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Hospital de Bonsucesso: depoimentos e mais mortes

No último dia 9 de novembro, a Polícia Federal começou a ouvir as primeiras pessoas que estavam envolvidas diretamente no pronto-atendimento do incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, que aconteceu em 27 de outubro. Além do diretor da unidade federal, Dr. Edson Joaquim Santana, funcionários como seguranças, médicos e enfermeiros também vão comparecer à Superintendência da PF, no Centro do Rio, para dar sua versão dos acontecimentos.

Até o momento, 16 pessoas mortes foram confirmadas após a transferência da unidade, cujo incêndio, segundo o Corpo de Bombeiros,  se iniciou no almoxarifado do prédio 1 que, assim como o prédio 2, continuava interditado. Alguns procedimentos voltaram a ser realizados em outros prédios do complexo, como consultas laboratoriais, sessões de quimioterapia, entrega de medicamentos oncológicos, realização de exames, retirada de resultados e doação de sangue. Permanecem suspensos emergências, cirurgias, internações, hemodiálise e exames de imagens.

 

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PF faz operação contra pagamento de propina a policiais no Rio

A Polícia Federal (PF) faz hoje (15) operação contra um esquema de pagamento de propina por empresários a policiais em troca de proteção em investigações. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão.

Essa é a segunda fase da operação Tergiversação, desencadeada em 2019, que investigou a cobrança por policiais federais de propinas a investigados nos inquéritos Titanium (de fraudes envolvendo o plano de saúde dos Correios) e Viupostalis/Recomeço (de fraudes envolvendo o Postalis, fundo de pensão dos Correios).

O esquema de corrupção envolvia um delegado e um escrivão do Núcleo de Repressão a Crimes Postais da Delegacia Federal de Repressão a Crimes contra o Patrimônio (Delepat) do Rio de Janeiro.

Na operação de hoje, os alvos são outros empresários que participaram do esquema de pagamento de propinas aos agentes públicos e advogados que atuaram como intermediários das cobranças das propinas. De acordo com a PF, também são alvos servidores públicos federais e estaduais.

Ainda segundo a PF, as vantagens indevidas recebidas pelos integrantes da organização criminosa giram em torno de R$ 10 milhões.

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PF faz ação contra suposta fraude em compra de respiradores em Japeri

Policiais federais cumpriram hoje (6) cinco mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga irregularidades na compra de respiradores para tratamento de covid-19 pela Secretaria Municipal de Saúde de Japeri, no estado do Rio de Janeiro. A operação Apneuse também cumpriu um mandado de afastamento de função pública.

Segundo a Polícia Federal, os respiradores comprados pela secretaria eram obsoletos e foram adquiridos a preços superfaturados. O prejuízo estimado das supostas fraudes aos cofres públicos é de R$ 2 milhões.

As investigações começaram em junho deste ano, com o apoio do Ministério Público Federal, da Controladoria Geral da União (CGU) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal de São João de Meriti e estão sendo cumpridos nos municípios de Japeri e Nova Iguaçu.

Com informações Agência Brasil

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PF cumpre mandados contra suspeitos de corrupção na Transpetro

Policiais federais cumprem hoje (19) dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão na operação Navegar é Preciso, a 72ª fase da operação Lava Jato. Os alvos são suspeitos de envolvimento com um esquema de fraudes em licitações e pagamento de propina a altos executivos da Transpetro, subsidiária da Petrobras responsável pelo transporte de combustíveis por meio de navios e dutos.

Os mandados, expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba, no Paraná, estão sendo cumpridos em Maceió, São Paulo e no Rio de Janeiro.

De acordo com a Polícia Federal (PF), os crimes teriam sido praticados em licitação e celebração de contrato de compra e venda de navios celebrados pela Transpetro, com um estaleiro não identificado, no âmbito do Promef, o programa federal para a reestruturação da indústria naval brasileira.

A investigação encontrou indícios de que o estaleiro pagou propina a um executivo da Transpetro à época (também não identificado pela PF), em troca de favorecimento de sua empresa na licitação para a construção e fornecimento de navios, em um valor global de mais de R$ 857 milhões.

A escolha do estaleiro foi feita, segundo a PF, sem levar em consideração estudos de consultorias que apontavam que a fabricante de navios não teria as condições técnicas e financeiras adequadas para a construção das embarcações.

