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A sustentabilidade nos dias atuais

A Covid-19 parou o mundo, deixou tudo de cabeça para baixo e trouxe muito medo, insegurança, mas também fez o ser humano mudar e melhorar em algumas questões, principalmente nos cuidados com o próximo e com o meio ambiente. Muitas pessoas estão aderindo à sustentabilidade ambiental e ecológica para, num futuro próximo, manter o meio ambiente em harmonia com a existência das pessoas, ou seja, cuidar e preservar o sistema e assim garantir uma excelente qualidade de vida para gerações futuras. Estamos mais conscientes também da importância da reciclagem para a diminuição da poluição. O que podemos fazer para preservar o meio ambiente?

 

– Evitar jogar lixo nas praias, rios e lagos, para não poluí-los;

– Procurar separar os lixos de casa, colocando o orgânico de um lado e o reciclável de outro;

– Evitar o desperdício da água e da energia elétrica. Usar só o necessário, fazendo assim um consumo consciente;

– Não colocar fogo em lixo, para não promover queimadas;

– Não jogar óleo nas águas e nem nos ralos de casa. Separar o óleo e levar em algum lugar para reciclar;

– Tentar se alimentar de uma forma mais saudável, evitando o consumo de produtos industrializados;

– Plante árvores, faça hortas em casa;

– Recicle tudo que for possível. A reciclagem é muito importante para a preservação do meio ambiente, porque diminui o lixo no planeta e, por consequência, reduz a poluição do ar, da água e do solo.

Com algumas medidas básicas e cada um fazendo a sua parte conseguiremos um meio ambiente menos poluído e melhor para se viver. A conscientização é o primeiro passo para construirmos um futuro melhor.

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Destaque Social

Tetra Pak e startup Coletando viabilizam ecopontos itinerantes no Complexo do Alemão

Unir inovação à sustentabilidade, destacando o impacto social positivo, é um tema prioritário para a Tetra Pak. E este é o objetivo da parceria com a startup Coletando, que visa fomentar a conscientização socioambiental na comunidade Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

Reconhecida como a primeira fintech de economia circular ecológica do Brasil, a Coletando disponibiliza ecopontos itinerantes de coleta seletiva de resíduos recicláveis em comunidades. Os moradores podem trocar embalagens higienizadas pós-consumo por créditos, disponibilizados em uma conta digital pré-cadastrada, sem anuidade ou taxas. Com o cartão, é possível fazer compras em estabelecimentos locais como mercados e farmácias. Após recebidos, os resíduos são direcionados para cooperativas de materiais recicláveis da região.

“No Brasil, apenas 3% dos resíduos são reciclados. Enxergamos um enorme potencial para estimular as pessoas a separarem seus resíduos dentro de casa e ainda transformá-los em fonte de renda extra, bem como aumentar o volume que chega até as cooperativas. Para ampliar esse alcance, colaborações como a que estamos iniciando com a Tetra Pak são essenciais. Estamos muito contentes com o projeto”, comemora Saulo Ricci, fundador da Coletando.

A parceria será realizada pelo período de um ano com o objetivo de fomentar a conscientização socioambiental em locais mais afastados dos grandes centros, vislumbrando que a mudança coletiva comece em uma atitude individual. A expectativa é engajar cerca de duas mil famílias já nos próximos três meses e 10 mil até o fim do projeto, que durará um ano.

“Temos uma sólida atuação de estímulo à coleta seletiva, e acreditamos que o impacto socioambiental da reciclagem é muito forte. A parceria com a Coletando reforça ainda mais nosso pensamento de que hábitos individuais fazem toda a diferença para promover uma transformação coletiva, contribuindo com a cadeia da reciclagem”, afirma Valéria Michel, diretora de Sustentabilidade da Tetra Pak Brasil e Cone Sul.

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Destaque Notícias

Maratona da Criatividade: Full Sail University empodera alunos brasileiros para melhorar o mundo com produção de curtas-metragens

Muitos dos diretores de cinema mais renomados do mundo começaram a produzir seus filmes ainda quando criança, entre eles Steven Spielberg. Na época, ele fazia pequenos filmes caseiros, usando uma câmera Super-8, com as suas três irmãs mais novas como atrizes. Mas sua carreira começou pra valer aos treze anos de idade, quando venceu um concurso de curtas com um filme de 40 minutos que falava sobre guerra. A partir daí foi só sucesso: aos dezesseis anos teve o seu primeiro filme, Amblin (1963) premiado no Festival de Veneza e com vinte cinco anos de idade já trabalhava em Hollywood.

