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Estádios de clubes ingleses são oferecidos para vacinação contra Covid-19

 

Os ingleses contam com uma das melhores ligas do futebol mundial. E além de serem referências no ambiente futebolístico, fora dele vem dando bons exemplos também. Alguns clubes da Inglaterra colocaram seus estádios à disposição do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido para vacinação contra a Covid-19.

No último domingo (10), Crystal Palace, Leeds United e Manchester City colocaram suas instalações à disposição como centros de vacinação e treinamento contra a Covid-19. Além deles, o Chelsea também disponibilizou o Copthorne Hotel, localizado em Stamford Bridge, para profissionais que atuam na linha de frente da pandemia.

A vacinação no Reino Unido teve início ainda em dezembro de 2020. Começando por profissionais de saúde e idosos, mais de 1,2 milhão de pessoas já foram vacinadas na Inglaterra até o momento.

O Selhurst Park, estádio do Crystal Palace, já tinha sido oferecido ao Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, em inglês) no início da pandemia, em março de 2020. A estimativa é que a arena se torne um dos maiores centros de vacinação de Londres. O Elland Road, estádio do Leeds United, também vai hospedar um centro de vacinação.

 

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Mundo Notícias do Jornal

Mutação do Coronavírus faz mais de 40 países fecharem fronteiras aéreas com o Reino Unido

 

Uma nova mutação da Covid-19 observada no Reino Unido acendeu outra preocupação para com a doença no mundo, e já fez com que ao menos 40 países fechassem suas fronteiras, proibindo voos originados do epicentro na região da Europa. Na América latina, países como Argentina, Colômbia, Chile e Peru também fecharam suas fronteiras aéreas para o Reino Unido.

Aumento de casos de coronavírus no sudeste e leste inglês, incluindo Londres, está ligado à disseminação desta nova cepa, embora ela já seja encontrada em todo o país, de acordo com o governo britânico. Isso fez com que o primeiro-ministro Boris Johnson anunciasse medidas mais rígidas de isolamento para 20 milhões de pessoas na Inglaterra e em todo o País de Gales.  “É realmente muito cedo para dizer… Mas pelo que vimos até agora, está crescendo muito rapidamente, está crescendo mais rápido do que [uma variante anterior] jamais cresceu, mas é importante ficar de olho”, disse Boris, apos uma palestra

A nova variante, surgida no Reino Unido após mutações, se tornou a forma mais comum do vírus em algumas partes da Inglaterra em questão de meses. O governo britânico diz que há motivos para acreditar que ela seja bem mais contaminante, possivelmente 70% mais transmissível.

Segundo a epidemiologista da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, é importante ressaltar que ainda não é possível prever nenhum impacto nas vacinas desenvolvidas contra a doença. Também  não foi constatado se a cepa apresenta aumento na severidade da doença, informou. “Há estudos sobre isso em curso. O vírus apresenta mutações o tempo inteiro. Mas o que é interessante desta cepa específica é que é uma combinação de mutações: é mais de uma”, explicou a epidemiologista.

Até o momento, ao menos outros quatro países identificaram casos ligados à nova variante: Austrália, Dinamarca, Holanda e Bélgica.  No Reino Unido, a variante pode ter surgido em meados de setembro no sudoeste do país. Desde esse período, foi observado um aumento de 1.1 para 1.5 na taxa de transmissibilidade.

Amazônia pode ser porta de entrada

O Ministério da Saúde da Argentina convocou a reunião de emergência para avaliar a situação dos países vizinhos, especialmente do Brasil, onde o número de contágios voltou a crescer, alarmando os governos da região. É possível que o país endureça as medidas de controle.

No Brasil, o virologista e vice-diretor de Pesquisa e Inovação da Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca comentou sobre a possibilidade de essa variante cegar ai país pela Amazônia.  Para evitar essa situação, seria necessário monitorar a pandemia com maiWor precisão no estado. “Existe uma possibilidade, por isso temos que ficar monitorando. Aqui no Amazonas já identificamos oito linhagens, mas existem centenas no mundo todo. Todas são derivadas de duas linhagens principais, chamadas de A e B”, explicou o especialista.

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Brasil Destaque

Anvisa informa que análise de pedido de ‘uso emergencial de vacinas’ terá prazo de até 10 dias para decisão

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou em nota nesta segunda-feira (14) que a análise de pedido de ‘uso emergencial de vacinas’ terá prazo de até 10 dias para decisão. A agência certifica de que “está trabalhando em tempo integral” e também seguirá em atividade nas semanas de Natal e Ano Novo. O órgão também afirmou que ainda não recebeu pedidos de uso emergencial.

De acordo com a Anvisa a concessão do uso emergencial nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá não servem de base para adoção do mesmo no Brasil. Confira o trecho desta informação:

“Acompanhando o cenário mundial, é possível perceber que nenhuma Autoridade Reguladora, até o momento, concedeu autorização de uso emergencial de forma automática, baseada na avaliação de um outro país”, informou a Anvisa.

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Destaque Mundo

Reino Unido já começou a vacinar sua população contra a Covid-19

Enquanto o Brasil ainda espera um avanço em relação às vacinas contra a Covid-19, o Reino Unido já começou nesta terça-feira (8) a vacinar sua população com a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Margaret Keenan, de 90 anos, foi a primeira a receber a dose e foi bastante festejada na saída do hospital de Coventry, na região central da Inglaterra.

A vacina Pfizer/BioNTech apresentou eficácia de 95% na prevenção à Covid -19, segundo estudos da fase 3 dos testes do imunizante. Os resultados foram apresentados em novembro. Não houve efeitos colaterais graves nos voluntários. Ela é uma das quatro vacinas que estão sendo testadas no Brasil, que ainda não tem acordo para adquirir o imunizante.

Na última segunda-feira (7), o Ministério da Saúde divulgou uma nota na qual informou que deve assinar nesta semana o memorando de intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina produzida pelas empresas norte-americana e alemã. Segundo a nota do governo brasileiro, as negociações “avançam” e a vacina deve ser fornecida em 2021.

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Príncipe Charles testa positivo para coronavírus

A família real do Reino Unido anunciou nesta quarta-feira (25) que o príncipe Charles, primeiro na linha de sucessão do trono britânico, contraiu o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo o porta-voz da realeza, o príncipe de Gales, que tem 71 anos, apresenta sintomas “suaves” e “permanece em boa saúde”.

Sua esposa, a duquesa da Cornualha, Camilla, foram examinadas, mas testou negativo para o novo coronavírus.

O casal está isolado no Castelo de Balmoral, na Escócia, e, segundo o porta-voz, “não é possível certificar de quem o príncipe pegou o vírus”. Até o momento, o Reino Unido é o 10º país mais atingido pela pandemia em termos absolutos, com 8,2 mil contágios e mais de 400 mortos. (ANSA)