Categorias
Destaque Rio Saúde

Prefeitura do Rio recebe vacinas na cidade e inicia vacinação no Hospital Ronaldo Gazolla

Prefeitura do Rio Recebe Vacinas na cidade.

Primeiro lote será distribuído para vacinação imediata.

A Secretaria Municipal de Saúde recebe nesta terça-feira, com previsão de chegada às 11h o primeiro lote de vacinas contra o coronavírus. O carregamento chegará na Central de Logística da Secretaria e será distribuído às instituições e unidades de saúde onde a vacinação será iniciada imediatamente.

Prefeitura inicia vacinação no Hospital Ronaldo Gazolla

Profissionais da unidade começam a ser imunizados nesta terça-feira contra a covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde dá início nesta terça-feira, às 14h, à vacinação contra o coronavírus para os profissionais do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla. A unidade é a principal referência da rede municipal para o tratamento da covid-19, com 380 leitos, e conta com mais de mil funcionários da área assistencial, fora o pessoal de apoio, como maqueiros, administrativos e limpeza.

A técnica de enfermagem Dulcinéia da Silva Lopes, de 59 anos, que foi a primeira pessoa a tomar a vacina no Rio, aos pés do Cristo Redentor, é profissional da unidade.

Categorias
Destaque Rio Saúde

Rio começa a vacinação contra a Covid-19 aos pés do Cristo Redentor

 

Por Claudia Mastrange

O Rio de Janeiro deu início, nesta segunda-feira , 18 de janeiro à campanha de vacinação contra a Covid-19. Uma cerimônia no Cristo Redentor marcou o começo da imunização da população fluminense. Duas mulheres, Terezinha Conceição, de 80 anos e moradora do Abrigo Cristo Redentor; e Dulcinea da Silva Lopes, de 59 anos e profissional de saúde que atua na linha de frente no combate à pandemia, foram as escolhidas para tomar a primeira dose da vacina.

Ducinea foi a primeira. “Fiquei muito emocionada por ser escolhida e pela vacinação ter acontecido no Cristo Redentor, um lugar tão simbólico para o Rio. Não tive reação nenhuma, estou ótima , muito feliz e só recomendo a todos que sigam se prevenindo, se cuidando até que todos possam tomar a vacina”, declarou ela em entrevista, na manhã desta terça-feira (19), um dia após viver o momento histórico.

A técnica de enfermagem, Dulcinea: a emoção de ser a primeira vacinada, no RIo

Vinte caixas – cada uma com 1.200 doses da vacina CoronaVac – chegaram na tarde de ontem e o restante do que foi prometido pelo Ministério da Saúde chegou ao Rio para esta primeira fase de imunização na madrugada desta terça-feira  e já está sendo encaminhado de helicóptero para os 92 municípios de estado do Rio.

“É muito singular começar a vacinação no Cristo Redentor, que representa a paz, o amor e a vida. Hoje cedo fui a São Paulo e me reuni com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e mais 15 governadores para reiterar que o plano de imunização é nacional. Cada brasileiro importa igualmente ao outro. Essa é a primeira etapa, ainda pequena, mas ao final dela o Brasil estará entre os cinco países que mais vacinaram no mundo. Este é o início da virada no Rio de Janeiro”, declarou o governador em exercício Cláudio Castro, durante o evento.

Eduardo Paes: “ A vacina é uma luz no fim do túnel”

Cinco cidades receberão o maior número de vacinas nesta primeira fase – Rio de Janeiro (capital), com 231.840 doses; São Gonçalo, 27.590; Niterói, com 23.240; Nova Iguaçu, 14.930; e São João de Meriti, 14.870. “A vacina é uma luz no fim do túnel para todos nós e, sem dúvida, nos trará grandes resultados. O Governo do Estado coordena a ação de todos os municípios e, ao mesmo tempo, apoia a logística. Se não fosse a preparação do Governo do Estado, nós, por exemplo, não teríamos a quantidade necessária de seringas para a vacinação”, afirmou o prefeito Eduardo Paes.

Nesta primeira fase, serão priorizados os trabalhadores de saúde, as pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência, as pessoas com deficiência que vivem em residências Inclusivas e a população indígena.

Distribuição aos municípios

Logo no início da manhã desta terça-feira (19) começou a distribuição simultânea e proporcional aos 92 municípios do estado. Antes, as vacinas serão catalogadas no Centro de Distribuição da Secretaria de Estado de Saúde, em Niterói. Na sequência, carros, caminhões e vans serão utilizados na logística de distribuição às cidades. A operação terá também o apoio de cinco helicópteros do estado (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros) para que a vacina chegue até as mais distantes cidades no menor tempo possível.

