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Vamos falar sobre Lei Geral de Proteção de Dados

 

Você sabe o que é? Sancionada em setembro do ano passado, ela possui como objetivo regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas públicas ou privadas, assegurando que tais informações não caiam em mãos erradas.

E como isso se dará em vias de fato? Nosso país já conta com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados). Uma de suas atribuições é punir empresas que estiverem desrespeitando as leis. A agência ainda está em fase de maturação e as penalidades só passarão a ser aplicadas em agosto de 2021 – período considerado para que as empresas se adequem às conformidades da nova lei.

A sociedade civil está se organizando para entender melhor sobre o tratamento desses dados, por quanto tempo eles ficam armazenados, como acessar as políticas de privacidade das empresas, quais dados são compartilhados com terceiros etc.

Acompanhando esse movimento, o PROCON de São Paulo lançou recentemente uma cartilha para informar os consumidores a respeito de seus principais direitos sobre a privacidade e a proteção de dados pessoais, o que deve aumentar ainda mais os questionamentos e reclamações por parte do público em geral.

Após o WhatsApp anunciar a atualização de seus termos de privacidade, e informar que passará a compartilhar os dados do seu público com o Facebook — dono do aplicativo de troca de mensagens —, várias pessoas têm perguntado se a LGPD não pode reverter esta situação. E há razões para acreditar que sim, graças ao exemplo da Europa. Como a LGPD brasileira tem como principal inspiração a GDPR, lei de proteção de dados da União Europeia, é possível que nossa lei consiga resultados a favor do público parecidos com os do outro lado do Atlântico.

De qualquer maneira, como a ANPD ainda não está funcionando de fato, devemos esperar para saber como se sucederá os próximos episódios. Uma certeza nesse caso e em muitos outros são os efeitos do atraso na adoção de uma lei que proteja essas informações no Brasil, e quem está sofrendo as consequências mais uma vez são os consumidores.

Aisha Raquel

Webdesigner, Assessoria em SocialMedia e Marketing

[email protected]

 

 

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As inscrições para o Tech Women Paper Contest 2021 estão abertas

 

Concurso exclusivo para mulheres abordará Soluções e Inovação de Tecnologia em Sustentabilidade

 

Já estão abertas as inscrições para o Tech Women Paper Contest 2021: concurso exclusivo para mulheres autodeclaradas, brasileiras e naturalizadas, que tem o objetivo de estimular e conectar pesquisadoras, empresas e investidores, a fim de desenvolver ações inovadoras para as pessoas e a sociedade. O Tech Women Paper Contest também visa enaltecer e valorizar o trabalho de mestras e doutoras no campo científico e tecnológico para serem inspiração para mais mulheres.

A edição deste ano terá como tema “Soluções e Inovação de Tecnologia em Sustentabilidade” e distribuirá R$ 9 mil em prêmios, divididos entre as categorias: mestrado e doutorado. As inscrições podem ser realizadas até o dia 26 de fevereiro. Observações: as candidatas que desejam participar do concurso podem estar em fase final de apresentação de seus trabalhos de mestrado ou doutorado ou tê-los defendidos até dois anos antes da data de abertura do edital deste concurso. A avaliação dos trabalhos será feita por mestras e doutoras do Comitê Científico.

 

Inclusão

O Tech Women Paper Contest também terá atendimento especializado e direcionado às candidatas com necessidades especiais para garantir acessibilidade e igualdade de condições. Para garantir essa isonomia, as candidatas com necessidades especiais devem fazer sua inscrição e entrar em contato com a TWPC pelo e-mail [email protected]

 

Inscrições e Informações

A participação e inscrição do concurso são gratuitas. Mais informações no site: www.techwomensummit.com.br/tech-women-paper-contest/

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Notícias do Jornal Tecnologia

Mudanças na política de privacidade do WhatsApp: como isso te afetará?

 

O aplicativo de compartilhamento de mensagens WhatsApp começou a notificar seus usuários de que a partir do dia 8 de fevereiro suas mudanças na política de privacidade iriam entrar em vigor e que se você quiser continuar utilizando o serviço de chat será obrigado a aceitar as novas condições. Mas que condições são essas?

