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Vacinação nos supermercados: 180 estacionamentos em todo o estado poderão ser usados como pontos de vacinação.

Acordo de cooperação foi assinado nesta segunda (18) entre o Governo do Estado e as associações de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE)

A população do estado do Rio de Janeiro terá à disposição estacionamentos de supermercados para serem usados como pontos de vacinação. É o que garante o acordo de cooperação assinado entre o Governo do Estado e as associações de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), na manhã desta segunda-feira (18/01).
O secretário de Estado da Casa Civil, Nicola Miccione, representou o governador em exercício Cláudio Castro durante o evento.

A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) vai colocar à disposição do governo, por intermédio de seus associados, 180 estacionamentos em todo o estado para que possam ser usados como pontos de vacinação. Na capital, serão 110 locais.

– Supermercados fazem parte da vida de todo cidadão, e nossos associados irão disponibilizar esses espaços com o intuito de agilizar o processo de vacinação. Nós esperamos que, com isso, possamos contribuir para que os postos de saúde fiquem desafogados. A Secretaria de Saúde vai avaliar e definir os pontos que serão utilizados. Assim como estivemos com a população desde o início da pandemia, como serviço essencial, queremos estar neste cenário de vacinação também – garantiu o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz.

– Iniciamos a nossa ofensiva contra a Covid-19. O Rio de Janeiro está preparado para a campanha de vacinação, que começa hoje. O estado tem pronta uma grande logística de distribuição das vacinas para todos os municípios. O esquema foi colocado em prática neste sábado (16/01), com a distribuição de 5,5 milhões de seringas. Estamos garantindo um início de vacinação de forma igualitária a todos os cidadãos prioritários desta primeira fase – ressaltou Nicola Miccione.

Queiróz ressaltou toda a organização dos supermercados durante a pandemia para garantir o abastecimento da população, e que na fase de vacinação não será diferente.
– Não houve aglomeração nas nossas lojas, nem do lado de dentro, nem do lado de fora. O índice de contaminação foi baixíssimo. Firmamos o compromisso de colocar à disposição 180 lojas espalhadas por todo o estado do Rio de Janeiro para que possamos vacinar mais rapidamente a população – disse.
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Supermercados do Rio serão usados como pontos de vacinação contra a Covid-19

O presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, Fábio Queiróz, se reuniu com o governador Claudio Castro para definir que os supermercados do Estado serão usados como pontos de vacinação contra a Covid-19. A ação, proposta por Queiróz, é de que as lojas auxiliem no processo de vacinação cedendo seu espaço.
“Estávamos juntos no início da pandemia, onde corajosamente garantimos o abastecimento da população, e estaremos juntos no fim da pandemia no ato de vacinação, dentro dos supermercados. Eu agradeço a cada supermercadista por eu poder ser um porta voz para o governo de algo tão importante dentro da pandemia”, afirmou o presidente da ASSERJ.
Confira o vídeo do anúncio desta notícia
http://www.youtube.com/watch?v=ulG4yFLqA7Y&feature=youtu.be
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Rio

Cai fluxo de clientes nos supermercados do Rio e aumenta delivery

Em função da pandemia do novo coronavírus, o fluxo de clientes dentro dos supermercados fluminenses caiu 11% no período de 12 de abril a 11 deste mês, confirmando a tendência já observada no período anterior de 12 de março a 11 de abril.

“As pessoas estão indo menos aos pontos de venda, mas estão comprando mais itens”, disse nesta quarta-feira (20) o presidente da Associação de Supermercados do Rio de Janeiro (Asserj), Fábio Queiróz. O número de itens comprados pelos consumidores subiu de 9 para 12 no mês passado. “A pandemia está sendo cada vez mais respeitada pelo cidadão, que se concientiza e vai menos às lojas”.

A redução do fluxo está relacionada ao crescimento das vendas online (pela internet) e delivery (entrega ao cliente), porque as pessoas começam a comprar somente o necessário. A demanda por compras em delivery já havia crescido 56% em março, em relação a fevereiro, e registrou agora expansão de 114%, envolvendo pedidos por e-mail, Whatsapp e telefone. Já as compras online, feitas nos sites das redes, que já haviam evoluído 124%, voltaram a crescer 94% em abril.

