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Cultura Fica a Dica Rio

Chega às plataformas digitais o projeto audiovisual “Samba de Verão – Sol” de Diogo Nogueira

Gravado no dia 26 de novembro, dentro de uma balsa no mar da Baía da Guanabara, num palco de 500 m², numa Marina em Niterói, com a vista privilegiada do Rio de Janeiro e a silhueta das montanhas da cidade ao fundo, Diogo Nogueira apresenta seu novo projeto: “Samba de Verão.

O projeto terá lançamento de não um, mas três álbuns diferentes: “Sol” – que está saindo agora “Céu” e “Lua”, com as participações especiais de Zeca PagodinhoGrupo Fundo de Quintal e ainda um momento especial do Diogo apresentando cinco partideiros da nova geração do samba.

Todo o projeto audiovisual foi gravado em um único dia, sendo o álbum “Sol”, do início da tarde até o pôr do sol; o álbum “Céu pegando o final da tarde e início da noite, e o álbum “Lua” gravado totalmente na parte da noite.

Produzido por Rafael dos Anjos e Alessandro Cardozo, cenografia de Zé Carratu, Direção de imagem de Bruno Murtinho, e com uma big band formada por 15 músicos, o primeiro álbum “Samba de Verão – Sol” chega trazendo oito faixas. Diogo vem com músicas inéditas, algumas de sua própria autoria, além de sambas garimpados a dedo por ele nas rodas de samba e uma homenagem especial para a querida Beth Carvalho.

O álbum abre com um convite para todo mundo sambar no contagiante pot-pourri das músicas ”Divino e Natural”(Adriano Ribeiro, Saulinho e Marquinho PQD), ”Hoje tem Samba” (Sombrinha, Arlindo Cruz e Maurição) e ”Bom Ambiente” (Jairo e Luis Carlos do Cavaco), importantes sambas das décadas de 80 e 90. Na sequência, a inédita ”Ouro da Mina” (Claudemir, Rafael Delgado, Rodrigo Leite e Cauíque), forte concorrente a ser uma das músicas de trabalho do projeto.

Os momentos emocionantes ficam a cargo da versão de Diogo Nogueira para o clássico ”Andança” (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), que lançou a cantora Beth Carvalho, e da participação especialíssima do Grupo Fundo de Quintal nos sambas ”Fada” (Mário Sergio e Luiz Carlos da Vila) e ”Cheiro de Saudade” (Sereno e Mauro Diniz), um dos últimos registros do querido Ubirany, com seu repique e sua caixinha, ambos inventados por ele.

Outro destaque do álbum “Sol” é a contagiante “Bota pra Tocar Tim Maia”, de autoria do Diogo Nogueira com seus parceiros Rodrigo Leite, Cauíque, Marcio Alexandre e Marcelinho Moreira, que já está tocando nas rádios de todo o Brasil.

O álbum conta ainda com a participação de cinco partideiros da nova geração do samba: Juninho ThybauGabrielzinho do IrajáMosquitoMingo e Baiaco, no medley ”Pretas, Brancas e Morenas” (João Martins, Juninho Thybau, Luciano Bom Cabelo e Paulo Henrique/PH Mocidade), ”É Lenha” (Nego Álvaro, Mingo Silva e Mosquito) e “Amor Verde e Rosa” (Mingo Silva).

No final do DVD destaque para mais uma inédita ”Fera Destemida” (Inácio Rios e Ramon Ramos) e para o medley com ”Verdadeira Chama” (André Rocha e Flávio Cardoso), “Nos pagodes da vida” (Roberto Serrão e Guilherme Nascimento) e ”Sorriso Aberto” (Guará), gravado originalmente por Jovelina Pérola Negra.

Em fevereiro será a vez do lançamentodo álbum “Céu”, também com inéditas e sambas antológicos, e o destaque é para a participação especial de Zeca Pagodinho, cantando a primeira música que compôs e foi gravada pelo Fundo de Quintal, chamada“Amarguras”. E em março, o lançamento do álbum “Lua”, integralmente gravado na parte da noite, completa a trilogia.