O WhatsApp passará a compartilhar com os parceiros do Facebook informações como o endereço IP do usuário; dados pessoais, como o número de telefone; atividades realizadas no serviço, incluindo como interage com outras contas e empresas… Tais dados já eram compartilhados entre o WhatsApp e o Facebook desde a última publicação dos termos de serviços, em julho do ano passado. Porém, naquela ocasião, o usuário poderia escolher não ter as suas informações distribuídas, o que não acontecerá mais.

A nova política será muito mais invasiva do que as demais. O novo texto prevê expressamente a coleta de dados como o nível de carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram. Outra parte nova é a coleta de dados de localização “mesmo se você não utilizar nossos recursos relacionados à localização”. Nenhum desses itens constava na política anterior.

E qual o motivo para essa mudança? Trata-se de um projeto importante: é a aposta do Facebook para rentabilizar o WhatsApp, que nunca deu lucro desde que foi comprado por quase US$ 20 bilhões, em 2014.

Há a geração de desconfiança em muitos usuários, pois o Facebook e empresas parcerias poderiam utilizar dados pessoais disponíveis para o aplicativo de forma invasiva. O Procon-SP acionou o WhatsApp para pedir mais explicações sobre como isso se dará, preocupando-se com o conflito com a Lei Geral de Proteção de Dados, que está em vigor desde agosto de 2020 e com a possível infração do Código de Defesa do Consumidor.

O WhatsApp deverá apresentar uma base legal para justificar o compartilhamento desses dados e porque o Facebook fez distinção entre usuários brasileiros e europeus, que não possuem a obrigatoriedade de aceitação dos termos. Devido às críticas dos usuários, em 15 de janeiro, o Whatsapp adiou a implementação dos novos termos da privacidade do aplicativo.  A mudança agora passa a valer a partir de 15 de maio.

Agora é esperar as explicações e as próximas medidas que essas grandes empresas irão tomar.

Aisha Raquel

Webdesigner, Assessoria em SocialMedia e Marketing

[email protected]

 

 

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Brasil Tecnologia

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e o precioso valor dos dados

No artigo abaixo, Alexandre Resende, CIO da Sercom e CEO da Contact One, discute sobre segurança de dados, que se transformaram em elementos valiosos para empresas de todos os portes e segmentos. E como a LGPD, se bem praticada, pode trazer benefícios para os dois lados – empresa e consumidor.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) tem sido assunto frequente no mundo corporativo e na imprensa. Sancionada em 2018, ela entrou em vigor em setembro de 2020 com o objetivo de regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários por parte de empresas, sejam elas públicas ou privadas. O objetivo é assegurar que as informações disponibilizadas não sejam usadas de formas que não tenham sido autorizadas. Uma proteção aos consumidores e uma grande responsabilidade para as companhias que hoje enxergam dados como ouro.

Para se ter ideia do valor de uma informação pessoal, é importante saber que grandes empresas já fazem a medição de seu “valuation” (termo em inglês que significa “Valoração de Empresas”) pelos ativos de dados que têm. A Coca-Cola, por exemplo, uma das marcas mais valiosas do globo, tem informações de consumo do mundo inteiro que estão começando a fazer parte de seu valor global. No entanto, esses dados não são da companhia, mas sim do João, da Maria e de tantos outros consumidores do popular refrigerante e de outros famosos produtos.

E por que a atribuição de tamanho valor a algo que pertence a terceiros? Porque dados pessoais são usados para gerar inteligência de negócio, além de poder proporcionar maiores fluxos de caixa futuros às companhias. Marcas que sabem com quem estão falando saem na frente. Entender o público profundamente nunca foi tão precioso.

E uma vez que nós, pessoas físicas, cedemos nossas informações às empresas precisamos ter consciência do que será feito com elas – como serão usadas, armazenadas e quem terá acesso a elas. Termos de concordância se tornaram mandatórios e, a partir do momento em que aceitamos compartilhar nossas informações, as empresas são obrigadas a cuidar delas, evitando ao máximo seu vazamento.