Histórias como a desse vencedor de quatro Oscars e diretor de filmes, que já arrecadaram cerca de dez bilhões de dólares, podem se repetir no Brasil. E o desafio internacional para escolas brasileiras vai começar com a pergunta. Qual o impacto que você quer causar no mundo? Esta questão será feita para estudantes de 50 escolas convidadas do Brasil para o projeto Maratona da Criatividade, promovido pela Full Sail University, localizada na Flórida (Estados Unidos).

Para participar, os alunos de escolas convidadas precisarão fazer um curta metragem de 3 minutos retratando alguma maneira de solucionar os problemas listados na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que vão desde acabar com a fome e a pobreza do mundo, promover saúde, bem-estar, energia, saneamento a todos até uso sustentável dos ecossistemas.

As escolas dividirão os alunos em grupos de no máximo cinco integrantes. O vídeo a ser produzido deve ter, no máximo, três minutos, além de ser postado no Facebook com as diretrizes do concurso, e a criatividade deverá ser o personagem principal.

Mas, nesse roteiro, os estudantes não estarão sozinhos, eles receberão mentoria online com profissionais especializados em sustentabilidade, audiovisual, edição, design thinking, multilinguagens e outras áreas. Tudo para ajudar os grupos na concepção de seus vídeos.

Para Carol Olival, Community Outreach Director, a Maratona da Criatividade vai ensinar o aluno, a partir do 9.º ano, a produzir vídeos de até três minutos, em inglês. E como o tema é  focado nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) será, acima de tudo, uma oportunidade que as escolas brasileiras estão recebendo de agirem como agentes promotores de sustentabilidade, enquanto desenvolvem habilidades importantes para o aluno

“Nesse desfio global o participante vai aprender a ter uma postura empreendedora, trabalhar bem em equipe e ser bom comunicador”, comenta Carol ao informar que as inscrições estarão abertas apenas para as escolas até 30 de setembro. É grátis e o prazo é inegociável.

Cronograma:

13 de outubro Anúncios de abertura

17 de outubro Aula Virtual: Sustentabilidade e Escrita de Roteiros

24 de outubro Aula virtual: filmagem e edição

7 de novembro – Prazo para envio de vídeo

21 de novembro Cerimônia de Prêmio Virtual

 

Premiação:

1º lugar Regional: Troféu Maratona de Criatividade; Os Mentores do Grupo e alunos do ensino médio da equipe vencedora receberão um GoPro Hero8, mas o Black Bundle que inclui GoP¬ro Hero8 Black, Shorty grip, Head Strap, um cartão SD de 32GB e bateria sobressalente

Prêmio de Menções Honrosa: Troféu da Maratona de Criatividade 2020.

1º lugar global: Troféu Global Creativity Marathon 2020. Os Mentores do Grupo e alunos do ensino médio da equipe vencedora receberão um cartão-presente de $100 e uma semana de experiência virtual na Full Sail Labs.

 

Serviço: Maratona da Criatividade

Inscrição: As escolas podem se inscrever até dia 30/09 no e-mail: [email protected]

Regras: O vídeo deverá ser enviado em formato MP4 ou MOV. Qualquer comentário que não seja em inglês na entrada do vídeo deve ser acompanhado de legenda.

Qualquer terceiro não é elegível e não pode incluir nomes / logotipos de marcas registradas ou com direitos autorais, exceto do Patrocinador.

A universidade mantém, também, um canal no Telegram, onde posta diariamente todas as atividades que acontecerão no próprio dia. Para fazer parte desse grupo basta acessar o link https://t.me/fullsailbrazilcommunity

Confira também nosso cursos, eventos e palestras que serão disponibilizados online no mês de setembr http://www.experienciafullsail.com.br/

Para mais informações sobre os programas, cursos, estúdios da Full Sail University e também bolsas de estudo e desenvolvimento de carreiras, visite o site http://www.fullsail.edu.

Sobre a Full Sail:

Localizada na Flórida (EUA), a Full Sail University é reconhecida como uma das mais importantes universidades na indústria do entretenimento. A instituição oferece mais de 90 cursos, voltados para as áreas de entretenimento, media, artes e tecnologia.  Todos eles de associados, bacharelados e mestrados, além dos Labs, curso de verão intensivo com duração de uma semana,

Hoje conta com mais de 16 mil estudantes de 73 países diferentes. A universidade já formou profissionais cujos projetos foram reconhecidos nas principais premiações do segmento, como Grammy’s e Oscars.

 

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Destaque Sociedade

Mudança de comportamento humano é chave contra crises

Da Redação

Diante das crises mundiais, um grupo de pesquisadores das ciências humanas e sociais divulgou recentemente o lançamento de uma iniciativa intitulada Painel Internacional de Mudanças no Comportamento (IPBC, na sigla em inglês). O objetivo da iniciativa é ajudar a enfrentar, ao longo do tempo, as crises sociais e ambientais atuais e futuras.