“Samba de Verão – Sol” você assiste no canal do Diogo no YouTube (diogo.no/youtube) e o áudio você ouve em todas as plataformas digitais.

Músicas:

1 – “Divino e Natural” (Adriano Ribeiro, Saulinho, Marquinho PQD), “Hoje tem Samba” (Sombrinha, Arlindo Cruz, Maurição) e “Bom Ambiente” (Jairo e Luis Carlos do Cavaco)

2 – “Ouro da Mina” (Claudemir, Rafael Delgado, Rodrigo Leite e Cauíque)

3 –“Pretas, Brancas e Morenas” (João Martins, Juninho Thybau, Luciano Bom Cabelo e Paulo Henrique/PH Mocidade), “É Lenha” (Nego Álvaro, Mingo Silva, Mosquito) e “Amor Verde e Rosa” (Mingo Silva) – participação de Juninho Thybau, Gabrielzinho do Irajá, Mosquito, Mingo e Baiaco

4 – “Fada” (Mário Sergio e Luiz Carlos da Vila)e“Cheiro dSaudade” (Sereno e Mauro Diniz) –participação do Fundo de Quintal

5 – “Bota Pra Tocar Tim Maia” (Diogo Nogueira, Rodrigo Leite, Cauíque, Marcio Alexandre e Marcelinho Moreira)

6 – “Andança” (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós)

7 – “Fera Destemida”(Inácio Rios e Ramon Ramos)

8 – “Verdadeira Chama” (André Rocha e Flávio Cardoso), Nos Pagodes da Vida” (Roberto Serrão e Guilherme Nascimento) e “Sorriso Aberto” (Guará)

Banda:

Voz – Diogo Nogueira

Violão e direção musical – Rafael dos Anjos

Cavaco – Henrique Garcia

Contrabaixo – Marquinhos dos Santos

Teclado – Pedro Santos

Bateria – Gordo Batera

Surdo – Alison Maninho

Percussão – Wilsinho Baltazar

Percussão – J. Chiclete

Percussão – Marechal

Coro – Andrea Beat

Coro – Alan Soulza

Trompete – Vander Nascimento

Trombone – Fabiano Segalote

Sax tenor – Edu Neves

Sax tenor e Flauta – Dudu Oliveira

Ficha Técnica:

Direção geral – Afonso Carvalho e Diogo Nogueira

Direção de vídeo – Bruno Murtinho

Direção musical – Rafael dos Anjos e Alessandro Cardozo

Direção de fotografia e lighting designer: Arthur Farinon

Cenário: Zé Carratu

Mixagem e mastertização: Roberto Junior

Engenheiro de gravação de áudio – Luiz Carlos T.Reis

Direção de marketing – Anita Carvalho

Figurinos – Rogério S.

Edição de imagens e color grading – Humberto Junior

Direção de produção – Fernando Campos

Coordenação de Produção – Clarisse Nogueira

Realização – Música e Mídia

Distribuição digital – Altafonte

Equipe de Marketing

Direção de Marketing: Anita Carvalho

Coordenação de marketing – Eduardo Machado

Assistente de marketing – Bianca Mansur

Branding – Roberta Senna

Gravado no Espaço Froes, Niterói, RJ, em 26 de novembro de 2020.

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Fica a Dica Notícias do Jornal

FICA A DICA…

Parceria arretada

A pernambucana Carla Rio lançou, em todas as plataformas digitais, o single, “Samba Arretado”, com a participação especial de Dudu Nobre. “Foi o maior prazer, Carla é uma pessoa maravilhosa e, eu fico muito feliz por poder participar deste maravilhoso trabalho”. Afirma Dudu Nobre.

O single nasceu após um show realizado pela cantora na Cidade Maravilhosa, onde perguntaram a Carla como é o samba em Pernambuco e ela afirmou: é Arretado! “O samba é do Brasil, não importa onde ele nasceu, o que importa é que a gente resiste, cada região com seu samba, com seu sotaque, com sua cultura”, define Carla Rio

Foto: Divulgação

A cantora é considerada uma grande referência do samba de raiz e vem conquistando seu espaço musical e passa por um momento muito especial de sua carreira, sendo reconhecida pelo seu trabalho e seu grande talento, nas regiões Sul e Sudeste do País.