Da teoria para a prática

Lanço aqui um questionamento: A LGPD vai fazer com que as empresas não troquem dados entre si? É provável que não. Inclusive, o consumidor já vem sendo avisado sobre essa possibilidade. Recentemente, o WhatsApp enviou aos usuários uma atualização de sua política de privacidade, e informou que passará a compartilhar os dados do seu público com as empresas do Facebook. Imaginam quantas empresas o Facebook tem?

É importante que esses termos passem a ser lidos pelos consumidores com atenção, antes de serem assinados, evitando assim, que se espantem caso temas centrais de suas conversas com colegas no aplicativo de mensagens começarem a surgir em forma de anúncio no seu feed.

Voltando ao início da reflexão e considerando que o valor dos negócios hoje se baseia em dados, seria inocência pensar que eles não serão usados como moeda. Mas o que pode ocorrer em alguns casos é a troca de dados sem a identificação da pessoa. A quem aquele dado pertence não seria o que mais importa. O que vale é contar com os atributos como fonte de aprendizado de máquina. Dessa forma, se creditaria mais ética ao processo.

O Brasil já conta com a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) e uma de suas atribuições é punir empresas que estiverem desrespeitando a lei. O órgão, porém, ainda está em maturação e não existe uma equipe 100% definida para dar conta do desafio. Hoje, a fiscalização na prática ocorre em contratos, sob pena de multa, nos quais se exige que fornecedores estejam aderentes à lei. Como não era de se estranhar, o cumprimento das regras se deu antes pelo fórceps econômico do que pela consciência em si.

Aqui, o compartilhamento de dados ainda costuma ser mais visto como algo que fere a nossa privacidade de forma negativa. Um exemplo é o caso emblemático de uma conhecida empresa que foi multada porque estava usando a geolocalização de usuários e trabalhando esses dados sem o consentimento deles. Quando o consumidor toma um grande susto ao, por exemplo, passar em frente a uma loja e imediatamente receber uma mensagem com sugestão de compra naquele local, ele pode se sentir invadido e exigir seus direitos de privacidade.

Sob outra perspectiva

Mas se pararmos para pensar, a personalização – tão importante nas relações comerciais atuais, e valorizada pelos cidadãos – só é possível graças ao uso de dados. Importante lembrar que a utilização correta das informações pessoais pode trazer benefícios para os dois lados – empresa e consumidor.

Imagina se na hora de passar no caixa de uma farmácia, por exemplo, você soubesse como o seu CPF pode ser usado depois daquela compra? Se o atendente deixasse claro que a drogaria usa alguns dados para entender o padrão de consumo e avaliar se pode oferecer condições melhores para produtos diversos, inclusive para seus medicamentos de uso contínuo? Se a farmácia deixasse bem claro que, se puder compartilhar sua informação com o laboratório fabricante do medicamento, para ele analisar a possibilidade de te vender sempre com desconto um remédio que vai usar para o resto da vida, você não iria achar legal?

Claro que tudo isso precisa ser feito com o aceite dos consumidores. Assim, eles saberiam tudo o que estão fazendo, qual a intenção de uso e, também, teriam o total direito de falar no caixa da farmácia, “por favor apaga meu CPF”. E o atendente na mesma hora responder: “Sim senhor(a), veja aqui, não tem mais nada registrado”.

As preferências sugeridas pela Netflix são outro exemplo claro. Quanto maior a personalização, melhor tende a ser a experiência do usuário. O grande problema é que muitos business, na ânsia de coletar o máximo possível de informações, se esqueceram, ou não se preocuparam tanto em tomar conta delas. Se isso acabou acontecendo nos últimos anos, foi motivo para acender um alerta vermelho perante as autoridades de defesa do consumidor, o que incentivou a criação da LGPD.

Espero que, em um futuro próximo, possamos reconhecer os benefícios que a lei nos trouxe e ainda nos trará, e que a conduta responsável de empresas seja, de fato, colocada em prática. Dados são tesouro, para consumidores e companhias. Que cada um faça a sua parte a fim de usufruí-los com a máxima sabedoria.

*Alexandre Resende é CIO da Sercom e CEO da ContactOne
Colaboraram Rodrigo Branco, CDO (Chief data officer), e Ricardo Simonato, gerente de Segurança da Informação, ambos da Sercom.

