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Notícias do Jornal Turismo

Lazer ao ar livre no Rio

 

O Rio de Janeiro é uma das poucas cidades do mundo que conseguem combinar natureza, arquitetura, história e descontração. A cidade é um destino que oferece muitas opções de lazer ao ar livre e é uma ótima alternativa para seus visitantes e moradores nesse momento de pandemia e para o feriado de Carnaval, que, neste ano, precisará ser sem muito confete, serpentina e aglomeração.

“O Rio reúne a beleza natural do relevo com obras arquitetônicas de renomados artistas reconhecidos mundialmente e muitas se tornaram icônicas, como o hotel Copacabana Palace, a calçada desenhada de Copacabana, os Arcos da Lapa, os Arcos do Sambódromo, e o mais recente museu MAR (que mistura na sua fachada o antigo, arquitetura do tempo do império, com a moderna cobertura em forma de ondas).  Sem esquecer do Museu do Amanhã (moderno museu do famoso arquiteto espanhol Santiago Calatrava) na zona portuária da cidade do Rio”, detalha Amanda Pereira, diretora da agência Viagem Top Tour.

O Rio oferece opções para todos os gostos e numa simples caminhada na zona sul ou no Centro, por exemplo, moradores e visitantes podem encontrar ótimos locais de passeios, compras e gastronomia.  “Andar pelas ruas da cidade do Rio é perceber como um ambiente nativo pode viver em harmonia com a construção civil. É possível, e o Rio de Janeiro prova isso!”, explica Amanda,  especialista em planejamento, organização de roteiros personalizados de viagens.

A Cidade Maravilhosa é sempre lembrada como acolhedora e de gente muito simpática e isso cativa, sobretudo turistas estrangeiros.  “A diversidade e a combinação de estilos estão presentes tanto no ambiente quanto no jeito carioca de ser. Todos os estilos estão presentes nas ruas cariocas. Gosto de destacar o jeito singular do carioca da gema. Um perfil de pessoa que na maioria das vezes escolhe por ser acolhedor e informal. Carioca fala com todo mundo e é muito solidário. Sabe que a vida é para ser vivida e usufrui do melhor da sua cidade. Está sempre em busca de entretenimento ao ar livre em todas as estações”, explica a especialista.

Locais imperdíveis no Rio de Janeiro para aproveitar durante a pandemia:

Passeios ao ar livre – O Rio tem 14 parques naturais municipais que valem um passeio para um caminhada ao ar livre. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smac) vem recomendando e incentivando o uso dos parques naturais pela sociedade, pois frequentar áreas verdes é sinônimo de mais qualidade de vida e saúde mental. “Destaco o Parque da Chacrinha em Copacabana, é um oásis de mata nativa. Esse lugar é indicado para passear, principalmente para quem vai com crianças, devido a um playground com brinquedos infantis”, indica Amanda.

Fazer piquenique – estão permitidos os piqueniques na cidade , mas é fundamental que todos sigam as regras de distanciamento, higienização e usem máscaras. Os parques, como Darke de Mattos, em Paquetá, funcionam de terça-feira a domingo, das 6h às 17h. Para aproveitar os locais com segurança, a temperatura dos frequentadores está sendo medida nos acessos a áreas fechadas, como centros de visitação.

Espaços culturais – Há muitas opções históricas na cidade que valem a visita. Uma delas é o belo jardim da Casa de Rui Barbosa, que fica em Botafogo, zona sul carioca, é frequentado por famílias que buscam aproveitar o sol da manhã. Esse é um lugar calmo e convidativo para um passeio tranquilo no intuito de conversar e relaxar.

“O local foi a residência do jornalista, jurista, diplomata e orador Rui Barbosa. Hoje, o Museu é composto por decoração e mobília original e muitos objetos da família. Além de uma magnífica biblioteca com um acervo de mais de 22 mil títulos que inclui arquivos originais de Rui Barbosa. Atualmente as visitas são mediadas e precisam ser agendadas, mas vale a pena conhecer!”, dá a dica Amanda.

Fotos: Reprodução

 

 

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Colunas Vitor Chimento | Serra

RESERVA BIOLÓGICA DE ARARAS – UM LUGAR MÁGICO E PERFEITO PARA CONEXÅO E INTERAÇÃO COM A NATUREZA

A Reserva era área reconhecida como floresta protetora da União, pelo Império do Brasil. Em seguida, passou a ser considerada horto florestal até, em 1977, se tornar Reserva Biológica. Abrange, principalmente, o Município de Petrópolis e o Município de Miguel Pereira.

