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Notícias do Jornal Social

A Obra do Berço – Ajude!

Instituição de assistência social, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual, com certificação CEBAS pelo MDS (hoje Secretaria Especial do Desenvolvimento Social). Fundada em 1928, por um grupo de senhoras para prestar serviços de assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com confecções de enxovais, pré-natal e puericultura.

Embora pequena, é grande em sua missão de acolher, desenvolver crianças em seus primeiros mil dias que se encontram em situação de vulnerabilidade social, além de promover o fortalecimento de vínculos familiares.

Hoje, o cenário de desigualdade social na cidade do Rio de Janeiro torna imprescindível a continuidade destes serviços de apoio à mulher em vulnerabilidade social, em especial àquelas com filhos na primeira infância.

Estas mães precisam deixar seus filhos em local idôneo, que os protejam dos riscos sociais a que ficariam expostos e, sobretudo, ofereça um programa de apoio educativo e suporte emocional, que desenvolvam suas potencialidades cognitivas e fortaleçam os vínculos sociofamiliares.

Muitos são os cariocas que já fizeram parte do quadro de voluntariado por gerações. Seus nomes ficaram escritos na árvore da Obra do Berço na certeza dia bons frutos que colheriam, o fruto de um futuro digno para nossas famílias.

Escreva você também, seu nome lá!

ATENDIMENTO

Segunda a sexta – 8h às 18h

Rua Cícero Góis Monteiro, 19
Lagoa – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 22471-240

CONTATO

Telefones:

(21) 98909-3435 – (21) 2539-3902
[email protected]

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Destaque Rio

Cristo Redentor recebe a iluminação cor de rosa – cor universal da luta contra o câncer de mama

Estamos vivendo um ano atípico, mas a causa do câncer de mama não pode ser esquecida. Para lembrar aos brasileiros que essa é uma doença que não faz quarentena e não espera, a Fundação Laço Rosa iluminou, na noite desta quinta-feira, o dia 1º de outubro, o Cristo Redentor, abrindo a programação do Outubro Rosa 2020. A instituição é reconhecida nacionalmente pelo seu empenho contínuo para diminuir as desigualdades de acesso e tratamento do câncer. Como nesta edição não será possível reunir presencialmente no monumento as pacientes em tratamento, o evento contará com uma ação online pelas plataformas da Laço, cujo tema este ano é #DoarSalva! Além de uma cerimônia que teve por objetivo celebrar a vida e renovar a fé, a apresentadora Ana Furtado, que recentemente venceu a doença e passou pelo tratamento, esteve presente no monumento e foi a madrinha da campanha pela Fundação Laço Rosa neste ano.

Adriane Galisteu Foto: Mariama Prieto

Uma live musical pós-iluminação aconteceu logo em seguida diretamente do terraço do hotel Fasano, em Ipanema – de lá é possível avistar o Cristo -, com um show da cantora Maria Rita e apresentação de Adriane Galisteu. Foi uma noite calorosa. Maria Rita cantou músicas do repertório de sua mãe, Elis Regina. A cantora também contou que uma de suas melhores amigas teve câncer de mama e dividiu ali momentos que emocionaram a todos. Foi a primeira vez na história do hotel Fasano, que a icônica piscina de borda infinita deles ficou totalmente rosa, e permanecerá durante todo o mês de outubro. A live contou ainda com a participação em depoimento de famosas como Adriana Esteves, Cláudia Raia, Fernanda Motta, Ingrid Guimarães, Flávia Alessandra, Maria Fernanda Cândido, Sheron Menezzes e Heloísa Périssé. Vinícius Belo foi o relações públicas responsável pelo evento.

Daniela Oscar (Vice Presidente Laço Rosa), Ana Furtado (Madrinha), Marcelle Medeiros (Presidente Laço Rosa). Credito Daniel Enbending

“A pandemia escancarou a fratura exposta que vivemos diariamente na saúde brasileira e acordou a sociedade para a importância do terceiro setor no dia a dia do país. Nunca antes na história do Brasil tivemos tantas doações financeiras ajudando as pontas mais vulneráveis e esse é um movimento que não tem mais volta. Doar precisa estar na cultura da população porque vimos que #doarsalva. Por isso lançamos esse movimento e convidamos todos que puderem para doar e arrastar outras pessoas pelo exemplo. Também lançamos o “selo rosa” para as empresas comprometidas com a Laço Rosa. O câncer não vai esperar a COVID passar e os números que já eram feios, agora são mais alarmantes. Mais do que nunca, é necessário e urgente que todos ajudem a salvar vidas!”, alerta Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa.