Para o professor Eduardo Bessa, membro da diretoria do IPBC e professor de Comportamento Animal da Universidade de Brasília (UnB), a pandemia da covid-19 está incentivando a sociedade a repensar diversas ações. “Talvez seja o momento de aproveitar para mudar outros tipos de atitude que nos possibilitem um mundo melhor, tanto em termos ambientais quanto sociais”, explica o professor.

A ideia do projeto é obter resultados por meio de relatórios com informações recentes e importantes sobre como aplicar novos hábitos no dia a dia e atualizações sobre gatilhos e obstáculos que podem aparecer durante um processo de mudança de comportamento. “Nos relatórios faremos uma síntese do que se sabe sobre o assunto e desenvolveremos estudos para preencher as lacunas sobre o que ainda não se sabe”, esclarece Bessa.

O painel, que já conta com o apoio de 1.023 pesquisadores de mais de 75 áreas e 76 países, ouvirá a sociedade civil e os tomadores de decisões para produzir os relatórios. Para Eduardo Bessa, o diferencial do projeto é a atuação direta no comportamento das pessoas.

“Existem outros painéis focados em problemas ambientais na Organização das Nações Unidas (ONU), como o IPCC, sobre mudanças climáticas, e o IPBES, sobre biodiversidade. Ambos são excelentes em apontar os problemas e até as mudanças necessárias para reduzi-los, mas para realizar essas mudanças é fundamental atuar nos comportamentos das pessoas. Isso é o que nos propomos a fazer”, acrescenta.

    Membros do IBPC: painel já conta com o apoio de 1.023 pesquisadores (Foto: Divulgação)

Mundo mais sustentável

O Painel Internacional de Mudança de Comportamento é, dessa forma, composto não só pelos cientistas que irão gerar os produtos, mas também por empresas, pela sociedade e associações, que auxiliarão a focar o conteúdo dos produtos de forma que sejam relevantes para todos. Esses grupos não são membros oficialmente dentro do IPBC, mas a eles está delegada a missão importante de expressar o que a sociedade precisa, como educação, saúde, agricultura, etc. “Ter as ferramentas certas para promover isso é o que espero do IPBC”, diz Bessa, que revela também ter grandes expectativas com o projeto contra as crises.

O painel surgiu após o lançamento de um manifesto pela criação de um grupo formado por especialistas em torno da necessidade de mudanças comportamentais para um mundo mais sustentável em âmbito econômico, ambiental e social.

O IBPC, entidade internacional, interdisciplinar, independente e apolítica, hoje é formada por profissionais dos mais diversos campos, como psicologia, neurociências, sociologia, economia, ciência política, comportamento animal, biologia, ciências da saúde, educação, direito, marketing e administração.

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Mundo

É essencial conservar e restaurar o uso de ecossistemas do planeta

Por Franciane Miranda

Toda a biodiversidade do planeta está interligada, formando seus ecossistemas, dos quais dependemos para sobrevivermos. A presença humana e suas ações têm contribuído diretamente para as mudanças climáticas e para degradação dos biomas terrestres. Com este tema em foco, a Organização das Nações Unidas (ONU), junto com os chefes de Estado dos principais países do mundo assumiram o compromisso com Agenda 2030, um plano de ação com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O 15º objetivo trata da proteção, recuperação e promoção do uso sustentável dos ecossistemas terrestres, para gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e da perda de biodiversidade. O ODS 15 detalha o quanto tudo isso é essencial e como as nações podem gerir e promover políticas de gestão sustentável.

De acordo com dados divulgados pela própria ONU, todos os anos cerca de treze milhões de hectares de florestas são destruídos. Elas são fonte de sobrevivência para aproximadamente 1,6 bilhão de pessoas. Nestes espaços vivem e dependem de forma direta 70 milhões de indígenas.

Os danos causados a este bioma provocam sérios impactos na fauna global, pois elas abrigam mais de “80% de todas as espécies de animais, plantas e insetos terrestres”, mostram as pesquisas da ONU. Outro dado importante: nas áreas rurais de países menos desenvolvidos, 80% da população extraem das plantas a matéria-prima usada na medicina tradicional para cuidar da saúde.

“Assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas úmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos internacionais”, destaca a ONU.

Danos devastadores

A agricultura mundial tem causado enormes impactos negativos ao solo, fonte de subsistência para aproximadamente 2,6 bilhões de seres humanos. A ONU alerta que 52% dos espaços usados nesta atividade passam por degradação e, por isso, umas das metas para a próxima década é recuperar as áreas que já foram prejudicadas em todos os aspectos possíveis.

As pesquisas apontam que todos os anos a seca e desertificação acarretam danos devastadores, com a perda de 12 milhões de hectares, ou seja, 23 hectares por minuto. E os dados são ainda mais alarmantes: nestes lugares poderiam ter sido plantadas o equivalente a 20 milhões de toneladas de grãos.

