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Cantor Belo é preso 4 dias após fazer show no Complexo da Maré

O cantor Belo foi preso nesta quarta-feira (17) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, quatro dias após realizar um show lotado no Complexo da Maré, mesmo com a proibição de eventos desse tipo por causa da pandemia.

A prisão dele foi efetuada durante uma operação deflagrada pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD). Conforme a Polícia Civil, o cantor foi localizado e preso em Angra dos Reis.

Outros três mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão também foram cumpridos durante a ação. Equipamentos e veículos foram apreendidos na sede de uma produtora que teria sido uma das organizadoras da festa.

Dois sócios da produtora e um homem apontado pela polícia como sendo traficante também são alvos dos mandados de prisão.

Belo fez show no Complexo da Maré no sábado. (Foto: Reprodução TV)

O show realizado por Belo aconteceu no último sábado (13) na Escola Municipal do Parque União, mas o evento não tinha autorização da prefeitura.

Após o evento, a assessoria de comunicação do cantor divulgou nota dizendo que o show seguiu todos os protocolos.

A polícia disse, após o show, que todas as pessoas envolvidas no evento seriam ouvidas e que Belo seria intimado para esclarecer quem pagou o cachê do evento.

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Operação policial deixa 12 mortos no Grande Rio

Uma ação conjunta da Polícia Civil com a Polícia Rodoviária Federal deixou 12 mortos na noite de ontem (12), em Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. De acordo com as polícias, os homens foram mortos em confronto com policiais.

As mortes ocorreram durante uma tentativa de interceptar um comboio de quatro carros que transportavam suspeitos de integrar uma milícia, em um acesso à rodovia Rio-Santos (BR-101), próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal.

Durante a tentativa de abordagem, segundo a Polícia Civil, os criminosos reagiram atirando contra os policiais. Pelo menos oito fuzis, além de pistolas e munições, foram apreendidos.

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PF faz operação contra pagamento de propina a policiais no Rio

A Polícia Federal (PF) faz hoje (15) operação contra um esquema de pagamento de propina por empresários a policiais em troca de proteção em investigações. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão.

Essa é a segunda fase da operação Tergiversação, desencadeada em 2019, que investigou a cobrança por policiais federais de propinas a investigados nos inquéritos Titanium (de fraudes envolvendo o plano de saúde dos Correios) e Viupostalis/Recomeço (de fraudes envolvendo o Postalis, fundo de pensão dos Correios).

O esquema de corrupção envolvia um delegado e um escrivão do Núcleo de Repressão a Crimes Postais da Delegacia Federal de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (Delepat) do Rio de Janeiro.

Na operação de hoje, os alvos são outros empresários que participaram do esquema de pagamento de propinas aos agentes públicos e advogados que atuaram como intermediários das cobranças das propinas. De acordo com a PF, também são alvos servidores públicos federais e estaduais.

Ainda segundo a PF, as vantagens indevidas recebidas pelos integrantes da organização criminosa giram em torno de R$ 10 milhões.

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Programa Segurança Presente inaugura base no Cristo Redentor

Nas última quarta-feira (26), o Governo do Estado inaugurou, uma nova base do Programa Segurança Presente. O local passa a ter mais monitoramento e um reforço especial na segurança de cariocas e turistas. O patrulhamento será diário e contará com 12 policiais militares, em duplas a pé, em motocicletas e em viaturas. Os PMs farão o monitoramento na Estrada das Paineiras e no Santuário Cristo Redentor.

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O dilema do caso João Pedro

Por determinação do Supremo Tribunal Federal, foi novamente adiada a reprodução simulada da operação das polícias Federal e Civil, que culminou a morte do menino João Pedro, de 14 anos, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo.  Até o fechamento desta edição, ainda não havia publicações e agendas para retomada do caso.

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“A sua polícia matou uma família inteira”, diz pai de João Pedro a Witzel

O pai de João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, assassinado nesta segunda-feira (18), culpou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), pela morte do menino. “Senhor governador, a sua polícia não matou só um jovem de 14 anos com um sonho e projetos, a sua polícia matou uma família completa, matou um pai, matou uma mãe, matou uma mãe e o João Pedro. Foi isso que a sua polícia fez com a minha vida”, disse Neilton Pinto, em entrevista à TV Globo.

João Pedro foi morto em casa, durante uma operação das Polícias Federal e Civil no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na noite desta segunda-feira (18). De acordo com relatos, os policiais jogaram granadas e atiraram contra a casa. A versão da Polícia Civil afirma que o adolescente foi atingido durante confronto na comunidade enquanto agentes federais e civis atuavam na região. Ele morava na Praia da Luz, no bairro de Itaoca.

“Um jovem de 14 anos, um jovem com um futuro brilhante pela frente, que já sabia o que queria do seu futuro. Mas, infelizmente a polícia interrompeu o sonho do meu filho. A polícia chegou lá de uma maneira cruel, atirando, jogando granada, sem perguntar quem era”, lamentou o pai.

João Pedro também foi levado no helicóptero da polícia, sem o consentimento da família, que só teve conhecimento da morte do rapaz na manhã desta terça-feira (19). Após uma busca em diversos hospitais, o corpo do adolescente foi encontrado no Instituto Médico Legal (IML) de São Gonçalo.

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) instaurou inquérito para apurar a morte do adolescente. Foi realizada perícia no local e duas testemunhas prestaram depoimento. Os policiais foram ouvidos e as armas apreendidas para confronto balístico.

Com  informações RedeBrasil