Maria Rita. Credito Mariama Prieto
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Destaque Notícias

Inscrições abertas para abrigos de idosos interessados em receber auxílio financeiro do Governo

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) têm até o dia 3 de outubro para solicitar o auxílio financeiro emergencial previsto na Lei nº 14.018/20. No total, o Governo vai liberar R$ 160 mi para minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Confira a Lei nº 14.018/20

O formulário de cadastramento foi disponibilizado pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI), nesta sexta-feira (4). O órgão integra a estrutura do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

Preencha o formulário de cadastramento das ILPIs

Orientações para o preenchimento do formulário

Modelo de requerimento do auxílio financeiro

Podem se inscrever entidades públicas ou privadas de caráter assistencial, sem fins lucrativos, que exerçam a atividade de modo continuado e possuam número de inscrição ativo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

O valor total previsto será rateado entre as instituições habilitadas em igual montante do crédito extraordinário. A distribuição considerará o número de idosos atendidos.

A ministra Damares Alves celebra a iniciativa. “Existia uma invisibilidade de nossos abrigos. Fomos atrás de todos para fazer o cadastramento. Estamos engajados e continuaremos priorizando os nossos idosos com esse crédito de R$ 160 mi. Não vamos parar por aqui”, afirma.

Para a ministra, a ação permitirá alcançar um número maior de instituições. “Ninguém vai ficar para trás, vamos cuidar de todos, com atenção especial aos idosos que estão ainda mais vulneráveis durante a pandemia”, ressalta.

Solidarize-se

Os critérios para o repasse do auxílio emergencial às ILPIs foram definidos pela Portaria nº 2.221. O documento foi assinado durante cerimônia realizada nessa quarta-feira (2), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Leia mais.

Acesse a Portaria nº 2.221

A liberação do dinheiro integra a segunda ação do programa Solidarize-se, coordenado pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNDPI).

Outros R$ 5 mi, investidos na primeira ação do programa em forma de doações para 500 ILPIs, já resultaram na entrega de 239,5 mil máscaras, 22,3 mil cestas de alimentos e 11,5 mil kits de higiene.

ILPIs

O secretário nacional de promoção e defesa dos direitos da pessoa idosa, Antonio Costa, lembra que as ILPIS são espaços de grande relevância social, com a missão de acolher.

“Essas instituições e outras que prestam atendimento a idosos devem ser priorizadas, no sentido de terem à disposição todos os recursos e subsídios necessários para a continuidade dos serviços. É essencial zelar pela manutenção da saúde física e emocional das pessoas idosas, além de impedir a disseminação da Covid-19”, observa.

Segundo ele, uma parte considerável dos abrigos é mantida com doações e recursos financeiros provenientes da renda salarial dos idosos, somados aos auxílios dos serviços de saúde e assistência social. Ele acrescenta que muitos dos abrigados não possuem qualquer tipo de renda, o que sobrecarrega financeiramente as organizações.

“Em condições normais, o cenário dessas entidades já é de extrema dificuldade para arcar com os custos de funcionamento e manutenção. Com a crise que estamos atravessando, a situação se tornou ainda mais grave e insustentável, exigindo uma intervenção mais direta de apoio para a promoção e a proteção dos direitos dos nossos idosos”, completa.

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Social

Torcedores do Botafogo mobilizam doadores de sangue no Rio de Janeiro

A 9ª edição da Campanha BotaSangue pretende sensibilizar doadores e aumentar os estoques sanguíneos, que estão com déficit que chegam a 60%

Os torcedores do Botafogo entram em campo novamente com a 9ª edição da Campanha BotaSangue, realizada pelo Banco de Sangue Serum, em parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, no período de 18 a 31 de julho, voltada também para todas as torcidas que quiserem se unir a essa corrente do bem pela vida.

Divulgada nas redes sociais com a hashtag #NinguemDoaSangueComoAGente, a campanha tem o objetivo de mobilizar a sociedade para a importância da doação de sangue, principalmente nesta época do ano.

Os primeiros doadores serão presenteados com uma camiseta exclusiva da Campanha BotaSangue.