É constituída de uma área geográfica delimitada, dotada de atributos naturais excepcionais, inserida no bioma Mata Atlântica e possuindo em seus limites ecossistemas bastantes significativos. Ela tem cobertura vegetal formada, principalmente, por floresta ombrófila densa montanha e submontana (chamada também de floresta tropical pluvial) e vegetação rupícola (vegetação das encostas e regiões íngremes).

As estrelas da região (Foto: Reprodução/Internet)

As matas são compostas por vegetação secundária nos estágios avançados e médio de sucessão e com grande presença de magníficos afloramentos rochosos. A área que era destinada à produção de frutas e madeira, no passado, não chega a 10% de seu tamanho original, sendo o restante de floresta densa em excelente estado de conservação, refúgio seguro para inúmeras espécies típicas da Mata Atlântica fluminense.

Seu relevo fortemente acidentado faz com que ela abrigue, também, rica vegetação rupícola, e nos topos das montanhas graníticas que a compõem encontramos campos de altitude bem preservados e a bela e rara flor conhecida como rabo-de-galo (Worsleya rayneri), espécie endêmica da Serra das Araras. Destacando-se vertentes rochosas íngremes, com declividade de 50% a 70% e com variações de altitude entre 910 a 1766 metros (Pico do Couto).

 

O florescimento do lindo Ipê-Branco, muito típico da região (Foto: Reprodução/Instagram)

A Reserva Biológica de Araras tem como objetivo, desde a sua criação, assegurar a preservação integral dos remanescentes de Mata Atlântica e demais atributos naturais presentes no chamado Corredor da Serra do Mar; ampliar o potencial de conservação da Região Serrana Fluminense, assegurando a perpetuidade dos benefícios ambientais relacionados a diversidade biológica; manter populações de animais e plantas nativas e oferecer refúgio para espécies raras, vulneráveis, endêmicas e ameaçadas de extinção da fauna e flora nativas; preservas montanhas, rios e demais paisagens notáveis contidas em seus limites; e assegurar a continuidade dos serviços ambientais.

O charme e a tranquilidade de Araras (Reprodução/Instagram)

Com seus 3.862 km, a Reserva permite, apenas, visitas com objetivos educacional e a realização de pesquisas científicas mediante prévia autorização. Para chegar até a reserva existem três maneiras: a estrada entre Araras e Vale das Videiras, com 44 km de extensão, liga o Município de Paty do Alferes à localidade de Araras; a estrada Caminho do Ouro, ao sul da reserva, ligando Petrópolis a Miguel Pereira em estrada de chão; e o trecho Rio-Petrópolis da Br-040 que corta o sudoeste da reserva e o acesso se dá na saída do Km 65 para Araras.

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Notícias do Jornal Vitor Chimento | Serra

VALENÇA – ANTIGA ALDEIA DOS INDIOS COROADOS

O território da atual sede do município de Valença tem sua história, ligada a seus primeiros habitantes, os índios coroados, descendentes dos Puris e Araris, que dominavam a área compreendida entre os Rios Paraíba do Sul e Preto. Viviam como nômades na região, gerando insegurança entre os proprietários da sesmarias. Eram, especialmente, temidos, pelo comportamento feroz que exibiam em batalhas entre eles e contra os portugueses.

Por motivos dos ataques constantes, dos índios, aos habitantes, que o vice-rei do Brasil D. Luis de Vasconcelos e Souza ordenou que fosse iniciada a catequese dos índios da região. Imcumbiu o fazendeiro José Rodrigues da Cruz, proprietário da Fazenda Pau Grande (localizada no município de Paty do Alferes), iniciar o “processo de civilização” e ao Capitão de Ordenanças Inácio de Souza Werneck encarregado de domesticar e aldear os índios. Isto é, de reuní-los nas matas e conduzí-los para as aldeias onde deveriam se fixar. Assim as terras foram liberadas e divididas em sesmarias, doadas aos primeiros colonizadores.

No ano de 1803 foi nomeado, pelo vice-rei Don Fernando de Portugal, o Padre Manuel Gomes Leal para o cargo de Capelão, tendo-lhe o Bispo Don José Joaquim Justiniano a jurisdição necessária para construir e benzer uma capela e cemitério. Foi, então, construída uma modesta capela dedicada à N. S. da Glória no principal aldeamento dos coroados, originando, assim, a atual cidade de Valença.