Pontos de vacinação e insumos

Toda a preparação para a vacinação no Rio de Janeiro está pronta. Foram definidos 1,5 mil postos de saúde e clínicas da família que devem participar da imunização. A Secretaria de Estado de Saúde pode abrir mais 3 mil pontos de apoio, utilizando espaços de escolas, supermercados, shoppings e quartéis do Corpo de Bombeiros.

Durante o fim de semana, o Governo do Estado realizou a distribuição de seringas para os municípios fluminenses. No sábado (16) foram enviadas 3.346.800 seringas com agulha para 30 cidades. Domingo (17), outras 115.500 seringas descartáveis de 3 ml com agulha foram encaminhadas para outros 19 municípios. Ao todo, nesta primeira fase, a SES enviou 5,5 milhões de kits para todo o estado. Uma mega-operação, com apoio da Polícia Militar, foi montada para realizar a distribuição do material para todas as regiões fluminenses.

Fotos: Eliane Carvalho

Categorias
Cidade Rio Saúde

Vacinação nos supermercados: 180 estacionamentos em todo o estado poderão ser usados como pontos de vacinação.

Acordo de cooperação foi assinado nesta segunda (18) entre o Governo do Estado e as associações de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE)

A população do estado do Rio de Janeiro terá à disposição estacionamentos de supermercados para serem usados como pontos de vacinação. É o que garante o acordo de cooperação assinado entre o Governo do Estado e as associações de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), na manhã desta segunda-feira (18/01).
O secretário de Estado da Casa Civil, Nicola Miccione, representou o governador em exercício Cláudio Castro durante o evento.

A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) vai colocar à disposição do governo, por intermédio de seus associados, 180 estacionamentos em todo o estado para que possam ser usados como pontos de vacinação. Na capital, serão 110 locais.

– Supermercados fazem parte da vida de todo cidadão, e nossos associados irão disponibilizar esses espaços com o intuito de agilizar o processo de vacinação. Nós esperamos que, com isso, possamos contribuir para que os postos de saúde fiquem desafogados. A Secretaria de Saúde vai avaliar e definir os pontos que serão utilizados. Assim como estivemos com a população desde o início da pandemia, como serviço essencial, queremos estar neste cenário de vacinação também – garantiu o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz.

– Iniciamos a nossa ofensiva contra a Covid-19. O Rio de Janeiro está preparado para a campanha de vacinação, que começa hoje. O estado tem pronta uma grande logística de distribuição das vacinas para todos os municípios. O esquema foi colocado em prática neste sábado (16/01), com a distribuição de 5,5 milhões de seringas. Estamos garantindo um início de vacinação de forma igualitária a todos os cidadãos prioritários desta primeira fase – ressaltou Nicola Miccione.

Queiróz ressaltou toda a organização dos supermercados durante a pandemia para garantir o abastecimento da população, e que na fase de vacinação não será diferente.
– Não houve aglomeração nas nossas lojas, nem do lado de dentro, nem do lado de fora. O índice de contaminação foi baixíssimo. Firmamos o compromisso de colocar à disposição 180 lojas espalhadas por todo o estado do Rio de Janeiro para que possamos vacinar mais rapidamente a população – disse.
Categorias
Destaque

Começa a vacinação contra a Covid-19 no Brasil

 

Por Claudia Mastrange

Chegou o tão esperado momento! Começou a vacinação no Brasil. No inicio da tarde deste domingo, 17 de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprovou por unanimidade o uso emergencial de duas vacinas  contra a Covid-19: a Coronavac, já disponível no Brasil, e produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceira com o laboratório Sinovac, da China. E também a vacina de Oxford, feita em parceria com o laboratório AstraZeneca, e, que será produzida pela Fiocruz, no Rio de Janeiro.

A primeira brasileira vacinada contra o coronavírus é Mônica Calazans, 54, enfermeira da UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Nesse primeiro dia de campanha, profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados em uma sala dedicada do Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

“Hoje é um dia muito especial para milhões de brasileiros que estão sofrendo com a COVID-19 em hospitais, centros de atendimento e em suas casas. E também aos que estão em quarentena, se protegendo e ajudando a proteger suas famílias. Hoje é o Dia V, o dia da vacina, da vitória, da verdade e da vida. Quero dedicar este dia aos familiares dos 209 mil mortos pela COVID-19”, afirmou o Governador. De São Paulo, João Dória

O uso emergencial , atestado pela Anvisa, vale para um lote de 2 milhões de doses da vacina de Oxford produzida pelo Instituto Serum, na Índia, que ainda serão transportados para o Brasil, em data a ser definida, e os 6 milhões de doses da CoronaVac, que já estão em território nacional. Para o uso de outros lotes, será necessária uma nova solicitação.