Requisitos básicos para doação de sangue:

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH, etc.) em bom estado de conservação;
  • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença dos pais no momento da doação);
  • Estar em boas condições de saúde;
  • Pesar no mínimo 50 kg;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas. Não é necessário estar em jejum;
  • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e língua (12 meses após a retirada);
  • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
  • Não ter tido gripe ou resfriado nos últimos 30 dias;
  • Não ter tido Sífilis, Doença de Chagas ou AIDS;
  • Não ter diabetes em uso de insulina;

Critérios específicos para o CORONAVÍRUS:

  • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 30 dias após cessarem os sintomas para realizar doação de sangue;
  • Candidatos que viajaram para o exterior devem aguardar 14 dias após a data de retorno para realizar doação de sangue;
  • Candidatos à doação de sangue que tiveram contato, nos últimos 30 dias, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de infecções pelos vírus SARS, MERS e/ou 2019-nCoV, bem como aqueles que tiveram contato com casos suspeitos em avaliação, deverão ser considerados inaptos pelo período de 14 dias após o último contato com essas pessoas;
  • Candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos SARS, ERS e/ou 2019-nCoV, após diagnóstico clínico e/ou laboratorial, deverão ser considerados inaptos por um período de 30 dias após a completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindique a doação).

Serviço
Banco de Sangue Serum

Endereço: Rua Riachuelo, 43, Centro – Rio de Janeiro
Dentro do Hospital da Ordem do Carmo, 3º andar
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h.
Telefone: (21) 3233-5950 | WhatsApp: (21) 97231-4651
Estacionamento conveniado durante a doação – Landeiras Park, Avenida Gomes Freire, 769 – Lapa

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Notícias do Jornal Social

Com Forrozim Solidário é assim: amor ao forró, amor ao próximo

Por Sandro Barros

Inicialmente, o Forrozim era um grupo de mais de 50 pessoas no Rio de Janeiro, conectados por um amor: o forró. Os encontros para dançar eram regulares e em vários locais da cidade, mas eles também aconteciam em datas especiais, como carnaval, Páscoa, Natal, quase sempre na casa de Meily Meirelles, a Mel, professora e diretora de escola municipal no Rio e organizadora desse festeiro grupo. Começou pequeno, mas aos poucos foi aumentando, não somente em quantidade, mas também em amizade.

Com essa proximidade e após muitos bate-papos, surgiu a ideia que iria acrescentar outro sentido a muitos dos seus participantes: solidariedade. “Começamos a conversar sobre questões mais humanitárias, como bondade, transformação, das coisas que não achávamos legais no dia a dia”, diz Mel. Não demorou muito e, em 8 de novembro de 2015, nascia o Forrozim Solidário.

Um mês após o seu surgimento, o Forrozim Solidário fez a sua primeira atividade: na noite de 25 de dezembro, justamente nessa data tão especial, entregou cerca de 25 quentinhas de macarronada em uma praça da Saens Peña, na Tijuca, Zona Norte carioca, bem perto de onde morava Mel.

“Em seguida começamos a fazer essa distribuição de refeições, mensalmente no início, e depois de 15 em 15 dias, sempre na Tijuca”, cita a educadora, que cedia a sua casa para preparação das quentinhas e também para reunir tudo que eles arrecadavam em campanhas de alimentos e de roupas para abrigos e orfanatos. A partir daí o grupo de voluntários do bem cresceu. Ao ficarem sabendo da sua existência, mais pessoas foram entrando, inclusive moradores de outros bairros.

Para darem conta de várias ações, eles se comunicavam meio que no boca em boca, mas isso iria mudar em junho de 2016. “Em um desses encontros de forró, um publicitário conversou com a gente e disse que deveríamos fazer nossa divulgação no Facebook, nas mídias, de uma forma geral, pois isso seria interessante para que mais pessoas pudessem participar. Não tínhamos essa divulgação antes porque entediamos que caridade é algo que se faz de ‘boca calada’, mas acabamos nos convencendo da sua importância. Fizemos então um vídeo e o postamos no Face, explicando quem éramos e nossos objetivos. A partir daí o Forrozim Solidário cresceu muito”, relembra Mel.