Durante esta fase de colonização foram construídas, pelo então Capitão de Ordenanças Inácio de Sousa Werneck, o Caminho da Aldeia, considerada a primeira estrada para o sertão de Valença, Ia desde a cidade de Iguaçu até o norte da Capitania do Rio de Janeiro, na ilha divisória com Minas Gerais, marcada pelo Rio Preto.

As estradas que eram construídas por Inácio ligavam à aldeia de Nossa Senhora da Glória de Valença e a aldeia de Santo Antonio do Rio Preto (atual distrito de Conservatória – Cidade da Seresta) com a Estrada Real para Minas Gerais e os caminhos auxiliares para as Freguesias de Sacra Família do Tinguá (atual Município de Paulo de Frontin), Azevedo e Pilar do Iguaçu, de onde seguiam para a Vila de Iguaçu. Um atalho que permitia seguir rumo a Itaguaí.

A Estrada da Polícia permitiu os viajantes que vinham de Minas Gerais cruzar o rio Paraíba do Sul nas proximidades de Desengano (atual distrito de Juparanã, em Valença), pela povoação de Vassouras até Sacra Família do Tinguá.

A Freguesia foi elevada a Vila de Nossa Senhora da Gloria de Valença em 17 de outubro de 1823. No ano de 1857, a Assembléia Legislativa Provincial, elevou a Vila de Valença à categoria de Cidade.

Os pioneiros povoadores, depois dos índios, do município de Valença eram todos agricultores, na maior parte moradora, das Freguesias de Paty do Alferes e Sacra Família do Tinguá. Também participaram os imigrantes de outras nacionalidades, muitos deles italianos e portugueses.

 

Foto: Reprodução Internet

Grande personalidade de destaque no desenvolvimento de Valença, entre outros, foi Custódio de Guimarães, “Visconde do Rio Preto”. Homem de grande coração, considerado um benfeitor, filantropo e que muito contribuiu para o desenvolvimento da cidade.

Em 31 de dezembro de 1943 o topônimo foi modificado para Marquês de Valença e dezesseis anos depois, por lei estadual, o nome da cidade voltou a ser, simplesmente, Valença. Um Município com um passado de glórias que passou por ciclos importantes como o Ciclo do Ouro e o Ciclo do Café e, também, por períodos de desenvolvimento industrial e social.

É uma cidade com um potencial voltado para o ecoturismo, tendo a Serra da Concórdia, situada a sudoeste da cidade entre o vale dos rios Preto e Paraíba do Sul, como seu principal ponto. É a única região que possui duas unidades de conservação: Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia e Parque Estadual da Serra da Concórdia, o Santuário de vida Silvestre da Serra da Concórdia e a Serra dos Mascates, o Ronco D’Água – balneário com cachoeira natural. Além do contato com a natureza, Valença é, também, uma cidade histórica e de cultura.

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Destaque Rio

Copacabana Palace reabre depois de 4 meses sem atividades

O Copacabana Palace, construção emblemática dos anos dourados no Rio de Janeiro, reabriu nesta quinta-feira (20) depois de quatro meses de portas fechadas – algo inédito em seus 97 anos de história – por causa da pandemia do novo coronavírus, informou o grupo hoteleiro Belmond.

O majestoso edifício art déco com vista para a praia de Copacabana voltou às atividades com o esforço de cumprir ao máximo as normas sanitárias, e com propostas para incentivar as reservas entre brasileiros, até mesmo cariocas, que queiram aproveitar um final de semana diferente na realidade da pandemia.

Desde de 10 de abril, quando deixou de receber hóspedes, apenas duas pessoas moravam no hotel, que tem 100 quartos e uma centena de suítes: a diretora-geral do Belmond Copacabana Palace, Andréa Natal, e o músico Jorge Ben Jor, morador desde 2018.

Para garantir a segurança dos seus hóspedes, “foram criadas regras de distanciamento social nas áreas de maior movimento, como piscinas e restaurantes”, ressaltou o grupo Belmond em nota.

Dos três restaurantes do complexo, apenas um estará funcionando no momento. Os outros dois devem reabrir em setembro.

Das quatro propostas sugeridas, uma é a hospedagem de 30 horas, “a opção perfeita para quem busca descanso e tranquilidade dentro da própria cidade”.

A assessoria de imprensa do grupo hoteleiro não informou os preços, mas em uma simulação de reserva on-line para o último fim de semana de agosto, as ofertas mais baixas começam em R$ 1.551 e chegam a R$ 9.249 por noite.