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Brasil Tecnologia Tendências

Ecommerce deve manter até 30% do espaço conquistado durante a pandemia

Dados divulgados pela Mastercard, por meio do relatório Global Outlook 2021, estimam que entre as lojas virtuais devem manter entre 20% e 30% de todos os novos clientes conquistados durante os meses de pandemia. O levantamento aponta que 46% dos brasileiros aumentaram o consumo online, enquanto que 7% da população realizaram um pedido pela primeira vez.

“O brasileiro é muito receptivo a novas tecnologias. A tendência é que o e-commerce continue crescendo. A adoção pelas gerações mais antigas, a maior conveniência e os custos mais baixos para os consumidores, provavelmente, manterão a demanda digital sólida em 2021”, afirmou João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul, à Folha de S. Paulo.

Além disso, a implementação de novas tecnologias, como são os casos dos usos de cardápios em QR Code, agilidade no processo de logística e entregas aos finais de semana são fatores que pesam para que novos consumidores se interessem por este tipo de ação.

O prolongamento da pandemia da Covid-19, as medidas de isolamento social, as facilidades de parcelamento e uso de cupons de descontos são alguns dos motivos que vão manter diversos clientes interessados nas lojas online durante todo o ano de 2021.

Outra pesquisa da Mastercard, desta vez feita pelo Economic Institute, revela que 36% dos brasileiros disseram que vão priorizar as compras online, enquanto que 27% devem seguir com a opção de delivery sempre que estiverem interessados em provar alguma refeição diferente.

Por causa dessa mudança de comportamento, os empresários devem avaliar a capacidade de atendimento dos pedidos online, o nível de satisfação dos consumidores, elaborar um planejamento comercial eficiente baseado em um calendário sazonal que seja ajustado à área de atuação, investindo assim em decisões baseadas em dados coletados.

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Brasil Tecnologia

99 lança “Assistente de Segurança” em todo Brasil

99 lança “Assistente de Segurança” para facilitar acesso aos recursos de proteção no app.

• Tecnologia incorporada ao app facilita a utilização de todas as ferramentas de segurança antes, durante e depois das corridas

• Sistema sugere ativação das funções através de análise da inteligência artificial

O Assistente de Segurança da 99 é o novo recurso de proteção lançado pela empresa em todo Brasil, nesta semana. Segundo a plataforma, a tecnologia foi desenvolvida para melhorar a experiência e ativação de recursos de segurança antes, durante e depois das corridas para passageiros.

Assistente de Segurança 99

Localizada no escudo azul, o aplicativo reúne nesta área todas as informações e recursos disponíveis sobre segurança, permitindo consultar informações do motorista antes da chamada, ou ativar algum recurso de proteção quando um comportamento anormal é identificado durante ou depois da corrida.

O usuário pode, por exemplo, consultar as verificações de segurança do motorista, compartilhar trajeto com contatos de confiança, gravar o áudio da viagem, acionar monitoramento de corrida via GPS pela central de emergência da 99 ou ligar para a polícia.

A tecnologia é coordenada por Inteligência Artificial, que analisa as corridas individualmente e consegue identificar possíveis alterações. “Todos os recursos de segurança foram agrupados e com apenas um toque o usuário pode acessar todas as ferramentas disponíveis”, comenta Thiago Hipólito, Diretor de Segurança da 99. “O objetivo é melhorar essa experiência e facilitar a ativação das funcionalidades em caso de necessidade”, finaliza o diretor.

Como funciona o Assistente de Segurança 99?

Quando o passageiro abre o aplicativo da 99, uma mensagem convida o usuário a conhecer o “Assistente de Segurança” da 99. Ao clicar, o aplicativo mostra quais são as funcionalidades de segurança, como o botão de Ligar para Polícia, Compartilhamento de rota, Gravação de Áudio e o Monitoramento em tempo real. A opção Central de segurança 24h permite ainda que o usuário adicione contatos de confiança e saiba mais sobre as iniciativas de proteção da plataforma.
Após chamar a corrida, o passageiro pode acompanhar a verificação de dados do motorista, como a confirmação de identidade, CNH e documentação do carro. No mesmo campo, pode acionar o compartilhamento de rota para os contatos de confiança.
Através do monitoramento da corrida via GPS em tempo real, o Assistente de Segurança enviará avisos ao passageiro, caso aconteçam grandes paradas ou alteração no trajeto durante a corrida.
Quando a corrida termina, a ferramenta avisa o passageiro que a corrida foi finalizada pelo motorista. E abre uma opção de ajuda e comentários. Para os motoristas, a tecnologia está em fase de implementação e estará disponível para todos os condutores nos próximos meses.
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Destaque Economia

