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Eficácia da vacina de Oxford contra Covid-19 alcança o número de 90%

A Universidade de Oxford (Reino Unido) e a farmacêutica britânica AstraZeneca, anunciaram que sua vacina candidata, contra a Covid-19, a ChAdOx1 nCov-2019, tem eficácia de 90%, contando com apenas uma dose, indicam dados preliminares de seus ensaios clínicos. O imunizante, testado no Brasil, é desenvolvido a partir de um adenovírus de chimpanzé usado como vetor viral para estimular a resposta imunológica contra o Sars-CoV-2.

A vacina não teve nenhum efeito grave de segurança relacionado e ela foi bem tolerada em todos os regimes de doses, de acordo com os dados. Até o momento, a vacina de Oxford é a única com acordo firmado com o governo brasileiro. O Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, também selou compromissos com a Coronavac.

Esta vacina da Oxford/AstraZeneca está sendo testada no Brasil em estudo liderado pelo Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O Ministério da Saúde fez acordo com a farmacêutica para adquirir doses da vacina e para a produção dela no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Morre aos 28 anos de idade, voluntário brasileiro que participava dos testes da vacina contra Covid-19 em Oxford

O médico brasileiro João Pedro Feitosa voluntário dos testes clínicos da vacina desenvolvida pela Universidade Oxford e pelo laboratório AstraZeneca, morreu por complicações de covid-19 na última quinta-feira (15), segundo informou o jornal O Globo nesta quarta (21).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi informada oficialmente da morte nesta segunda (19). Até o momento, não foi divulgado se o voluntário recebeu uma dose placebo ou uma dose do imunizante desenvolvido pelo laboratório.

O médico voluntário tinha 28 anos e, desde março, participava do atendimento de pacientes infectados pelo novo coronavírus em UTIs e emergências de um hospital privado e em outro da rede municipal no Rio de Janeiro. João Pedro não tinha comorbidades e, segundo o jornal O Globo, tomou uma dose da AstraZeneca/Oxford no fim de julho. Ele ficou doente em setembro, o quadro se agravou e ele morreu no mês de outubro.

Ex-aluno de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde se formou em 2019, ele era muito querido por colegas e professores.

Investigação
A Anvisa informou que o caso está sob investigação. O Comitê Internacional de Avaliação de Segurança sugeriu o prosseguimento dos estudos com a vacina.
Em nota, a Anvisa disse que “com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação.”
Com informações: Correio2hh

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Bolsonaro diz que Brasil usará vacina de Oxford e não da China

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está apostando sucesso dos estudos desenvolvidos pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, para a criação de uma vacina contra Covid-19. Em sua live semanal pelas redes sociais, Bolsonaro disse que o Brasil deve usar o produto criado em Oxford, e não “daquele outro país”, possivelmente fazendo referência à China, que também trabalha no desenvolvimento de uma vacina.

A vacina que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford deve chegar ao Brasil na primeira quinzena de dezembro, segundo o Ministério da Saúde. O Brasil já encomendou 100 milhões de doses do medicamento e a expectativa do governo é que 15 milhões de brasileiros possam ser vacinados até o final deste ano.