Um preço justificado tanto pelos seus serviços como pela mitologia ilustrada nas galerias de fotos de centenas de reis, escritores, músicos e artistas que animaram os seus dias e noites, como Rita Hayworth, Brigitte Bardot, Mick Jagger, Lady Di e Madonna.

A reabertura acontece em meio a incertezas sobre a normalização do cotidiano carioca e brasileiro.

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Destaque Rio

Campanha Redescubra o Rio dará descontos em atrações turísticas

Foi lançada hoje (12), no Rio de Janeiro, a campanha Redescubra o Rio, liderada pelas cinco principais atrações da cidade. O objetivo é oferecer descontos de 30% a 50% nos ingressos para estimular visitas no período de retomada das atividades, fechadas em março por causa da pandemia de covid-19. Serão beneficiados moradores do estado do Rio de Janeiro, mediante apresentação de comprovante de residência.

Participam da campanha o AquaRio, o Bondinho do Pão de Açúcar, o Jardim Botânico, a roda gigante Rio Star e os dois sistemas que dão acesso ao Cristo Redentor, que são o Trem do Corcovado e o Paineiras Corcovado. Os turistas serão levados por vans aos locais.

Os pontos turísticos já anunciaram que vão reabrir neste sábado (15) com restrições de capacidade e seguindo as normas sanitárias para combater a propagação do novo coronavírus. A campanha Redescubra o Rio termina no dia 15 de setembro.

Jardim Botânico

A adesão do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, instituição vinculada ao Ministério do Meio Ambient ocorreu por meio de decreto publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União.

O parque reabriu ao público no dia 9 de julho, com visitas agendadas. Alguns espaços permanecem fechados, por serem propícios a aglomerações. O ingresso custa R$ 15 a inteira e o desconto oferecido no Redescubra Rio é de 30%.

 

Turismo no estado

Em decreto publicado hoje no Diário Oficial do Rio de Janeiro, o governo do estado autoriza a abertura de pontos e locais de interesse turísticos, limitados à lotação de 50% da capacidade. Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas podem voltar a operar em horário integral.

O decreto autoriza também a realização de eventos sociais em salões e casas de festa nas regiões classificadas como de baixo risco de propagação do novo coronavírus. No momento, a liberação vale para as regiões Metropolitana I, Metropolitana II, Centro Sul, Médio Paraíba e Norte. Os estabelecimentos terão que assegurar o respeito ao limite de um terço da capacidade total e o máximo de 500 pessoas.

Os dados usados como base para a liberação das atividades estão no Pacto Covid. A última atualização do mapa de risco foi feita no dia 4 de agosto. O decreto autorizou também atividades presenciais em cursos, nas regiões classificadas como de baixo risco de contágio.

 

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Notícias do Jornal

Feira Hype de Ipanema

Um patrimônio do Rio, a tradicional Feira de Ipanema, que funciona aos domingos desde 1968, na praça General Osório, sofre bastante com os efeitos da pandemia.

Na primeira quinzena de julho, a Secretaria Municipal de Cultura, confirmou o retorno com 1/3 de sua capacidade. Os artesãos estão trabalhando no sistema de revezamento, mas dá pena!

Tantos artistas que permanecem com seu ganha-pão comprometido pela falta de público e um enorme vazio ao redor da praça mais conhecida do bairro.

A Feira vende artesanatos, roupas, artesanato, pinturas, bijuterias artesanais e guarda muitas histórias bacanas da cidade. Caso você esteja saindo, cumprindo todos os protocolos de segurança, dê uma passadinha lá. É praticamente impossível não sair com nada na mão.

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Destaque Sociedade

Como serão as viagens pós-pandemia?

Por Alessandro Monteiro

O mundo está mudando em diversos sentidos, e o turismo é um deles. Com restrições de entrada em muitos países, novas regras sanitárias em aviões e hotéis e a necessidade de ficar em casa, as pessoas que amam conhecer novos lugares estão se perguntando como será embarcar em uma nova aventura.

O novo cenário do turismo ainda está se desenhando e há várias incertezas. No entanto, algumas tendências já podem ser observadas. As viagens nacionais voltam primeiro, pois os turistas estão se mostrando mais confortáveis em planejar viagens pelo Brasil neste primeiro momento.

Os motivos vão além da economia e instabilidade das moedas estrangeiras. As opções domésticas são vistas também como mais seguras, por haver a possibilidade de se deslocar de carro até o destino ou em um voo curto.