O estaleiro ainda teria sido beneficiado com sucessivas prorrogações nos prazos para a entrega dos navios e aditivos contratuais. O pagamento da propina ao então executivo da Transpetro foi feito, de acordo com a PF, por meio de um contrato falso de investimento em empresa estrangeira, que previa o pagamento de uma multa de R$ 28 milhões, em caso de cancelamento do aporte.

O contrato de falso investimento teria sido firmado entre empresa dos executivos do estaleiro e uma ligada ao executivo da Transpetro. Os pagamentos foram feitos por meio de várias transferências a contas bancárias no exterior, em uma tentativa de lavar dinheiro e ocultar patrimônio. O prejuízo para a Transpetro chegaria, em valores corrigidos, a R$ 611,2 milhões.

Em nota, a Transpetro informou que “desde o princípio das investigações, colabora com o Ministério Público Federal e encaminha todas as informações pertinentes aos órgãos competentes. A companhia reitera que é vítima nesses processos e presta todo apoio necessário às investigações da Operação Lava Jato”.

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Brasil

PF cumpre mandados em inquérito sobre atos antidemocráticos

A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã de hoje (16) 21 mandados de busca e apreensão no âmbito do inquérito que apura violações à Lei de Segurança Nacional em atos de rua que, desde abril, pedem o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ordens foram autorizadas pelo relator do inquérito no Supremo, ministro Alexandre de Moraes, a pedido do vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques. As buscas têm o objetivo de colher provas a respeito da origem de recursos e a estrutura de financiamento dos atos, informou a PF.

Uma das linhas de investigação apura se os alvos das buscas “teriam agido articuladamente com agentes públicos que detêm prerrogativa de foro no STF para financiar e promover atos que se enquadram em práticas tipificadas como crime pela Lei de Segurança Nacional (7.170/1983)”, disse a Procuradoria-Geral da República em nota.

Os mandados são cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e Distrito Federal. Entre os alvos, estão o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) e o jornalista Allan dos Santos, responsável pelo site Terça Livre.

Ontem (15), a PF cumpriu outros seis mandados de prisão temporária no âmbito do mesmo inquérito. A militante Sara Winter, líder de um grupo de apoio ao presidente Jair Bolsonaro chamado 300 do Brasil, estava entre os presos.

Por ordem do governo do Distrito Federal (GDF), o acampamento do grupo foi retirado no sábado (13) dos arredores da Esplanada dos Ministérios, onde estava há diversas semanas.

No domingo (14), o procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu abrir uma apuração própria sobre um ataque com fogos artifício que foram lançados contra a sede do Supremo na noite de sábado. Ele determinou que informações sobre o assunto sejam encaminhadas a seu vice, Humberto Jacques, que supervisiona o inquérito sobre atos antidemocráticos.

Esse inquérito foi aberto em abril a pedido de Aras, depois de manifestantes levantarem faixas pedindo a intervenção militar e o fechamento de instituições democráticas durante ato em apoio a Bolsonaro em Brasília e outras cidades do país.

“O Estado brasileiro admite única ideologia que é a do regime da democracia participativa. Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”, escreveu Aras na ocasião.

Com informações da Agência Brasil

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Rio

Justiça do Rio decreta prisão de 23 integrantes de milícia

A 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou nessa terça-feira (2), a pedido do Ministério Público estadual, a prisão preventiva de 23 acusados de integrar uma milícia que age em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O grupo é acusado de extorquir moradores e comerciantes na região da Freguesia, principalmente no Morro do Tirol. Além de extorsão, a milícia também instala e cobra pontos de internet e televisão clandestinos, explora ilegalmente a atividade imobiliária na região, com invasão de terrenos e construções irregulares, e comercializa botijões de gás, cobrando um preço muito acima das revendas de gás. Os moradores são obrigados a comprar os botijões de gás somente dos milicianos.

A ação foi originada a partir de um inquérito policial que investiga o homicídio de Sergio Luiz de Oliveira Barbosa, vulgo Serginho, em março do ano passado. Um dos denunciados é Fabiano Vieira da Rocha, conhecido como Fabi, apontado como o líder da milícia. Ele assumiu a liderança do grupo depois da prisão de Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, que chegou a ser preso acusado de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

“Há fortes e robustos elementos probatórios acerca dos fatos imputados, consistente no delito de promover, constituir ou integrar organização criminosa, majorado pelo emprego de arma de fogo, que teria como palco principal de suas atividades o Morro do Tirol, bairro da Freguesia”, destaca a decisão. A Justiça mantém em segredo o nome do juiz que decretou a preventiva do grupo por medida de segurança.