Série natalina em clima tropical

Com mais de 2 milhões de pessoas alcançadas nas mídias digitais e quase 200 mil visualizações no Canal do YouTube, a Liga do Natal – Uma Aventura no Rio, foi apresentada na TV aberta e segue seu caminho de sucesso na internet , com o desfecho das aventuras do Papai Noel e sua família para salvar o Natal 2020, em um cenário bem tropical. É a primeira minissérie brasileira natalina da TV, que também apresenta a primeira Mamãe Noel negra. A série completa tem três episódios e está disponível no youtube.

Foto: Juliana Chalita

Baruch  para toda família

A leitura que aproxima a família. Este é o mote do livro infantil “Baruch, Acima das Nuvens”, que pretende divertir enquanto aborda questões inerentes à infância, como a paternidade e a construção da identidade. Baruch é um filhote de águia que mora com sua família – pai, mãe e irmão – no alto de uma montanha em um grande cânion. Ele precisa aprender a voar,deixar o ninho e lidar com os desafios da vida.

Foto: Divulgação

Criada  para os palcos, a história ganhou novos rumos diante do quadro de pandemia que fechou as casas de espetáculo. Os amigos Marcio Sam, ator e produtor cultural, diretor da Religar Comunicações; Noemi de Paula, roteirista, produtora e atriz; e Gabriela Martins Leite, atriz, diretora teatral e escritora, então, lançaram a história em livro e formato digital para entrar na casa das pessoas e motivar um momento de leitura entre pais e filhos.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas Destaque

Bar do Zeca Pagodinho está de volta

O Bar do Zeca Pagodinho está de volta com seus dias de samba e seguindo todos os protocolos e recomendações das autoridades da saúde, garantindo a segurança de todos os seus clientes, funcionários e artistas neste período de pandemia.

A entrada só é permitida com uso de máscaras e o Bar disponibiliza álcool em gel na recepção, toillets e balcões. As mesas, além de contarem também com álcool em gel, são higienizadas a cada troca de cliente que têm a temperatura medida na entrada do shopping. Os consumidores podem acessar, em seus lugares, o cardápio digital diretamente da tela de seus smartfones, através de ‘QR Code’.

Ainda seguindo as orientações sanitárias, a pista de dança foi, provisoriamente, fechada e, para que todos possam manter o distanciamento social, o estabelecimento está com sua capacidade reduzida em 50%.

PROGRAMAÇÃO BAR DO ZECA PAGODINHO – DE 27 a 01/11

TERÇA-FEIRA: 27/10

Chapola: Tocar clássicos do samba e da MPB, sempre buscando a alquimia dos batuques e influências marcantes do choro, jazz, balanço e funk é marca registrada deste artista que traz em seu repertório o ecletismo, que impressiona várias tribos. Chapola traz, sem perder o swing, uma irreverência do som do samba ao misturar sucessos de Zeca Pagodinho, Martinho da Vila e Cartola com suas músicas autorais que já estão na boca do povo como, “Paixão Verdadeira”, “Decido Ser Feliz”, entre outras. O “Samba do Chapola” é formado por Chapola (voz e cavaquinho), Albert Malandre (baixo), Alex Abreu (violão), Dudu do Salgueiro, Thiago Orega e Ricardinho (percussão).

Show: 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

QUARTA-FEIRA: 28/10

Arlindinho: Nascido em berço de bamba, o cantor e compositor, a cada dia conquista mais prestígio em sua carreira. Com um repertório vasto, Arlindinho apresenta, no Bar do Zeca Pagodinho, músicas de sucessos como, “Filho Meu”, “Um Lindo Sonho”, “Você é o Espinho e Não a Flor”, “O Show Tem Que Continuar”, “Bom Aprendiz”, “Meu Caminho” e outros.