Outras formas de viajar surgirão ou ganharão destaque. As viagens para pequenos grupos de pessoas conhecidas, como amigos ou familiares, por exemplo, são uma das apostas do momento. Os roteiros que privilegiam um ritmo de viagem mais lento também terão ainda mais força neste período.

Se, anteriormente, as pessoas analisavam o conforto, localização e café da manhã oferecido pelos hotéis, além de bagagem permitida pelas companhias aéreas e o tempo de conexão nos aeroportos, agora os passageiros estarão atentos aos cuidados das empresas de turismo com a higienização de espaço e protocolos sanitários adotados.

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Fica a Dica O Rio que o Carioca Não Conhece

Tenha um dia virtual incrível no Rio de Janeiro

Da Redação

O Rio de Janeiro tem atrações para todos os tipos, para todos os gostos. No entanto, nesse momento em que não dá para visitá-las, não precisa ficar desesperado. Através de aplicativos, você pode embarcar em passeios virtuais incríveis, conhecendo um pouco mais da fascinante Cidade Maravilhosa.

Comece o seu dia virtual com uma caminhada matinal por alguma das praias incríveis do Rio, cortesia do Google Arts & Culture. Assim, vá às de Ipanema, Copacabana, Leme, Flamengo, além da Praia Vermelha. Esse roteiro pode ser feito no final da tarde também, onde você pode parar no Arpoador para assistir e aplaudir o pôr do sol.

Na parte da tarde, a dica é visitar os museus, unindo arte e cultura. Um museu imperdível é o Museu Nacional de Belas Artes, onde você pode explorar arte nacional e internacional diretamente do dispositivo digital de sua escolha. Há também o Museu de Arte Moderna, que possui mais de 15.000 obras contemporâneas. Essas tours você também acessa pelo Google Arts & Culture. Outra coleção cultural é a de Carmen Miranda, onde você pode aprender sobre a história de uma das artistas e intérpretes mais famosas do Brasil.

No fim de tarde, que tal apreciar um lindo pôr do sol? Estamos falando de nada mais nada menos do que o Cristo Redentor. Nomeado uma das novas Sete Maravilhas do Mundo em 2007, o monumento e seus arredores formam talvez a imagem do Brasil mais reconhecida no exterior. O crepúsculo também é um ótimo momento para apreciar um pouco da arte de rua mundialmente famosa do Rio. E aí não deixe de conhecer a Escadaria Selarón, uma escada colorida pelos mosaicos do artista Jorge Selarón, localizada entre os bairros Santa Teresa e Lapa.

Já de noite, escolha algumas músicas brasileiras para definir a vibração do resto do seu dia. O YouTube tem muitas opções de samba, bossa nova e outros ritmos brasileiros para que você possa se imaginar no Centro do Rio. Se você está um pouco enferrujado, não se preocupe. Você não precisa ir a um estúdio para aprender um novo estilo de dança, pois muitos agora estão oferecendo aulas online. Então, por que não se inscrever para aprender a sambar?

Existem inúmeras maneiras de explorar esta cidade carismática e, se você estiver procurando mais algumas ideias, tente deixar fluir a rota. Embora amplamente conhecido por suas praias, o Rio de Janeiro abriga várias paisagens naturais de tirar o fôlego. Faça uma visita virtual à bela Quinta da Boa Vista ou caminhe até o pico da Pedra da Gávea para ter excelentes vistas panorâmicas da paisagem urbana e do litoral do Rio. Seja qual for o caminho escolhido, seus olhos agradecerão. Aproveite!

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Vitor Chimento | Serra

Simples e acolhedor, eis São Sebastião dos Ferreiros

No início, Ferreiros era um simples povoado que foi beneficiado pelo trânsito de caravanas e tropas na serra. Em 1858, foi alçado a distrito de Vassouras. Seu nome se deve à oficina de ferreiros, onde os tropeiros substituíam as ferraduras dos burros das tropas que iam de Minas Gerais ao Rio de janeiro. O lugarejo contava, na época, com uma fábrica de chapéus, padaria, açougue, um farmacêutico homeopata, um armazém que atendia as necessidades do povo e que vendia de tudo um pouco, uma fábrica de queijo, de ração e de carvão, além de dois salões de bailes, um para os “brancos” e outro para os “negros”.