A exploração de transporte alternativo, como vans e kombis, é exercida não só para lucrar com o serviço, mas também para subornar agentes públicos e monitorar operações policiais no local, segundo as investigações.

Um dos denunciados é Anderson Soares de Avelar, vulgo Peixe, que por ser habilitado a dirigir veículos de transporte de passageiros, informava sobre a presença de forças policiais aos outros integrantes do grupo enquanto fazia as rondas e trajetos.

Denúncia

De acordo com a denúncia, a estrutura da organização criminosa é composta de um núcleo geral, um local e um de auxiliares. Além de Fabi, o comando geral era exercido por Anderson Gonçalves de Oliveira, conhecido como Andinho, e Almir Rogério Gomes da Silva.

Interceptações telefônicas, acesso a dados armazenados em celulares de suspeitos e depoimentos de testemunhas colhidos durante a investigação evidenciam o uso da violência e coação como formas controle e exploração da população local.

A decisão da Justiça ressalta a organização e a estrutura da milícia, sendo necessária a prisão preventiva como forma de impedir que os denunciados interfiram nas investigações.

A Delegacia de Homicídios da capital informou que os agentes saíram de madrugada para cumprir 24 mandados de prisão e 35 mandados de busca e apreensão. Durante a ação 15 pessoas foram presas.

Com base em investigações e ações de inteligência, a unidade policial identificou o grupo criminoso e conseguiu na Justiça os mandados de prisão. Entre os presos estão quatro policiais militares que integram a organização criminosa.

Com informações e foto da Agência Brasil

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Destaque Política

Polícia Federal investigará o vazamento de dados de Bolsonaro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, informou hoje (2) que a Polícia Federal vai investigar o vazamento de informações pessoais do presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e outras autoridades por um grupo de hackers. Uma das contas do Twitter que supostamente pertence ao grupo foi suspensa por causa da ação.

Em publicação no Twitter, o ministro Mendonça explicou que as investigações devem apurar crimes previstos no Código Penal, na Lei de Segurança Nacional e na Lei das Organizações Criminosas.

Também pelo Twiiter, o presidente presidente Bolsonaro disse que a ação dos hackers foi uma medida de intimidação e não passará impune. “Em clara medida de intimidação o movimento hacktivista Anonymous Brasil divulgou, em conta do Twitter, dados do Presidente da República e familiares. Medidas legais estão em andamento, para que tais crimes, não passem impunes”, escreveu publicação em sua conta pessoal no Facebook.

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Rio

Witzel nomeia secretário exonerado da Saúde para novo cargo

Em edição extra do Diário Oficial do Estado, o governador Wilson Witzel (PSC) nomeou ontem (18) o ex-secretário de saúde Edmar Santos para o cargo de Secretário Extraordinário de Acompanhamento das Ações Governamentais Integradas da covid-19. Edmar havia sido exonerado um dia antes, no domingo (17), da Secretaria da Saúde “por falhas na gestão de infraestrutura dos hospitais de campanha para atender as vítimas da covid-19”, segundo o próprio governador.

Edmar Santos era titular da Secretaria quando ela foi alvo, na semana passada, de investigação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF). A “Operação Favorito” investiga o empresário Mário Peixoto, fornecedor de mão de obra terceirizada nas gestões do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), atualmente preso em Bangu 8, e de Witzel, que renovou contratos com o empresário apesar de recomendações técnicas contrárias.

A queda de Edmar veio dias depois da prisão do ex-subsecretário estadual de Saúde Gabriell Neves e de outros integrantes da secretaria, no último dia 7, por suspeita de fraude na compra de respiradores para o combate à covid-19, com pagamento de propinas. Neves estava à frente dos contratos e a investigação aponta que os desvios podem ter retirado aproximadamente R$ 700 milhões dos cofres públicos para o grupo de Mário Peixoto. Em entrevista à Veja, o ex-subsecretário disse que Edmar autorizou todos os acordos emergenciais da secretaria.