Show: 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

QUINTA-FEIRA: 29/10

Dose Certa: O grupo mistura a malemolência da batucada paulistana com suingue carioca. Em seus shows, Dose Certa apresenta um repertório de grandes nomes como, Beth Carvalho, Monarco, Almir Guineto, Péricles, Moacyr Luz, Martinho da Vila, Bezerra da Silva e muitos outros. Dose Certa é formado por: Vitor Da Candelária (percussão), Gabriel Teixeira (vocais e banjo) e Alemão do Cavaco (cavaquinho e arranjos).

Show: 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

SEXTA-FEIRA: 30/10

Abel Luiz: Atua no cenário musical como compositor, arranjador, diretor musical e multi-instrumentista. O músico teve iniciação no cavaquinho com o avô, frequentando rodas de choro, sambas, batuques, serestas, serenatas e bailes nos subúrbios do Rio de Janeiro. Já se apresentou ao lado de Délcio Carvalho, Dona Ivone Lara, Almir Guineto, entre outros. É um dos fundadores do grupo Samba do Trabalhador e coordenador musical do Bloco Carnavalesco Loucura Suburbana, que reúne ações de cultura, carnaval e saúde mental.

Paulão Sete Cordas e Júlio Estrela: Produtor musical, arranjador e violonista, Paulão se apresenta com o cantor Júlio Estrela, interpretando os grandes clássicos de Candeia, Nelson Cavaquinho, Cartola e sucessos de Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Jorge Aragão, Wilson Moreira, Zé Keti e muitos outros. No show, além de contar com a participação de Júlio Estrela (voz), Paulão será acompanhado por, Binho (Cavaquinho), Rodrigo de Jesus (pandeiro), Jagunço (tantan) e Alex Almeida (surdo).

Shows: 18h / 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

SÁBADO: 31/10

Filhos da Guanabara: O Grupo Filhos da Guanabara leva para sua apresentação uma experiência rara às rodas de samba. Com seu repertório bem selecionado, canta sambas de grandes mestres como, Candeia, João Nogueira, Luiz Carlos da Vila, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho entre outros. Filhos da Guanabara é formado por: Serafim (vocal e Banjo), Dani Coimbra (vocal e Ganzá), Martan Marques (tantan) e Rodrigo Val (Pandeiro).

Grupo Arruda: Com 15 anos de carreira, o grupo apresenta ao público um repertório com uma mistura de clássicos e músicas autorais. O Arruda é formado por: Maria Menezes (vocal) Gustavo Palmito (repique mão e percussão), Fabão Araújo (surdo), Marcelinho (tantan), Anderson Popó (percussão geral), Nego Josy (voz e pandeiro), Vitor Budóia (violão) e Armandinho do Cavaco (cavaquinho).

Nando do Cavaco: Cavaquinista há mais de 30 anos, Nando já acompanhou diversos shows de grandes nomes da música, como, Jorge Aragão, Monarco, Beth Carvalho. Com seu repertório amplo, o músico recorda sambas que fizeram história e sucessos que vão desde chorinhos clássicos até os sambas atuais.

Shows: 12h30min/ 16h30min / 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

DOMINGO: 01/11

Feijoada do Leandro Sapucahy: O cantor, compositor e produtor foi influenciado pelos pais que eram apaixonados pela Música Popular Brasileira. Leandro Sapucahy cresceu ouvindo Roberto Ribeiro, João Nogueira, Moreira da Silva. No show, apresenta sucessos da carreira como, “Favela Fashion Week”, “Efeito Amor”, “Cuca Quente” e outros.

Abertura/ Samba do Gota: O Samba do Gota vem ganhando destaques por suas apresentações marcantes, com muito samba de raiz, pagode retro e sucessos da atualidade. Sua formação atual é: Gota (cavaquinho), Júlio (pandeiro), Maiquinho (percussão geral) e Beto (violão).