A CoronaVac foi incorporada ao plano nacional de vacinação contra covid-19 do Ministério da Saúde. Esse primeiro lote vai dar início à campanha de imunização, em nível nacional, a partir de quarta-feira (20).  Em coletiva de imprensa no domingo, dia 17, o ministro da Saúde Eduardoo Pazuelle declarou que só comentará a primeira dose, efetuada em São Paulo, após consulta jurídica, pois todo o lote da Coronavac teria sido comprado pelo Ministério da Saúde. “As vacinas serão distribuídas igualmente para os estados. Se alguma dose já foi usada, está fora da lei”, afirmou Pazuello.

Fotos: Reprodução

Categorias
Brasil Notícias do Jornal

Muitas pendências para 2021

 

Depois de um ano atípico por causa da pandemia do novo coronavírus, o Congresso Nacional entrou em recesso oficialmente, em 23 de dezembro de 2020, com pendências importantes para 2021.

Apesar dos apelos de parlamentares como o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que o recesso parlamentar fosse suspenso em janeiro para apreciação de propostas consideradas essenciais para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, as próximas votações no Congresso ficaram para fevereiro, quando os trabalhos na Câmara e no Senado serão retomados a partir do dia 1º com uma eleição quente para as presidências das duas Casas.

Substituto para o auxílio emergencial

Entre as matérias que não tiveram consenso para votação estão, por exemplo, pautas econômicas tidas pelo Planalto como prioritárias e urgentes. Na lista estão matérias do chamado Plano Mais Brasil, como a PEC Emergencial, que prevê medidas de controle de despesas e de reequilíbrio fiscal, além da criação de um novo programa para substituir o auxílio emergencial.

As discussões em torno de propostas para as reformas tributária e administrativa também não avançaram. No caso da tributária, apenas uma das quatro partes do texto foi enviada ao Congresso. Já a administrativa, enviada em setembro, ficou parada. Também estão na lista de pendências para 2021 as privatizações de estatais importantes. Até agora, só a proposta de venda da Eletrobras foi enviada ao Congresso, onde aguarda discussão na Câmara.

Denúncias contra Flordelis e Rodrigues

 

Os parlamentares também deixaram para 2021 a análise de denúncias contra colegas por seus respectivos conselhos de Ética Tanto na Câmara quanto no Senado,. Responsáveis por analisar punições e orientar a cassação de mandatos, nas duas Casas, os colegiados estão parados.

Na Câmara, uma das representações paradas é a da deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada pelo Ministério Público de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza. Há dois meses, a Mesa Diretora já determinou que o caso seja analisado pelo Conselho de Ética, mas o colegiado não foi reinstalado. O crime aconteceu em junho de 2019, a deputada nega as acusações.

No Senado, também está sem definição o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado no dia 14 de outubro com dinheiro na cueca. O parlamentar foi acusado de desviar recursos que seriam destinados para o combate da covid-19 em Roraima. Assim que a Polícia Federal flagrou o senador em uma operação, ele pediu licença do cargo por 121 dias. O presidente do Conselho de Ética, senador Jaime Campos (DEM-MT), alega que aguarda o parecer da advocacia do Senado, mas que a Mesa Diretora da Casa não se reuniu devido à pandemia do novo coronavírus. Sem o encaminhamento do caso, o senador terá o direito de reassumir o cargo em fevereiro e pedir nova licença.

 

Comissão para autorizar vacinação

Todos os anos, durante o recesso parlamentar, uma comissão representativa do Congresso Nacional, com deputados e senadores, é eleita para atuar em situações emergenciais durante o recesso e pode ser convocada, se for necessário. A comissão terá mandato de 23 de dezembro até 1º de fevereiro de 2021. São dez senadores – sete titulares e três suplentes – 17 deputados titulares e o mesmo número de suplentes.

No passado, o grupo já foi convocado, por exemplo, para discutir o acidente com o avião da TAM no aeroporto de Congonhas em 2007, votar o envio de tropas para a força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, em 2010, e tomar ações emergenciais para ajudar a região serrana do Rio de Janeiro, devastada por enchentes e deslizamentos em 2011. Portanto, caso a vacina contra o coronavírus seja liberada, o colegiado pode ser chamado para debater o início da campanha de imunização.