As ações de Gabriell Neves dentro da Secretaria de Saúde incluíram também a assinatura de um contrato de quase R$ 900 milhões do governo estadual com a organização social de saúde (OSS) Labas para a implementação de 1.400 leitos em sete hospitais de campanha, segundo levantamento feito pelo blog do jornalista Ruben Berta. O processo foi feito sem seleção pública e sem divulgação no Diário Oficial. Alguns desses hospitais com leitos emergenciais para tratamento da covid-19 ainda não foram entregues, desrespeitando o prazo dos contratos, como é o caso da unidade de São Gonçalo, na região metropolitana, que teve a inauguração adiada no domingo (17).

O avanço das investigações mostra que outros secretários de Witzel podem deixar o governo. Como a influência de Mário Peixoto ia além da área da Saúde, a força-tarefa também encontrou irregularidades na Fundação de Apoio á Escola Técnica (Faetec) e na Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância (Cecierj). Há suspeitas de acordos obscuros também no Departamento de Trânsito (Detran-RJ). Estão na mira das investigações os secretários Lucas Tristão (Desenvolvimento Econômico), Leonardo Rodrigues (Ciência e Tecnologia) e Pedro Fernandes (Educação). Tristão, em particular, é apontado como amigo muito próximo do empresário.

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Política

Celso de Mello decidirá sobre o sigilo da gravação de reunião de Bolsonaro até o final de semana

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta segunda-feira (18) que o ministro Celso de Mello decidirá sobre o sigilo da gravação da reunião ministerial de 22 de abril até do final desta semana. O vídeo comprovaria a interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, segundo o ex-ministro Sergio Moro.

“O ministro Celso de Mello recebeu agora à tarde, da equipe da Polícia Federal, coordenada pela dra. Christiane Correa Machado, o HD externo que tem em seu conteúdo a gravação da reunião ministerial de 22 de abril de 2020. O ministro Celso de Mello deve começar a assistir o vídeo a partir das 18h desta segunda (18), e decidirá a respeito do levantamento do sigilo – parcial ou total – até o final desta semana”, informou o STF.

O STF também divulgou a declaração de Celso de Mello. “Recebi a equipe da Polícia Federal, chefiada pela Dra. Christiane Correa Machado, em meu gabinete, na data de hoje, que me atualizou sobre o andamento das investigações criminais e entregou-me um pen drive contendo vídeo e áudio da reunião ministerial de 22/4/2020. Após esse encontro, comecei, agora, a assistir ao vídeo, devendo liberar minha decisão até esta próxima 6a. feira, dia 22/05, talvez antes!”.

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Brasil

Justiça Federal mantém nomeação de diretor-geral da PF

O juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro, da 8ª Vara Federa Cível de Brasília, negou um pedido em ação popular para que fosse anulada a nomeação do delegado Rolando Alexandre de Souza como diretor-geral da Polícia Federal (PF).

A suspensão da nomeação havia sido pedida pelo advogado Rubens Alberto Gatti Nunes, que coordena o grupo Movimento Brasil Livre (MBL).

Rolando de Souza foi nomeado e empossado em 4 de maio, após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter anulado a nomeação de Alexandre Ramagem, atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para o cargo.

Moraes impediu a posse de Ramagem após o então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, ter pedido demissão alegando interferência política na PF por parte do presidente Jair Bolsonaro, a quem compete nomear o diretor-geral.

Para o MBL, a nomeação de Rolando de Souza, que trabalhava com Ramagem na Abin, foi um meio encontrado pelo governo para burlar a decisão do Supremo, o que foi negado pela Advocacia-Geral da União (AGU) na ação popular.

Ao não anular a nomeação de Rolando de Souza, o juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro reconheceu a “gravidade da denúncia” feita por Moro, cujas alegações justificaram a anulação da nomeação de Ramagem e a abertura de inquérito no Supremo.

O magistrado afirmou, porém, que não poderia estender a Rolando de Souza as suspeitas que recaem sobre Alexandre Ramagem, “como se fosse possível presumir que ambos seriam cúmplices de alguma empreitada ilícita ou criminosa, ainda em estágio inicial de apuração”.

Entendimento em contrário resultaria na “colocação sob suspeição de todo e qualquer delegado que viesse a ser nomeado pelo Presidente da República”, acrescentou o juiz federal. Para ele, uma nova suspensão anularia, indevidamente, a competência presidencial de nomear o diretor-geral da PF.

Com informações e foto da Agência Brasil