SERVIÇO:

BAR DO ZECA PAGODINHO

Endereço: Av. das Américas, 8585 – Shopping Vogue Square – Barra da Tijuca

Telefone: (21) 3030-9097

Couvert Artístico: R$ 25,00

Horários de Funcionamento:

Terça à Sexta: 17h às 0h30min

Sábados: 12h às 0h30min

Domingos: 12h às 0h

Capacidade: 50% do público

Faixa etária: 18 anos

Aceita todos os cartões de débito e crédito

OBS: *Não fazemos reservas de mesas

* Entrada somente com máscaras

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Fica a Dica Rio

BAR DO ZECA PAGODINHO REABRE COM MUITO SAMBA E SEGURANÇA

Após ficar alguns meses fechado devido à pandemia, o Bar do Zeca Pagodinho reabre nesta quinta-feira (08/10), a partir das 17h, seguindo todas as orientações e normas de saúde dos órgãos competentes para que funcionários, artistas e clientes tenham total segurança.

A reabertura faz parte da fase 6B do cronograma de flexibilização autorizado pela prefeitura que permite a música ao vivo e limita em 50% a capacidade de público, sem pista de dança.

No local, só será permitida a entrada com máscaras, todos terão a temperatura medida. A casa disponibilizará álcool em gel na recepção, nas mesas, nos toilettes e os pedidos serão feitos apenas nas mesas para que seja mantido o distanciamento social.

Para quem estava com saudade de uma boa música, uma deliciosa comida de ‘boteco’ preparada pelo chef de gastronomia, Toninho do Momo, e de um bom drink feito pelo chefe de coquetelaria, Dom Colômbia, é hora de se alegrar, o Bar do Zeca Pagodinho está de volta.

Confira abaixo as próximas atrações:

Quinta-feira: 08/10

Baile do Pato:  O cantor mostra ao público um repertório repleto de sucessos de pagodes que marcaram os anos 90 até os atuais.

Show: 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

Sexta-feira: 09/10

JP Silva: Cantor e compositor, considerado uma das vozes mais potentes da nova geração de sambista, JP apresenta clássicos do samba, MPB, choros e canções autorais.

Paulão 7 Cordas e Júlio Estrela:  Produtor musical, arranjador e violonista se apresenta com o cantor Júlio Estrela, cantando os grandes clássicos de Candeia, Nelson Cavaquinho, Cartola, além de diversos sucessos de Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Jorge Aragão, Wilson Moreira, Zé Keti e muitos outros.

Shows: 18h30min/ 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

Sábado: 10/10

Juninho Thybau:  Considerado um dos maiores cantores e compositores da geração nobre do gênero, Juninho Thybau traz no sangue o amor pela música, em especial, pelo samba com uma trajetória respeitável dentro dos lugares mais conceituados. Ele apresenta sambas autorais e sucessos de artistas consagrados como, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz , Fundo de Quintal, entre outros.

Grupo Arruda: Com 15 anos de carreira, o grupo apresenta ao público um repertório com uma mistura de clássicos e músicas autorais, além de releituras de grandes pérolas do samba e da MPB.

 Roberta Espinosa: Nascida e criada no Méier, Roberta Espinosa é uma das mais novas vozes ligadas ao samba. A cantora apresenta um repertório com o melhor do pagode gravados por grupos como, Só Pra Contrariar, Molejo, Os Travessos, Revelação e sambas atuais conhecidos nas vozes de grandes cantores entre eles, Mumuzinho, Péricles, Ferrugem entre outros

Shows: 12h30min/ 16h30min / 20h30min

Couvert Artístico: R$ 25,00

Domingo: 11/10

Feijoada do Sapucahy:  O cantor, compositor e produtor foi influenciado pelos pais que eram apaixonados pela Música Popular Brasileira. Leandro Sapucahy cresceu ouvindo Roberto Ribeiro, João Nogueira, Moreira da Silva.  No show, apresenta sucessos da carreira como, Favela Fashion Week, Efeito Amor, Cuca Quente entre outros.

Abertura/ Samba do Gota: Da paixão pelo samba e de uma enorme vontade de levar alegria através da música, nasceu o Samba do Gota, que vem ganhando destaques por suas apresentações marcantes, carismáticas e com músicos talentosos. Além de muito samba de raiz, pagode retrô e sucessos da atualidade.