Outro ponto fundamental é combater o tráfico de espécies da flora e fauna, acabando com a caça ilegal de espécimes ameaçadas e raras. Das 8.300 raças de animais já registrados, 22% estão ameaçadas e 8% já estão extintas, segundo informações das Nações Unidas. Todos os países precisam ampliar e reforçar sua capacidade de proteção dos animais ameaçados e, com isso, diminuir as chances do seu extermínio. Assegurar a preservação e acabar com a destruição dos seus habitats naturais é o caminho.

Para a ONU, é importante criar fundos financeiros e aumentar estes incentivos de todas as fontes possíveis destinando “para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas”, além de mobilizar e encaminhar tais recursos aos países em desenvolvimento, para que eles possam promover e gerir ações ligadas ao manejo florestal sustentável e o reflorestamento, detalha. Ela destaca ainda o quanto é importante o apoio dos líderes globais para promover e impulsionar esses esforços, sobretudo estimulando as comunidades locais a procurarem formas sustentáveis de sobreviverem, ampliando o seu papel e sua participação na convivência harmoniosa com o meio ambiente.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Catherine Duvignau inaugura Mostra “17 ODS para um Mundo Melhor” no Rio

Catherine Duvignau e Sergio Ricardo (Foto: Renato Wrobel)

Foi aberta na tarde desta quinta-feira, a mostra “17 ODS para um Mundo Melhor”, nos jardins do BNDES, no Largo da Carioca, que tem projeto original de Burle Marx. A exposição exibe obras inspiradas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos em 2015 pela Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas.

São 17 globos terrestres assinados por artistas, arquitetos e designers de destaque – como os grafiteiros paulistanos Mundano e Binho – que abordam as temáticas urgentes levantadas pela ONU.

Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades, Fome Zero, Agricultura Sustentável, Igualdade de Gênero, Água Potável e Saneamento são apenas alguns dos 17 objetivos a serem cumpridos pelos países-membro, até o ano de 2030.

Com patrocínio da Novelis, a iniciativa (que esteve em cartaz ano passado no Memorial da América Latina, em SP) tem idealização e realização de Catherine Duvignau, da Toptrends, com apoio do BNDES.

 

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Mundo

ONU /ODS7: energia acessível e limpa

Por Claudia Mastrange

Em setembro de 2015, representantes dos 193 Estados-membros da ONU se reuniram em Nova York e reconheceram que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. Desse encontro, surgiu então, a Agenda 2030, em que foram definidos 169 metas e 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. E assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos é o sétimo ODS.

Esse plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade, que busca fortalecer a paz universal, é um desafio constante para todas as nações que se comprometeram com o propósito de construir um mundo mais sustentável e com equidade. “A Agenda 2030 é a nossa Declaração Global de Interdependência”, declarou António Guterres, Secretário Geral da ONU.

Pesquisas apontam que, de 2000 a 2013, subiu de 79,313% para 84,58% o percentual da população mundial que teve acesso à eletricidade E, para os próximos anos, a tendência é aumentar a demanda por energia barata. No entanto, de acordo com relatório do banco Mundial, divulgado no início de2019, esses mais de 15% da população mundial que não têm acesso à energia elétrica correspondem a aproximadamente 840 milhões de pessoas, a maior parte concentrada na África Subsaariana, apesar dos “notáveis avanços” ocorridos na última década.

Em alguns países, a situação é dramática. No Chade, apenas 11% da população tem acesso à eletricidade. Seguem-se República Democrática do Congo (19%), Libéria (21%), Serra Leoa (23%) e Madagascar (24%). “O progresso que vimos nos últimos anos é encorajador, já que o número de pessoas sem eletricidade caiu. Porém, ainda há muito o que fazer já que grande parte delas vive em países mais pobres”, analisou Riccardo Puliti, diretor de Energia do Banco Mundial.

No Brasil, o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), que analisa a exclusão elétrica, divulgou, no último mês de novembro, que mais de um milhão de brasileiros não tinham acesso à energia elétrica na região da Amazônia. Em março de 2019 o IEMA havia divulgado dois estudos sobre o projeto Xingu Solar, do Instituto Socioambiental (ISA), que leva energia solar para os indígenas desde 2018. Foram instalados 70 sistemas fotovoltaicos em 65 aldeias do Território Indígena do Xingu (TIX).

E o meio ambiente agradece. Afinal, combustíveis fósseis e suas emissões de gases de efeito estufa provocam mudanças drásticas no clima. Atender às necessidades da economia e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente, é um dos grandes desafios para o desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, o ODS 7 traça metas buscando trocar o uso de fontes não renováveis e poluidoras por fontes renováveis limpas. A proposta é, sem perder esse foco, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética até 2030.

Foto: Pixabay