Segundo Fábio Queiróz, esse tipo de movimento de compras veio para ficar. “Nós estamos muito mais preparados, as reclamações diminuíram muito em relação aos serviços. É um legado da pandemia aprender a trabalhar com esses serviços. É o melhor espaço para o momento”, avaliou.

Os dois serviços funcionaram como um reforço de vendas para os supermercados, mas o presidente da Asserj não tem dúvida que eles vão permanecer após a pandemia. Não haverá, contudo, substituição do atendimento presencial nas lojas. “A gente vai precisar melhorar o atendimento do serviço nas lojas físicas também”, indicou.

Faturamento

Em relação a faturamento, o balanço apresentado hoje pela Asserj revela queda de 4%, comparando março com abril. “Quanto mais tempo demorar a pandemia, a população estará com menos renda e isso reflete nas gôndolas dos supermercados”, comentou Queiróz. No primeiro mês da quarentena, as vendas subiram 21%.

Fábio Queiróz destacou que em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento do faturamento da ordem de 15%. As vendas da Páscoa contribuíram muito para esse resultado, a partir da oferta de produtos para todos os gostos e bolsos, observou.

Os artigos mais procurados no período de 12 de abril a 11 de maio nos supermercados fluminenses foram produtos de higiene e limpeza, alimentos congelados, produtos da cesta básica, água e sucos. “Isso mantém uma procura mais alta”. Em abril, a surpresa foi a procura por doces, com o mel disparando na liderança (alta de 128%), além de caixas de bombons e biscoitos recheados. “O hábito do consumidor na pandemia mudou muito”, disse Queiróz.

Com informações da Agência Brasil

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Economia

Supermercados do Rio contratam mesmo durante a pandemia

Os supermercados fluminenses abriram mais de 1 mil vagas no período entre os dias 11 de março e 11 de abril. Essa é uma das informações do levantamento inédito realizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) em estabelecimentos que responderam à pesquisa para avaliar o impacto da pandemia provocada pela contaminação pelo novo coronavírus (covid-19).

O setor é um dos poucos que está contratando em meio à pandemia. Os funcionários que foram afastados faziam parte do grupo de risco ou apresentaram sintomas de covid-19.

“A gente afastou todo o pessoal que se encaixava nos grupos de risco. São grávidas, doentes crônicos, pessoas com mais de 60 anos. Só aí a gente afastou mais de 7% do nosso quadro. Fora isso, tiveram as pessoas que foram se afastando por que foram contaminadas, umas com sintomas, outras com os casos confirmados. Então, a gente precisa repor”, disse a superintendente da Asserj, Keila Prates.

As contratações foram para manter o nível de atendimento, mesmo com os afastamentos, e as novas vagas são para funções operacionais, que têm mais contato com o público. “As vagas são de caixas, repositores, pessoal de fundo de loja, que são as pessoas que trabalham na área de estoque, pessoal de limpeza. Nosso pessoal administrativo tem menos contato com o público e muitos deles estão trabalhando em home office”, disse. Segundo Keila, mantido o atual cenário, não há previsão de demissões nas redes associadas.

Consumidor deve tomar cuidado

Keila disse que o consumidor também deve ter cuidado e pensar nos empregados que precisam desempenhar o seu trabalho nas lojas. “A gente pede muita atenção e cuidado das pessoas que vão visitar as lojas. Se está com sintomas, fique em casa, porque senão acaba contaminando quem está ali no trabalho de servir à população e, que por sua vez, vai para a casa e pode contaminar a família também”, disse.

A superintendente acrescentou que a maioria das mais de mil vagas criadas foi em lojas do município do Rio e em estabelecimentos da Baixada Fluminense. A superintendente destacou que elas não incluem mais mil vagas referentes a quatro novos supermercados inaugurados no município.

Com informações e foto da Agência Brasil