 Shows: a partir das 14h

Couvert Artísitico:R$ 25,00

SERVIÇO:

BAR DO ZECA PAGODINHO

Endereço:Av. das Américas, 8585 – Shop. Vogue Square –Barra  da Tijuca

Telefone: (21) 3030-9097

Couvert Artístico: R$ 25,00

Horários de Funcionamento:

Terça à Quinta: 17h às 0h30min

Sexta: 17h às 0h30min

Sábado: 12h às 0h30min

Domingo:12h às 0h

Capacidade: 50% do público

Faixa etária: 18 anos

Aceita todos os cartões de débito e crédito

OBS: *Não fazemos reservas de mesas

         * Entrada somente com máscaras

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Destaque Rio

Ação da Cidadania doa cestas para carnavalescos no Rio

Na próxima segunda-feira (17), a Ação da Cidadania irá realizar uma doação na capital fluminense com escolas de samba mirins e com os mestres-salas e porta-bandeiras ligados à Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Lierj). Na ocasião, a ONG fundada pelo sociólogo Betinho nos anos 1990 entregará 5 toneladas de alimentos não perecíveis, além de materiais de higiene.

A doação irá ocorrer na sede da Ação da Cidadania e beneficiará as três escolas mirins cujas escolas-mães fazem parte da Lierj: Nova Geração do Estácio, Infantes do Lins e Império do Futuro – esta última ligada à Império Serrano, que homenageou Betinho em seu samba-enredo do Carnaval carioca de 1996.

Também serão contemplados todos os mestres-salas e porta-bandeiras das 15 escolas de samba da Série A do Carnaval carioca, todas associadas à Lierj. As vítimas assistidas pelo programa da Polícia Militar Patrulha Maria da Penha, que dá assistência a mulheres que sofreram violência doméstica, serão igualmente beneficiadas.

O diretor social da Lierj, Bruno Teté, exalta que há um mês a Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e a Ação da Cidadania fizeram outra parceria, que resultou na doação de 18 toneladas de alimentos não perecíveis e kits de higiene. “Foram beneficiadas cerca de 1.800 famílias das escolas da Série A do Carnaval carioca, do Baile dos Passistas, Associação das Baianas do Samba, e Associação das Velhas Guardas”, comemora.

Filho de Betinho e presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel Souza relembra a história da ONG com as escolas de samba da Série A do Carnaval carioca. “Em 1996, quando meu pai foi homenageado como tema do samba-enredo da Império Serrano, ele declarou que o desfile daria visibilidade para a campanha contra a fome. Agora, quase 30 anos depois, damos continuidade ao seu sonho, de transformar o Brasil em um país sem fome e desigualdade”, declara.

Serviço:

Entrega de cestas de alimentos não-perecíveis e kits de higiene

Data: Segunda-feira, 17/08, a partir das 10h

Local: Armazém Docas Pedro II – sede da Ação da Cidadania

Endereço: Av. Barão de Tefé, 75, Saúde – Rio de Janeiro – RJ
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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

Esposa faz vaquinha virtual para ajudar Nelson Sargento

Após ter seus shows cancelados devido à pandemia, uma vaquinha virtual foi criada para ajudar Nelson Sargento, presidente de honra e um dos baluartes da estação primeira de Mangueira, de 96 anos.

O financiamento coletivo, feito pela esposa do cantor, Evonete Belizário, já arrecadou mais de R$ 47 mil em menos de uma semana. Em nota, a estação primeira de Mangueira, por meio do presidente Elias Riche, informou que tomou conhecimento de que seu presidente de honra estaria passando por problemas financeiros graves, por conta de cancelamento de sua agenda durante a pandemia e ressaltou que está à disposição da família para ajudar no que for preciso.

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Vitor Chimento | Serra

Quilombo São José da Serra

Entre os séculos XVI e XIX, os negros que conseguiam fugir dos engenhos se refugiavam, com outros em igual situação, em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Esses locais eram conhecidos como quilombos. Nessas comunidades eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade.

Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os quilombolas buscavam a liberdade e a dignidade, resgatando suas tradições e a forma de viver que deixaram na África. Tiveram grande importância e significado para a formação da cultura afro-brasileira. Eles surgiram não somente como forma de lutar contra o sistema escravagista, mas também como uma proposta de sociedade onde não existiam divisões de classes e nem um poder absolutista. Uma sociedade antiescravagista e antilatifundiária, onde a todos os quilombolas eram dados direitos e deveres comuns de produzir e adquirir os bens que eram colocados à disposição de todos para a realização plena dos seus membros. Não abrigava apenas negros, mas também brancos marginalizados, mestiços e alguns índios.

O Quilombo de São José da Serra foi formado por descendentes de escravos que vieram do Congo, Guiné e, principalmente, de Angola. É uma das mais antigas comunidades quilombolas do Estado do Rio de Janeiro, formada por volta de 1850. Situado no Vale do Paraíba, ao sul do Estado, na região que historicamente, se tornou conhecida como o ‘Vale do Café’. Localizado em uma área de 476 hectares, na Serra da Beleza, após o distrito de Conservatória, abriga hoje cerca de 150 quilombolas, que mantém as tradições africanas.

O território e o modo de vida são caracterizados pela produção agrícola de subsistência, pelo sincretismo entre umbanda e catolicismo, pelo jongo ─ uma dança que produz uma atitude religiosa de culto à natureza, aos antepassados (pretos velhos escravos) e aos orixás ─, pela pedreira e pela árvore símbolo do São José da Serra ─ o grande Jequitibá, de onde os quilombolas acreditam emanar a força motriz da comunidade ─, pela relação sacra com a paisagem e pela sabedoria sobre as ervas medicinais.

É uma comunidade de matriz africana que, assim como outras existentes no país, se destaca por suas contribuições sobre o conhecimento das plantas e de seus múltiplos usos, na construção de moradias e no tratamento de saúde física e espiritual, todos interligados à busca do bem estar humano. Destaca-se também pela resistência em relação à manutenção de suas tradições, que se refletem nas relações sociais e em seu modo peculiar de vida e no fato da forte ligação da comunidade com fragmentos da floresta atlântica.

Ao som de tambores

O jongo é uma dança de roda tida como uma das origens do samba e considerado pelo Governo Federal como Patrimônio Histórico Nacional. Sua origem remonta às regiões africanas do Congo e Angola e chegou ao Brasil Colônia com os negros. A estruturada festa do jongo segue ritos tradicionais consagrados, como fogueira ao centro e o terreiro rodeado por tochas. Antes de iniciar os pontos, a mulher negra mais idosa é responsável pelo jongo, pede licença aos pretos velhos antigos ─ velhos jongueiros ─ benzendo os tambores sagrados.

É costume dançar o jongo no dia 13 de maio, em homenagem aos ancestrais sacrificados pela escravidão, assim como nos dias de santos católicos de devoção da comunidade, nas festas juninas e em casamentos. Originalmente é dançado ao som de tambores, confeccionados com troncos de árvore e considerados sagrados por seu poder de comunicação com os antepassados, indo “buscar quem mora longe”. Os pontos do jongo costumam retratar o contato com a natureza, fatos do cotidiano, o dia a dia do trabalho braçal nas fazendas e a revolta diante da opressão. Mistura o português com a língua quimbundo, herança dos povos Bantu.

O Quilombo São José da Serra é o berço do jongo e terra natal da lendária jongueira e sambista Clementina de Jesus.

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Brasileiro com muito Orgulho

Vilma Nascimento – O eterno Cisne da “Passarela”

Considerada a maior porta-bandeira da história de todos os tempos, Vilma Nascimento, aos 82 anos de vida e 74 de carnaval, entrou para anais do carnaval, intitulada o “Cisne da Passarela”.

Na década de 60 foi um dos principais nomes da agremiação e mantém seu reconhecimento até hoje, não somente pelos componentes da escola, mais também, pelo reconhecimento de patrimônio da Cultura Brasileira.

Desfilou pela primeira vez, ainda criança, no bloco Unidos de Dona Clara. Estreou como porta-bandeira defendendo a União de Vaz Lobo, escola de sua mãe.  Vilma na época trabalhava como dançarina da boate Night and Day, na Cinelândia, e a partir daí, começou então a chamar a atenção do Sr. Natal da Portela, que a convidou para a Portela.

