dependendo das escolhas do público)

Classificação etária: 12 anos

Ingressos gratuitos pelo sitehttps://www.sympla.com.br/nasalacomclarice

Lotação: 995 pessoas

| TEMPORADA + PALESTRAS|

Apresentações: 06 a 20 de dezembro | 09 a 31 de janeiro | sábados às 20h e domingos às 19h

Sessão especial “Centenário de Clarice”: 10/12 (quinta-feira) às 20h

Sessões com intérprete de LIBRAS: 18/12 e 29/01 (sextas-feiras) às 20h

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Destaque Notícias do Jornal

O crescimento e a importância das vendas online no varejo de moda pós pandemia

O comportamento de consumo mudou drasticamente com a pandemia aumentando de forma significativa as compras online.  Nossa redação conversou com Marília Carvalhinha, Consultora estratégica para empresas e Coordenadora da Pós-Graduação de Negócios e Varejo de Moda da FAAP, para entender melhor como andam as coisas.

Com os estabelecimentos fechados no começo da pandemia por conta das bruscas recomendações, diversos consumidores que antes não compravam online passaram a frequentar canais virtuais, gerando oportunidades para as empresas que tiveram que se adaptar a uma nova realidade.

Segundo Marília, as marcas que souberam se reinventar em meio a crise, já estavam inseridas em um universo de vendas online, e souberam levar em conta diversos fatores fundamentais para manter um negócio digital funcionando, como por exemplo, obter um e-commerce simples e agradável à navegação, contar com um serviço de marketing digital eficaz, que envolva a geração de um bom conteúdo e uma boa gestão de mídia de performance focada em resultados.

Tendo que manter o cliente por perto, as empresas precisaram criar opções de relacionamento por telefone, chat, instagram e whatsapp, a fim de levar segurança para essas pessoas que estavam fazendo suas compras online pela primeira vez.

Para manter suas operações de vendas online funcionando corretamente, além dessas listadas acima, Marília explica ser fundamental também estruturar toda a frente da operação, como o cadastramento de produtos que estarão disponíveis no e-commerce, sistemas integrados de gestão de estoque, logística de entrega e, quando necessário logística reversa.

“Esta estruturação tende a ser muito mais complexa quando se deseja tirar proveito de estoques descentralizados, que é o caso de utilizar lojas físicas também como centros de distribuição das vendas online.  A vantagem, neste caso, é a economia com logística e o melhor aproveitamento do estoque.” afirma Marília.

Por fim, Marília pontua quais são as vantagens das vendas online em relação ao varejo tradicional, e que irão ganhar ainda mais relevância a partir de agora:

O digital proporcionando dinâmicas diferentes

Com ações de vendas no digital, como por exemplo uma promoção relâmpago com impulsionamento de mídia, em horas já é possível saber se a ação está dando certo ou não. Eventualmente é até possível ajustar a ação, corrigindo rota antes de ela ser um completo fracasso. Em um varejo tradicional, tudo leva mais tempo para dar resultado.

Captação de dados

O digital proporciona para as empresas uma quantidade de dados que pode ser utilizado para a criação de estratégias específicas, como a sub segmentação de produtos e ações por cluster de clientes, entre outras possibilidades. Com dados e com a possibilidade de avaliar o resultado de ações em um tempo curto, espera-se muito mais dinamismo na gestão e na operação dos negócios.

“As empresas de moda tradicionalmente seguiam um ciclo longo entre a interpretação das tendências, desenvolvimento de produtos, produção ou importação, lançamento e vendas.  Esse tempo entre a idealização do produto e o momento da venda pode torná-lo parcialmente descolado da demanda” completa Marília.

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Destaque Notícias

Número de lojas exclusivamente virtuais cresce 40,7% em 2020

Um levantamento feito pela empresa de carteiras digitais PayPal Brasil e pela consultoria de pesquisas BigData Corp divulgado nesta semana (26) mostra que o mercado de comércio online cresceu 40,7% entre 2019 e 2020, chegando a 1,3 milhão de lojas virtuais. Entre 2018 e o ano passado, o aumento havia sido de 37,6%.