Categorias
Destaque Rio

Metrô Rio disponibiliza postos de vacinação contra o sarampo

Por: Claudia Mastrange

Com o objetivo de ampliar o número de pessoas imunizadas contra o sarampo, a Secretaria de Estado de Saúde mantém, em parceria com a concessionária Metrô Rio, postos de vacinação nas estações de Metrô. No Largo da Carioca, quem passava para ir para o trabalho na manhã desta terça-feira, 18 de fevereiro, muitas vezes desacelerava o passo e reservava um tempinho para garantir a imunização. O posto fica localizado no mezanino inferior, próximo à academia Smart Fit e vai funcionar até a quinta-feira (20), das 8 às 14 h.

“Estamos aplicando a dupla viral, que imuniza contra o sarampo e a rubéola. Pessoas de seis meses a 59 anos, conforme tem sido divulgado na campanha”, declarou uma funcionária da SES, que preferiu não se identificar. O procedimento é simples: as pessoas fazem um pequeno cadastro e logo recebem um folheto explicativo e, a seguir, a vacina e sem muita demora ou burocracia.

Além desse, há ainda outros postos de vacinação no Metrô: estação Maracanã (dias 18 e 19/02 – das 9h às 14h, no corredor próximo às catracas) e estação Siqueira Campos (dia 20/02 – das 9h às 14h, no corredor próximo ao acesso B – Rua Figueiredo Magalhães).

Estação da Carioca do Metrô atende a população que busca imunização contra o sarampo

O objetivo da SES, ao disponibilizar postos fixos e móveis de vacinação em locais de grande circulação de pessoas é incentivar a imunização, em um momento em que os casos de sarampo voltaram a assustar. Em 2020 o Rio já registrou 189 casos da doença. Em 14 de fevereiro foi confirmada a primeira morte, causada pela doença, em 20 anos: o menino David Gabriel, de 8 meses, que morreu em um abrigo, em Nova Iguaçu.

PONTOS FIXOS

Central do Brasil
Metrô Carioca
Barcas (Praça XV)
Aeroporto Santos Dumont
Rodoviária do Rio
Hemorio (R. Frei Caneca, 8)* 7h às 18h
Iaserj Maracanã (R. Jaceguai S/N)* 8h às 16h

PONTOS MÓVEIS

18 a 20 de fevereiro – 8h às 14h

Jacarepaguá – Praça Roberto V Pequeno – Cidade de Deus – Em frente a UPA
Japeri – Bairro Chacrinha – R. São José S/N
Maricá – Campo do Verdão – R. Leonardo José Antunes S/N – Inoã* (8h às 17h)
Cabo Frio – Praça do Moinho – Peró

Campanha continua até 13 de março

Vacina é o único recurso para combater o sarampo (Foto SES)

No Dia D de vacinação contra o sarampo, que aconteceu no sábado (15 de fevereiro), 174.797 mil pessoas foram imunizadas no estado do Rio de Janeiro. Desde o dia 13 de janeiro, quando a campanha foi lançada, 370.743 pessoas foram vacinadas contra a doença. Após a campanha, que termina em 13 de março, a rede pública de saúde continuará a vacinar normalmente,durante todo o ano..

Para o médico da Secretaria de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, a vacina, além de garantir a proteção individual, atua também na coletividade.“O ato de vacinar envolve duas vertentes de proteção. A primeira consiste na imunização de um indivíduo e, no segundo momento, o que chamamos de proteção de rebanho, quando há uma proteção de toda a comunidade”, declarou Chieppe.

Sintomas

Os principais sintomas do sarampo são mal-estar geral, febre, tosse, coriza e manchas brancas na mucosa oral. A doença também provoca conjuntivite e se caracteriza por apresentar manchas vermelhas que aparecem no rosto e se espalham por todo o corpo. O sarampo é uma doença que passa com facilidade de uma pessoa para outra por meio da fala, tosse e espirro.

Casos em que a vacina não deve ser administrada

Pessoas que apresentarem doenças agudas febris moderadas ou graves recomenda-se adiar a vacinação até modificação do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença. Também não é indicado o imunizante a quem recebeu imunoglobulina, sangue e derivados, transplantados de medula óssea, quem apresenta alergia ao ovo e gestantes.

Fotos:Diário do Rio

Com informações da SES/RJ