‘Alimento também para a alma’

E o crescimento se traduzia em mais ações, mais amigos, inclusive com músicos de forró. Já em 12 de agosto de 2016 fizeram o seu primeiro evento. E a própria Mel relembra como foi. “Conseguimos uma parceria com um local e cobramos como valor de entrada uma lata de leite em pó. A banda Mala e Cuia topou tocar de graça e convidou outras bandas. Acabou virando um ‘festival de forró’, que foi das 19h até às 6h do dia seguinte. Todo o leite arrecadado foi doado para o asilo Lar de Francisco e para o abrigo Lar Maria de Lourdes”. O sucesso desse evento foi tanto que animou o Forrozim Solidário a realizar muitos outros, arrecadando alimentos para instituições, sempre embalados pelo bom forró.

Focado no lema ‘fazer a diferença que você quer ver no mundo’, o grupo acabou se expandindo, passando a distribuir refeições semanalmente também no Méier e no Recreio dos Bandeirantes, esse último a partir da mudança de residência da Mel, em abril de 2017, para Vargem Pequena. “Sabemos que uma quentinha uma vez por semana não é o suficiente, mas a gente tem um particular em nossa entrega, que só não está sendo possível nesse momento por conta do coronavírus, que é também distribuir carinho, com abraços e beijos. Afinal, somos todos irmãos. Levamos não só o alimento para o estômago, mas também o alimento para a alma!”, explica Mel.

E por falar em pandemia, ela não é suficiente para desanimar o grupo, atualmente uma comunidade com mais de 100 pessoas: agora já são distribuídas 150 refeições semanais, às vezes mais, nos três bairros, além de lanches e cestas básicas. “Todos nós nos sentimos muito gratos pela oportunidade de ajudar. É como se Deus nos capacitasse como instrumentos para executar essas ações de amor. É um presente perceber quantas pessoas se tornaram solidárias nesse momento”, diz Mel, que é acompanhada nesse propósito por sua mãe, dona Roseny, de 90 anos, e de sua irmã, Marynês Meirelles, também educadora e colunista do Diário do Rio.

Quem quiser colaborar com essas ações pode entrar em contato, via WhatsApp, pelo número (21) 99676-7711. E para saber mais sobre o Forrozim Solidário, visite a sua página no Facebook. E lembre-se: fazer o bem faz bem!

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Notícias do Jornal Social

Cada pessoa importa

Em tempos de pandemia, a dificuldade cresce entre os menos favorecidos e todos aqueles que dependiam do trabalho informal para sobreviver no dia a dia. Visto que, o decreto de quarentena impede a circulação de pessoas e o comércio de ambulantes na cidade.

No entanto, muitas correntes solidárias foram criadas para atender a demanda das famílias e apoiar intuições e projetos sociais, para que a fome não batesse a porta tão rapidamente.

Como parte desse grupo de voluntários anônimos do bem, que descobrimos a advogada Luciana Pereira. Num bate papo, foi possível entender a sua preocupação com o outro e o desejo de realizar um mundo melhor através de várias frentes sociais que promove com ajuda dos amigos.

Esta semana, Luciana esteve no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, ajudando a Dona Maria. Uma senhora conhecida pela generosidade de cuidar das crianças da comunidade que mora – Além da grande necessidade de alimentos, eles também precisam de material de limpeza e amor, disse Luciana.

Ações como essas, ganharam maior visibilidade durante a pandemia do novo coronavírus e reforçam que é preciso união e solidariedade, independente de classe social, renda ou escolaridade. Pois os voluntários, não doam somente o seu tempo. Eles respondem a um impulso da vontade de colaborar.

Na Zona Oeste, moradores que não tinham condições de doar alimentos, ajudaram na organização e coleta de gêneros alimentícios para confecção de pequenas cestas básicas. É isso, um mutirão em prol de todos!

Para que essa corrente do bem permaneça, é importante qualquer tipo de doação, pois nesse momento, cada pessoa importa e lembre que sempre é possível arrumar um tempinho para ajudar o próximo.

Ajude você também, através do telefone (21) 98092-7957

 

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Fica a Dica Notícias do Jornal

Sua contribuição é um prato cheio

A Cidade das Artes está realizando uma ação especial durante o período da quarentena: o DRIVE THRU SOCIAL.

Você pode trazer as suas doações, e entregá-las sem sair do carro, todos os dias, próximo ao ponto de embarque e desembarque, das 10h às 18h.

Participe doando:
– Alimentos não perecíveis,
– Água mineral,
– Itens de higiene pessoal e,
– Produtos de limpeza.