Para o diretor de Vendas e Desenvolvimento de Negócios do PayPal, Thiago Chueiri, a expansão do comércio virtual neste ano ganhou um impulso extra com a quarentena causada pelo novo coronavírus. “Claro que pega uma parte do reflexo da pandemia que digitalizou bastante consumidores empreendedores também. Os dois lados da cadeia. A quarentena forçou drasticamente essa digitalização”, ressaltou.

Para ele, a quarentena forçou especialmente as empresas a aderirem ao modelo de vendas pela internet. “Grande parte é de pequenos empreendedores buscando a sobrevivência nesse novo contexto. Dependiam de um ponto físico e tiveram que se adaptar”, acrescentou.

Além disso, Chueiri relaciona o crescimento expressivo do número de lojas virtuais, em comparação aos negócios físicos, que têm se expandido a uma média de 10% ao ano, à situação econômica do país. “Uma piora da situação econômica, em geral, leva as pessoas a buscarem mais alternativas para empreender”, enfatizou.

Pequenos negócios
A maior parte das páginas que fazem vendas na internet (88,7%) é, segundo a pesquisa, formada por pequenos negócios com até 10 mil visitas por mês. As grandes empresas, com mais de meio milhão de visitas mensais, respondem por 8,7% do total de lojas virtuais.

Mais da metade (52,6%) não têm empregados, com apenas os sócios trabalhando na manutenção do empreendimento, e 48% faturam até 250 mil por ano.

O preço médio dos produtos é de até R$ 100 em 76,6% das lojas virtuais. Em 10,7% delas, a faixa média de preços é acima de R$ 1 mil.

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Educação

Dicas para aproveitar melhor as aulas online

A crise provocada pelo coronavírus criou uma situação antes só imaginada na ficção, em livros e filmes catástrofe. No mundo inteiro, pessoas, empresas e governos tiveram que se adaptar e se reinventar. Isolamento social, hábitos mais severos de higiene, formas completamente novas de viver. Nessa reviravolta, estudantes precisaram reaprender a aprender e professores tiveram que reaprender a ensinar.

Pensando no desafio desse “novo normal”, a gerente pedagógica da rede YES! Idiomas, Bianca Alves, compilou algumas sugestões para facilitar a rotina.

Para os alunos: dicas para aproveitar melhor as aulas online

1) Preparar o ambiente para estudar. Escolher um cantinho de sua casa em que a chance de distrações seja a menor possível.  Um ambiente iluminado e silencioso é o ideal para se concentrar nos estudos.

2) Separar o material necessário.  Deixar ao seu alcance o essencial para o estudo como lápis, borracha, canetas, marcadores, blocos de anotações, caderno e livros, celular, tablet ou notebook, carregadores, suportes, etc. Ter o material próximo evita a necessidade de parar a todo o momento as atividades para buscar algo e diminui a possibilidade de distrações.

3) Fazer um cronograma de estudos e seguir uma rotina. A dica é seguir a rotina que você teria se fosse à escola: acordar cedo, vestir-se adequadamente, tomar o café da manhã no horário normal e focar nas atividades seguindo os conteúdos programáticos que foram disponibilizados pela escola.

Lembre-se de incluir os períodos de pausa no seu cronograma.  Estipular alguns minutos entre as disciplinas ou aulas para se alongar, comer algo ou conversar com a família, por exemplo.

4) Conectar-se com os colegas. Falar com os amigos para trocar informações relevantes e tirar dúvidas uns com os outros.

Para os professores: dicas para preparar boas aulas online

1) Preparar-se com antecedência vai ajudar ao professor a revisar melhor o conteúdo, a analisar se as ideias estão claras e a saber se o tempo será suficiente.
Ter em mente que o ambiente virtual é diferente do presencial, logo, explorar diferentes formatos de materiais, que muitas vezes não são tão utilizados em sala de aula: citar ilustrações, animações, infográficos, podcasts, webinários, livros digitais, dentre outros. O importante é que esses conteúdos sejam objetivos e tragam a quantidade de informação necessária.