Era um centro de comércio que tinha uma importante peregrinação de agentes comerciais, caixeiros viajantes, missionários, historiadores e tropeiros, que movimentavam um grande volume de negócios e que faziam circular entre freguesias e povoados as notícias da capital, das cidades e vilas do país. O comércio de porta em porta, a agricultura de subsistência, representada pelo café, e a chegada de novos colonos proporcionaram ao povoado um impulso para seu crescimento.

No começo do século XX, ainda sem luz elétrica e nem abastecimento de água, a iluminação era feita com tochas e a água obtida em um chafariz que ficava no centro da praça. A Irmandade de São Sebastião possuía grande parte das terras da localidade, além de bens como a Capela de São Sebastião ─ hoje Igreja da Matriz, de 1858 ─ e o cemitério aberto, construído em 1869.

O Caminho Novo foi fundamental a mudança do eixo econômico da região, já que era zona de circulação dos tropeiros. A estrada tornou-se uma das principais vias para escoar o café. Ao longo dela se desenvolveu São Sebastião dos Ferreiros, lugar que passou a ocupar o status de freguesia devido ao seu número de habitantes.

A região do Vale do Ciclo do Café oferece aos seus visitantes, além de um clima ameno, um passeio pela história do estado, com sua arquitetura rural, as fachadas de seus casarios, fazendas e monumentos, que guardam as lembranças de um período de muita riqueza quando, na segunda metade do século passado, ostentava o título de maior produtora de café do mundo.

São Sebastião dos Ferreiros ainda guarda os encantos de sua época áurea. O povoado é simples e acolhedor. No local não existem hotéis, restaurantes ou outro tipo de comércio que satisfaça as necessidades dos turistas. No entanto, é um lugar ideal para trilhas e passeios, possui pequenas cachoeiras e riachos, além de uma bela paisagem. Está separado da cidade do Rio de Janeiro pela distância de 120 km, de Vassouras por 10 km e de Miguel Pereira por 12 km.

Todos os anos, no dia 20 de janeiro, quando se comemora o dia de São Sebastião, o povoado recebe centenas de romeiros que vêm para pedir e agradecer suas bênçãos e graças alcançadas.

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O Rio que o Carioca Não Conhece

Próxima parada, Recreio dos Bandeirantes

Por Alessandro Monteiro

 

Bairro nobre da Zona Oeste, o Recreio dos Bandeirantes possui lugares ainda desconhecidos por boa parte dos cariocas. Além de sua bela praia, o bairro abriga ótimos lugares para conhecer e curtir com a família.

 

Museu da Casa do Pontal

Localizado numa reserva no bairro do Recreio dos Bandeirantes, é considerado um dos mais significativos museus de arte popular brasileira. Lá, uma exposição permanente reúne, em 1.500 m² de galerias, obras representativas das variadas culturas rurais e urbanas do Brasil, abrangendo atividades cotidianas, festivas, imaginárias e religiosas.

Também no acervo, mais de 40 anos de pesquisas e viagens por todo país do designer francês Jaques Van de Beuque e mais de oito mil peças de artistas produzidas a partir do século XX.

 

Parque Natural Municipal da Prainha

O parque fica bem em frente à praia e é usado por muitos surfistas e banhistas por ter banheiros, chuveiros e bebedouros. Além disso, tem uma flora e flora muito rica e bonita, bem propício para meditar, fazer piqueniques e belas fotografias. Criado em 1999 e inaugurado em 2001 para proteger o local das expansões imobiliárias, evitando a construção de condomínios e resorts.

Sua área é delimitada pela orla da Prainha e pelas vertentes litorâneas dos Morros do Caeté, Boa Vista e Pedra dos Cabritos, integrado ao Parque Estadual da Pedra Branca.

Durante o trajeto de subida, no meio dela é possível encontrar um mirante que permite uma bela observação da Prainha bem do alto. Considerado um dos melhores pontos do passeio, tem um cenário tipicamente carioca, cheio de árvores e pássaros nativos.

 

Parque Ecológico Chico Mendes

Inaugurado em 1989, com o intuito de preservar a Lagoinha das Tachas, é um habitat natural para muitas espécies de animais e vegetais ameaçados. Uma das poucas áreas da cidade para avistar alagados e restingas quase intactas, o parque é um oásis em meio ao caos da cidade.

Bromélias, ingás, répteis e pitangueiras fazem parte da atração do parque, cujo objetivo é proporcionar lazer e passeios em um ambiente totalmente integrado à natureza.

 

Fotos Reprodução