As doações serão entregues às famílias do projeto Arte Vida Arte, da Cidade de Deus, que forma jovens de 7 a 14 anos por meio da educação pela arte.

Espalhe solidariedade! Não é por um, é por todos!

Para mais informações ligue 3325-0102.

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Cultura Destaque

Agrupamento de Produtores Freelancers promove campanha solidária no Rio

O mundo vive um momento inédito de sua história. Uma crise avassaladora toma conta da humanidade e muitos estão sem recursos para as suas necessidades básicas como alimentação e remédios. Com os produtores de eventos não está sendo diferente. Uma classe que faz parte de um setor que movimenta mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), agora encontra-se parada, sem trabalho, com pouquíssimas atividades e perspectiva.

Voluntariamente, mais de 100 profissionais se uniram para realizarem o #SalveProdução, uma ação que desta vez é para os seus, a classe que trabalha tanto para levar momentos de alegria e entretenimento às pessoas.

“Ainda no mês de maio pretendemos ajudar pelo menos 100 produtores do Rio de Janeiro com um auxílio de R$ 500,00. Mas a nossa ação não para por aí, estamos formando grupos de 100 beneficiários e esperamos poder arrecadar para ajudar muitos grupos de 100”, conta Wesley Cardozo, um dos idealizadores da Campanha.

  • Você sabe o que faz um produtor de eventos?     

É o profissional que tem dentre tantas competências, a versatilidade.Um produtor está presente em todas as etapas do processo de um evento: planejamento, orçamento, logística e montagem.

  • O evento acabou?

Sim, mas o trabalho dos produtores continua. É hora de desmontar tudo e dar início às prestações de contas e relatoria.

Pode-se afirmar que é suado, literalmente, mas é recompensador ver os brilhos nos olhos do público que passa por experiências inesquecíveis.

Afinal, essa é a melhor função de um produtor de eventos: proporcionar experiências memoráveis tão importante para matara saudade e a solidão nos dias de hoje.

 

 

Conheçam, curtam e compartilhem a campanha #SalveProdução:

 

Instagram: https://www.instagram.com/salve_producao/

Facebook: https://www.facebook.com/salveproducao

Email: [email protected]

Wesley Cardoso: (21) 99758-5606

Claudia Carnevale: (21) 98383-1904

 

Doações:

 

Picpay: picpay.me/salve.producao

 

Transferência Bancária:

 

Dagba Produções – EIRELI ME (CNPJ 13.788.911/0001-77) – Campanha Salve Produção

Caixa Econômica Federal

Agência 0226

Conta Corrente 889-7

Operação 003

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

Cristo Redentor “usa” máscara como conscientização contra o coronavírus

As projeções feitas na estátua, que é o cartão postal do Rio, são uma forma de conscientizar a população a se prevenir da covid-19

A projeção é uma ação da campanha “Todos pela saúde”. No peito da estátua, um novo símbolo de proteção, com a hashtag da campanha “Máscara salva”.

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Social

Costureiras produzem máscaras e criam rede de solidariedade no Rio de Janeiro durante pandemia

Por Alessandro Monteiro

Juntar habilidade e generosidade. É assim, unindo forças, que costureiras no Rio de Janeiro e diversas ONGs pretendem ajudar moradores de comunidades carentes e crianças em tratamento contra o câncer durante a pandemia do novo coronavírus.

As costureiras foram contratadas para produzir máscaras de proteção reutilizáveis que serão distribuídas para a população. O projeto, chamado Doação de Máscaras RJ, conta com a parceria de organizações não-governamentais e outros projetos locais para fortalecer as doações e aumentar o alcance da iniciativa.

Uma delas, a ONG Novos Líderes, atuante no complexo do Alemão, em Olaria e na Rocinha, promoveu a doação de tecido 100% algodão, material essencial para a produção das máscaras.  Ao produzirem as máscaras, as costureiras recebem o pagamento, uma forma de contribuir para a questão financeira.

Por isso, para ajudar o maior número de profissionais, existe rotatividade e contratação de profissionais de diversas comunidades do Rio de Janeiro.

No perfil do projeto nas redes sociais, as costureiras mostram o passo a passo da produção das máscaras, além da rotina e do empenho delas em fabricá-las.

Acesse no Instagram: @doacoesdemascarasrj