Inicialmente, recusou os primeiros convites, mas acabou cedendo pouco antes de se casar com Mazinho, filho de Natal. Em 1957, assumiu a bandeira azul e branca, substituindo Dodô, que passou a atuar como segundo porta-bandeira.

Defendida por Vilma, a Portela conquistou quatro campeonatos seguidos, de 1957 a 1960. Também ganhou do jornalista Valdinar Ranulfo o apelido de Cisne da Passarela devido à elegância com que mudou o estilo de dança das porta-bandeiras, que nessa época passaram a ser um dos quesitos julgados no desfile.

Em 1969, Vilma passou o posto de primeira porta-bandeira para Irene e passou a desfilar como destaque. Retomou a função de 1977 a 1979.

Em 80, fez parte do grupo que se afastou da escola para fundar a Tradição, e só retornou a azul e branco em 2007. A Porto da Pedra lhe rendeu homenagem como uma das “Majestades do Samba”, no desfile de 2014.

Vilma, também ganhou o “Estandarte de Ouro” três vezes seguidas, no período de 1977 a 1979, e mais um pela Tradição em 1989.

Hoje, Vilma é sem dúvida, parte fundamental da história da Portela, estando sempre presente nos eventos e desfiles da escola. O legado construído segue com a Danielle, que foi porta-bandeira da escola até o carnaval 2017 e, neste ano, foi nota máxima no Paraíso do Tuiuti.

A neta Camylinha é a segunda porta-bandeira da Portela e será a primeira da Unidos da Ponte no próximo carnaval. A bisneta, Clarice, de 10 anos, já faz aulas para seguir o nome, e a raiz da ancestralidade.

 

Foto : Reprodução

 

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O Rio que o Carioca Não Conhece

Próxima Parada,” Feira das Yabás”

Por Alessandro Monteiro

Tradicional evento do subúrbio carioca, a Feira das Yabás, reúne um clima de descontração, boa comida, música brasileira e um astral lá em cima. O local se tornou o berço do samba, rodeado pelas 16 barracas das tias de Madureira que preparam deliciosas receitas da gastronomia afro-brasileira em suas barracas e muito artesanato.

Tia Surica, representando a Velha Guarda da Portela, oferece mocotó e aipim com carne-seca e Neide Santana cozinha feijoada de camarão, angu à baiana e feijão amigo. Já Dona Neném, a mais velha das tias, com quase 90 anos, prepara rabada com batata, angu e bolinho de abóbora. Os doces ficam por conta de Vera de Jesus. Os preços das refeições ficam em torno de R$ 15.

 

Yabá, que quer dizer Mãe Rainha, um termo utilizado no Brasil para definir todos os orixás femininos. No bairro sede das tradicionais escolas de samba Portela e Império Serrano, Yabá faz referência às matriarcas das famílias da região, que preparam com todo amor pratos que preservam a influência africana na nossa mesa.

Completando a programação da feira, a animada roda de samba é comandada pelo próprio Marquinhos de Oswaldo Cruz, idealizador da feira e compositor carioca, que convida a cada edição um bamba para dar uma canja e apreciar as iguarias feitas pelas Yabás.

Já passaram por lá nomes como Monarco, Dona Ivone Lara, Almir Guineto, Wilson Moreira, Teresa Cristina, Ana Costa, Leandro Sapucahy e Fundo de Quintal.

A feira acontece na Praça Paulo da Portela, no bairro de Oswaldo Cruz, subúrbio carioca, sempre no segundo domingo do mês.

Foto: Reprodução

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Destaque

Cantor e compositor Wesley Nóog lança novo álbum

“O samba nasce para levar a boa nova; quem ouve atento, se renova”. Se você é atento na boa música brasileira, precisa ouvir ou conhecer mais o trabalho de Wesley Nóog, um dos artistas mais completos do samba soul brasileiro. Paulistano radicado no Rio de Janeiro, Nóog lança seu 4º álbum solo, “O Samba é da Gente”, produzido pelo maestro Paulão 7 Cordas, com dez músicas inéditas em parceria com compositores da nova geração.