7 dicas para quem deseja se recolocar no mercado de trabalho ainda em 2020

Embora este seja um final de ano atípico, a flexibilização da quarentena traz a esperança para mais de 13 milhões de desempregados retornarem ao mercado de trabalho. Datas importantes do ponto de vista comercial como a Black Friday, Natal e festas de final de ano também devem colaborar para um novo cenário. Só na plataforma da Connekt, existem mais de 1.500 vagas abertas entre os setores estão o de administração, tecnologia, marketing, vendas, entre outros.

Diversos grupos e perfis foram impactados este ano com a perda de seus empregos. As datas importantes que se aproximam podem ser uma primeira esperança para melhorar os números de desemprego no país, mesmo que essa primeira evolução seja um tanto quanto lenta. Uma das principais dicas que tenho neste momento é para que as pessoas não desistam de buscar uma oportunidade e, muito menos, de estudar, avalia Celson Hupfer, CEO da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital e Doutor em Psicologia Social.

Para ajudar as pessoas que buscam uma recolocação ainda este ano, o especialista separou sete dicas. Confira:

1- Lembre-se sempre de atualizar seu currículo, é importante destacar seus principais projetos e objetivos de carreira.

2- Não se desespere. O desespero faz com que a gente não encontre uma saída e transforma qualquer caminho em labirinto. Portanto, tente ser racional e transforme sua ansiedade em ação para permanecer em busca.

3- Crie e reforce sua rede de contatos profissionais. Conte para os amigos mais próximos que estão em busca de empregos, sabe aquele amigo que trabalha em uma empresa legal? Quem sabe ele não pode te dar uma força neste momento.

4- Esteja ativo nas redes sociais e busque emprego por elas também. As melhores e maiores empresas estão inseridas nas redes sociais e divulgam suas vagas em sites e plataformas de emprego, além de claro, Facebook e Linkedin.

5- Tenha clareza do seu propósito de carreira, pesquise sobre as melhores empresas para sua área, remuneração e skills necessários

6- Foque no seu autodesenvolvimento. Vá em busca de cursos, palestras ou ferramentas que o ajude a adquiri-los, na época de pandemia, os cursos EAD, webinar e conteúdos educativos ganharam ainda mais espaço.

7- Não desista em hipótese alguma. Já existem pesquisas que afirmam que o grupo de pessoas que nem trabalham, nem estudam, nem buscam emprego vem aumentando com a pandemia. Manter-se disposto e ativo é fundamental para conquistar uma vaga mais rápido, sem contar que é uma prova de coragem por nós mesmos.          

Por: Paula Oliveira

 

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Cultura Destaque

CELEBRANDO 10 ANOS DE TRAJETÓRIA, CIRCUITO CINE CURTA LEVA A MAGIA DO CINEMA PARA MILHARES DE ALUNOS

Celebrando em 2020 seus 10 anos de trajetória, a edição deste ano do Circuito Cine Curta, projeto que na última década levou para milhares de crianças a magia do cinema para as salas de aula das escolas públicas, ganha agora uma maior audiência. Em razão da pandemia provocada pelo COVID-19, o bem sucedido projeto segue em sua missão, porém agora em nova “sala de cinema”, a internet.

Contando com a sempre imprescindível participação de professores, coordenadores e diretores escolares, o Circuito Cine Curta deste ano vai beneficiar um incontável número de alunos, que poderão ver de casa, via celular, computador, tablet ou pela TV, os melhores e mais recentes curtas-metragens da safra de filmes brasileiros, entre os gêneros de ficção, animação e documentário, que estão disponíveis até o dia 30 de outubro no site: www.novabossa.com.br .