2) Ter um cenário adequado. Gravar os vídeos em um espaço com boa iluminação natural ou bem iluminado. Um vídeo muito escuro fica mais difícil de visualizar, dificultando o aprendizado. Apresentar suas aulas em ambientes mais limpos, claros e neutros, com mobiliário adequado (estante ou prateleira de livros), utilizar recursos visuais, como slides, mapas, etc.

3) Oratória.  A primeira dica é falar pausadamente. Reduzir um pouco o ritmo natural da fala colabora para que os estudantes acompanhem todo o conteúdo passado sem que tenham dificuldades de entendimento. O tom de voz também é importante, pois se comunicar de maneira segura transmite autoridade sobre o conteúdo que está sendo passado.

4) Interagir com os alunos.  Manter a proximidade com seus alunos e criar momentos de empatia e interação com eles. Embora a aula seja à distância, os alunos precisam sentir que o professor está presente. O professor pode oferecer diferentes canais de comunicação para que os alunos possam conversar entre eles e tirar dúvidas. Incentivar o diálogo e se colocar à disposição fará com que a adaptação dos alunos para esse novo formato de aulas aconteça com mais naturalidade.

 

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Fica a Dica O Rio que o Carioca Não Conhece

Que tal ir à Lua sem sair de casa?

Por Sandro Barros

Que tal uma viagem sem sair de casa? Está aí uma excelente opção em tempos de quarentena, em que você sequer precisa se preocupar com bagagens, hospedagem e reservas. É só se conectar a internet e você vai para a Lua, mesmo não sendo astronauta.

Estamos falando do Museu de Astronomia e Ciências Afins do Rio de Janeiro (Mast). Mesmo com o fechamento por tempo indeterminado do local, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) ─ ao qual é vinculado ─ disponibiliza algumas atividades para quem quer visitá-lo. É o ‘Museu de Astronomia Dentro da sua Casa’. No site do Museu ─ www.mast.br ─ encontramos opções divertidas para você e sua família preencherem o tempo com atividades lúdicas e informativas.

E para ir à Lua é simples: acesse https://go.superviz.com/b8sK3z4LX4, que utiliza a plataforma SuperViz. Lá você pode interagir na superfície lunar, abrindo informações como textos, fotos e vídeos. A experiência é multiplataforma, roda pelo navegador e pode ser acessada por computadores, tablets e smartphones. Basta deslocar o cursor na tela e clicar sobre a opção escolhida para abrir.

Tour 360º e bonecos

Pelo endereço https://app.mast.br/ é possível acessar o WebApp do Museu, que permite fazer um passeio virtual pelo Campus do Mast e Observatório Nacional, com direito a tour 360°. Com navegação simples, esse WebApp exibe o menu na tela inicial com opções em português e em inglês e sete categorias de informações. Em ‘Audioguia’, o usuário vai dispor de todo o conteúdo gravado, desde a locução das boas-vindas até as descrições sobre instrumentos, pavilhões de lunetas e outras edificações. E em ‘Sobre o Campus’ há um resumo da história do Museu e do Observatório Nacional.

E o Mast também lançou uma coleção de bonecos de papel, para imprimir e montar em casa, que representam personalidades e elementos da astronomia e das ciências afins. Semanalmente, o Museu disponibiliza moldes para baixar e divertir as crianças. Os quatro primeiros bonecos foram os dos cientistas Albert Einstein e Henrique Morize e representações lúdicas da Lua e do Sol.

Sobre o Museu

O Mast foi criado em 8 de março de 1985 para absorver peças do Observatório Nacional, que fica no mesmo terreno. Além da reserva técnica formada por essas peças que seriam descartadas em 1985, há exposições planejadas principalmente para crianças. Uma parte do local é voltada para a Astronomia, com planetário inflável e observação do céu. No Campus do Museu ainda se encontra o segundo maior meteorito que já caiu no Brasil e os pavilhões das lunetas já usadas por astrônomos do Observatório. O museu fica na Rua General Bruce, 586, em São Cristóvão, Zona Norte carioca.