O projeto conta este ano com a participação de 100 escolas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro e estima alcançar em torno de 7 mil crianças e jovens, de 6 a 14 anos. Desde 2010, o Circuito Cine Curta já beneficiou 132 mil estudantes, em 1.580 sessões, de 152 escolas da rede pública, de 45 bairros cariocas.

Este ano serão exibidos de 12 filmes nos quais o enfoque está em temas como diversidade (raça, religião e direitos), inclusão, meio ambiente, saúde, qualidade de vida e respeito, assuntos extremamente importantes e atuais para as crianças e jovens atendidos pela rede pública de educação. A décima edição Circuito Cine Curta conta hoje com a adesão de 35 bairros do município do Rio de Janeiro, das zona norte, sul e oeste.

O projeto criou e desenvolveu três apostilas com roteiros pedagógicos, conforme a programação dos filmes e correspondentes aos segmentos do Ensino Fundamental I e II. Após o período de exibição, os alunos das escolas participantes são estimulados pelos professores a desenvolverem trabalhos temáticos, que este ano podem ser enviados por e-mail ou via WhatsApp, entre os dias 2 e 13 de novembro. Todos os trabalhos dos alunos serão avaliados por um grupo de curadores, formado por profissionais das Secretarias de Educação e Cultura do Município do Rio de Janeiro.

Os melhores trabalhos serão contemplados com os seguintes prêmios individuais e coletivos: “Professor Mais Engajado” (um tablet e camisa personalizada do projeto); “Turma Mais Engajada” (os filmes e camisas personalizadas). A turma ganhará ainda um prêmio apropriado a idade dos alunos, como pendrives e jogos; “Aluno Mais Criativo” (um troféu, camisa do projeto e um prêmio apropriado a sua idade, como fone de ouvido, jogos e pendrives).

Um bom exemplo do envolvimento das escolas com a iniciativa são os resultados obtidos na edição de 2016, na qual foram realizados pelos alunos mais de 180 trabalhos pedagógicos, entre músicas, maquetes, peças de teatro, objetos e brinquedos, além de livros de histórias.

Na programação desta edição, foram selecionados filmes premiados em festivais nacionais e internacionais, como os curtas de animação “Lé com Cré”, de Cassandra Reis; “As Aventuras de Pety”, de Anahí Borges; os curtas de ficção “Dela”, de Bernard Attal; ‘Lily´s Hair’, de Raphael Gustavo da Silva; e “O Véu de Amaní”, de Renata Diniz.

O principal objetivo do projeto é utilizar o cinema como uma ferramenta pedagógica, contribuindo para que os alunos tenham maior facilidade de assimilar conhecimento nas disciplinas tradicionais, além de incentivar a formação de novos públicos com capacidade crítica. Criado e desenvolvido pela Nova Bossa Produções Culturais, a 10ª edição do Circuito Cine Curta é patrocinada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e pelas empresas Amil e Valid Soluções, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS RJ.

O Circuito Cine Curta foi idealizado pela atriz e produtora cultural Juliana Teixeira, que assina a curadoria dos filmes juntamente com Alessandra Matos, também responsável pela consultoria pedagógica. Os curtas-metragens são selecionados de acordo com o potencial pedagógico das obras e a adequação de suas respectivas temáticas ao universo infanto-juvenil.

“Esta é a primeira vez que o projeto acontecerá remotamente. Através de ferramentas digitais, os filmes poderão ser visualizados de casa, garantindo a segurança de alunos e professores das escolas atendidas. Neste período ímpar que atravessamos, devido à pandemia gerada pela Covid-19, o projeto se consolida como possibilidade de trabalho pedagógico lúdico e prazeroso, promovendo a manutenção das atividades educativas em ambiente virtual por meio da arte cinematográfica nacional”, diz Juliana Teixeira.

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Notícias

BNY MELLON PATROCINA FESTIVAL DE CULTURA E TENDÊNCIAS DIGITAIS

 HackTudo terá exposição socioambiental com sucata tecnológica

O BNY Mellon, instituição financeira com presença global, dedicada à prestação de serviços financeiros, se juntou ao time de patrocinadores do HackTudo, um dos principais eventos de cultura digital do país. Com compromisso constante com a inovação e foco na implementação de soluções tecnológicas, o BNY Mellon marca sua estreia com a apresentação da mostra virtual “O Poder da Inovação”, do artista Jota Azevedo, que transforma lixo eletrônico em quadros de grandes nomes da ciência e tecnologia.

A Hack Expo é uma das principais atrações do evento, que chega a sua quarta edição em um formato totalmente online e gratuito. Na mostra virtual, o espectador poderá conhecer cerca de 20 obras utilizando recursos como zoom para ver detalhes das peças.

De 16 a 25 de outubro, a programação do HackTudo oferecerá oficinas, workshops, palestras, corrida de drones e hackathon para atender aos mais diversos públicos dos meios tecnológico, cultural e digital.

HACK EXPO

Para o HackTudo 2020, o artista plástico Jota Azevedo criou peças inéditas especialmente com resíduos de computadores, mouses, teclados, disquetes, fios, chips, dentre outros. A exposição “O Poder da Inovação” conta com quadros que reproduzem rostos de personalidades, como Albert Einstein, Steve Jobs, Nicola Tesla e Alan Turing, gerados com sucata tecnológica.

A estimativa de que cerca de 55 milhões de toneladas de resíduos eletroeletrônicos são descartados por ano no mundo virou propósito de vida para o artista, que reutiliza materiais como matéria-prima para produzir arte.

“Desde criança, gostava de montar novos brinquedos com objetos trazidos do lixo do prédio onde meu pai trabalhava. Com o tempo, aprimorei minhas habilidades e comecei a produzir peças que foram reconhecidas como obras de arte. Em seguida, apontaram meu trabalho como socioambiental, o que me fez ter uma visão mais ampliada para desenvolver a conscientização das pessoas em relação ao descarte de lixo”, conta Jota.

Além disso, a mostra terá um espaço chamado “Expo-Robô” onde as esculturas poderão ser visualizadas em 360º. A exposição completa poderá ser acompanhada pelo público por meio de um tour virtual no site oficial do evento (www.hacktudo.com.br). Após o evento, as obras ficarão disponíveis no acervo do artista.

 

HACK CONFERENCE

De 19 a 24 de outubro, será realizada a Hack Conference, uma conferência online com especialistas, profissionais e amantes da cultura digital. No dia 22 de outubro, às 20h30, Matilde Freitas, Head de Tecnologia para LATAM do BNY Mellon, participará de um painel para falar sobre diversidade e tecnologia destacando o crescimento e as dificuldades das mulheres nesse mercado. “Notamos uma participação maior das mulheres na área de Tecnologia da Informação no momento em que as empresas passaram a enxergar a diversidade de forma mais estratégica. Quanto mais heterogênea for a equipe, mais pontos de vista, habilidades diferentes e formas de raciocínio irão contribuir para a solução de problemas”, comenta Matilde.

O painel também contará com Ana Lúcia D’Amaral, Diretora de Tecnologia da Liberty Seguros e Tatiana Kubotani, Head of Tech Recruiting da XP Investimentos, e terá a mediação da Ester Borges, do coletivo “Minas Programam”.

Para mais informações, acesse: www.hacktudo.com.br/

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Destaque Política

Bolsonaro diz que vai decidir pessoalmente sobre adoção do 5G no país

O presidente Jair Bolsonaro afirmou em sua live semanal nas redes sociais, que decidirá pessoalmente sobre os parâmetros para adoção da tecnologia 5G no Brasil. A previsão atual é que o leilão de licenças do padrão 5G seja realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no primeiro semestre de 2021.

“Nós somos uma potência. Nós temos que ter um sistema de inteligência robusto para poder trabalhar ali na frente”, disse. “Vou deixar bem claro: quem vai decidir sobre o 5G sou eu. Não é terceiro, ninguém dando palpite por aí não”, reforçou.

A tecnologia 5G, em sua máxima potência, deverá oferecer altíssimas velocidades de internet no Brasil – até 20 vezes maiores que no 4G, além de maior confiabilidade e disponibilidade. O padrão 5G também terá capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo.